Fabio Seixas, versão txt
Nunca antes na história da internet brasileira
dezembro 9, 2010, 11:02 AM por Fabio Seixas

A internet tupiniquim presenciou nos últimos meses uma verdadeira corrida ao ouro. Algo nunca antes visto na historia dos negócios online brasileiros. Em poucos meses um novo segmento de mercado surgiu, cresceu e, mais impressionante, inchou. Estou falando dos agora tão famosos sites de compras coletivas.

De abril de 2010, quando estreou o primeiro site de compras coletivas no Brasil, até a data em que esse artigo foi escrito sugiram pelo menos 40 sites com o mesmo objetivo. Desde o início da internet comercial por aqui, nunca houve um segmento que tenha atingido tal quantidade de envolvidos em tão pouco tempo, com números tão expressivos.

Leia o artigo completo


"Nunca antes na história da internet brasileira" é o artigo inaugural da minha coluna semanal no portal TechTudo da Globo.com.





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Digital Strangelove
outubro 25, 2009, 2:07 AM por Fabio Seixas

263 slides de puro raciocínio coerente sobre o atual momento da Internet. Vale cada minuto investido em compreender a linha de raciocínio de David Gillespie.

This is a collection of thoughts around where we are right now in the history of the Internet. I believe we're getting ahead of ourselves, confusing the growth of the Internet with it growing up, but I also believe we're doing some amazing things, and can draw a few lines in the sand, making some solid guesses on where we are going.




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ReadWriteWeb Brasil
outubro 5, 2009, 12:04 PM por Fabio Seixas

Hoje foi lançado o ReadWriteWeb Brasil. O RWW é um dos principais blogs do mundo quando se trata de tecnologia Web e startups.

Fico feliz com a chegada dessa nova fonte de conteúdo, ainda mais por ser um dos colunistas colaboradores.

Vejam aqui o meu primeiro post no RWW Brasil: Revisitando as Top Aplicações Web no Brasil

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Para Entender a Internet
março 17, 2009, 6:38 PM por Fabio Seixas

para_entender_a_internet.jpg

O Juliano Spyer organizou um flash book com 37 autores, eu inclusive, falando de diversos temas relacionados à Internet.

Vale a leitura de cada texto.

Você consegue ler o livro online aqui ou fazer o download do PDF aqui.

Eu tive o prazer de escrever sobre micro-blogging e você pode conferir o texto aqui.





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EPICENTRO, o TED brasileiro
março 7, 2009, 12:39 PM por Fabio Seixas

Ricardo Jordão, o cara por trás do BizRevolution, é um sujeito inquieto. Tão inquieto que não consegue conviver com a idéia de que algo bacana acontecendo em algum lugar do mundo não possa ser replicado aqui no Brasil.

E uma das coisas mais legais que acontece na Califórnia desde 1984 é o TED, a conferência Technology, Entertainment and Design que tem como slogan "Ideas Worth Spreading".

Quando conheci o TED a cerca de 2 anos atrás, a primeira coisa que me veio a mente foi "podia ter um evento desses aqui no Brasil." Acho que todo mundo que curte o TED em algum momento já pensou nisso.

E é ai que entra o Jordão com sua perspicácia e capacidade de realização. Jordão botou na cabeça que o Brasil deveria ter um evento nos moldes do TED e criou o evento EPICENTRO que, sem a menor vergonha em se espelhar no benchmark americano, tem como slogan "Idéias que valem a pena espalhar".

A proposta do EPICENTRO é fazer o que o TED fez a 25 anos atrás, ou seja, iniciar algo que seja fantástico, que reúna pessoas fantásticas, com idéias fantásticas.

Mas sendo o TED um evento de gabarito altíssimo, natural que haja alguma dúvida:

A Bruna Calheiros outro dia postou no Twitter:


twitter_epicentro.gif

Não acho que o EPICENTRO será o que o TED é atualmente. Afinal o TED ultimamente tem contado com nomes de peso em sua programação. Quem sabe no EPICENTRO 2012 possamos contar com nomes como Chico Buarque ou Maurício de Sousa, mas, agora, o que importa é iniciar algo. Além disso, uma das maiores belezas do TED é trazer a tona pessoas fantásticas com idéias fantásticas que não são necessariamente famosas ou populares. Uma das melhores palestras que assisti no TED foi da Jill Bolte Taylor, uma pesquisadora do cérebro humano da qual eu nunca tinha ouvido falar.

Jordão conseguiu reunir um time de palestrantes interessantíssimo, dos quais a maioria eu nem conhecia. E foi justamente isso que me deixou mais animado, ter a oportunidade de escutar essas pessoas com idéias totalmente novas. Fiquei muito feliz quando o Jordão me convidou para palestrar. Falarei sobre como o crowdsourcing está mudando o nosso mundo.

O EPICENTRO acontece dia 19 de março de 2009 e tem a seguinte programação:

14:30 Recepção
15:20 Abertura, Jordão, Co-fundador e Editor do Epicentro
15:30 Luciano Pires, Anarquista Corporativo
15:50 Fabio Seixas, Camiseteiro
16:10 Alexandre Oliva, Evangelizador do Software Livre
16:30 Christian Barbosa, Gerenciador de Tempo
16:50 Vicente Lassandro, Geólogo
17:10 Pedro Mello, Empreendedor Serial
17:30 Eric Acher, Venture Capitalist
17:50 Aleksandar Mandic, A Internet em Pessoa
18:10 Claudia Riecken, Psicóloga 2.0
18:30 Indio da Costa, Político 2.0
18:50 Rawlinson, Empreendedor e Filósofo
19:10 Marco Gomes, Interneteiro Profissional
19:30 Gabriel Peixoto, Educador
19:50 Miguel Cavalcanti, Pecuarista Digital
20:10 Marco Antonio Gonçalves, Marketeiro Jurídico
20:30 Adelson de Sousa, Chateaubriand da Informática
21:00 Encerramento, Jordão, Co-fundador e Editor do Epicentro

O EPICENTRO será transmitido ao vivo pela Aulavox. Todas as palestras serão gravadas em vídeo e disponibilizadas no site do EPICENTRO.

Evento: Epicentro
Onde: IT Midia - Praça Prof. José Lannes 40 - Edifício Berrini 500 - 17º andar - SP
Quando: 19 de março
Horário: 14h30
Inscrições aqui


epicentro.gif





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Até quando daremos chances ao Twitter
julho 7, 2008, 2:48 AM por Fabio Seixas

O Twitter é como um gato, tem 7 vidas. Ou talvez umas 100 vidas. A maioria dos negócios, sites ou empresas seriam repudiadas e abandonados caso ficassem tanto tempo fora do ar ou com suas principais funcionalidades desabilitadas por tanto tempo como o Twitter tem feito desde que entrou no mercado e foi tomado por uma quantidade enorme de usuários.

Mas continuamos lá, usando-o sem parar. Será uma questão de dependência? Provavelmente sim. Dependencia das conexões sociais que criamos nele.

Eu gostei do Plurk, mas não uso mais (ou tanto) por um simples motivo: prefiro falar no Twitter onde sou mais ouvido (isso significa mais seguidores).

Isso só me faz pensar que, em um mundo reinado pelas mídias sociais, o principal fator de sucesso não é quem chega primeiro, quem tem a melhor idéia ou a melhor implementação, mas sim quem consegue criar e manter o maior número de conexões sociais entre seus usuários.

Daremos chance ao Twitter até que a massa de usuários encontre outro lugar onde possamos concentrar nossas conexões sociais. Nos EUA isso está acontecendo com o FriendFeed. No Brasil, cheguei a pensar que seria o Plurk, mas duvido que isso aconteça.

Notem que o mesmo princípio se aplica ao caso de sucesso do Orkut no Brasil. Talvez o Facebook consiga ganhar essa briga pelas conexões sociais.





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Precisamos agir sobre o projeto de lei que trata de crimes pela Internet.
julho 7, 2008, 1:43 AM por Fabio Seixas

Esta semana, dia 9, será votado no Senado Federal proposta do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que trata de um substitutivo para os projetos de lei PLC 89/03, PLS 76/00 e PLS 137/00 que tratam de crimes pela Internet.

Estes projetos surgiram primeiramente para tratar do crime de pedofilia muito comumente executado via Internet e se tornaram muito mais amplos do que diz respeito ao que deve ser feito para controlar qualquer crime pela Internet.

Obviamente, sou totalmente a favor de discutirmos e tratamos como devemos coibir os crimes pela Internet. No entanto, o projeto do senador Eduardo Azeredo peca pela forma como está sendo elaborado.

Criminalização do acesso

O projeto, que já foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, prevê que provedores de acesso terão que registrar todo e qualquer acesso a Internet e manter esses registros por 3 anos. Em registrar, entenda-se não só por logar IP e horários, mas a identidade completa dos usuários.

Pelo prisma da identificação de um crime na Internet, a prática até parece fazer sentido, mas olhares mais atentos percebem problemas sérios nessa proposta no tangente a liberdade e a democracia.

Vários absurdos são cometidos no projeto de lei. Além de provedores terem que registrar todos os acessos ao Internet, que já é um absurdo apenas pela natureza técnica dessa implementação, os provedores terão que relatar quando identificarem algum acesso que tenha resultado em algum crime e os incrimina caso não ajam como dedos-duros. É perfeita a comparação feita pelo blog NovaCorja: "É como se o governo obrigasse as empresas de ônibus a pedir identidade, CPF, comprovante de residência e foto 3×4 em TODAS as viagens, para o caso de algum passageiro cometer um assalto." E eu completo, os donos das empresas de ônibus poderiam ser presos caso não informassem a polícia sobre os assaltos ocorridos em seus ônibus.

É uma total e absurda inversão de papeis. É como se o governo percebesse não tem como controlar e identificar os crimes pela Internet, e decide que é melhor obrigar as empresas a fazerem essa vigilância, ao custo de infra-estrutura e burocracia para os provedores de acesso à Internet brasileiros, como se não bastasse toda a burocracia imposta às empresas. E, claro, custos que obviamente serão repassados ao consumidor.

Um usuário comum não poderia configurar um hot-spot wifi aberto de acesso à Internet onde qualquer um pudesse conectar à Internet, correndo o risco de ser preso por não identificar e registrar os acessos feitos através dessa rede.

O blog do Sergio Amadeu apresenta ainda outros problema que a lei traria (leitura recomendada) como a criminalização ao acesso à redes P2P e o fato de que o cache de páginas da Internet deverá exigir autorização. Mal sabem que todo e qualquer software de navegação web faz uso da tecnologia de cache.

Para apresentar esse projeto de lei, o senador Eduardo Azeredo até criou um conjunto de slides.

contra-769105.png

Precisamos agir. E rápido. O que podemos e devemos fazer:

Aqui a lista de todos os senadores:

Adelmir Santana - adelmir.santana@senador.gov.br
Aloizio Mercadante Oliva - mercadante@senador.gov.br
Alvaro Fernandes Dias - alvarodias@senador.gov.br
Antônio Carlos Valadares - antval@senador.gov.br
Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Neto - arthur.virgilio@senador.gov.br
Augusto Affonso Botelho Neto - augusto.botelho@senador.gov.br
César Augusto Rabello Borges - cesarborges@senador.gov.br
Cícero de Lucena Filho - cicero.lucena@senador.gov.br
Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque - cristovam@senador.gov.br
Delcídio do Amaral Gomez - delcidio.amaral@senador.gov.br
Demostenes Lazaro Xavier Torres - demostenes.torres@senador.gov.br
Edison Lobão - edison.lobao@senador.gov.br
Eduardo Brandão de Azeredo - eduardo.azeredo@senador.gov.br
Eduardo Matarazzo Suplicy - eduardo.suplicy@senador.gov.br
Efraim de Araújo Morais - efraim.morais@senador.gov.br
Eliseu Resende - eliseuresende@senador.gov.br
Epitácio Cafeteira Afonso Pereira - ecafeteira@senador.gov.br
Expedito Gonçalves Ferreira Júnior - expedito.junior@senador.gov.br
Fátima Cleide Rodrigues da Silva - fatima.cleide@senadora.gov.br
Fernando Affonso Collor de Mello - fernando.collor@senador.gov.br
Fernando de Souza Flexa Ribeiro - flexaribeiro@senador.gov.br
Flávio José Arns - flavioarns@senador.gov.br
Francisco Mozarildo de Melo Cavalcanti - mozarildo@senador.gov.br
Francisco Oswaldo Neves Dornelles - francisco.dornelles@senador.gov.br
Garibaldi Alves Filho - garibaldi.alves@senador.gov.br
Geraldo Gurgel de Mesquita Júnior - geraldo.mesquita@senador.gov.br
Gerson Camata - gerson.camata@senador.gov.br
Gilvam Pinheiro Borges - gilvamborges@senador.gov.br
Heráclito de Sousa Fortes - heraclito.fortes@senador.gov.br
Ideli Salvatti - ideli.salvatti@senadora.gov.br
Inácio Francisco de Assis Nunes Arruda - inacioarruda@senador.gov.br
Jarbas de Andrade Vasconcelos - jarbas.vasconcelos@senador.gov.br
Jayme Veríssimo Campos - jayme.campos@senador.gov.br
João Batista de Jesus Ribeiro - joaoribeiro@senador.gov.br
João Bosco Papaléo Paes - papaleo@senador.gov.br
João Durval Carneiro - joaodurval@senador.gov.br
João Evangelista da Costa Tenório - jtenorio@senador.gov.br
João Pedro Gonçalves da Costa - joaopedro@senador.gov.br
João Raimundo Colombo - raimundocolombo@senador.gov.br
João Vicente de Macêdo Claudino - j.v.claudino@senador.gov.br
Jonas Pinheiro da Silva - jonaspinheiro@senador.gov.br
José Agripino Maia - jose.agripino@senador.gov.br
José Almeida Lima - almeida.lima@senador.gov.br
José Jefferson Carpinteiro Peres - jefperes@senador.gov.br
José Nery Azevedo - josenery@senador.gov.br
José Renan Vasconcelos Calheiros - renan.calheiros@senador.gov.br
José Renato Casagrande - renatoc@senador.gov.br
José Sarney - sarney@senador.gov.br
José Targino Maranhão - jose.maranhao@senador.gov.br
Kátia Regina de Abreu - katia.abreu@senadora.gov.br
Leomar de Melo Quintanilha - leomar@senador.gov.br
Lúcia Vânia Abrão - lucia.vania@senadora.gov.br
Magno Pereira Malta - magnomalta@senador.gov.br
Mão Santa - Francisco de Assis de Moraes Souza - maosanta@senador.gov.br
Marcelo Bezerra Crivella - crivella@senador.gov.br
Marco Antônio de Oliveira Maciel - marco.maciel@senador.gov.br
Marconi Ferreira Perillo Júnior - marconi.perillo@senador.gov.br
Maria do Carmo do Nascimento Alves - maria.carmo@senadora.gov.br
Mário Couto Filho - mario.couto@senador.gov.br
Marisa Joaquina Monteiro Serrano - marisa.serrano@senadora.gov.br
Neuto Fausto de Conto - neutodeconto@senador.gov.br
Osmar Fernandes Dias - osmardias@senador.gov.br
Patrícia Lúcia Saboya Ferreira Gomes - patricia@senadora.gov.br
Paulo Hermínio Duque Costa - paulo.duque@senador.gov.br
Paulo Renato Paim - paulopaim@senador.gov.br
Pedro Jorge Simon - simon@senador.gov.br
Romero Jucá Filho - romero.juca@senador.gov.br
Romeu Tuma - romeu.tuma@senador.gov.br
Rosalba Ciarlini Rosado - rosalba.ciarlini@senadora.gov.br
Roseana Sarney Murad - roseana.sarney@senadora.gov.br
Sebastião Afonso Viana Macedo Neves - tiao.viana@senador.gov.br
Sebastião Machado Oliveira - siba@senador.gov.br
Sérgio Pedro Zambiasi - sergio.zambiasi@senador.gov.br
Serys Marly Slhessarenko - serys@senadora.gov.br
Severino Sérgio Estelita Guerra - sergio.guerra@senador.gov.br
Tasso Ribeiro Jereissati - tasso.jereissati@senador.gov.br
Valdir Raupp de Matos - valdir.raupp@senador.gov.br
Valter Pereira de Oliveira - valterpereira@senador.gov.br
Wellington Salgado de Oliveira - wellington.salgado@senador.gov.br





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Plurk, um concorrente de verdade para o Twitter
junho 2, 2008, 2:05 AM por Fabio Seixas

Ser o primeiro em algum nicho sempre traz uma vantagem competitiva enorme. Não poderia ter sido diferente com o Twitter (@fseixas) que criou uma base bem grande de usuários e se estabeleceu como lider absoluto.

Mas tudo que faz sucesso traz consigo os seguidores, aqueles que querem seguir o mesmo modelo e aproveitar o hype.

Não ser o primeiro, também tem vantagens. É possível ver onde o primeiro errou, pensar além e propor soluções melhores num nicho já desbravado. Foi justamente o que fez o Plurk (@fseixas), um microblogging que inova na interface e na organização do conteúdo.

plurk_com.jpg

Numa abordagem de linha do tempo, com orientação horizontal, e com agrupamento de conversas, o Plurk torna-se, na minha opinião, um bom candidato a desbancar o Twitter.

Apesar do serviço vir sofrendo com a sobrecarga devido ao hype inicial, está bem desenvolvido e com poucos bugs. O que falta ainda e que certamente irá tornar a briga ainda maior, é uma API que permitirá desenvolvedores criarem aplicações desktop (Adobe AIR, por favor) e mashups. Eu mesmo adoraria ver um mashup que integrasse Plurk e Twitter.

Por hora vou usando o serviço e entendendo como essa briga desenrola. Mas é bom ver um nicho super novo como o do microblogging já estar nesse nível de concorrência.

Fica a pergunta, Jaiku, Pownce, Twitter, porque não pensaram nisso antes? (pergunta estúpida de toda vez que vemos uma inovação obvia)





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Social Media explicado
maio 30, 2008, 12:12 PM por Fabio Seixas

Precisando entender o que é Social Media? Então assista esse vídeo. Mas não espere definições avançadas.

Só falta alguém fazer a legenda em português.

Via É Isso.org





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Protestos contra o Flickr Videos
abril 10, 2008, 2:13 AM por Fabio Seixas

Parece que muita gente não gostou do Flickr permitir o uplaod de vídeos. Protestos ferrenhos andam tomando conta das fotos do site.

flickr protest

Os manifestantes já criaram um grupo dentro do próprio Flickr para protestar, além de um site dedicado ao tema.

O argumento principal seria de que o Yahoo! estaria fazendo esse movimento para começar a transformar o Flickr numa rede social como o MySpace ou o Facebook. Outro argumento, ainda que infantil, seria que os sites de vídeo como o Youtube não permitem o upload de fotos, porque o Flickr deveria permitir o upload de vídeos?

O Flickr não está transformando seu serviço em um repositório de mídias, mas criando um ambiente onde pessoas podem compartilhar seus belos momentos criativos, sejam eles registrados em fotos ou em pequenos vídeos. Pequenos bons vídeos, assim como boas fotos.

Essa é uma mudança de paradigma que talvez os manifestantes mais agitados não tenham percebido.

Se o Yahoo! desejasse transformar o Flickr em um MySpace ou Facebook deveria então criar ferramentas de importação de amigos, scrapbooks, customização de perfil e muitas outras bugigangas ao invés de permitir o upload de vídeos.

Por outro lado, entendo o medo dos usuários mais apaixonados de perderem esse serviço tão bacana que o Flickr é hoje. Mas acho que esse medo vai passar e a decisão do Flickr se mostrará vencedora.

Nesse meio tempo, compartilho minha opinião com a iJustine neste vídeo:

ZIP!

Update: O Tiado Dória também tem opiniões a respeito.





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Flickr Video é de verdade
abril 8, 2008, 7:34 PM por Fabio Seixas

Conforme dito aqui anteriormente e hoje confirmado pelo TechCrunch, o Flickr está mesmo lançando o Flickr Video.

Ao contrário do que alguns imaginaram, não é objetivo do Flickr ser um substituto do YouTube. Algumas diferenças fundamentais são importantes. A mais importante é que somente usuários Pro do Flickr poderão publicar vídeos.

Outra grande diferença é o limite de 90 segundos (ou 150 megas). A idéia é tratar vídeos da mesma forma que fotos. Publicar vídeos tão pessoais quantos as fotos. Nada de conteúdo de terceiros ou material com copy-right (se bem que nada foi dito sobre proibir esse tipo de conteúdo).

Os vídeos aparecerão lado a lado com suas fotos no album e poderão ser taqueadas exatamente da mesma forma que as fotos.

Por ser extremamente simple e pelo que vi até agora, gostei. Mas acho que prefiro o Vimeo para publicar vídeos pessoais. Vamos acompanhar como o produto evolui.





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O impacto da Internet na política e na democracia - Uma atualização
março 24, 2008, 12:02 AM por Fabio Seixas

Em janeiro de 2006 escrevi "O impacto da Intenet na política e na democracia"

Hoje ao ler o blog do Tiago Dória, me deparei com mais um post da série "Frase da semana" que me fez perceber o quanto estamos perto da situação vislumbrada no artigo de 2006. Talvez 30 ou 40 anos seja muito tempo. Poderiamos pensar em 15 ou 20 anos?





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Nova home do iG
março 20, 2008, 11:18 AM por Fabio Seixas

O iG está para lançar a sua nova homepage e colocaram um demo, provavelmente interno, disponível na web: http://www.ig.com.br/tour

Achei mais organizada. Gostei também de ver que aumentaram significativamente a parte de shopping. Isso só me mostra que o comércio eletrônico anda de vento em popa e já representa uma parcela importante das receitas dos portais.

home_ig.png





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A volta por cima do Yahoo!?
março 16, 2008, 7:07 PM por Fabio Seixas

Críticas já foram feitas. Já se falou que o Yahoo! não é mais o mesmo, que não possui mais o sex appeal de empresas de Internet.

Mas à luz das últimas notícias envolvendo a empresa, parece que ela anda com fôlego de menino adolescente.

Primeiro o lançamento do Yahoo! Buzz, um concorrente de peso do jovem Digg e que, com apenas 3 semanas de vida, vem mostrando uma performance de causar inveja até mesmo ao Kevin Rose.

Depois a notícia de que o Yahoo! está adotando técnicas de Web Semântica em sua plataforma de busca, atitude digna de uma jovem empresa desbravando o incerto na tentativa de fazer seu caminho rumo ao topo. Bem, no topo o Yahoo! já está e ainda assim se mostra disposto a desbravar a Web Semântica. Esse movimento deve ainda criar oxigênio para que outras empresas passem a pensar na Web Semântica como algo mais promissor.

E por último a fresca novidade de que o Flickr, propriedade do Yahoo!, está mesmo para lançar o seu braço no mercado de vídeos online. Não que seja uma tarefa fácil. Alias, a maior barreira de entrada no Flickr Videos nem seriam os grandes sites de vídeo como YouTube e Dailymotion. Seriam os próprios usuários atuais do serviço. O Flickr, ao revolucionar a maneira como publicamos fotos na web, elevou seu sarrafo a um patamar perigoso. Fazer um serviço de vídeos online que revolucione este segmento não será trivial.

Parece que a entrada do co-fundador Jerry Yang como CEO em 2007 está dando resultado.





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'Hot Hot Sex' do Cansei de Ser Sexy
março 6, 2008, 11:22 AM por Fabio Seixas

O clip de 'Hot Hot Sex' do Cansei de ser Sexy é, neste momento, o vídeo mais assistido de todos os tempos no YouTube, desbancando o consagrado 'Evolution of Dance'.

Os americanos começam a ficar mordidos por um vídeo estrangeiro ter aparecido no topo do ranking. Tem gente até fazendo analise de fraude do crescimento do vídeo.

Os números realmente são estranhos. A quantidade de visualizações em relação às atividades sociais (ratings e comentários) muito enormemente desproporcionais. Mas o que o analista em questão talvez não perceba é que muitas dessas visualizações podem estar sendo geradas a partir do embed em blogs e site de música. Ou pelo menos esse teria sido o Tipping Point no crescimento da populariade do vídeo.

Parece-me que o site de música Qloud é um dos alavancadores dessa popularidade. Ele sozinho gerou quase 1 milhão de visualizações para 'Hot Hot Sex', vide os top links do vídeo na página do YouTube.

Não descarto que os fãs algum fã, ou outro agente qualquer, esteja manipulando alavancando artificialmente essa popularidade, mas também não descarto a possibilidade de ser um crescimento viral sustentado.





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Que Internet é essa?
novembro 2, 2007, 4:10 PM por Fabio Seixas

Estava vendo o programa "Que Rock é esse?" do Multishow falando sobre o rock dos anos 80 e fiquei pensando sobre a semelhança entre a criação da indústria do rock no Brasil e a criação do mercado de Internet na década de 90.

O constante surgimento de bandas de rock espalhadas pelo Brasil naquele período se assemelha muito ao surgimento de centenas de empresas de Internet em 96/97.

Interessante ver casos com o do Capital Inicial que foi recusado por 3 ou 4 gravadoras antes de ser aceito pela Polygram e que ganhou disco de ouro no ano de lançamento. Muito semelhante ao caso como o do Google que também foi rejeitado por alguns investidores antes de incorporar Andy Bechtolsheim, co-fundador da Sun, como seu primeiro investidor.

O mesmo buzz, hype, empolgação que ocorreu com o rock brasileiro dos anos 80 também pôde ser visto na criação da Internet comercial. Assim como hoje ainda vemos no mercado empresas que participaram do da primeira fase da Internet como Microsoft, AOL, Netscape, etc, também vemos bandas clássicas como o próprio Capital Inicial, Kid Abelha e Paralamas do Sucesso.

Seriam os novos representantes do rock nacional como Charlie Brow Jr, Pitty e NXZERO o rock 2.0?

Enfim, apenas um pouco de nostagia para quem tem pelo menos 30 anos.





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O que o Camiseteria.com me ensinou sobre comunidades?
agosto 19, 2007, 2:28 AM por Fabio Seixas

Há 2 anos atrás o Camiseteria.com foi lançado. De lá para cá descobri o que é gerenciar uma grande comunidade online. E resolvi compartilhar isso com vocês.

Aprendi que não somos donos da comunidade, a comunidade é dona de si própria
A comunidade comanda mesmo sem poder comandar. O poder é diluído na mão de muitos. E esse grupo é o que tem mais importância nas decisões. Se a comunidade não tiver a percepção de que ela faz parte de algo importante, então não existe comunidade.

Aprendi que para uma comunidade crescer são precisos mecanismos sociais de conexão
Comunidade é a percepção que as pessoas envolvidas estão conectadas e relacionadas. O principal mecanismo de conexão social são as mensagens pequenas, opniões em sua maioria, que criam a percepção de que as pessoas se importam com que os outros dizem. Cada membro precisa perceber que é percebido. Mensagens diretas, pessoais e públicas daqueles que administram ou participam da comunidade são um atestado de percepção coletiva. Assim as pessoas se sentem parte do coletivo. Só assim comunidades se tornam fortes.

Aprendi que a comunidade pode falar mal e pode falar bem
O que importa é a balança. Em comunidades de sucesso, fala-se muito mais bem do que mal. Mas não tem jeito. É impossível agradar 100% a todos. É preciso aprender a lidar com as críticas e evoluir. E ao evoluir as críticas diminuem e a comunidades transcende. Mostrar para a comunidade que você escutou e fez algo a respeito é importante. Valorizar os elogios e respeitar as críticas. Elogios, quando dito pelos membros da comunidade e não pelos administradores, ganham respaudo e proporções incríveis.

Aprendi que moderação é bem-vinda, mas não é imprescindível.
Uma comunidade saudável é auto-regulada. Presenciei casos em que alguns usuários queriam fazer bagunça e a própria comunidade reprimiu, sem necessidade de moderação. Esse é o estado da arte em comunidades auto-reguladas. Comunidades assim não surgem sozinhas. É preciso mostrar o caminho, dar o tom, mostrar como as coisas devem acontecer e deixar a comunidade absorver essas não formalmente deliberadas regras de convívio.

Aprendi que a marca é o que "da liga" nas pessoas que frequentam a comunidade
Uma marca fraca (e não estou falando somente de uma marca de varejo) não consegue prender uma comunidade. O sexy-appeal e o aconchego ajudam a compor a marca de uma comunidade. Se o ambiente for hostil, ninguém fica. Se o ambiente é convidativo, a comunidade cresce. A marca e sua identidade colabora para criar esse ambiente.

Aprendi que diversão é importante
Ninguém é de ferro. Muitos de nós passamos horas na frente do computador trabalhando. Para muitos comunidades online são refúgios, lugares onde é possível descontrair, bater um papo, ver coisas interessantes e rir um pouco. Colocar o ingrediente diversão em uma comunidade é um grande passo para torna-la agradável.

São pessoas afinal
Comunidades são demostrações constantes de emoções pessoais. Da amizade ao carinho. Da alegria a indignação. Esse borbulhar de emoções nos mostra o quanto as relações pessoais são ricas e convidativas, mesmo que nunca tenhamos visto os rostos de alguns amigos.





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Orkut by Cuban Council
agosto 13, 2007, 2:57 PM por Fabio Seixas

Ouvi por ai que a Cuban Council refez todo o Orkut e que esse trabalho será a grande virada dessa rede social. Será?

Update: O Fábio Spiceee do Penseletes confirmou e ainda deu mais uma deixa. Os usuários do Orkut vão poder customizar seus perfis (até certo ponto).





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A Estratégia Mullet
agosto 5, 2007, 10:20 PM por Fabio Seixas

Metáforas são poderosas. Gostei dessa.

mullet

The Mullet Strategy: business up front, party in the back!

Pegue os sites de conteúdo gerado pelo usuário como o YouTube, por exemplo. Existe um imensidão de conteúdo amador, mas o que aparece na home do site é conteúdo selecionado por editores.

Isso acontece porque sites com conteúdo gerado pelo usuário não querem fazer feio na frente de anunciantes. Já imaginou aparecer vídeos pronográficos (antes de serem removidos) ou em miguxês na home do YouTube?

Ou seja, melhor fazer bonito na frente e deixar o que é esquisito na parte de trás. Um mullet. :)

Tem um Q de Long Tail nisso. Editores selecionam na caulda longa o que deve aparecer para a maioria do público com grande chance de transforma-los na cabeça curta.

Mais aqui e aqui.

Foto do Musely
Dica do Felipe Venetiglio.





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O Mapa da Web, versão atualizada
agosto 4, 2007, 8:37 PM por Fabio Seixas

Houve uma versão 1.0.

Agora tem a nova versão:

WebTrends_2007_2.gif

Todo mundo quer estar numa dessas vias principais. Interessante notar que vários dos grandes sites foram classificados como 1.0 enquanto alguns outros até como 2.5.

Via Alexandre Maron





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InterCon 2007
agosto 4, 2007, 3:25 PM por Fabio Seixas

Em Outubro (26 e 27) vai acontecer em São Paulo o iMaster InterCon 2007, um dos grandes eventos nacionais de Internet.

O formato do evento será bem interessante. Em cada palestra, 2 blogueiros convidados irão acompanhar o palestrante no palco. Para cada inscrição uma árvore plantada. Vai ter até pizza. Conte ainda com o estande do Camiseteria por lá.

Marco Bebiano do Google Brasil, Carlos Merigo da Fisher America, Gustavo Fortes da Espalhe, José Luiz Martins e Marcello Povoa da MPP Solutions, Elcio Ferreira da Visie, Luli Radfahrer da ECA/USP, Cristiano Dias do Vilago, Mauro Amaral do Carreira Solo, Pedro Venturini do Itaú, Ricardo Figueira da Agência Click, Sergio Mugnaini da Almap BBDO e Michel Lent da 10 Minutos. Eu vou estar lá também palestrando junto com o Cris Dias, Carlos Merigo e Mauro Amaral. Vamos gravar um Braincast ao vivo.

Blogueiros, quem quiser pode se candidatar a ser um dos blogueiros que irão sabatinar os palestrantes.

Esse evento promete.





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Seleção de conteúdo: Humanos vs Máquinas
junho 30, 2007, 7:45 PM por Fabio Seixas

O Google mudou a Web para sempre ao desenvolver um mecanismo automatizado de seleção e classificação do conteúdo textual da Web. Eles conseguiram criar algo extramamente bem elaborado, que utiliza milhares de variáveis para calcular o PageRank.

Tal façanha só é possível utilizando o poderio dos computadores da nossa era. Mas esse modelo não é perfeito. Na verdade está longe disso. Provavelmente a perfeição nunca será atingida utilizando somente o modelo computacional ou talvez a Web semântica possibilite isso. É comum não encontrarmos o que buscamos nos primeiros links, onde teoricamente deveriamos encontrar o melhor conteúdo. Isso tem a ver não só com como o Google interpreta o que estamos buscando, mas também como ele classifica o conteúdo.

Ou seja, depois de qualquer busca no Google é imprescindível a análise do ser humano para discernir sobre qual o conteúdo mais adequado ao que estamos procurando.

É ai que entra a questão do ser humano em relação as máquinas. Os seres humanos sempre serão melhores analistas do que as máquinas em assuntos subjetivos e abstratos.

Mas também não é perfeito. O problema do fator humano na seleção de conteúdo é a falta de escala. Seria humanamente impossível uma (ou mesmo muitas) pessoa indexar as bilhões de páginas da web. Somente um sistema automatizado tem essa capacidade.

Então, a questão de humanos vs máquinas se resume a outra questão fundamental, escala vs qualidade.

O Mahalo, auto entitulado "Human-powered Search", é um Google sem PageRank onde um grupo de editores profissionais selecionam na web o melhor conteúdo, incluindo vídeos e fotos, para diversas palavras-chaves. O objetivo deles é fazer esse trabalho para as 10 mil palavras-chaves mais buscadas no mundo. Compare as busca por iPhone no Mahalo e no Google.

10 mil palavras-chaves é infinitamente menos que as palavras-chaves que o Google tem capacidade de atender. Mas certamente, a qualidade dos resultados do Mahalo são muito melhores que os do Google. Ou seja, uma questão de escala vs qualidade.

Quando se deseja priorizar a qualidade, a seleção feita por humanos é o melhor caminho.

O WeShow tem justamente a mesma abordagem para a seleção de vídeos de qualidade. Um grupo de editores profissionais selecionam e organizam os melhores vídeos da Web. No caso de vídeos, essa abordagem é ainda mais interessante já que ainda não foi desenvolvida tecnologia para análise de conteúdo em formato de vídeo e imagens. Não é a toa que o Google invetou o Google Image Laber, onde pessoas classificam o "conteúdo" das fotos usando palavras-chaves.

Mesmo no modelo de análise de conteúdo por humanos, caímos em outra questão. Qual o melhor? Profissionais ou amadores? Ou mesmo os amadores-profissionais (Pro-Am)?

Enquanto o Mahalo aposta em editores profissionais para criar páginas que trazer o melhor sobre uma determinada palavra-chave, o Squidoo faz o mesmo, só que qualquer um, amadores ou pro-ams, pode criar uma página sobre algum assunto (ou palavra-chave) e colocar ali o que ele considera ser o melhor conteúdo relacionado ao tópico.

O Squidoo consegue aumentar a escala perdendo alguma qualidade, já que qualquer um pode criar uma página (ou lente como eles chamam) com qualquer conteúdo, mesmo que de qualidade duvidosa. Como exemplo vejam uma excelente lente sobre o iPhone e outra nem tão boa assim.

Google, Squidoo ou Mahalo? Depende do nível de qualidade que você espera. Pelo menos, quando se trata de vídeos, você já sabe onde ir.





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Experience is the new reality
junho 17, 2007, 12:36 AM por Fabio Seixas

Imaginar o futuro é sempre uma tarefa interessante. Este video começa na nossa realidade e vai pra lá de 2050. Pena que não imaginaram que seja possível que uma nova empresa surja e tome conta do pedaço como o Google fez no passado. Esperar que isso não possa acontecer no futuro é ingenuidade.

Prestem atenção para alguns conceitos interessantes nesse vídeo:
-Prosumer: o produtor E consumidor de informação. Qualquer um pode ser um Prosumer
-Uma Internet com vários mundos virtuais simultâneos. Multiplas identidades online nestes vários mundos virtuais
-Dispositivos que replicam os 5 sentidos permitindo replicar a realidade

Já dizia Einstein: "A imaginação é mais importante que o conhecimento"





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Google Images Search reconhece faces humanas
junho 3, 2007, 9:42 PM por Fabio Seixas

A coisa está ficando sinistra. Não duvido que daqui a pouco será possível fazer uma busca no Google pelo seu nome e ele te informar a sua última declaração do imposto de renda na íntegra (tô brincando, hein?).

O Google Images Search tem uma funcionaldiade não documentada que permite pesquisar somente por imagens que tenham faces. Basta incluir no final da URL o parametro &imgtype=face

Buscar por "Camiseteria" sem filtro de faces

Buscar por "Camiseteria" com filtro de faces

Via Webware





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Google apostando na Web offline
maio 31, 2007, 11:04 AM por Fabio Seixas

Quando escrevi sobre a possibilidade de desenvolver aplicações web offline usando os novos recursos do Firefox 3, recebi comentários dizendo coisas como "Isso é bobagem. No futuro estaremos 100% conectados" ou "Esses recursos offline estão na contramão da história".

Parece que o Google pensa diferente. Foi anunciado o Google Gear, um conjunto de Javascript APIs e um plugin para Firefox e IE que permitirá funcionalidades offline nos aplicativos do Google.

O que devemos salientar é que o Google é um trend setter, ou seja, o Google tem poder de mudar o mercado e fazer com que pessoas exerguem as possibilidades das funcionalidades offline em aplicativos web. Mesmo que muitos achem que isso seja besteira.

É acompanhar o mercado para ver. É justamente nessas mudanças de mercado que surgem as melhores oportunidades para desenvolvedores e empreendedores.

Mais informações no TechCrunch.





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Oportunidades na Web offline com o Firefox 3
maio 19, 2007, 11:49 PM por Fabio Seixas

A versão 3 do Firefox promete trazer novidades para o campo das aplicações web que podem mudar o rumo do jogo. Uma das novas funcionalidades é a possibilidade de usar aplicações web em modo offline. Essa novidade será um grande gerador de oportunidades para empreendedores e desenvolvedores web nos próximos anos.

Exemplificando, a navegação offline irá permitir que você acesse o seu webmail e posteriormente, enquanto estiver offline, possa entrar novamente nesse mesmo aplicativo e escrever um email que será salvo offline e enviado automaticamente quando se reconectar à Internet e sincronizar a aplicação offline sincronizar com a aplicação online.

Não pense que isso irá funcionar automaticamente para todas as aplicações web desenvolvidas até hoje. Será preciso adaptar as aplicações para que tirem proveito destas possibilidades tornando-as "offline ready".

Oportunidades serão criadas já que empreendedores e desenvolvedores poderão imaginar uma nova gama de produtos e serviços online com possibilidades de utilização offline. Imaginem um Google Maps que possa ser usado em seu laptop, dentro do carro em movimento durante uma viagem. Ou um palmtop ou celular com câmera e que vai automaticamente publicando suas fotos em seu "Flickr offline" e quando se reconectar simplesmente sincroniza automaticamente os dados publicando o conteúdo no "Flickr online". Imaginem um serviço de busca de preços que você pode "levar" para o shopping e saber se aquele produto que você está vendo na loja está com desconto em algum site. Imagine uma loja online que continua funcionando mesmo quando a conexão do usuário é desfeita (52% dos usuários brasileiros ainda acessam Internet por linha discada).

As possibilidades são muitas e as oportunidades também. Será uma grande mudança de paradigma em relação a como desenvolvemos aplicações web. É claro que sempre que surge uma nova onda de oportunidade, surgem também ameaças para os atuais players do mercado. Como sempre, quem for mais rápido terá vantagem competitiva.





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Be like the Internet
maio 14, 2007, 9:36 PM por Fabio Seixas

Mesmo sem o aúdio, uma exceletne apresentação que rolou no Webvisions 2007.

Via Get Satisfaction





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Google Adsense via widgets: Gadget Ads
maio 5, 2007, 11:18 PM por Fabio Seixas

De acordo com o Online Media Daily, o Google pretente, ainda esse ano, oferecer anúncios em forma de widgets na sua extensa rede de parceiros.

Os anunciantes poderão desenvolver os "gadgets" e publica-los na rede de publicidade do Google. Mais do que banners interativos, os widgets ads poderão revolucionar a forma como conhecemos a publicidade online já que as possibilidades de interação são muito maiores.

Via Niall Kennedy





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Microsoft e Yahoo!: Ainda não foi dessa vez
maio 5, 2007, 11:33 AM por Fabio Seixas

Segundo Om Malik e o The Wall Street Journal a possível compra do Yahoo! pela Microsoft não passou de um flerte sem maiores conseguencias. O que não quer dizer que as duas empresas não possam cooperar para enfrentar o Google.

Quem saiu fortalecido foi o Yahoo! que mostrou para o mercado que continua firme na sua posição de mercado, mesmo depois de ter recebido críticas recentes sobre seus resultados após o lançamento do Panama, sua solução de Ad-Serving.

Daqui a 2 anos veremos mais uma tentativa de compra do Yahoo! pela Microsoft. :)





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Minha análise sobre Microsoft e Yahoo!
maio 4, 2007, 6:38 PM por Fabio Seixas

Os fatalistas já estão falando que será o fim do Yahoo! como ele é hoje caso a Microsoft seja bem sucedida na tentativa de compra. Já ouvi comentários de que migrariam seus bookmarks do del.icio.us para o Ma.gnolia ou então que o Yahoo! vai parar de funcionar.

Bem, convenhamos. Se a MS efetivar a compra veremos várias mudanças na operação do Y!. Talvez a MS incorpore o Panamá como sua solução de Ad Serving. Ou até mesmo junte tudo em um único portal (MSNhoo!) para fazer frente ao Google.

Estratégicamente, a MS faz bem em comprar o Y!, afinal ela estaria dobrando sua atuação na Internet simplesmente dando uma passada no supermercado. Não é sempre que uma possibilidade dessas aparece. Na verdade, a MS vem cortejando o Y! a tempos. A MS só tem capacidade de fazer isso porque sua divisão Windows e Office enche o caixa da empresa de dinheiro. Dizem que a compra do Yahoo! ficaria em torno de U$ 50 bilhões (um ágio de U$ 9 bilhões em relação ao Market Cap). Nada mal para uma empresa que tem uma Market Cap de U$ 290 bilhões.

A compra seria ótima para a MS poder deslanchar seu Live.com, aumentar sua rede de anúncios e sua audiência global. Não imagino que o fator tecnológico vá fazer alguma diferença nessa situação mas imagino que a MS poderia adquirir ainda mais força para o seu negócio de Office, principalmente quando falamos numa provável versão online do famigerado aplicativo de escritório.

Comprar o Y! seria trazer para dentro do guarda-chuva alguns sites de vanguarda como o Flickr e o Del.icio.us. Seria como mostrar para o mercado que a MS quer ser uma powerhouse na web 2.0 também. Ela já vem tentando fazer isso com o Live e Soapbox, mas não tem tido muita aderência do público.

A MS estaria colocando mais um bocado de gente inteligente para trabalhar para ela. Sim, os funcionários do Y! são bem inteligentes e teriam muito a agregar na cultura empresarial da MS. Pode-se dizer que sua cultura já não é tão bacana como as das empresas que nasceram na segunda metade da decada de 90.

Para o mercado, por um lado pode ser ruim, por outro pode ser muito bom. Podemos dizer que estaríamos perdendo mais um player de mercado e que haveria mais concetração. Por outro lado, o próprio mercado estaria combatendo uma concetração ainda maior, a do Google.

Vejo com bons olhos a tentativa de compra da MS. São duas empresas fantásticas. Vamos ver se sai mesmo ou não.





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Microsoft e Yahoo
maio 4, 2007, 2:55 PM por Fabio Seixas

Rumores no ar. Parece que a Microsoft anda querendo comprar o Yahoo!

No momento da redação deste post, as ações do Yahoo! estavam em alta de 4,87% só no dia de hoje.

Estamos falando da Microsoft ser dona do Flickr e Del.icio.us. Isso é no mínimo interessante.

Esse foi apenas um post rápido para registrar o alvoroço. Vou tentar fazer uma análise mais profunda dessa possível fusão.





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O verdadeiro espírito das empresas de Internet não morreu e só me faz sorrir
maio 2, 2007, 10:40 PM por Fabio Seixas

Via Tiago Doria





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Uma espiada no futuro: 2015
abril 19, 2007, 1:21 AM por Fabio Seixas

1 filme, 1 ano: 2015. Vale cade minuto. Um exercício de visão futurística do mundo online.

2015: http://epic.makingithappen.co.uk/new-master1.html

Não pense. Apenas veja.

p.s.: A versão original, 2014.





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Bola de cristal
abril 5, 2007, 10:34 AM por Fabio Seixas

Será que em 1993 a AT&T tinha uma bola de cristal?





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Web semântica e compreensiva
abril 2, 2007, 2:41 PM por Fabio Seixas

A evolução humana é constante. Na web não seria diferente. Tentamos determinar marcos históricos para facilitar o entendimento do progresso. Web 1.0, 2.0, 3.0.

Para onde a web está caminhando? Dizer que o futuro é a web 3.0 é clichê, afinal 2.0 + 1 = 3.0. Mas qual será o próximo grande passo no desenvolvimento da tecnológico, cultural e comportamental da web? A comunidade internacional está apostando que é a Web Semântica.

Semântica para compreender
O conceito da web semnântica não é novo. As primeiras discussões datam do final dos anos 90. O debate tem se tornado mais atual pois hoje temos mais condições de realmente enterdemos como usar a semântica. E a Web 2.0 ajudou muito nesse entendimento.

Web Semântica é a capacidade de computadores interpretarem, entenderem e tirarem conclusões do conteúdo disponível na web.

Pegue por exemplo uma ferramenta de busca atual. Seu funcionamento básico é o mesmo das primeiras ferramentas de busca. Dê alguma dica (i.e. palavras-chaves) e o mecanismo de busca irá mostrar uma pilha de documentos que podem ou não ter a resposta para o que você procura. O quão inteligente e otimizada é a pilha de documento é tarefa da busca. Cabe ao usuário pesquisar a pilha de documentos da forma que ele desejar, dando o trabalho que der.

Um mecanismo semântico de busca iria além. Iria interpretar e compreender o que você quer descobrir. Em seguida iria pesquisar, analisar, interpretar e compreender a sua base dados (ou várias bases de dados, ou ainda "a base de dados web") e iria mostrar A resposta.

Um exemplo: Você quer fazer uma viagem de final de semana. Então você entra no Google e digita "Pousada em Búzios promoção" e ele vai te mostrar uma lista de links apontando para documentos que podem ou não ter informações sobre a pousada que você irá se hospedar mas que nem você sabe ainda qual será. Neste caso a análise e pesquisa (interpretação e compreenção) dos resultados é tarefa do ser humano. A busca semântica, através de agentes inteligentes pessoasis, já saberia que você está prestes a tirar férias, que você é casado, tem 2 filhos e um cachorro e irá efetivamente achar a pousada que você irá se hospedar. Exatamente aquela que tem eventos para as crianças, aceita animais e está dentro do seu poder de compra. Ou pelo menos, se não fosse 100% eficiente, iria mostrar algumas poucas opções de acordo com o contexto.

Ou seja, interpretação e compreenção semântica do conteúdo online.

Mas como isso seria possível? Será necessário que existam estruturas de dados e de interpretação que permitam que os computadores possam entender e interpretsar o conteúdo. Para essa tarefa, existem os metadados (i.e. dados sobre o dado).

Imagine um Digg que, ao invés de ser potencializado pelas análises e contribuições dos seres humanos, seja potencializado por agentes computacionais inteligentes que tenham a mesma capacidade de análise. Isso é web semântica.

Imagine a existência de agentes pessoais inteligentes que que vasculhem a web interpretando-a em prol de suas necessidades profissionais diárias e seus desejos pessoais. Um "Mini-Me" inteligente que nos ajude em nossas tarefas de maneira mais eficiente. Isso é web semântica.

Imagine serviços inteligentes de acompanhamento de conversações na blogosfera que podem tirar conclusões sobre tendências mercadológicas de maneira automatizada. Um Technorati semântico. Isso é web semântica.

Mudança de paradigma
A possibilidade de computadores poderem entender e interpretar o conteúdo online é uma grande mudança de paradigma, principalmente quando isso atingir o usuário main stream. Alguns analistas apostam que isso deva acontecer daqui a 6 ou 7 anos. Ainda há muito a ser desenvolvido. Mas essa é a janela de oportunidade para que surja um novo "Google", com um IPO maior e ainda mais poderoso que o atual.

2.0 x 3.0
A web 2.0 foi um movimento natural. Algo que os usuários almejavam sem saber que almejavam e que a comunidade empreendedora foi aos poucos suprindo desde 2003.

A web semântica, ou web 3.0, vem sendo almejada e planejada pela comunidade acadêmica antes mesmo da web 2.0 ter se tornado main stream. E o fato de estar sendo planejada pode dificultar muito torna-la main stream. Quando algo surge naturalmente, é melhor aceito. Quando é previamente elaborado, levamos mais tempo para assimilar.

A web 2.0 é sinônimo de conteúdo gerado pelo usuário e participação. A web 2.0 não morrerá com a web 3.0. Ela será o alimento da web 3.0. A web 3.0 nada será se não houver enormes quantidades de dados para serem analisados e interpretados.

A humanidade produziu 161 bilhões de gigabytes de novos conteúdos em 2006. Espera-se que em 2010 a gente produza nada mais, nada menos que 988 exabytes, ou seja, quase 1 zettabyte de dados em um único ano. À 50 anos atrás a humanidade não tinha produzido 1 bilhão de gigabytes em toda a sua história.

Estamos em uma época de geração massiva e exponencial de conteúdo. Já aprendemos a acessa-lo, organiza-lo e torna-lo globalmente acessível de maneira automatizada (err... Google), mas ainda precisamos aprender a como torna-la interpretável e em como efetivamente interpreta-la automaticamente.

Na web 1.0 o poder estava no gerador de conteúdo ceentralizado. Na web 2.0 o poder estava no gerador de conteúdo descentralizado (o usuário). Na web 3.0 o poder estará no interpretador automatizado do conteúdo existente. Vale notar que um poder não anula nem inimiza o anterior.

Enfim, tudo por uma web mais esperta. Quem sabe um dia a gente consiga construir uma web quântica.





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As empresas estão nuas
março 28, 2007, 6:30 PM por Fabio Seixas

Realmente a Internet muda tudo. A Internet está deixando as empresas nuas e sem saberem como lidar com isso.

www.casasbahia.org

O meio está demandando que as empresas sejam cada vez mais transparentes e "do bem". Isso me lembra a filosofia do Google: Don´t do evil Don´t be evil.





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Snack videos e o horário nobre
março 26, 2007, 6:38 PM por Fabio Seixas

A comScore Media Metrix descobriu que as pessoas assintem mais vídeo online no horário de 17 às 20 horas.

Fica a pergunta: Isso importa? Ou melhor... Considernado que os snack videos são consumidos por demanda, por quem quiser, quando quiser, de maneira individual, o conceito de horário nobre é importante dentro do mercado de vídeos online?

Horário nobre só faz sentido em uma mídia de broadcast 1-to-many. Em uma mídia onde a transmissão é narrowcast 1-to-1, não faz muito sentido.





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Não vamos cometer os mesmos erros
março 26, 2007, 2:00 AM por Fabio Seixas

As palavrinhas estão no ar novamente. Ando escutando elas por ai. E não apenas nas mesas de bar. Ando escutando em negócios e projetos reais. IPO, Stock Option, Capital de Risco, etc. Tudo muito bom, um novo momento, novas oportunidades, etc, mas, por favor, não vamos cometer os mesmos erros novamente.

O ano de 2000 presenciou o desfecho de uma série de desventuras. Boo.com, Pets.com e tantas outras empresas que sumiram do mapa e que apostaram que poderiam aproveitar o momento e criar negócios sem bases sólidas contando com a possibilidade de serem compradas ou de fazerem IPOs milionários.

O momento está tornando a surgir. Isso é bom. O que vamos fazer com ele, quem vai se dar bem, quem vai se dar mal é o que devemos analisar.

Então, para não cairmos nos mesmos erros da bolha 1.0, sugiro algumas reflexões:

"Vamos criar uma empresa qualquerbuzzword.com e alguém vai querer investir na gente!"
No final dos anos 90, muitas empresas foram criadas com o esse pensamento. Qual o motivo para se criar uma empresa? Criar valor deve ser a resposta. Investimento financeiro deve ser o facilitador de um projeto e não seu objetivo final. Investimento serve para alavancar e viabilizar o crescimento, não para personifica-lo.

Qual é o seu modelo de negócio?
Muitas vezes essa pergunta foi simplesmente ignorada. Ou quando era feita, pouco importava a resposta.

Numa época de euforia é comum acreditarmos em modelos de receita mirabolantes que não se sustentam e não conseguem provar sua viabilidade. Empresas que apostam na publicidade como única forma de receita também foram, são e serão muito comuns. Mas e se o mercado de anunciantes não alavancar? Se a oferta de espaço publicitário for maior que a demanda? Como ficam todas essas empresas que contavam com a publicidade para pagar suas contas?

Uma sugestão pessoal minha: Arrume um jeito de colocar um pé no off-line e outro no on-line. Isso facilita muito as coisas. Não foi à toa que a taxa de mortalidade das empresas de e-commerce na bolha 1.0 foi menor que o resto do mercado. Elas agregavam valor de maneira factível.

Investimento para que?
Você buscaria um investimento financeiro para alavancar uma empresa viável ou para sustentar indeterminadamente algo inviável? A melhor forma de conseguir um investimento é não precisar dele. Se você está buscando investimento para pagar as contas, algo está muito errado.

"Ei! Eu tenho uma idéia fantástica! Vamos ficar milhionários!"
Ideias não impressionam mais. A execução sim. Idéias são baratas e fáceis de encontrar, já bons executores são difíceis de achar. Não se apoie somente na idéia. Idéias não importam tanto quanto antes. Pense na Starbucks. Uma cafeteria. Quer ideia mais sem graça que essa? No entando, foi a execução que a tornou uma das mais admiradas empresas do mundo.

Feitas para vender
Existem empresas que são contruídas para serem vendidas. Nada de mal nisso. Outras são feitas para durar. Vender uma empresa é apenas uma estratégia de saída do investidor/empreendedor. Não confunda estratégia de saída com modelo de negócio. Você pode até não ter uma estratégia de saída (talvez nem tenha pensando nisso), mas você não pode se dar ao luxo de não ter um modelo de negócio. "Vamos criar uma empresa e depois vende-la" não é um modelo de negócio, é uma estratégia de saída.

"Web 2.0 is the air for the next bubble" – Paul Witherow

Isso não significa que já temos uma bolha. O ar é apenas um elemento da bolha. A "película" que o envolve é o dinheiro sendo investido quase que indiscriminadamente. Isso ainda não está acontecendo no Brasil, mas talvez já esteja acontecendo lá fora. Mas os elementos que podem se tornar uma bolha já estão surgindo. Tudo depende do que iremos fazer com esses elementos.





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Novas estatísticas no Alexa
fevereiro 17, 2007, 4:14 PM por Fabio Seixas

O Alexa está oferecendo novas informações bem bacanas sobre sites e domínios.

A partir de agora é possível ver qual o percentual de visitantes de cada país para um determinado site. Não é de espantar que 73% dos visitantes do Orkut são brasileiros.

Além disso, o Alexa também está mostrando o ranking do site dentro de cada país. Ou seja, agora não estamos mais limitados aos ranking dos top 100 sites visitados por brasileiros. Podemos saber em que posição do ranking um determinado site está, como por exemplo, a invejável posição número 378 do Interney.net.

Outra grande mudança são as estatísticas por sub-domínio. Dá para saber o percentual de visitas para cada sub-domínio de um site. O exemplo fica para o Mercado Livre, onde 36% dos visitantes acessam o sub-domínio produtos.mercadolivre.com.br.

E para fechar, ainda é possível saber qual o percentual dos usuários de toda a Internet que acessam um site. Interessante notar que o Mercado Livre tem um percentual de 0,315% enquanto o Submarino "apenas" 0,104%.

Novas informações para acompanharmos o mercado. Coisa que eu gosto pouco de fazer. :)

*Os dados referentes ao momento da escrita deste artigo.





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Co-criação elevada ao próximo nível: Produtos eletrônicos
dezembro 8, 2006, 10:56 AM por Fabio Seixas

Para quem não sabe o que é co-criação: Imagine uma empresa que envolve seus consumidores no ámago do processo de criação de seu produtos. Isso é co-criação (ou Crowdsourcing).

Pois bem. Hoje descobri um site que está levando a co-criação a um próximo nível em termos de possibilidades no processo de criação de produtos.

crowdspirit.png

CrowdSpirit é uma empresa que promove um processo participativo de pessoas, parceiros e investidores na criação de produtos eletrônicos. A novidade fica pelo fato de que neste modelo de trabalho, o site age com um agregador de partes que são necessárias para o desenvolvimento de um produto eletrônico. Consumidores agindo como idealizadores, especificadores e testadores de novos produtos. Parceiros tecnológicos e investidores propiciando o desenvolvimento, prototipação e lançamento do produto.

Para entender melhor o processo:
crowdspirit2.png

Acho que o caminho dos próximos modelos de negócio será justamente a evolução de como podemos aproveitar o poder das massas em nossos negócios. E isso é muito bem vindo!

Via: Spingwise newsletter





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Pixel extravaganza
dezembro 5, 2006, 9:04 PM por Fabio Seixas

Sabem o cara que criou o Million Dollar Homepage vendendo 1 milhão de pixels por 1 dolar cada?

Pois é. O cara agora veio com outra: PixelLotto.com

Dessa vez, cada pixel custa 2 dólares. Ao vender todos os pixels dessa nova página, será escolhido aleatoriamente um dos anúncios e será sorteado um prêmio de 1 milhão de dólares entre os visitantes que clicaram naquele anúncio. Quanto mais anuncios clicar, mais chances de ganhar 1 milhão. Além disso, o anunciante selecionado terá a chance de escolher uma instituição de caridade para a qual o site irá doar 100 mil dólares.

O site está no ar 3 ou 4 dias e já arrecadou mais de 96 mil dólares!

Será que ele irá conseguir novamente? 2 milhões de dólares?





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"Clonagem" de modelos de negócio
dezembro 4, 2006, 6:20 PM por Fabio Seixas

Meu amigo In Hsieh, nos trouxe a luz de seus pensamentos a respeito de como a criatividade e o empreendedorismo são aplicados aqui no Brasil, principalmente no mercado online nacional.

In nos deixou uma pergunta que ele mesmo buscou a resposta:

Se nós brasileiros somos tão criativos quanto achamos (e os nossos publicitários estão aí para provar), por que temos tão poucos empreendimentos internacionais com diferenciais resultantes da inventividade brasileira?

Um dos pontos citados por In é a visível tendência de clonagem de modelos de negócios originalmente concebidos no exterior. Eles mesmo cita que temos 3 "clones" brasileiros do Digg.com. Outros exemplos não faltam: 8P x Flickr, Syxt x Linkedin, Wasabi x Netvibes, favorit0br x del.icio.us, VideoLog x YouTube e certamente Camiseteria x Threadless, entre muitos outros.

De fato, assim como resaltado pelo autor, o ambiente brasileiro não é favorável para o empreendedor brasileiro. Diga-se de passagem: economia em desenvolvimento, histórico de mercado fechado ao comércio exterior, limitação de crédito, capital de risco escasso, juros altos, impostos demais, corrupção, burocracia, etc.

Creio que o movimento vai muito além de uma simples inspiração em um serviço estrangeiro. Exatamente pela dificuldade do ambiente econômico nacional, o propenso empreendedor se poe a analisar idéias e oportunidades para o seu negócio. A grande maioria dos empreendedores ainda não deram "a grande tacada" no mundo dos negócios e por isso não possuem vastos recursos para investir em suas empreitadas.

Coloque-se no lugar desse propenso empreendedor posto a analisar suas opções. Ele pode ter a criatividade e coragem necessárias para implantar aquela idéia original que todo empreendedor sonha ter, ou pode apostar em uma oportunidade vislumbrada de trazer para o Brasil um modelo de negócio estrangeiro.

Para o pequeno empreendedor que pensa grande, o melhor caminho, aquele que elimina etapas no processo de seleção natural maximizando as chaces de sobrevivência, é o caminho de apostar em uma idéia que já deu certo pelo menos lá fora.

Esse posicionamento de fato facilita a vida do pequeno empreendedor. 1) Ajuda a disseminar o conceito do novo negócio ("EuCurti, um Digg brasileiro" ou "BlogBlogs, o Technorati nacional"); 2) Elimina, pelo menos em parte, a dúvida sobre a aceitação do produto/serviço ("se deu certo lá fora as chances de dar certo aqui também são boas"); 3) Ajuda na tomada de decisão durante a gestão do negócio já que os passos do serviço inspirador pode ajudar nos passos do "clone" nacional.

Todos esse posicionamento ao criar uma empresa nacional, muitas vezes não racional ou consciente, é basicamente uma minimização do risco do novo empreendimento. Empreender é antes de mais nada saber medir e controlar o risco.

Para os que viveram a criação da Internet nacional ou ao menos puderam acompanhar os últimos 8 anos desse mercado, peço façam uma análise pragmática de como esse mercado se desenvolveu aqui no Brasil. Um dos serviços nacionais mais bem sucedidos foi o Cadê, um "clone" do Yahoo. Outro exemplo que rendeu milhões de dólares (e uma marca de cachaça) para o criador foi o ZipMail, um "clone" do HotMail. UOL, Terra, IG, iBest, todos "clones" da AOL e da falecida CompuServ. O ParPerfeito, recentemente vendido por quase 22 milhões de Euros para o europeu MeetIC, um "clone" do Match.com. Mercado Livre e eBay. Submarino e Amazon. HPg e GeoCities. Catho e Monster.com. E por ai vai. Essa lista seria muito longa. Cite um exemplo, qualquer exemplo e encontraremos uma inspiração vinda de fora. Mesmo no mundo offline isso também é padrão dominante. Rede Globo? Mesbla? Bob´s? Shopping Centers? Salas de cinemas? Parques de diversão? Faça você mesmo a correlação.

Tirando as potências econômicas que lideram o desenvolvimento da web mundial (principalmente EUA, Inglatera e China), quase todo o resto do mundo segue o mesmo caminho (Vide a séria de artigos sobre os top aplicativos web do blog Read/WriteWeb feita com diversos países, Brasil inclusive).

Sinceramente não gosto do termo "clone". Clonagem é derivar uma coisa de outra a partir de suas informações fundamentais (DNA). Nenhum dos exemplo citados acima foram clonagens. Foram inspirações. Observa-se uma oportunidade de algo que está dando certo lá fora e traz-se o modelo para o Brasil minimizando os riscos e maximizando as chances de sucesso. Aprende-se e inspira-se com aqueles que já passaram pelo caminho das pedras e podem mostrar um caminho menos árduo.

Mas In está certo em apontar o caminho do sucesso. "na vida e nos negócios, execução é tudo". Idéas não são o fator de sucesso. Execução é o fator de sucesso. Quantos sites de buscas de capital nacional existem? Quantos são importantes no cenário nacional? Sites de namoros? Existem dezenas, mas só um deles
foi vendido por milhões de Euros. Execução é mais importante que a idéia. Não é à toa que nossa sociedade valoriza a experiência profissional.

O mais importante não é usarmos a criatividade latente do brasileiro na criação de negócios baseados em idéias absolutamenter originais. O mais importante é aplicarmos essa criatividade na execução dos negócios que criamos. Ai está o grande valor do Brasil, pelo menos por enquanto, até nos tornarmos uma verdadeira potência econômica mundial. Essa é, e deve continuar sendo, nossa principal força para desenvolver o nosso mercado web nacional. Esse é o caminho que os países em desenvolvimento encontraram para travar a desleal luta da seleção natural. Mesmo os países economicamente desenvolvidos são, na vedrdade, países em desenvolvimento em termos de web. Itália, Espanha, Austrália, Austria e Dinamarca são exemplos. Estes países não são potencias no mercado da web mundial e seguem o mesmo padrão.

É claro que se algum brasileiro tiver os recursos necessários (ideia original, capacidade de execução primorosa, capital, capacidade de absorver riscos e resiliência) para criar algo absolutamente original e que irá dominar o mundo, com certeza será muito bem-vindo. Mas as chances estão contra ele.





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2007
dezembro 1, 2006, 4:16 PM por Fabio Seixas

Em 2007, espero:
- que a web brasileira tenha mais pro-bloggers;
- que a web brasileira tenha mais sites web 2.0;
- que a web brasileira tenha mais sites web 2.0 de pequenos empreendedores que consigam efetivamente gerar receita;
- que os leitores de blogs comentem mais;
- que os blogueiros façam mais trackbacks (eu inclusive);
- que aconteçam mais iniciativas de investimento de capital de risco e seed money em projetos inovadores;
- que o ambiente econômico melhores para pequenos empresários;
- que os serviços online sejam mais colaborativos;
- que apareça um ranking nacional de blogs;
- que a confiança do internauta com o comercio eletrônico aumente ainda mais;
- que mais memes aconteçam na blogosfera;
- que o 13nós saia do papel. (ihh! não era pra falar?)

E você? O que você espera para 2007 em relação a web nacional? Comente, faça trackbacks!





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Comércio eletrônico é uma arte
novembro 25, 2006, 10:32 PM por Fabio Seixas

Definição báica de comércio eletrônico: Vender pela Internet.

Minha definição sobre comércio eletrônico: É a arte de criar e desenvolver uma atmosfera virtual que propicie a afinidade de pessoas com produtos/serviços que levem a adquição destes através da Internet.

A maneira como o lojista virtual encara a venda de produtos pela web determina como será a sua atuação online e seu sucesso no empreendimento.

Comparando experiências
A experiência de comprar um produto físico (não digital) online é muito diferente da experiência offline. No offline você tem a oportunidade de ver, tocar, cheirar, sentir o peso, as proporções, ouvir o vendedor e interpretar isso a sua maneira. Essas sensações podem criar um caminho para a efetivação da compra. E normalmente é assim que acontece.

No mundo online, essas sensações são muito limitadas. Basicamente você pode ver e ler. Mais nada.

O ler pode trazer muitas vantagens como a possibilidade de comparação de preços, maiores informações sobre os produtos e o conhecimento da experiências de outras pessoas com aquele produto. Nesse campo a Amazon é rainha.

Mudando o paradigma
O desafio das vendas online não é tentar reproduzir no mundo virtual as mesmas sensações do offline ou mesmo encontrar formas de substituir essas sensações. O desafio maior e a chave para o sucesso efetivo é descobrir como criar caminhos para a efetivação da compra num ambiente inospito para as sensações básicas (ouvir, cheiras, tocar).

A chave é explorar outras sensações e emoções dos consumidores. A Internet permite que o usuário "namore" os produtos com mais facilidade, por exemplo. Criar caminhos para que nasçam emoções entre o consumidor e o produto. Criar significado pessoal sobre o produto, o momento da compra e a utilização do mesmo. Fazer o consumidor desejar o produto mais do que qualquer outro.

Esse é o grande desafio. Não basta disponibilziar produtos e ofercer cartões de crédito. Por isso encaro o comércio eletrônico como uma arte.





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mmmzr: uma "million dollar homepage" que funcionará?
outubro 27, 2006, 11:14 AM por Fabio Seixas

Seth nos mostrou esse site aqui: mmmzr.com

Tem um "Q" de pirâmide nele, mas mesmo que o ciclo pare caso os anúncios fiquem muito caros, pelo menos o último a comprar não perde o dinheiro pois ganha a publicidade.

Bem sacado. Ficamos na espera pelos outros 2343 sites que faram a mesma coisa e não conseguirão tráfego suficiente para atingir o mesmo resultado. Afinal só que ganha todo o hype é quem lança primeiro.

Update: Os anúncios já estão custando entre 4.096 e 8.192 dólares. Um dos sites que comprou anúncios mais do que triplicou o tráfego (via Alexa)





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The end of the album as we know it (o fim do álbum como o conhecemos)
outubro 26, 2006, 3:13 PM por Fabio Seixas

A Internet muda tudo. Mudou o mundo dos negócios. Mudou os meios de comunicação. Mudou até a maneira de fazer terrorismo.

Não podia ser diferente com o mundo da música.

Imagine a indústria da música efetivamente surgindo nos anos 30. Músicos de talento precisando ser remunerados para continuarem produzindo boas canções. Abrie-se uma oportunidade de que as pessoas comprem música e não só às escutem pelo rádio ou em apresentações ao vivo. Só que para que as pessoas comprassem música era preciso existir uma mídia, um veículo para que a música pudesse ser transportada para a casa do cliente. Inventaram a mídia, o vinil. Mas na época não fazia sentido economicamente criar uma bolacha de plástico que era cara de produzir para transportar somente uma música. Essa inviabilidade econômica forçou a indústria da música a criar o conceito do álbum.

Ora, se o conceito de álbum foi criado porque o meio de transporte assim o fez existir, então porque hoje, com meios de transporte com custos tendendo à zero ou muito baratos, ainda existe o conceito de álbum? Simples, porque assim é economicamente interessante para a atual indústria da música que ainda pensa como nos anos 50/60.

Mas é o tipo de situação que a indústria da música não conseguirá segurar por muito tempo, mesmo tendo milhões de dólares para brigar com o novo meio de transporte, a Internet. O bilhão de pessoas online no mundo hoje é infinitamente mais poderoso que os milhões de dólares da indústria da música.

A Internet está determinando o novo conceito de como a música será produzida e distribuída. O conceito de álbum como o conhecemos está deixando de ser economicamente necessário. As bandas e músicos não precisarão mais produzir músicas sem qualidade (poética, harmônica, ou o que for) só para compor o mínimo de 10 ou 12 faixas por álbum. Em breve os álbuns serão apenas coletâneas de vários hits de uma banda, já que a banda pode se dar ao luxo de produzir só hits e não ser economicamente forçada a produzir canções para compor um álbum.

A Internet permite que bandas criem "protótipos" de músicas e as testem antes de efetivamente as produzirem diminuindo a quantidade de músicas produzidas e lançadas que nunca virarão hits. A cauda longa da indústria da música tende a ser repleta de milhões de hits.

A Internet permite que músicas sejam compradas no varejo e não no atacado (atacado = álbum). Os MP3 Players permitem que as músicas sejam consumidas ao gosto do cliente e não presas às compilações e ordenações saídas de CD Players e estações de rádio. Sistemas sofisticados de recomendação online de músicas permitem que boas músicas sejam descobertas ao sabor de tendências em tempo real.

It´s is the end of the album as we know it (é o fim do álbum como o conhecemos).





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Quando um site puxa o outro
outubro 21, 2006, 10:16 PM por Fabio Seixas

Alguns leitores devem saber que eu adoro o Alexa e seus gráficos de tráfego e reach.

Pois bem, olha essa descoberta.
delicious_x_digg.png

O gráfico acima mostra claramente a relação entre o Digg e o Del.icio.us. E isso faz todo o sentido. Basta o Digg divulgar mais materias (através de mais tráfego) que os usuários utilizam mais o Del.icio.us fazendo o bookmark desses links.

O pessoal do Del.icio.us deve adorar o pessoal do Digg. :)





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YouTube: O que realmente o Google comprou?
outubro 11, 2006, 2:47 PM por Fabio Seixas

Carlos Merigo me mandou esse artigo aqui: Para presidente da Time Warner, preço do YouTube é chocante.

"O pessoal da AOL adoraria ter o YouTube. Nós analisamos e decidimos que não só a AOL tem uma tecnologia melhor, como está dentro de casa", disse Dick Parsons, presidente-executivo da Time Warner, grupo que controla a AOL.

"Aqui vai uma série de motivos para não termos ido para o nível atingido pelo Google (com relação a preço). O YouTube não tem lucro. Como você convence o mercado de que pode fazer dinheiro com ele? O Google pode fazer isso melhor que qualquer um e eu não tinha o dinheiro do Google", disse o executivo a repórteres em entrevista à imprensa.

Realmente existem executivos que ainda não entenderam a Web.

A tecnologia não importa. Dizer "nossa tecnologia é melhor" é nada. O que importa são posicionamento de mercado e poder alavancagem. O resto é consequência.

O Google não comprou uma empresa pela existência de lucro ou não. O Google não comprou o YouTube por causa dos usuários cadastrados. O Google já tem, "virtualmente", todos os usuários do mundo.

O Google comprou Top-of-Mind. Hoje, pensou "video na web", pensou YouTube. O Google comprou a palavra-chave "video" na cabeça das pessoas.





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Mais Orkut e MySpace: E o YouTube?
outubro 11, 2006, 12:09 PM por Fabio Seixas

A seção de vídeos do MySpace representa hoje 24% do mercado de vídeo em termos de page views contra 42% do YouTube (fonte - maio/2006). O MySpace é o segundo colocado no ranking, seguido por Yahoo! Video, MSN Video e só depois, Google Video.

Com a compra do YouTube, o Google agora domina o mercado de videos com mais de 50% do mercado. Se o Google quiser ampliar ainda mais seu market share, ele deveria integrar o YouTube dentro do Orkut. Ai a brincadeira vai ficar séria.





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Orkut vs MySpace
outubro 11, 2006, 11:05 AM por Fabio Seixas

Segundo o Alexa, o Orkut está caminhando fortementa para ultrapassar o MySpace em termos de tráfego.

orkut_myspace.png

Segundo o próprio Okut, o percentual de brasileiros cadastrados no site vem caindo ao longo dos últimos meses, o que sifinifca que estão entrando muitos outros não brasileiros no site.

O Orkut está longe se oferecer tudo que o MySpace oferece, mas pelo menos no Orkut as coisas são mais organizadas. Eu particularmente detesto essa coisa de poder mudar a própria página e colocar musiquinhas, fundos horríveis e CSS medonhos.

E, pelo menos por enquanto, o Orkut tem mais brasileiros que o MySpace.





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Job board CarreiraSolo.org
setembro 17, 2006, 10:56 PM por Fabio Seixas

Dois grandes amigos, o Mauro Amaral e o Cris Dias, acabaram de criar o primeiro Job Board de nicho brasileiro. O Vagas.CarreiraSolo.Org

O que é um Job Board? É um quadro de vagas! :)

Como funciona? Ao invés de criar um site de empregos genérico com Catho e cia, cria-se um sistema onde vagas para um nicho específico de mercado sejam anunciadas. A diferença básica é que quem sustenta o modelo de negócio é o empergador e não o candidato (no modelo tradicional este paga para ver informações da vaga).

É uma importante mudança de paradigma no mercado online de vagas no Brasil. O enfoque passa a ser a qualidade dos candidatos e não a quantidade de currículos. Achar "O" melhor candidato em poucas opções é melhor do que peneirar muitas opções podendo deixar passar "O" candidato. Nos EUA algumas iniciativas semelhantes tem dado muito certo. Aqui e aqui

Colaborei com o Mauro e com o Cris na alavancagem do projeto. Tenho certeza que dará super certo.





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O boom do vídeo online e a nova era da TV
setembro 8, 2006, 5:25 PM por Fabio Seixas

No início da Internet falavasse muito sobre a Internet ser ou não como a TV. De fato já sabemos que são muito diferentes. A Internet tende a ser maior que a TV (se já não é!). Vocês se lembram de como era ver vídeos pela internet em 1996? Vou te refrescar a memória. Um arquivo AVI de 1 mega demorava dezenas de minutos para baixar na sua conexão discada de 14.400 kps. Depois você rodava um videozinho minúsculo no player padrão do Windows que não tinha recurso nenhum.

E hoje? YouTube, Amazon Unbox, Apple Movies (??), iPod Video, Revver, Google Video, MTV Overdrive, Yahoo Video, MSN Video, Reuters TV, CNet TV, Blinkx TV, Myspace.com Video, iFilm, e no Brasil VideoLog.tv e Globo Media Center. Tecnicamente temos video sob-demanda, html embeded, mp4, vblog, flash movie, quicktime, windows media.

Definitivamente a Internet hoje é muito mais parecida com a TV tradicional. Não é igual, é verdade, mas será.

O vídeo online irá sobrepor totalmente a TV aberta e paga no futuro. Não sei quando. Novos modelos de negócio serão criados (alguns já foram! Tivo, Amazon Unbox, Revver). Oligopólios locais serão destruídos. Concorrências locais e globais serão cada vez mais acirradas. Que venha a nova era da Internet totalmente integra a TV. Ou seria a TV totalmente integrada a Internet?





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Aprex: Brasil entrando na rota dos aplicativos online
setembro 1, 2006, 10:06 PM por Fabio Seixas

aprex.gif Em 27 de agosto de 2006 foi para o ar mais uma investida web 2.0 brazuca.

O Aprex é o mais completo conjunto de ferramentas de produtividade da web nacional. Conta com calendário, lista de contatos, tarefas, disco virtual, bloco de notas, blog e enquetes. Um escritório online, acessível inclusive por dispositivos móveis. Tudo servido ao sabor do Ajax.

Eles promentem ainda apresentações online e email marketing para os próximos meses. Aguardemos.

O sistema foi criado pela produtora ZeroUm em parceria com Edson Romão Gomes, ex-STI Internet, ex-PSINet, fundador do hpG, da Abranet e da Abraweb. Bagagem o cara tem.

Fico feliz em ver um investimento como esse em nossa nova web brasileira. Um bom produto, com um modelo de negócio consagrado (parte gratuito, apoiado pela publicidade e parte baseado em assinatura mensal).

Que venham mais projetos como esse. Quero começar a ver os nossos investidores percebendo que o momento da web no Brasil é propício para novos investimentos (bem sustentados, nada de bolha especulativa).





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MySpace por aqui
julho 30, 2006, 10:50 PM por Fabio Seixas

O MySpace já é o 42° site mais acessado por brasileiros segundo o Alexa.

Novo Orkut para os brasileiros? Por enquanto o Orkut está lá em primeiro.





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Tsunami
julho 30, 2006, 10:48 PM por Fabio Seixas

Já tem gente falando que o YouTube tem um valor estimado de 1 bilhão de dólares. O Mashable e o TechCrunch anunciam com frequência cada vez maior o investimento em empresas web 2.0. Algumas que acabaram de nascer, outras que nunca faturaram nada.

A onda começa a tomar tamanho.





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Geração Internet
julho 17, 2006, 7:18 PM por Fabio Seixas

Sou da primeira geração da Internet. Meu primeiro contato com a rede foi nos laboratórios de informática da PUC-Rio em 1993. Tinha 19 anos na época. Hoje a Internet está abarrotada de usuários na faixa de 15 a 22 anos. Em 1996, quando a Internet no Brasil teve a sua abertura comercial, essas pessoas tinham 5 a 12 anos. Nem sequer usavam computadores. Hoje eles comandam o tráfego da rede. São pessoas que cresceram junto com a Internet. Mas do que os pioneiros da web, eles tem a Internet no sangue. Mas do que ninguém, para essas pessoas a Internet é parte fundamental do dia-a-dia.

Imaginem o que será a Internet, do ponto de vista comercial, daqui a 5 ou 10 anos quando essa massa colossal de pessoas tiver mais de 25 anos e atingir um maior potencial de consumo. Os gastos através da rede irão explodir. Consumir pela rede vai ser muito mais natural. As atuais barreiras de consumo pela rede vão diminuir drasticamente.

Só pra completar o raciocínio: 60% dos usuários do Orkut estão na faixa de 18 a 25 anos.

Prepare-se para tirar proveito isso.





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Google Checkout
junho 29, 2006, 10:08 AM por Fabio Seixas

Google lançou hoje o Google Checkout, uma ferramenta que permite que consumidores comprem pela Internet usando uma interface de pagamento unificada e, em contra-partida, permite que donos de sites integrem facilmente uma ferramenta de cobrança online.

Do ponto de vista do comerciante, vejo como uma opção ao PayPal, já que aqui no Brasil o PayPal não tem uma atuação interessante.

Do ponto de vista do consumidor, é um grande ponto a favor da segurança nas compras pela Internet. Muitos usuários ainda tem medo de comprar pela web. Talvez, sabendo que estão informando seu número de cartão para o Google ao invés de informa-lo para uma pequena loja online nacional desconhecida, estes usuários sintam-se mais seguros em comprar pela Internet.

Update 1: Parece que a integração do Google Checkout em sites de e-commerce não está disponível. Aaprentemente apenas parceiros selecionados do Google tem esse serviço. Resta saber quanto será liberado para comerciantes menores.

Update 2: O Update 1 já está desatualizado. Qualquer lojista pode integrar o Google Checkout em seu processo de venda. Veja aqui.

Update 3: Requistos para utilizar o Goole Checkout como lojista:

Before you start, you'll need:
  • The federal tax ID number (or a credit card and an authorized Social Security number) for your business.
  • A text-only version of your return, cancellation, and shipping policies.
  • A shopping cart on your business website to accept online orders (unless you're integrating via Buy Now buttons).
  • Via Micro Persuasion





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    Visualizando o desenvolvimento mundial
    junho 2, 2006, 2:42 PM por Fabio Seixas

    Achei isso simplesmente fantástico.

    Google Gapminder

    Dá para ver graficamente o desenvolvimento de todos os países através de diversas variáveis tais como renda per capta, expectativa de vida, emissão de dióxido de carbono, quantidade de usuários de internet, população urbana, orçamento militar, mortalidade infantil, etc, etc, etc.... Muito bom mesmo.

    Achei esse site através do MoMB - The Museum of Modern Betas que alias é outro site muito bacana. Você vai encontrar uma lista de sites que estão em versão beta. Tudo de mais recente e inovador da web 2.0 passa por lá.





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    Disruptivo: RSS como email
    maio 30, 2006, 11:29 AM por Fabio Seixas

    Essa idéia/brainstorm eu vou compartilhar com vocês.

    Ao escrever o último post sobre RSS como ferramenta de marketing, enquanto pensava no RSS como ferramenta de comunicação, me veio à mente um conceito muito interessante para a utilização de RSS.

    Imaginem o email. Imaginem o telefone. Em ambas formas de comunicação você fornece uma informação para que aquele com quem você quer se comunicar possa entrar em contato. Ao entregar a informação, você perde o controle sobre quem vai te contactar, já que o seu endereço de email ou número de telefone passa a estar em poder de terceiros que podem passar essa informação para outros. Além disso, se você não quiser mais ser contactado por alguém que antes você permitiu, você tem um problema já que a outra parte já tem a informação de contato.

    No caso no email, e em menor escala no telefone também, temos o problema do spam. Basta o spammer ter o seu email para começar a inundar sua caixa postal com emails indesejados.

    Agora vamos inverter essa história toda. Imagine um sistema de comunicação entre pessoas não mais baseado em mensagens de email (outlook, gmail, hotmail), mas baseado em RSS Feeds contendo as mensagens entre as partes.

    Vou exemplificar. Fulano acabou de conhecer Beltrano. Fulano quer mandar uma mensagem para Beltrano. Fulano abre seu MS RSSlook (eita! Quem sabe G"oogle"Rss?) e envia um convite para Beltrano. Ao fazer isso o RSSlook de Fulano cria e disponibiliza um RSS Feed exclusivo para o Beltrano contendo as mensagens que Fulano criou para Beltrano. Ao aceitar o convite, o RSSlook do Beltrano automaticamente cria um RSS Feed exclusivo para o Fulano. Os dois programas tratam de baixar as novas mensagens não lidas dos Feed de cada um, de forma autenticada. Está criada a relação entre as partes. E essa relação pode ser desfeita a qualquer momento.

    Se você parar para analisar verá que é a mesma analogia dos programas de instant message onde um autoriza o outro a se comunicar com ele e ambas as partes possuem poder de a qualquer momento deixar de se comunicar com a outra parte. Só que nesse caso as mensagens não são instantâneas, são assincronas e persistentes, como no email, e baseadas em RSS hospedados nos servidores. Além disso o conteúdo fica disponível online, 24/7. Em qualquer lugar a qualquer hora você pode acessar seu "WebRSS" (Webmail?!) pessoal e ler e escrever novas mensagens.

    Essa abordagem de comunicação baseada em RSS elimina o problema do Spam. Talvez só não resolva as mensagens indesejadas contendo piadas daquele seu tio chato.

    O interessante é explorar as possibilidades do RSS além do conceito de disponibilização de notícias e blog posts.

    Estou interessando em estudar a viabilidade de um serviço desse tipo. Se algum desenvolvedor/empreendedor estiver interessado em conversar sobre a possibilidade de desenvolver um serviço desse tipo, entre em contato, mande email, deixe comentário, faça sinal de fumaça.

    "Compartilhar idéias é melhor do que deixa-las guardadas no confim da mente." Fabio Seixas





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    Mais Google
    maio 12, 2006, 9:29 AM por Fabio Seixas

    O Google não para:

    Google Notebook (a ser lançado semana que vem)

    Notebook looks like it is designed to be a flat out del.icio.us competitor, allowing you to gather content from around the web, add metadata like categories and, if you like, publish the information.

    Google Co-op

    Google Co-op beta is a community where users can contribute their knowledge and expertise to improve Google search for everyone. Organizations, businesses, or individuals can label web pages relevant to their areas of expertise or create specialized links to which users can subscribe.





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    Novo vício
    maio 11, 2006, 9:26 PM por Fabio Seixas

    Adoro estatísticas. Sou fã do Alexaholic e agora acabei de arrumar mais um brinquedinho. O Google Trends.

    No Trends é possível ver em forma de gráficos dados referentes as buscas feitas no Google, filtrando por região, cidade ou língua.

    Seguindo a linha do post do Steve Rubel, resolvi garimpar algumas informações pertinentes à terra brazilis.

    -"Blog" é bem mais popular que política ou economia e é tão popular quanto futebol.

    -A Bruna Surfistinha é tão popular quanto o U2

    -O Mensalão provavelmente vai acabar em pizza

    -A greve de fome do Garotinho rendeu pelo menos bastante popularidade. Já Alckmin anda em queda

    -Quem é mais que quem no futebol carioca

    -O pessoal de Brasília tem feito pesquisa sobre a Bolívia

    -Como o Brasileiro ocupa seu tempo livre

    Querem contribuir com novas pérolas? Comentem que eu publico aqui!





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    Webby Awards 2006: Seleção de Fabio Seixas
    maio 10, 2006, 6:13 PM por Fabio Seixas

    A lista de ganhadores do Webby Awards 2006 saiu ontem. Dando uma olhada na lista pesquei algumas novidades e queria compartilhar com vocês.

    Yahoo! Podcasts - Uma ferramenta de busca muito bacana de podcasts separadas por categorias.

    NextBillion.net - Um blog que tem como objetivo "identificar e discutir modelos de negócios com foco no desenvolvimento dos cidadãos mais pobres do planeta."

    5 Blogs Before Lunch - "David Allen Ibsen and "Five Blogs Before Lunch" give all of us in the strange world of modern marketing a clearly focused, witty, and incisive overview of all the things happening out there that we should be reading about but are too busy to track. Keeps me in the loop and challenges me to go outside of it." ---A Loyal Reader. Ou seja, marketing moderno!

    Blog Maverick - Blog de Mark Cuban, dono do time de basquete da NBA Dallas Mavericks. Fala de negócios em geral.





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    Alexa (holic)
    março 31, 2006, 9:05 PM por Fabio Seixas

    Descobri esse site hoje e já perdi a conta de quantas consultas já fiz.

    Alexaholic





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    Para onde nós vamos?
    março 6, 2006, 7:55 PM por Fabio Seixas

    Enquando dava uma espiava, confesso que com olhares de inveja, as palestras que vão acontecer no MIX06 no próximo dia dia 20 em Las Vegas, descobri uma empreitada muito interessante da Amazon chamada MTurk (Ou Mechanical Turk).

    O MTurk é um site onde pessoas podem realizar tarefas que humanos realizam muito melhor do que qualquer computador e ainda serem remunerados por isso.

    É simples. Dentre as diversas tarefas publicadas no site, você escolhe uma, a realiza e pronto. Depois, o solicitante avalia seu trabalho e te paga.

    O Google já faz algo semelhente com o Google Answers onde você publica uma pergunta disposto a pagar para que alguém a responda. É claro que existem perguntas que um ser humano responde com muito mais facilidade do que um computador. O odor desse vinho é amadeirado? Qual a sensação de ser pai?

    A questão é até onde o meio online nos levará no desenvolvimento de uma humanidade mais culta e desenvolvida? Ações como essas propiciam e incentivam o desenvolvimento de nossas capacidades intelectuais e humanas. Imagine por exemplo, como os cidadãos de baixa renda, ex-presidiários, integrantes de classes minoritárias, ou seja, indivíduos excluídos socialmente mas ainda assim cultos e capazes poderão se desenvolver no longo prazo, eliminando a exclusão social de suas vidas. Simplesmente fantástico.

    Definitivamente, a era ilustrada em "Tempos modernos" de Chaplin está fadada a ser extinta.





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    Críticas construtivas #2 - Wasabi.com.br
    fevereiro 3, 2006, 8:00 AM por Fabio Seixas

    Wow! Que boa notícia recebi em meu email hoje pela manhã. Fui convidado pelo Cris Dias e pelo Mauro Amaral para participar do Wasabi.com.br. A princípio não entendi nada, pois afinal o email só falava que tinha sido convidado e nada mais. Como foram 2 sujeitos que respeito muito que mandaram o convite, resolvi me cadastrar.

    Wasabi.com.br é um o primeiro agregador de Feeds brasileiro. E além disso tem uma modelagem de rede social. É simples. Você cadastra os seus feeds (blog, flickr, podcast e del.ici.us) e começar a montar a sua rede de amigos, assim como o Orkut. Por enquando só pode se cadastrar quem é convidado.

    Minhas primeiras impressões foram muito possitivas, principalemnte por se tratar de um site totalmente web 2.0 (feito em Ruby on Rails, com um bocado de ajax e com conteúdo social altamente integrado). Mas não pude deixar de observar alguns pontos fracos. Como o objetivo da séria "Críticas construtivas" é ajudar, então nada melhor para quem está começando.

    Crítiva #1 - Cadastro
    O cadastro é bem simples, o que é um ponto a favor, mas tive dificuldade em me cadastrar. Primeiro preenchi o formulário e enviei os dados. Nesse ponto não pediram meu email. No passo seguinte, eles me pediram meu email e minha senha. Deduzi que eles sabiam meu email por causa do convite. Ilusão minha. Não funcionava. Foi como se não tivesse me cadastrado.
    Sugestão: Teste antes de lançar. Desenvolva um período de beta teste entre usuários críticos antes do lançamento oficial. Eu mesmo teria um enorme prazer em ser um dos beta tester. Mas a essa altura o melhor seja simplesmente consertar.

    Crítica #2 - Ajax: Quase ideal
    Só pelo fato do site usar Ajax em quase tudo, já é um ponto a favor, mas algumas questões da implementação deixaram a desejar.
    <Papo meio técnico>
    As chamadas javascript são todas feitas com tags <a href="#">. O problema disso é que se você rolar a página e lá no final clicar em algo que faça uma chamada javascript, a páginaq vai para o topo, o que é literalmente um saco principalmente em páginas com muito conteúdo porque você tem que rolar a página novamente para achar o conteúdo que estava lendo.
    Sugestão: Utilize <a href="javascript:void(0);">
    </Papo meio técnico>

    Crítica #3 - Cadê o blog?
    Como um site tão web 2.0 como esse não tem um blog? Nâo deu para descobrir quem está por traz disso, nem como o proejto nasceu, etc, etc.
    Sugestão: Um Blog é a melhor forma de se relacionar com seus usuários, ainda mais usuários blogueiros. Então crie um blog agora! :)

    Crítica #4 - Limite de feeds
    Achei que o limite de 4 feeds (blog, flickr, podcast e del.ici.us) muito pouco. Eu mesmo escrevo dois blogs (versão txt e Camiseteria Blog) e gostaria de colocar os 2 feeds lá.
    Sugestão: Aumentar o limite de feeds. Simples assim.

    Crítica #5 - Perfil e rede
    Senti falta de uma página com algo sobre o perfil dos meus amigos conectados. Algo simples, assim como o Camiseteria faz. Além disso, falta uma feature de ver os amigos dos amigos. Isso popularizaria muito mais os blogs e feed nacionais.
    Sugestão: Desenvolver ferramentas melhores de relacionamento em rede.


    Morde e depois assopra
    A iniciativa é excelente. Ainda não consegui descobrir quem está por trás para parabenizar. Comprei a idéia e já estou divulgando para amigos. Muito bem implementado em termos de visual e de estrutura. Moderno na utilização de Ruby on Rails e Ajax. Pode ser o início de novas iniciativas para desenvolver a blogosfera brasileira.

    Nota para os criadores: Quem são vocês?! Como pretendem ganhar dinheiro com isso?

    UPDATE (04/02/06): Segundo Danilo Medeiros, o criador do Wasabi, o site não foi feito em Ruby, mas em Java. E o site também se encontra em versão beta, apesar de que pra quem não conhece o site, nada informa que ele está em beta. Além disso, a parte de navegação nos amigos dos amigos já foi implementada! Bem legal ver que eles estão trabalhando no produto! Parabéns mais uma vez.





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    RSS não é só para Blogs
    novembro 27, 2005, 11:41 AM por Fabio Seixas

    Já havia falado isso aqui no blog anteriormente sobre a utilização de RSS em funcionalidades que não fossem blogs. Pois hoje vi esse post do CEO da Feedburn Dick Costolo falando justamente disso.

    feedburnervenn2.jpg

    RSS é sobre mídia e informação. Informação de qualquer tipo para qualquer uso. Quem entender isso vai entender a próxima grande revolução da Web.





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    RSS bi-direcional
    novembro 25, 2005, 7:20 AM por Fabio Seixas

    A Microsoft a alguns meses atrás, quando anunciou o lançamento do Windows Vista, prometeu que iria dar suporte pessado a RSS tanto no novo sistema operacional quanto no novo Internet Explorer 7.0.

    Em função desse foco, nasceu o draf da especificação do RSS bi-direcional ou SSE (Simple Sharing Extensions) que nada mais é do que uma extenção ao atual RSS 2.0.

    O RSS por si só é apenas uma forma da informação fluir de forma unideirecional, ou seja, do gerador da informação para o consumidor da informação. A nova extensão prevê que duas ou mais partes possam enviar e receber informações entre si, mantendo a informação sincronizada. Exemplo desse tipo de utilização são Calendários compartilhados entre usuários, listas de contatos, blogrolls compartilhados, etc.

    Ainda nem tiramos proveito de toda a pontencialidade do RSS e já estão nascendo novas funcionalidades. O futuro promete.





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    Yahoo Shoposphere
    novembro 15, 2005, 6:49 PM por Fabio Seixas

    Há tempos falo aqui sobre o uso não trivial e revolucionário do RSS que este mundo está para ver nos próximos anos.

    Tá aqui um exemplo que não me deixa mentir. O Yahoo lançou a versão beta do Yahoo! Shoposphere. Trata-se de uma forma de compartilhar wish lists (listas de desejo) através de RSS Feeds. Além disso permite que os usuários usem tags para classificar os itens de suas wish lists permitindo que esse conteúdo seja ainda mais acessível.

    Acho que ainda vamos ver muita coisa bacana por ai envolvendo RSS.





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    Post colaborativo sobre Web 2.0
    outubro 19, 2005, 3:01 PM por Fabio Seixas

    Acabou de ser publicado no CarreiraSolo.org um post sobre Web 2.0 escrito a 5 mãos (Eu, Mauro Amaral, CrisDias, Humberto Oliveira e Rafael Apocalypse .

    E, claro, para demostrar o poder da Web 2.0, fizemos isso de forma colaborativa usando o WriteBoard, já comentado por aqui. Nada mais justo, afinal o WriteBoard é um grande exemplo de uma aplicação Web 2.0.

    Eu me dediquei a parte de atitude empreendedora Web 2.0, outro tema tratado aqui no blog anteriormente.

    Espero que gostem!

    Você sabe o que é Web 2.0? Nossos clientes também não.





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    CNet e seu novo Big Picture
    outubro 1, 2005, 10:10 PM por Fabio Seixas

    A CNet lançou uma feature muito interessante em seu site de notícias, o News.com

    Um exemplo aqui. Ele mostra como os diversos, artigos, empresas e tópicos se relacionam dentro do site News.com. Muito interessante.

    Veja uma explicação melhor aqui.





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    Tem algo acontecendo por ai
    setembro 30, 2005, 1:50 PM por Fabio Seixas

    Mais um pouco sobre Web 2.0

    Achei esse site fantático.
    Emily Chang eHUb

    É apenas uma lista de sites que estão fazendo o dever de casa e focando em estratégias e serviços Web 2.0.

    logo-unreg-plain.gif
    Atenção especial para o Rollyo. Você cria a sua própria search engine usando somente as fontes de conteúdo que você confia. Ótima ideia. Qual o conceito web 2.0 nisso? Deixem que seus usuários criem conteúdo para você.





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    Você está preparado para a Web 2.0?
    setembro 29, 2005, 1:18 AM por Fabio Seixas

    Web 2.0 é o termo cunhado por alguns para descrever a próxima geração de aplicações e negócios baseados na web.

    Ok, tudo bem. Sempre aparece algum termo novo na web. Web 2.0 deve ser só mais uma, né?

    Não sei não. Acho esse conceito muito poderoso.

    Sites, aplicações e negócios web 2.0 são projetos a frente do seu tempo. Projetos que tiveram a coragem de fazer algo diferente, melhor e mais criativo que o lugar comum. Do que aquilo que todo mundo faz.

    Ainda não entendeu? Então pense no Gmail. Uma nova forma de usar o tradicional email. Email de 2.5 giga organizados em forma de conversações e sem pastas para organizar? Uns diriam que era loucura. Eles foram lá é fizeram tudo diferente. E muito melhor!

    Pense no Flickr. Mais um site de álbum de fotos? Não. Um novo conceito de comunidade altamente conectada e participativa. Funcionalidades novas, tags, RSS, blogs, etc.

    Pense del.icio.us, pense Google Maps, pense 37 Signals e seu Basecamp.

    A essencia do Web 2.0 não é simplesmente usar a tecnologia mais nova, o RSS, Ajax, Web Services, XML ou o Ruby on Rails. Mais que a tecnologia, a essencia é também uma questão de postura, de atitude. Você é um empreenderdor Web 2.0? Ou você é aquele que montou um site e acha que vai ganhar dinheiro vendendo banner? Vender banner é 1.0. Propagandas altamente especializadas em mecanismos de busca é 2.0.

    E o seu marketing? É web 2.0? É viral? É colaborativo? É evangelizador?

    Então o que fazer para tornar ou criar um negócio ou site web 2.0? Eis as minhas dicas:

    1. Pensa na web como uma plataforma. De serviço. De colaboração livre e irestrita.
    2. Habilite o poder do Long Tail.
    3. Use o poder de geração de conteúdo dos seus usuários
    4. Permita que o usuário tenha controle. Dissipe o controle.
    5. Permita que seu software evolua a medida que é mais utilizado pelos seus usuários. Mude sempre e melhore sempre. Um pouco a cada dia.
    6. Foque na experiência do usuário!
    7. Foque ainda mais da experiência do usuário! Descubra porque o Google Maps é melhor que o Yahoo Maps ou o Mapquest e você entenderá.
    8. Confie nos seus usuários. São eles que estão no comando. Pode acerditar.
    9. Priorize Web Service e não software fechados, monolíticos que ninguém além de você pode mexer e usufruir.
    10. Incentive a participação do usuário em todos os níveis (ou quase todos) do seu negócio.
    11. Seja criativo. "A imaginação é mais importante que o conhecimento" - Albert Einstein.





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    Bolha 2.0
    setembro 28, 2005, 4:55 PM por Fabio Seixas

    O The Economist publicou essa semana um artigo sobre uma possível nova bolha de tecnologia se formando.

    Bolhas fazem parte de qualquer processo econômico. Bolhas são ciclos econômicos. Umas são mais intensas (crise de 29, bolha de 2000), outras mais discretas.

    Alex Barnett aponta que iremos vivenciar muitas bolhas, sejam de Internet ou não. O importante é o que podemos aprender com as experiências com as bolhas passadas.

    Ele apontas as 10 lições aprendidas por ele com a bolha de 2000:

  • Não seja ganancioso.
  • Se algo parecer bom demais, provavelmente é bom mesmo.
  • A Internet não vai sumir.
  • Idéias custam pouco. O importante é a execução.
  • Sempre pense no negócio. Nunca lique o piloto automático.
  • Atinga a zona de lucro cedo e continua lá.
  • Introduza processos de negócio cedo (disciplina), mas não os transforme num peso para o negócio.
  • Nunca se comprometa se baseando na qualidade do trabalho de novos funcionários.
  • Tome as decições difíceis o mais cedo possível e supere os problemas com rapidez.
  • Pense como um consumidor.

    Eu acrescentaria a essa lista as minhas próprias lições:

  • As melhores idéias de negócio são aqueles com modelos de receitas consistentes.
  • Mantenha seus clientes perto de você. Faça deles seus amigos.
  • Não alimente esperanças. Se ver que o negócio não vai dar certo, termine e parta para outro. Aprenda com as experiências.
  • Seus funcionários são, antes de mais nada, as peças que fazem seu negócio funcionar. Trate-os bem.
  • Aproveite o poder de pessoas conectadas em prol do seu negócio. Alavanque-o com isso.
  • O lucro deve ser conseguencia, não objetivo.

    E vocês? Mais alguma lição aprendida?





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    Mais um via Technorati
    julho 30, 2005, 10:31 PM por Fabio Seixas

    Acabei de adicionar no blogroll mais um blog que encontrei no Technorati via busca em português.

    Pensando Marketing

     





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    Technorati com buscas em diversas linguas
    julho 30, 2005, 10:15 PM por Fabio Seixas

    Hoje descobri que o Technorati está oferendo buscas em blogs por uma lingua espefícia. UAU! Como isso ajuda a nossa blogosfera brazuca (vejam meu post anterior sobre o assunto).

    Basta fazer uma busca qualquer no site e depois escolher a lingua desejada.

    Já fica mais fácil achar blogs nacionais de qualidade. Já até adicionei um ao meu leitor RSS. Internet Buzz do colega Carlos Eduardo Bonini.

    É, tá na hora de colocar um blogroll no Versão TXT.

     





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    E agora?
    julho 21, 2005, 7:40 PM por Fabio Seixas

    Um excelente post de Steve Rubel sobre dez tendências web que podem revolucionar a maneira como as empresas e pessoas se comunicam e se informam.

    O Cluetrain já é velho conhecido. Está no ar desde 1999 colocando na web idéias e conceitos maravilhosos.

    O The Long Tail (The Long Tail Blog) é fantástico. Um artigo escrito na Wired no ano passado que fez muita gente pensar um pouco diferente sobre diversas indústrias.

    Na minha opnião, a Categorização Colaborativa, ou o uso Tags na categorização de conteúdo online é a próxima grande sacada. O Flickr, o del.icio.us e o 43 Things fazem isso com grande maestria.

    Outra grande sacada é a utilização de RSS Syndication para a distribuição de conteúdo que não seja o formatinho padrão Blog/Notícias. A Microsoft já entendeu isso e promete uma revolução RSS no novo IE 7 e no Longhorn. Um exemplo dessa distribuição de conteúdo via RSS que foge ao padrão é o mecanismo de busca IceRocket. Cada resultado de busca pode ser visto via RSS.

    Ai eu pergunto. O que você está fazendo para fazer parte da próxima revolução?

    Eu to fazendo a minha parte. Mais novidades em breve. Stay tuned!





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