Fabio Seixas, versão txt
ReadWriteWeb Brasil
outubro 5, 2009, 12:04 PM por Fabio Seixas

Hoje foi lançado o ReadWriteWeb Brasil. O RWW é um dos principais blogs do mundo quando se trata de tecnologia Web e startups.

Fico feliz com a chegada dessa nova fonte de conteúdo, ainda mais por ser um dos colunistas colaboradores.

Vejam aqui o meu primeiro post no RWW Brasil: Revisitando as Top Aplicações Web no Brasil

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Crônicas provocantes sobre a nova Internet
maio 18, 2008, 11:32 PM por Fabio Seixas

Do Intercon 2007, nasceu o livro "Internet: O Encontro de 2 Mundos. Crônicas provocantes sobre a nova Internet" que foi lançado no último sábado durante o InterMinas 2008.

livro_intercon.jpg

O livro reúne 44 colaboradores, entre eles empresários, professores e profissionais de Internet de diversas áreas. São 56 crônicas inteligentes sobre a nova Internet. Vale a leitura de cada página.

Como um dos autores, recebi dois exemplares de cortesia. Irei sortear um exemplar entre os comentaristas deste post na próxima terça-feira, dia 20/5.

O livro está sendo distribuído para livrarias desde o final da semana passada e, no momento da escrita desse post, já estava disponível na Bestbooks. Update: O livro está disponível no TI Shop com desconto maior.

Boa leitura!

UPDATE 1: ATENÇÃO! Participação encerrada. Irei sortear um número aleatório usando uma planilha Excel. O número sorteado corresponderá a ordem de inserção do comentário.

UPDATE 2: O ganhador do livro foi Luis Henrique (http://luishenrique.org/blog/)





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My WeShow em português
abril 24, 2008, 6:10 PM por Fabio Seixas

WeShow lança oficialmente hoje o My WeShow em Português.

No My WeShow pode-se:

  • procurar ví­deos com uma ferramenta que traz simultaneamente resultados de busca de mais de 100 sites de vídeo (como YouTube, VideoLog, Metacafe, Dailymotion etc) e do acervo do WeShow Canais (ví­deos selecionados, categorizados e descritos em português por nossos editores);

  • criar Ví­deo-Comunidades sobre qualquer assunto, com os vídeos que escolher e no idioma que quiser;

  • adicionar quaisquer vídeos às suas comunidades ou perfil, alterando se desejar, títulos, descrições e tags;

  • convidar os amigos a colaborar com suas comunidades e participar das comunidades dos outros usuários;

  • ganhar dinheiro utilizando nosso programa de revenue sharing através do Google AdSense.
  • Confira aqui o press release de lançamento.

    Se quiserem, me adicionem como amigo. Adoraria receber feedbacks!





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    StartupSchool2008
    abril 23, 2008, 1:44 PM por Fabio Seixas

    O StartupSchool é um pequeno grande evento que acontece anualmente na Universidade de Stanford. Em 2008, aconteceu semana passada e contou com a presença de importantes empreendedores tais como Marc Andreessen (Ning, Netscape), Michael Arrington (Techcrunch), Jeff Bezos (Amazon), Paul Graham (Y combinator), David Heinemeier Hansson
    (37Signals), Greg McAdoo (Sequoia Capital) entre outros.

    Uma das palestras mais interessantes para quem está querendo entrar ou já vivenciando o mundo das startups é a do David do 37Signals. Aliás uma empesa que eu pessoalmente adimiro muito.

    A palestra é um "reality check" de que é melhor tentar criar sua startup pelas suas próprias pernas do que depender de investidores e de uma venda bilionária.

    O pessoal do blog onStartups fez um pequeno resumo do que cada palestrande trouxe para a platéia. Então, escolha o seu tema e assista as palestras na integra com vídeo e slides aqui. Ou então assista todas pois vale muito a pena.

    Update: O vídeo do David Heinemeier Hansson está quebrado na parte final, mas tem outra versão com uma qualidade não tão boa disponível aqui.





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    Mais uma bolha?
    dezembro 4, 2007, 2:03 PM por Fabio Seixas

    Tendo a pensar que a mídia e as empresas de pesquisa de mercado são as principais responsáveis pela criação das bolhas. Muito da euforia dos investidores da bolha 1.0 veio do que a mídia estava falando (para vender revistas) e das projeções exageradas das empresas de pesquisas.

    A capa da Business Week com o Kevin Rose do Digg foi um exemplo dessa irresponsabilidade da mídia.

    Dica do Twitter do Tiago Dória





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    Anti-Corrupção 2.0
    outubro 4, 2007, 10:30 PM por Fabio Seixas

    Em janeiro de 2006 escrevi um artigo intitulado "O impacto da Internet na política e na democracia".

    Extraído do artigo:

    No futuro, digamos 30 ou 40 anos, acredito que teremos o meio online como a principal forma/ferramenta para a definição políticas e de governos tendo a população como parte principal do processo de tomada de decisão de governança de uma nação.

    Talvez a Internet seja o meio que permita às diversas nações democráticas do mundo, transformar suas democracias representativas em democracias diretas.

    Uns dirão que é utopia criar uma democracia direta. Concordo apenas que é um caminho árduo para tornar a Internet uma plataforma de governança política. Talvez tenha errado na minha previsão de 30 ou 40 anos. 100 ou 200 já não me soam tão esquisito. É razoável pensar que precisaríamos de muito mais tempo para chegar a esse nível.

    Mas hoje me peguei pensando em algo mais acessível: Usar a Internet, através de sua capacidade de colaboração e disseminação de informação, como plataforma para combater a corrupção.

    Imaginem a população poder acompanhar livremente, via Internet, tudo o que o governo faz através de dados disponibilizados pelo próprio governo em formatos de dados padronizados. É mais razoável o governo abrir mão do controle sobre a divulgação da informação do que abrir mão do seu poder para as massas.

    Imaginem como a Internet pode proporcionar meios de denúncias anônimas (ou não) de falcatruas e esquemas de legalidade duvidosa.

    Ou ainda a população poder criar mash-ups inteligentes a partir de dados livremente fornecidos pelo governo para identificar padrões de fluxo de capital para contratos duvidosos.

    Imaginem como a Web Semântica, atada às informações do governo, poderia colaborar para que a comunidade de desenvolvedores, cientistas políticos e economistas pudessem desenvolver modelos inteligentes de investimento do dinheiro público ou como forma de identificar padrões de investimentos que podem levar a identificação de fraudes.

    Utópico? Prefiro acreditar que não.

    Acredito que a nação que primeiro atingir esse patamar nos próximos séculos será o Google das nações democráticas.

    (Vou parar por aqui. Já acho que estou futurólogo demais)





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    Web 2.0 por Evanndro Reis
    outubro 3, 2007, 7:08 PM por Fabio Seixas


    Gostei especialmente dessa parte:

    1994: O modelo "Internet" começa a permear as empresas.
    2004: O modelo "Internet" começa a permear a sociedade.




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    TechCrunch40 e o mercado americano de Web 2.0
    setembro 19, 2007, 5:21 PM por Fabio Seixas

    techcrunch40.gif


    Participei nos dois últimos dias do TechCrunch40, um evento que aconteceu em São Francisco e reuniu diversas empresas web 2.0, grandes empreendedores e muitos investidores.

    Fui para representar o WeShow no DemoPit, uma parte do evento dedicada à novas empresas que estão chegando ao mercado e precisam demonstrar seus produtos para investidores e possíveis parceiros.

    Fiz um live blogging do evento através do Twitter.

    Algumas coisas me chamaram muito a atenção em relação ao mercado americano e sobre tendências do mercado.

    A primeira delas é sobre o tamanho do mercado de capital de risco americano. Eu já sabia que o tamanho do jogo lá é diferente, mas só depois de participar do evento tive a oportunidade de entender o quão grande esse mercado é. É enorme. São centenas, senão milhares, de empresas de capital de risco aportando capital em novos empreendimentos. Sem contar pequenos investidores e angel investors. Ficou muito claro para mim que o mercado de web 2.0 lá só é tão desenvolvido pois existem essas empresas financiando esse desenvolvimento.

    Não enxerguei nenhuma grande tendência de bolha 2.0, apesar de ter visto alguns poucos projetos sem um modelo de negócio claro. Interessante que em quase todas as sessões de sabatina, as primeiras indagações dos investidores eram justamente sobre a viabilidade do modelo de negócio e a capacidade de geração de receita. Muito diferente do que víamos no final da década de 90.

    Outro ponto de atenção foi a confirmação de como funciona o mercado de capital de risco. E isso vale para EUA ou Brasil. É possível conseguir investimento sem ter contatos, mas é extremamente mais fácil se você chegar a um investidor através da recomendação de alguém de confiança do investidor. Networking é tudo.

    Já falando de mercado, a tendência foi mais do que confirmada no TC40. Todo mundo está surfando a onda do User Generated Content (UGC). Foi como postei no Twitter: User Generated (coloque aqui a sua palavra). Essa é e continuará sendo a tendência do mercado. Investidores vêem com melhores olhos projetos com base UGC.

    Por fim, fico imaginando se não deveríamos promover um evento semelhante no Brasil, a fim de aproximar empresas buscando investimentos e empresas de capital de risco nacionais. Gávea Angels, Monashees Capital, Confrapar são exemplos de empresas buscando investimentos no mercado brasileiro.





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    Pinuts: um mural de fotos "de verdade"
    julho 3, 2007, 6:14 PM por Fabio Seixas

    Acabei de descobrir esse sensacional site brasileiro. Pinuts, um mural de fotos que faz jus ao nome.

    pinuts.png

    Você pode montar um mural "espalhando" as fotos no seu mural como você bem desejar, inclusive sobrepondo fotos. Além disso, é possível colocar comentários em cada foto e "colar" cliparts como chapéus e óculos por cima das fotos.

    pinuts2.jpg

    pinuts3.jpg


    Está ai mais um projeto brasileiro Web 2.0 que dá gosto de usar e divulgar.





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    Orangotag
    junho 4, 2007, 7:07 PM por Fabio Seixas

    O Fábio Spiceee do Penseletes está lançando um site social, no melhor estilo web 2, voltado para amantes de séries de tv.

    O próprio site diz: "Orangotag é um mediatracker para macacos aficionados por séries". A idéia é juntar amigos em torno das séries de tv. Dá uma conferida lá.





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    Google Adsense via widgets: Gadget Ads
    maio 5, 2007, 11:18 PM por Fabio Seixas

    De acordo com o Online Media Daily, o Google pretente, ainda esse ano, oferecer anúncios em forma de widgets na sua extensa rede de parceiros.

    Os anunciantes poderão desenvolver os "gadgets" e publica-los na rede de publicidade do Google. Mais do que banners interativos, os widgets ads poderão revolucionar a forma como conhecemos a publicidade online já que as possibilidades de interação são muito maiores.

    Via Niall Kennedy





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    Web 2.0 como estratégia empresarial
    maio 4, 2007, 5:54 PM por Fabio Seixas

    Um artigo meu, que foi escrito para o relançamento da revista online Conexão com o Mercado da Telelistas.net, acabou de ser publicado:

    Web 2.0 como estratégia empresarial





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    O que é um Mashup?
    abril 29, 2007, 3:30 PM por Fabio Seixas

    Tirando o fato de que no final, o quadro branco transforma-se em algo incompreensível, o vídeo é bem explicativo para quem quer entender melhor tecnicamente o que é um Mashup.

    Via Update or Die, IMHO, o melhor Cool Hunters Reblog brasileiro!





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    Web 2.0 Expo
    abril 16, 2007, 6:22 PM por Fabio Seixas

    A lista de patrocinadores da próxima Web 2.0 Expo em São Francisco é tão longa que a página principal do site sobre o evento fica até meio mal arrumada. Seria isso uma exuberância irracional?





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    Definitivamente 2.0
    abril 16, 2007, 10:18 AM por Fabio Seixas

    A compra da DoubleClick pelo Google anunciada este final de semana por 3.1 bilhões de dólares marca definitivamente o fim da web-era 1.0.

    (3.1 bilhões de dólares é quase o dobro do que o Google pagou pelo YouTube)

    Para aqueles que não lembram a DoubleClick foi o ícone da publicidade online antes da bolha de 2000. Era a maior e mais poderosa rede de anunciantes do mundo. Atualmente a DoubleClick fatura algo em torno de 300 milhões de dólares por ano.

    O Google vem novamente mostrar que além de ter se tornado a maior rede de anunciantes da atualidade, está disposto a manter essa posição.

    Interessante notar como o Google conseguiu criar uma rede muito maior que a da DoubleClick em um espaço de tempo muito pequeno usando basicamente o poder do usuário. Afinal, qualquer um pode transformar seu próprio site em um nó da rede de anúncios do Google, enquanto na DoubleClick era preciso "conseguir fazer parte da rede deles". Interessante notar também que o Google paga bem menos comissão para o dono do site, do que a Double Click paga.





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    % de usuários que participam e geram conteúdo
    abril 4, 2007, 7:18 PM por Fabio Seixas

    O Gilberto Jr do Prática levantou a bola e eu vou dar minha contribuição. Ele questiona sobre o recente estudo do Guardian que mostra que apenas 1% dos usuários geram conteúdos dos sites colaborativos.

    Palavras do Gilberto:

    O Outrolado, por exemplo, tem 300 usuários cadastrados (em aproximadamente um mês de vida). Se somente 1% criassem conteúdo, teríamos três pessoas enviando matérias. No entanto nós temos mais 230 artigos e 100 links enviados, ou seja, quantidade de participações (criação de conteúdo) em um mês foi maior que a quantidade de usuários cadastrados. Não tenho dados concretos, mas pelo que acompanho, tenho certeza que a porcentagem de usuários que criam conteúdo é bem maior que 1%.

    Creio que o universo de usuários deva ser considerado de outra forma. No caso do OutroLado, os usuários não são apenas os usuários cadastrados já que o site presta um grande serviço para os usuários não cadastrados e não obriga ninguém a se cadastrar para ler um artigo. São também todos os outros visitantes que chegam ao site e apenas lêem algum artigo sem serem cadastrados.

    O estudo fala sobre sites como YouTube e Wikipedia. Aparentemente apenas 1% dos usuários efetivamente criam o conteúdo destes sites. Acho que isso depende muito do tipo de site e principalmente do esforço para a criação do conteúdo.

    No caso do YouTube, a funcionalidade de disponibilziar os vídeos em páginas de terceiros como blogs, faz com que a quantidade de usuários visitantes espectadores seja muito grande, o que torna o % relativo entre os criadores e não criadores muito pequeno.

    No caso do Wikipedia, acho que a questão está mais no grau de dificuldade para a geração do conteúdo. Não que seja difícil entrar em um artigo do Wikipedia, clicar em editar e fazer alguma alteração, mas na pesquisa necessária para que sejam colocadas informações relevantes e precisas sobre os artigos sendo editados. O próprio YouTube tem um grau de dificuldade de geração de conteúdo (pegar uma filmadora, gravar, passar para o computador, eventualmente editar, fazer upload) mais difícil do que simplesmente fazer um comentário.

    No Camiseteria por exemplo, se considerarmos somente os usuários cadastrados (já que para usar efetivamente o site é preciso estar cadastrado, diferente do OutroLado ou do Rec6, por exemplo), 7,5% já criaram alguma ilustração de estampa, 31% já fizeram algum comentário e 68% já votaram em alguma estampa. Se considerarmos todos os usuários, mesmo os não cadastrados, esses percentuais seriam menores, mas esses usuários não chegam a participar de alguma forma. Nesse caso, o percentual de usuários que criam uma estampa fica mesmo na faixa de 1%.





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    Web semântica e compreensiva
    abril 2, 2007, 2:41 PM por Fabio Seixas

    A evolução humana é constante. Na web não seria diferente. Tentamos determinar marcos históricos para facilitar o entendimento do progresso. Web 1.0, 2.0, 3.0.

    Para onde a web está caminhando? Dizer que o futuro é a web 3.0 é clichê, afinal 2.0 + 1 = 3.0. Mas qual será o próximo grande passo no desenvolvimento da tecnológico, cultural e comportamental da web? A comunidade internacional está apostando que é a Web Semântica.

    Semântica para compreender
    O conceito da web semnântica não é novo. As primeiras discussões datam do final dos anos 90. O debate tem se tornado mais atual pois hoje temos mais condições de realmente enterdemos como usar a semântica. E a Web 2.0 ajudou muito nesse entendimento.

    Web Semântica é a capacidade de computadores interpretarem, entenderem e tirarem conclusões do conteúdo disponível na web.

    Pegue por exemplo uma ferramenta de busca atual. Seu funcionamento básico é o mesmo das primeiras ferramentas de busca. Dê alguma dica (i.e. palavras-chaves) e o mecanismo de busca irá mostrar uma pilha de documentos que podem ou não ter a resposta para o que você procura. O quão inteligente e otimizada é a pilha de documento é tarefa da busca. Cabe ao usuário pesquisar a pilha de documentos da forma que ele desejar, dando o trabalho que der.

    Um mecanismo semântico de busca iria além. Iria interpretar e compreender o que você quer descobrir. Em seguida iria pesquisar, analisar, interpretar e compreender a sua base dados (ou várias bases de dados, ou ainda "a base de dados web") e iria mostrar A resposta.

    Um exemplo: Você quer fazer uma viagem de final de semana. Então você entra no Google e digita "Pousada em Búzios promoção" e ele vai te mostrar uma lista de links apontando para documentos que podem ou não ter informações sobre a pousada que você irá se hospedar mas que nem você sabe ainda qual será. Neste caso a análise e pesquisa (interpretação e compreenção) dos resultados é tarefa do ser humano. A busca semântica, através de agentes inteligentes pessoasis, já saberia que você está prestes a tirar férias, que você é casado, tem 2 filhos e um cachorro e irá efetivamente achar a pousada que você irá se hospedar. Exatamente aquela que tem eventos para as crianças, aceita animais e está dentro do seu poder de compra. Ou pelo menos, se não fosse 100% eficiente, iria mostrar algumas poucas opções de acordo com o contexto.

    Ou seja, interpretação e compreenção semântica do conteúdo online.

    Mas como isso seria possível? Será necessário que existam estruturas de dados e de interpretação que permitam que os computadores possam entender e interpretsar o conteúdo. Para essa tarefa, existem os metadados (i.e. dados sobre o dado).

    Imagine um Digg que, ao invés de ser potencializado pelas análises e contribuições dos seres humanos, seja potencializado por agentes computacionais inteligentes que tenham a mesma capacidade de análise. Isso é web semântica.

    Imagine a existência de agentes pessoais inteligentes que que vasculhem a web interpretando-a em prol de suas necessidades profissionais diárias e seus desejos pessoais. Um "Mini-Me" inteligente que nos ajude em nossas tarefas de maneira mais eficiente. Isso é web semântica.

    Imagine serviços inteligentes de acompanhamento de conversações na blogosfera que podem tirar conclusões sobre tendências mercadológicas de maneira automatizada. Um Technorati semântico. Isso é web semântica.

    Mudança de paradigma
    A possibilidade de computadores poderem entender e interpretar o conteúdo online é uma grande mudança de paradigma, principalmente quando isso atingir o usuário main stream. Alguns analistas apostam que isso deva acontecer daqui a 6 ou 7 anos. Ainda há muito a ser desenvolvido. Mas essa é a janela de oportunidade para que surja um novo "Google", com um IPO maior e ainda mais poderoso que o atual.

    2.0 x 3.0
    A web 2.0 foi um movimento natural. Algo que os usuários almejavam sem saber que almejavam e que a comunidade empreendedora foi aos poucos suprindo desde 2003.

    A web semântica, ou web 3.0, vem sendo almejada e planejada pela comunidade acadêmica antes mesmo da web 2.0 ter se tornado main stream. E o fato de estar sendo planejada pode dificultar muito torna-la main stream. Quando algo surge naturalmente, é melhor aceito. Quando é previamente elaborado, levamos mais tempo para assimilar.

    A web 2.0 é sinônimo de conteúdo gerado pelo usuário e participação. A web 2.0 não morrerá com a web 3.0. Ela será o alimento da web 3.0. A web 3.0 nada será se não houver enormes quantidades de dados para serem analisados e interpretados.

    A humanidade produziu 161 bilhões de gigabytes de novos conteúdos em 2006. Espera-se que em 2010 a gente produza nada mais, nada menos que 988 exabytes, ou seja, quase 1 zettabyte de dados em um único ano. À 50 anos atrás a humanidade não tinha produzido 1 bilhão de gigabytes em toda a sua história.

    Estamos em uma época de geração massiva e exponencial de conteúdo. Já aprendemos a acessa-lo, organiza-lo e torna-lo globalmente acessível de maneira automatizada (err... Google), mas ainda precisamos aprender a como torna-la interpretável e em como efetivamente interpreta-la automaticamente.

    Na web 1.0 o poder estava no gerador de conteúdo ceentralizado. Na web 2.0 o poder estava no gerador de conteúdo descentralizado (o usuário). Na web 3.0 o poder estará no interpretador automatizado do conteúdo existente. Vale notar que um poder não anula nem inimiza o anterior.

    Enfim, tudo por uma web mais esperta. Quem sabe um dia a gente consiga construir uma web quântica.





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    Não vamos cometer os mesmos erros
    março 26, 2007, 2:00 AM por Fabio Seixas

    As palavrinhas estão no ar novamente. Ando escutando elas por ai. E não apenas nas mesas de bar. Ando escutando em negócios e projetos reais. IPO, Stock Option, Capital de Risco, etc. Tudo muito bom, um novo momento, novas oportunidades, etc, mas, por favor, não vamos cometer os mesmos erros novamente.

    O ano de 2000 presenciou o desfecho de uma série de desventuras. Boo.com, Pets.com e tantas outras empresas que sumiram do mapa e que apostaram que poderiam aproveitar o momento e criar negócios sem bases sólidas contando com a possibilidade de serem compradas ou de fazerem IPOs milionários.

    O momento está tornando a surgir. Isso é bom. O que vamos fazer com ele, quem vai se dar bem, quem vai se dar mal é o que devemos analisar.

    Então, para não cairmos nos mesmos erros da bolha 1.0, sugiro algumas reflexões:

    "Vamos criar uma empresa qualquerbuzzword.com e alguém vai querer investir na gente!"
    No final dos anos 90, muitas empresas foram criadas com o esse pensamento. Qual o motivo para se criar uma empresa? Criar valor deve ser a resposta. Investimento financeiro deve ser o facilitador de um projeto e não seu objetivo final. Investimento serve para alavancar e viabilizar o crescimento, não para personifica-lo.

    Qual é o seu modelo de negócio?
    Muitas vezes essa pergunta foi simplesmente ignorada. Ou quando era feita, pouco importava a resposta.

    Numa época de euforia é comum acreditarmos em modelos de receita mirabolantes que não se sustentam e não conseguem provar sua viabilidade. Empresas que apostam na publicidade como única forma de receita também foram, são e serão muito comuns. Mas e se o mercado de anunciantes não alavancar? Se a oferta de espaço publicitário for maior que a demanda? Como ficam todas essas empresas que contavam com a publicidade para pagar suas contas?

    Uma sugestão pessoal minha: Arrume um jeito de colocar um pé no off-line e outro no on-line. Isso facilita muito as coisas. Não foi à toa que a taxa de mortalidade das empresas de e-commerce na bolha 1.0 foi menor que o resto do mercado. Elas agregavam valor de maneira factível.

    Investimento para que?
    Você buscaria um investimento financeiro para alavancar uma empresa viável ou para sustentar indeterminadamente algo inviável? A melhor forma de conseguir um investimento é não precisar dele. Se você está buscando investimento para pagar as contas, algo está muito errado.

    "Ei! Eu tenho uma idéia fantástica! Vamos ficar milhionários!"
    Ideias não impressionam mais. A execução sim. Idéias são baratas e fáceis de encontrar, já bons executores são difíceis de achar. Não se apoie somente na idéia. Idéias não importam tanto quanto antes. Pense na Starbucks. Uma cafeteria. Quer ideia mais sem graça que essa? No entando, foi a execução que a tornou uma das mais admiradas empresas do mundo.

    Feitas para vender
    Existem empresas que são contruídas para serem vendidas. Nada de mal nisso. Outras são feitas para durar. Vender uma empresa é apenas uma estratégia de saída do investidor/empreendedor. Não confunda estratégia de saída com modelo de negócio. Você pode até não ter uma estratégia de saída (talvez nem tenha pensando nisso), mas você não pode se dar ao luxo de não ter um modelo de negócio. "Vamos criar uma empresa e depois vende-la" não é um modelo de negócio, é uma estratégia de saída.

    "Web 2.0 is the air for the next bubble" – Paul Witherow

    Isso não significa que já temos uma bolha. O ar é apenas um elemento da bolha. A "película" que o envolve é o dinheiro sendo investido quase que indiscriminadamente. Isso ainda não está acontecendo no Brasil, mas talvez já esteja acontecendo lá fora. Mas os elementos que podem se tornar uma bolha já estão surgindo. Tudo depende do que iremos fazer com esses elementos.





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    Rafinha
    março 11, 2007, 8:14 PM por Fabio Seixas

    Esse vídeo fez parte da apresentação do Gustavo Donda da TV1 durante a 1ª Conferência de Web 2.0. A apresentação do Gustavo foi uma das melhores do evento. Vale a pena ver e guardar para quando você precisar explicar para alguém porque a comunicação de marketing daqui para a frente não será a mesma.





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    O tal do Beta Eterno
    março 4, 2007, 11:08 PM por Fabio Seixas

    Confesso que tenho birra com a expressão "Beta Eterno". E com o conceito também, principalmente quando atrelado à Web 2.0.

    Beta é a fase de um sistema ou site em que o desenvolvedor libera uma versão ainda não totalmente finalizada para que eventuais bugs e problemas sejam identificados e resolvidos, geralmente, oferecido para um conjunto limitado de usuários. O recado é claro: "Ao usar esse sistema, você poderá encontrar erros, bugs e instabilidade."

    O Beta Eterno vem do princípio de que o desenvolvimento de um site nunca termina. É uma evolução contante e sem fim.

    O conceito de evolução constante é nobre e também imprescindível para o sucesso de um projeto. Mas este conceito não é novo. O CorelDraw, um software editoração gráfica, foi lançado em 1989 e hoje está na versão 13 (X3). 18 anos de evolução constante. Um exemplo online seria o Yahoo, lançado em 1994 e que já teve uma dúzia de homepages diferentes.

    Não creio que faça algum sentido rotular um site web 2.0 de Beta Eterno. A mensagem é: "Este site está em evolução constante mas ao usar este site você poderá encontrar erros, bugs e instabilidade, para sempre."

    Do ponto de vista de marketing, essa mensagem é pejorativa. Dizer que um site provavelmente apresentará erros não é nada bom. Então evite.

    Use o beta como ele deve ser. Como fase de testes e ajustes, por um tempo curto e determinado, para um grupo limitado de usuários. Faça isso pelo menor tempo possível. Depois, entre na fase da Evolução Eterna.

    O "Lance cedo e evolua" continua valendo mais do que nunca.





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    Prêmio Info Exame Web 2.0
    março 4, 2007, 10:40 AM por Fabio Seixas

    O Camiseteria foi premiado com o 1º lugar na categoria Uso Profissional do Prêmio Info Exame Web 2.0. Cheers!

    Acho que o pessoal do estúdio fotográfico pensou que eu fosse árabe ou algo parecido. :)





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    Ao vivo da Conferência Web 2.0
    fevereiro 28, 2007, 9:32 AM por Fabio Seixas

    Hoje estou participando da Conferência Web 2.0. Vou tentar passar alguns flash do evento e algumas fotos.

    Neste momento, eu e Cris Dias estamos assistindo a palestra do Abel Reis entitulada "Web 2.0- Evolução ou Revolução".

    Keep in touch!





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    Reflexões sobre os Diggs brasileiros
    fevereiro 27, 2007, 3:35 PM por Fabio Seixas

    Posso me enganar, mas os Diggs brasileiros que quiserem realmente conquistar a liderança precisam entender qual a motivação dos usuários em postar conteúdo nestes sites. É preciso perceber que existem os usuários que postam conteúdo com a intenção de angariar tráfego para seus próprios sites e existem os que geram conteúdo pelo prazer de faze-lo e pela notoriedade que existe por trás disso.

    É notório que os Top 100 usuários do Digg controlam mais de 50% do conteúdo da primeira página. E a motivação destes usuários não é a geração de tráfego para seus sites mas sim a participação privilegiada na lista de Top Users. Até porque seria utópico pensar que estes usuários sejam capazes de criar por conta própria 50% do conteúdo interessante do Digg. É verdade também que o Digg mantinha até pouco tempo um ranking dos melhores usuários, mas resolvel tirá-lo do ar para prevenir manipulações.

    Mas muitos dos Top Users foram motivados a serem o que são hoje em função da existência dessa lista durante até bem pouco tempo.

    Os Diggs brasileiros como Rec6, Linkk e Eu curti precisam perceber essa oportunidade e passar a incentivar também essa motivação e não focar somente na motivação de geração de tráfego.

    O Rec6 até mostra um ranking dos melhores editores, mas o faz de maneira secundária, sem maior importante. E percebe-se que os principais editores publicam basicamente links para seus sites pessoais. Além disso, o ranking considera o peso dos votos dados quando deveria valorizar mais a qualidade do conteúdo postado. O primeiro do ranking do Rec6 é um usuário que enviou apenas 6 matérias mas votou 1559 vezes.

    Estes sites deveriam criar meios para que os Top Users não fossem os usuários interessando em divulgar seus sites, mas sim usuários interessados em divulgar coisas muito interessantes, mesmo que não sejam os autores.

    O Digg é o que é porque o visitante sabe que lá irá encontrar matérias muito interessantes e não só materias que alguém tenha interesse de divulgar mesmo que não sejam interessantes. É claro que os votos tem a função de filtrar o que é bom do que não é, mas se preocupar com quem gera o conteúdo interessante também é muito, senão mais, importante.

    Talvez o ranking não seja a unica forma de motivar esses usuários altruístas, mas ai já é assunto para outro post.





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    Brasileiros conceituando a Web 2.0
    fevereiro 26, 2007, 8:55 PM por Fabio Seixas

    O Paulo Teixeira do Web 2.0 BR fez uma compilação de conceituações do que é a Web 2.0 segundo alguns dos mais importantes expoentes brasileiros desse novo momento da Internet.

    Conceituando o que é a Web 2.0





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    ComunnityNext: Painel com fundadores de grandes comunidades
    fevereiro 25, 2007, 8:40 PM por Fabio Seixas

    Guy Kawasaki intermediou um excelente painel com 6 empreendedores criadores de grandes comunidades durante o CommunityNext.

    Participaram do painel:

  • Akash Garg do hi5

  • Sean Suhl do Suicide Girls

  • Max Levchin do Slide

  • James Hong do HotorNot

  • Markus Frind do PlentyofFish

  • Drew Curtis do Fark
  • O sujeito do Fark é uma comédia.

    E como o próprio Guy observou, interessante como eles colocam pontos que questionam os posicionamentos dos capitalistas de risco sobre como uma start-up deve ser. Vale ver ele todo.





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    Conferência Web 2.0
    fevereiro 25, 2007, 1:03 PM por Fabio Seixas

    Essa semana vai acontecer a 1ª Conferência de Web 2.0. Esse evento promete ser o evento do ano para quem trabalha com Internet. Eu vou estar lá palestrando no primeiro dia em um painel com outros empreendedores.

    Quem for não deixe de me contactar. Será um prazer conhece-los.





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    Wikis não funcionam
    fevereiro 22, 2007, 10:40 PM por Fabio Seixas

    Wikis não funcionam. Essa é a regra. O Wikipedia é a exceção que justifica a regra.

    Numa época em que participação é o carro-chefe das empresas da Web 2.0, é preciso entender qual é a motivação do usuário em participar.

    Wikis são ferramentas de edição colaborativas de documentos centralizados. Por centralizados, entenda-se por documentos que interessam mais a terceiros e menos ao indivíduo colaborador.

    Porque as pessoas participam do Wikipedia? Motivo 1: Para colaborar em algum assunto do qual são apaixonadas e isso lhes trás conforto e prazer. Motivo 2: Para divulgarem algum assunto no qual tenham algum interesse direto ou indireto. (Motivo este que só faz sentindo se existe uma grande massa acessando como no Wikipedia)

    Analise qualquer outra iniciativa de wiki e você não encontrará uma motivação universal para que os usuários colaborem sem esperar algo em troca.

    Não existe a segunda melhor enciclopédia em formato wiki. Não existe nenhum player de internet que seja relevante e que tenha um wiki como sua base fundamental.

    Pegue a lista dos 200 sites que mais prendem a atenção dos usuários e você verá que somente um é um wiki, o Wikipedia.





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    Revenue Sharing no OutroLado
    fevereiro 16, 2007, 10:37 AM por Fabio Seixas

    Congratulações para o pessoal do OutroLado (aka Gilberto Jr.) por terem ouvido a comunidade tão atentamente e reagido com prontidão. É assim que se faz a Web 2.0.

    Hoje foi anunciado que o OutroLado está compartilhando a oriunda do AdSense com os próprios usuários que enviarem matérias.

    Esse foi um movimento que nasceu logo após o lançamento do site, durante bons debates e crtíticas construtívas que rolaram nas listas Blogosfera e Radinho. Prova de que, mais do que nunca, os usuários e clientes fazem parte do processo decisório das novas empresas de Internet. Muito diferente daquela postura monolítica imutável da Web 1.0.





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    Web 2.0 is linking people...
    fevereiro 4, 2007, 9:20 PM por Fabio Seixas

    Enough said...

    (Via radinho)





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    Lost 2.0
    fevereiro 3, 2007, 11:40 PM por Fabio Seixas

    Uau! Fiquei fascinado com essa notícia via TechCrunch: Help Find Jim Gray With Web 2.0

    Um famoso cientista computacional americano chamado Jim Gray, foi dado como desaparecido após sair para um passeio em alto mar. A guarda costeira americana lançou uma força tarefa em busca do cientista mas nada encotrou. Então a Amazon entra na jogada de maneira brilhante (diferente do que fez a RedBull no buraco de São Paulo).

    A Amazon iniciou uma nova força tarefa na busca em alto mar. Só que ela não lançou seus funcionários em barcos atrás do cientista. Simplesmente usou 2 de seus brilhantes serviços, o S3 storage service e o Mechanical Turk, juntou com uma porção de fotos de satélite da região onde estaria à deriva o cientista. Assim milhaers de pessoas podem ajudar a encontrar um pequeno ponto de 6 pixel na vastidão de imagens e achar Jim Gray.

    Duas interpretações: Colaborativismo e Marketing

    Colaborativismo
    Fastástico ver como as novas ferramentas da web permitem coisas maravilhosas. Envolver milhares de pessoas na busca de uma pessoa desaparecida, mesmo que estas pessoas estejam na Ásia.

    São essas ferramentas, desenvolvidas com o foco no usuário, na co-criação e no colaborativismo online que permite que forças tarefas enormes possam surgir em questão de dias ou horas. Nada disso seria possível se ainda tivessemos a visão da web 1.0.

    Marketing
    A Amazon foi brilhante em ajudar de forma efetiva uma causa nobre e ainda assim expor 2 de seus produtos que são partes importantes de sua estratégia de plataforma WebOS, sem parecer oportunista.

    Conclusão
    Essa interpretação nos traz as seguintes conclusões:

  • Ao fazer uma ação de marketing social, faça-o pelo social e não pela oportunidade/retorno.
  • A web 2.0 está ai e é uma realizade cada vez mais importante. Novos paradigmas. Novas possibilidades.





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    Fabio Seixas na 1ª Conferência WEB 2.0
    fevereiro 3, 2007, 12:35 AM por Fabio Seixas

    Este mês ocorrerá em São Paulo a 1ª Conferência WEB 2.0, um evento que irá debater as tendências e perspectivas da web 2.0 nacional.

    Fui convidado a participar como palestrante no painel de desenvolvedores e empreendedores que contará também Guilherme Coelho do Aprex, Marcos Nader do Comprova.com e Rafael Siqueira do O Apontador.

    Este evento cai como uma luva no atual momento da Internet brasileira. Mostra que o movimento web 2.0 se torna significativo quando o grande público é sensibilizado pelos conceitos da web 2.0. Não é a toa que grandes nomes como Caio Túlio (UOL IG, BrT, iBest), Paulo Henrique Amorim, Abel Reis, Alexandre Hohagen (Google Brasil) dividirão o púlpito comigo durante o evento.

    Não defendo a web 2.0 como buzzword ou como tecnologia revolucionária (ie.: ajax, que de tecnicamente revolucionário não tem muita coisa). Sempre busquei tirar dela as mudanças de paradigmas que ela causa na cabeça dos usuários e consumidores. Sim, são essas mudanças de paradigmas que geram oportunidades de negócios, de novos empreendimentos, de crescimento sustentado. Essas mudanças de paradigmas são como marcos dentro do processo de seleção natural das empresas de sucesso. Nestes marcos, empresas existentes precisam se adaptar, correndo o risco de serem extintas caso não o façam. Nestes marcos vemos muitos novos empreendedores lançando-se ao mar e vemos muitos morerrem na praia e outros poucos sucedendo.

    Na web 2.0 é tudo uma questão de atitude, sua e de seus usuários. Não importa a tecnologia usada, as versões betas, os logos em tons pasteis com degradeé. O que importa é o quando você está suprindo as demandas de seus usuários trazidas pelas mudanças de paradigmas no comportamento online.

    Será um prazer expor essa e outras idéias durante o evento.





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    Mais web 2.0 no Brasil: Spesa
    janeiro 31, 2007, 5:26 PM por Fabio Seixas

    Essa eu pesquei do Web 2.0 Br.

    O Nando Vieira, do Simples Idéias lançou o Spesa, um serviço para controle de despesas pessoais. Um aplicativo simples, mas muito útil para organizar um dos aspectos de nossas vidas pessoais que muita gente não sabe como organizar.

    Aproveite o serviço e não se esqueça que para ser prospero basta gastar menor que ganha e aplicar a diferença. :)





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    Outrolado no ar
    janeiro 26, 2007, 4:03 PM por Fabio Seixas

    Falei por aqui sobre o lançamento eminente do Outrolado.

    Pois hoje o site entrou no ar para o público. Diferente do que alguns pensaram (ver comentários do post original), o Outrolado não é mais um "Digg" brasileiro. É na verdade como o Overmundo, só que sobre tecnologia e internet. Ao invés de postar links como se faz nos digg-likes, no Outrolado você envia um artigo na integra, quase como um blog coletivo onde os melhores texto vão recebendo notas e ganhando visibilidade.

    A iniciativa é do Vicente Tardin do Webinsider junto com o Gilberto Alves Jr. da desta.ca.

    Objetivo:

    O Outrolado foi idealizado considerando a enorme demanda que o Webinsider percebia por parte dos leitores para obter mais espaço e participação.

    Por adotar edição central e critérios de jornalismo, o Webinsider percebeu desde 2004 a necessidade de abrir um novo site, com modelo totalmente diferente, onde os textos publicados não passam pelo editor.

    Esta expectativa finalmente foi atendida com a criação do Outrolado, que apresenta conteúdo sobre internet produzido e moderado por interessados na cultura e no trabalho ligados à internet.





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    booBox: Brasil no Techcrunch
    janeiro 21, 2007, 11:46 AM por Fabio Seixas

    booBox, um novo serviço que permite blogueiros alavancarem vendas em sites de e-commerce e que foi desenvolvido por brasileiros (alguém sabe quem?), fez o seu pré-launch beta essa semana.

    Interessante ver uma empreitada nacional focando o mercado de língua inglesa. Afinal lá fora a grana rola muito mais forte.

    Mais bacana e interessante foi ver o respeitado blog sobre web 2.0 TechCrunch falar sobre o serviço e não deixar de falar que se trata de um serviço brasileiro.

    O serviço trata de contextualizar produtos dentro de posts de blogs linkando imagens diretamente para produtos dentro de lojas virtuais sem a necessidade de sair do site ou blog. Minha analise ainda superficial é que trata-se de uma abordagem alternativa para motetização de blogs que tende a ser ainda mais relevante que o adsense. Mas cabe uma analise melhor quando o serviço estiver disponível.

    Update: Mais blog internacionais citando o booBox, Techmeme inclusive: Bloggers Blog, Go2web2





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    OutroLado em primeira mão
    janeiro 15, 2007, 9:47 PM por Fabio Seixas

    Reportei por aqui o projeto que estava para nascer da parceria da desta.ca com o Webinsider, o OutroLado.

    Hoje tive acesso a versão beta e trata-se de um site de conteúdo social onde qualquer um pode postar um conteúdo, uma notícia ou um texto, tudo isso com uma funcionalidade do tipo Digg onde os melhores texto são selecionados pelos próprios usuários. Ou seja, um Overmundo voltado para os assuntos tratados pela Webinsider.

    Aparentemente o site ainda não está pronto, mas está bem feito, utilizando ajax nos lugares certos.

    Algumas telas:

    outrolado1.png

    outrolado2.png

    outrolado3.png





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    O que será?
    dezembro 19, 2006, 11:41 PM por Fabio Seixas

    O que será que o pessoal da desta.ca anda fazendo com o "Outro Lado"?

    outrolado.gif


    Webinsider? Social news? Co-criação de conteúdo?





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    Co-criação elevada ao próximo nível: Produtos eletrônicos
    dezembro 8, 2006, 10:56 AM por Fabio Seixas

    Para quem não sabe o que é co-criação: Imagine uma empresa que envolve seus consumidores no ámago do processo de criação de seu produtos. Isso é co-criação (ou Crowdsourcing).

    Pois bem. Hoje descobri um site que está levando a co-criação a um próximo nível em termos de possibilidades no processo de criação de produtos.

    crowdspirit.png

    CrowdSpirit é uma empresa que promove um processo participativo de pessoas, parceiros e investidores na criação de produtos eletrônicos. A novidade fica pelo fato de que neste modelo de trabalho, o site age com um agregador de partes que são necessárias para o desenvolvimento de um produto eletrônico. Consumidores agindo como idealizadores, especificadores e testadores de novos produtos. Parceiros tecnológicos e investidores propiciando o desenvolvimento, prototipação e lançamento do produto.

    Para entender melhor o processo:
    crowdspirit2.png

    Acho que o caminho dos próximos modelos de negócio será justamente a evolução de como podemos aproveitar o poder das massas em nossos negócios. E isso é muito bem vindo!

    Via: Spingwise newsletter





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    37signals: Getting Real de graça
    dezembro 6, 2006, 12:10 AM por Fabio Seixas

    A 37signals disponibilizou gratuitamente o seu consagrado e-book "Getting Real" sobre as diversas facetas da criação, lançamento e gerenciamento de um aplicativo web.

    Para quem não tinha comprado o PDF, vale dar uma boooa conferida nessa versão online gratuita.

    Getting Real

    Via: Start-Up Guide





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    Widgets
    novembro 6, 2006, 8:24 PM por Fabio Seixas

    Curta: Tenho lido muito a palavrinha "Widgets" no mundinho web 2.0. Tem até gente importante dizendo que essa será a base da web 3.0.





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    O blog mais lido e acessado do Brasil
    setembro 13, 2006, 1:39 AM por Fabio Seixas

    A última edição da Business 2.0 trouxe uma matéria entitulada "Blogging for dollars".

    Após descobrir que Michael Arrington do TechCrunch, o provável blog sobre web 2.0 mais famoso do mundo, esta faturando 60 mil dólares por mês com venda de publicidade, parei para pensar na oferta e demanda em publicidade em blogs.

    Na lista de discussão Blogosfera já rolou muito papo sobre monetização de blogs e a minha conclusão foi de que é muito dificil ganhar dinheiro com blogs no Brasil.

    Michael criou um blog sobre um assunto que muitas pessoas (pelo menos as de lá. Ele tem 1, 5milhão de leitores regulares) tinha necessidade ou vontade de consumir. Havia a demanda reprimida. Ou seja, monetizar um blog sobre um assunto cuja oferta de conteúdo é excassa é muito mais fácil (ou menos difícil) do que um blog sobre um assunto que: a) existe pouca demanda por conteúdo b) dezenas (ou centenas, ou milhares) de outros blogs escrevem sobre a mesma coisa.

    No primeiro caso, porque blogs com conteúdo pessoal não conseguem se capitalizar? Porque não há demanda suficiente por conteúdo pessoal.

    No segundo caso, como pode um blogueiro que escreve sobre programação querer faturar um bom dinheiro se existem milhares de sites oferecendo conteúdo?

    Qualquer blog que se encaixe nessas situações e tente ganhar dinheiro vai apenas catar migalhas.

    Ter um blog para ganhar dinheiro é como qualquer outro negócio, virtual ou não. É preciso oferecer um produto que as pessoas queiram comprar. Não basta o produto ser bom. Não basta o produto ser barato (eye-balls e banner clicks). Tem que haver demanda! É o principio básico da economia que parece ser ignorado pela grande maioria de blogueiros que querem monetizar seus blogs.

    Os blogs nacionais que falarem de assuntos globalizados (ex.: tecnologia) irão sempre concorrer com os "grandes" blogs americanos. Ok, o portugues ajuda a manter uma "clientela" fiel, mas não é isso que vai mudar o rumo do jogo.

    Se você gostaria de ganhar dinheiro com blogs deveria olhar a blogosfera da mesma forma que um empresário olha o mercado. Quais as oportunidades que existem nesse mercado neste momento? Que demandas estão reprimidas e que eu tenho capacidade, conhecimento e vontade de suprir?

    No Brasil, não há quem consiga dizer com precisão qual o blog brazuca mais lido e mais acessado do momento. Porque? Porque não existe um blog que seja singular na criação de conteúdo para um assunto que haja uma enorme demanda.

    O que você quer ler?
    Se você fosse criar um blog que viria a ser disparado o blog mais acessado e lido pelos brasileiros, sobre o que esse blog falaria? O que, neste momento, uma grande massa de brasileiros gostaria de ler através de blogs e não consegue pois não existe conteúdo?

    Quem conseguir descobrir isso e tiver o conhecimento, a capacidade e a vontade de cria-lo tenho certeza que conseguirá capitaliza-lo sem catar migalhas. Quem descobrir isso irá criar o blog mais lido e acessado do Brasil.

    Quem está comprando publicidade?
    Outro ponto é a demanda por publicidade. De que adianta querer monetizar um blog sobre qualquer assunto se não existem compradores de publicidade interessados em leitores daquele assunto?

    Se houvesse um blog nacional, com conteúdo original e interessante sobre carros, talvez houvessem compradores de publicidade. A Fiat é uma que adora ações online.

    Quais são os mercado nacionais que possuem os maiores investimento em publicidade? Algum blogueiro se fez essa pergunta antes de se enveredar pela blogosfera? Quem aqui que deseja ganhar dinheiro através de um blog fez uma pesquisa de mercado ou até mesmo um plano de negócios? A verdade é dura, não é mesmo?

    Uma questão de economia
    As leis econômicas são fortes demais para serem ignoradas, seja na blogosfera ou seja na padaria da esquina.





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    Top Web Apps in Brazil
    setembro 11, 2006, 10:34 AM por Fabio Seixas

    Colaborei recentemente com Richard MacManus do blog Read/Write Web no levantamento das principais aplicações web 2.0 brasileiras.

    Veja a integra do estudo aqui:
    Top Web Apps in Brazil





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    Um documentário sobre a web 2.0
    agosto 9, 2006, 12:08 AM por Fabio Seixas

    Michael Arrington do TechCrunch reuniu alguns dos mais notáveis expoentes atuais do vale do silício para um documentario sobre a Web 2.0.

    A must see!

    http://www.techcrunch.com/2006/08/08/web-20-the-24-minute-documentary/





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    Jovens empreendedores da web 2.0
    agosto 4, 2006, 12:46 PM por Fabio Seixas

    A Business Week colocou em sua capa dessa semana, Kevin Rose, fundador do Digg. O Digg atualmente é o 24° site com mais tráfego nos EUA segundo o Alexa. Considere que o site foi lançado somente no finalzinho de 2004.

    Isso mostra que estamos em uma época de novas revoluções, assim como ocorreu em 98/99. Estamos novamente entrando em um ciclo de inovação onde grandes oportunidades são criadas.

    A prova disso é o índice Nasdaq que hoje está no mesmo nível do início de 99 e ainda muito abaixo do topo na época do estouro da bolha de 2000 (gráfico aqui).

    E tem horas que é bom estar atrasado. É sabido que em países em desenvolvimento as coisas acontecem um pouco depois dos países desenvolvidos. Então se lá fora essa nova fase acabou de começar, significa que por aqui, se já começou, ainda está muito no comecinho. E isso significa oportunidades sobrando, mais capital disponível (disponível mas não de forma extravagente como no passado).

    O empreendedor que enxergar isso, pode mudar o próprio destino. As economias funcionam em ondas. Sempre foi assim, desde a época de Cristo. E uma nova onda, a da nova fase da Internet, está apenas começando aqui e no mundo.

    Prepare-se. Comece a pensar em como tirar proveito disso. Ache uma idéia. Monte um plano de negócio. Aja. Faça acontecer.

    Falo isso porque, eu mesmo me arrependo de não estar preparado o suficiente em 96/97 apesar de não ter ficado parado na época.





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    Adoro projetos colaborativos
    março 29, 2006, 7:07 PM por Fabio Seixas

    Estava já a alguns dias para escrever sobre o Projeto Overmundo. Mas preferi criar uma participação minha lá antes de comentar sobre ele aqui.

    O Overmundo é um site de conteúdo colaborativo. Como um grande blog que todo mundo pode escrever. O mote do projeto é a divulgação da cultura nacional e, tendo isso em mente, os criadores do site conseguiram incentivo do governo federal através da Lei Federal de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet). Até onde eu sei, esse é o único projeto online com apoio da Lei Rouanet. Isso abre diversas perspectivas para outros projetos, mas isso é assunto para outro post.

    O bacana do Overmundo é que qualquer um pode criar um post. Além disso são os próprios usuários que moderam e editam os artigos que vão pro ar ou não, através de filas de edição e de votação.

    Colaborativismo na veia. Pra inaugurar a minha participação escolhi falar do Camiseteria que não deixa de ser uma forma de expressão cultural dos milhares de designers brasileiros que fazem parte do site.

    Então entra lá e se gostar do artigo não deixe de votar. Os artigos mais votados aparecem na home do site!

    Veja o artigo: Designer brasileiro: bata no peito e diga que é seu.





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    Críticas construtivas #2 - Wasabi.com.br
    fevereiro 3, 2006, 8:00 AM por Fabio Seixas

    Wow! Que boa notícia recebi em meu email hoje pela manhã. Fui convidado pelo Cris Dias e pelo Mauro Amaral para participar do Wasabi.com.br. A princípio não entendi nada, pois afinal o email só falava que tinha sido convidado e nada mais. Como foram 2 sujeitos que respeito muito que mandaram o convite, resolvi me cadastrar.

    Wasabi.com.br é um o primeiro agregador de Feeds brasileiro. E além disso tem uma modelagem de rede social. É simples. Você cadastra os seus feeds (blog, flickr, podcast e del.ici.us) e começar a montar a sua rede de amigos, assim como o Orkut. Por enquando só pode se cadastrar quem é convidado.

    Minhas primeiras impressões foram muito possitivas, principalemnte por se tratar de um site totalmente web 2.0 (feito em Ruby on Rails, com um bocado de ajax e com conteúdo social altamente integrado). Mas não pude deixar de observar alguns pontos fracos. Como o objetivo da séria "Críticas construtivas" é ajudar, então nada melhor para quem está começando.

    Crítiva #1 - Cadastro
    O cadastro é bem simples, o que é um ponto a favor, mas tive dificuldade em me cadastrar. Primeiro preenchi o formulário e enviei os dados. Nesse ponto não pediram meu email. No passo seguinte, eles me pediram meu email e minha senha. Deduzi que eles sabiam meu email por causa do convite. Ilusão minha. Não funcionava. Foi como se não tivesse me cadastrado.
    Sugestão: Teste antes de lançar. Desenvolva um período de beta teste entre usuários críticos antes do lançamento oficial. Eu mesmo teria um enorme prazer em ser um dos beta tester. Mas a essa altura o melhor seja simplesmente consertar.

    Crítica #2 - Ajax: Quase ideal
    Só pelo fato do site usar Ajax em quase tudo, já é um ponto a favor, mas algumas questões da implementação deixaram a desejar.
    <Papo meio técnico>
    As chamadas javascript são todas feitas com tags <a href="#">. O problema disso é que se você rolar a página e lá no final clicar em algo que faça uma chamada javascript, a páginaq vai para o topo, o que é literalmente um saco principalmente em páginas com muito conteúdo porque você tem que rolar a página novamente para achar o conteúdo que estava lendo.
    Sugestão: Utilize <a href="javascript:void(0);">
    </Papo meio técnico>

    Crítica #3 - Cadê o blog?
    Como um site tão web 2.0 como esse não tem um blog? Nâo deu para descobrir quem está por traz disso, nem como o proejto nasceu, etc, etc.
    Sugestão: Um Blog é a melhor forma de se relacionar com seus usuários, ainda mais usuários blogueiros. Então crie um blog agora! :)

    Crítica #4 - Limite de feeds
    Achei que o limite de 4 feeds (blog, flickr, podcast e del.ici.us) muito pouco. Eu mesmo escrevo dois blogs (versão txt e Camiseteria Blog) e gostaria de colocar os 2 feeds lá.
    Sugestão: Aumentar o limite de feeds. Simples assim.

    Crítica #5 - Perfil e rede
    Senti falta de uma página com algo sobre o perfil dos meus amigos conectados. Algo simples, assim como o Camiseteria faz. Além disso, falta uma feature de ver os amigos dos amigos. Isso popularizaria muito mais os blogs e feed nacionais.
    Sugestão: Desenvolver ferramentas melhores de relacionamento em rede.


    Morde e depois assopra
    A iniciativa é excelente. Ainda não consegui descobrir quem está por trás para parabenizar. Comprei a idéia e já estou divulgando para amigos. Muito bem implementado em termos de visual e de estrutura. Moderno na utilização de Ruby on Rails e Ajax. Pode ser o início de novas iniciativas para desenvolver a blogosfera brasileira.

    Nota para os criadores: Quem são vocês?! Como pretendem ganhar dinheiro com isso?

    UPDATE (04/02/06): Segundo Danilo Medeiros, o criador do Wasabi, o site não foi feito em Ruby, mas em Java. E o site também se encontra em versão beta, apesar de que pra quem não conhece o site, nada informa que ele está em beta. Além disso, a parte de navegação nos amigos dos amigos já foi implementada! Bem legal ver que eles estão trabalhando no produto! Parabéns mais uma vez.





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    Web 2.0 e a criação de novas oportunidades
    janeiro 13, 2006, 8:03 AM por Fabio Seixas

    Hoje recebi um email falando sobre uma enquete que estava publicada em um jornal argentino perguntando quem iria ganhar a copa do mundo de 2006. Isso me fez lembrar de um post que vi no TechCrunch falando de um novo site de enquetes no estilo web 2.0 chamado dPolls

    Ok, muito tem se falado sobre Web 2.0, tecnologia disso (ajax), atitude daquilo, etc, etc, etc. Quem estuda o assunto já percebeu como isso pode melhorar seu negocio, sua presença na web.

    Mas o que me ocorreu hoje foi que tem se falado muito sobre como mudar a sua atual presença na web usando os conceitos da web 2.0 e pouco sobre como criar algo Web 2.0. Mas olhando por outro prisma, esse hype todo tem criado na verdade grandes oportunidades de negócio. A dPolls pegou uma ideia antiga (enquetes online) e criou uma nova empresa dando um enfoque totalmente web 2.0. Sem inventar nada novo, ela criou uma oportunidade.

    Álbum de fotos online é uma idéia com pelo menos 8 ou 9 anos de idade, mas foi o Flickr, com menos de 2 anos de idade, que foi comprado pelo Yahoo!. Bookmarks online não é novidade desde o final da década de 90 e no entendo foi o del.icio.us que em apenas 1 ano conseguiu se tornar referência mundial em bookmarks online.

    Porque essas empresas conseguiram essa façanha já que estavam fazendo coisas que não eram grandes novidades como compartinhamento de fotos e bookmarks/favoritos online? Simplesmente porque pegaram uma ideia antiga e a refizeram quebrando paradigmas, fazendo diferente.

    Que outros modelos de negócios existem por ai que poderiam deslanchar se fossem lançados com um enfoque web 2.0? Setor financeiro, e-commerce, portais, sites de comparação de preços, sites de relacionamento, revistas online, sites de automóveis, imóveis, ingresso, música, etc, etc, etc....

    Em termos de Brasil, as oportunidades são ainda maiores pois a atitude web 2.0 tem sido muito pouco aplicada por aqui.

    Quem será o primeiro a lançar um portal vertical web 2.0? UOL? IG? iBest? Terra? Oi? Ou será que alguém vai perceber que é possivel criar algo do zero, criando novos conceitos, quebrando paradigmas e em pouco tempo tomar o lugar dos atualmente consagrados primeiros lugares?

    As oportunidades estão ai para quem quiser pegar. Eu já estou pegando as minhas. :)





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    Entrevista Web 2.0 na integra
    janeiro 6, 2006, 9:37 AM por Fabio Seixas

    Tá ai a integra da minha entrevista na Revista Webdesign de Jan/2006.

    "Um exemplo de Web 2.0 no Brasil"
    Bate-papo: Fabio Seixas, sócio do Camiseteria.com

    WD :: Como surgiu a idéia de se criar o Camiseteria? Quais são os seus objetivos?

    Fabio :: A idéia surgiu há dois anos, quando um dos sócios, Rodrigo David, participava de um concurso norte-americano de camisetas. Ele ganhou o concurso, um prêmio em dinheiro e teve sua camiseta estampada lá fora.

    Infelizmente essa realidade estava distante para a maioria dos designers brasileiros e na mesma época o Tiago Teixeira tinha uma loja de camisetas, a Jujuba Preta, e eu já tinha longa experiência com e-commerce.

    Como o mercado de design no país estava entrando em uma fase de reaquecimento, resolvemos que seria uma boa hora para juntar as peças e trazer o modelo de negócios para o Brasil.

    WD :: Alguns especialistas apontam que o Camiseteria é um pioneiro no Brasil ao trabalhar os conceitos da Web 2.0. Isso aconteceu de forma natural ou foi por acaso? O que o Camiseteria "utiliza" da Web 2.0?

    Fabio :: Foi bastante natural. Todos os 3 sócios do Camiseteria.com possuem uma grande vivência em projetos de Internet e buscamos fazer aquilo que a experiência nos mostrou ser o certo.

    Posso afirmar que o Camiseteria utiliza 3 conceitos da Web 2.0. O primeiro e mais aparente é o conceito de colaborativismo, ou seja, um ambiente onde o usuário faz parte do processo fundamental da empresa, que é vender camisetas. Eles criam, dão opnião e dizem o que vai ser produzido. Estamos colocando o poder na mão do usuário, ao invés do poder centralizado nos administradores do site. Esse é o mesmo conceito utilizado pela maior enciclopédia do mundo, a Wikipedia (http://www.wikipedia.org).

    O segundo conceito é o Long Tail (http://en.wikipedia.org/wiki/Long_tail), ou Cauda Longa, onde a tecnologia e a Internet possibilitam que usuários e produtos antes perdidos no meio da multidão possam ter a chance de aparecerem e serem reconhecidos. Esse conceito nasceu nas páginas da Wired baseado no sistema de recomendação de produtos da Amazon onde alguns livros viraram best-sellers atráves dessas recomendações. Ou seja, livros que antes estavam na obscuridade, perdidos entre milhares de produtos e fadados a nunca virarem best-sellers, puderam sair da "Cauda Longa" e virarem grandes produtos. Aqui o Camiseteria permite que um excelente designer desconhecido e que poderia nunca chegar a produzir uma camiseta por conta própria, possa ser retirado da obscuridade, ter seu trabalho reconhecido e estampado em centenas de camisetas Brasil a fora.

    O terceiro conceito é o de comunidade e de marketing bi-direcional. O Camiseteria é o mesmo tempo uma loja e uma comunidade. Isso nos permite manter um relacionamento bi-direcional com nossos usuários ao invés do tracional marketing uni-direcional da maioria dos sites de comércio eletrônico.

    Além disso incorporamos um Blog no site e oferecemos notícias e produtos através de RSS Feeds.

    Mais importante que a tecnologia ou conceitos da Web 2.0 aplicados no Camiseteria, é a atitude empreendedora Web 2.0. Atitude que pode ser demonstrada através do nosso Manifesto (http://www.camiseteria.com/about.aspx).

    WD :: Quais são os planos futuros do Camiseteria?

    Fabio :: Existem muitos planos, melhorias e idéias. O objetivo do Camiseteria é fomentar uma comunidade de designers e pessoas interessadas em moda e arte. Para que isso seja possível, precisamos estreitar o relacionamento entre os usuários do site, fornecendo as ferramentas certas para viabilizar essa interação. E os usuários tem participação ativa nesse processo. Estamos desenvolvendo uma nova versão do site com algumas surpresas.

    Estamos ampliando a rede de revendedores da marca, buscando lojas e pessoas que estejam alinhadas com os conceitos Camiseteria. O processo envolve também a internacionalização do site. O site foi muito bem recebido lá fora e eles adoram o design brasileiro e temos que aproveitar o momento para mostrar a cara.

    O importante é que independente dos planos e das idéias, o usuário vai estar sempre à frente da loja. Nossa prioridade no momento é escutar. Precisamos entender e atender as necessidades da nossa comunidade.

    WD :: A Web 2.0 pode ser considerada uma evolução ou uma revolução?

    Fabio :: Considero que a Web 2.0 seja uma evolução. A maioria dos conceitos não são novos, simplesmente evoluiram do modelo de tentativa e erro pelo qual os projetos de Internet passaram durante a última década. A combinação desses conceitos, aplicados de forma coordenada é que possíbilitam o verdadeiro poder da Web 2.0.

    WD :: Alguns usuários já brincam com toda a atenção que o tema Web 2.0 vem recebendo (http://andrewwooldridge.com/myapps/webtwopointoh.html e http://web2.0validator.com/). Independente do seu sucesso ou não, quais mudanças o conceito e a prática da Web 2.0 trará para o trabalho do profissional de internet?

    Fabio :: A Internet de hoje vive um boom de pessoas querendo chamar a atenção. São Blogs, Orkut, videos, email virais etc. Era de se esperar que alguns usuários tentassem capitalizar em cima do hype criando em volta da Web 2.0 . Na prática, os conceitos da Web 2.0 podem ser aplicados em qualquer projeto Internet. Acho que o profissional deve evitar tentar aplicar todos os conceitos e ferramentas em um só projeto. Veja o que é aplicavel e implemente da melhor forma possível. Acho que o impacto maior da Web 2.0 é a atitude. O profissional com atitude 2.0 será mais competitivo, mas informado e conseguentemente mais bem sucedido.





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    Entrevista sobre Web 2.0 e Camiseteria na revista Web Design
    janeiro 5, 2006, 2:54 PM por Fabio Seixas

    A edição de janeiro/2006 da revista Web Design saiu com uma entrevista minha falando sobre a utilização dos conceitos de web 2.0 na implementação no meu site de camisetas, o Camiseteria.com.

    Na mesma matéria, outros grandes nomes da Internet brasileira também tiveram seu depoimento publicado. Um exemplo é o Abel Reis, VP e Diretor de Tecnologia da AgênciaClick. Abel, foi uma honra! : )

    O Camiseteria tem sido considerado por diversos especialistas como o primeiro site web 2.0 do Brasil! Muito bacana ver o nosso trabalho repercutir dessa forma.

    No próximo post eu publico a entrevista na integra.





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    Pensando RSS fora do quadrado
    dezembro 3, 2005, 8:42 AM por Fabio Seixas

    A Sony anuncionou recentemente a disponibilização de recursos de RSS em seu Playstation Portable (PSP). WOW! Mais um bom exemplo de como o RSS vai muito além dos blogs e notícias. Nesse caso a Sony pensou literalmente fora do quadrado e levou o recurso para o bichinho portátil da empresa.

    Mais interessante é que esse recurso no PSP serve para tocar áudio (postcasts), ao invés de baixar conteúdo em formato texto.

    Mais infos em:

    [Link 1]

    [Link 2]





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    E-commerce + wiki = Amazon
    novembro 25, 2005, 7:36 PM por Fabio Seixas

    A Amazon está implantando wikis em seu site. Para quem não sabe, wiki é uma ferramenta de gerenciamento de conteúdo online onde qualquer pessoa pode publicar conteúdo. O filho mais ilustre dessa filosofia é a Wikipedia, a maior enciclopédia online do mundo.

    amazonwiki.jpg

    Mas como o e-commerce pode tirar proveito do wiki? A Amazon percebeu que seus usuários, que já dão opnião sobre os produtos através de seu sistema de rating, poderiam também cadastrar informações extras dos produtos oferecidos. Nesse caso, não seria a opnião do usuário, mas sim informações adcionais tais como espeficicações técnicas, modos de uso, dicas, referências off-Amazon sobre o produto, produtos complementares, variações de uso, etc.

    É bem verdade que esse tipo de ferramenta só funcionaria bem em sites de e-commerce que possuem muito produtos de diferentes tipos em seus catalogos como é o caso da Amazon, Submarino e Americanas.com.

    Legal ver que a Amazon está cada vez mais se tornando uma empresa Web 2.0. Já criou um serviço de busca recheado de ajax chamada A9.com, foi o berçario do desenvolvimento do conceito de Long Tail e agora implementando wikis. Só tá faltando o Amazon Official Blog.

    O recado que fica é que as empresas e sites precisam perceber as maravilhas que seus usuários podem fazer pelas próprias empresas. Os usuários não querem mais só consumir informação e serviços online. Eles querem participar do processo, querem criar conteúdo, querem colocar sua marca no mundo. Não é a toa que os blogs são tão populares hoje em dia.

    Estamos deixando para trás a década em que os usuários online eram espectadores e entramos na década onde os usuários são os principais atores.





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