Fabio Seixas, versão txt
Delivering Happiness
abril 19, 2010, 9:28 PM por Fabio Seixas

delivering_happiness.jpg

Recebi um belo pacote surpresa do pessoal da Zappos hoje. Fui escolhido por Tony Hsieh e sua equipe para ser um dos blogueiros que irá fazer um early review de seu novo livro "Delivering Happiness", cujo lançamento será dia 7 de junho de 2010.

Ganhei dois exemplares "Advance Reading Copy" vistos ai na foto acima. Um é meu e ninguém tasca. O outro vou sortear entre meus seguidores no Twitter no dia 7 de junho de 2010, dia do lançamento.

Farei um review do livro aqui no blog. Aguardem.

Enquanto isso, saiba um pouco mais sobre o livro





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Tendências para 2009 segundo a Leo Brunett UK
janeiro 22, 2009, 9:50 PM por Fabio Seixas





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“Meu iPod é Sony”
janeiro 12, 2009, 1:48 AM por Fabio Seixas

Mesmo num final de semana de sol numa cidade praiana não consigo desligar completamente minha mente para essas pequenas observações da vida digital. Estava na casa de alguns amigos, papo e cerveja correndo solta. O som que tocava numa dessas bases para iPod, que começara animado, já não estava tão animado assim. Alguém sugere “Troca o iPod lá”. Alguém responde “Meu iPod é Sony, não funciona, né?”. Por cinco segundos eu me contive e tentei observar se alguém iria fazer algum comentário sarcástico. Nada. Parei para analisar a situação. Apesar de haverem na mesa alguns profissionais de Internet dentre outros digitalmente incluídos, eu fui o único que senti dor no ouvido ao escutar aquilo. Resolvi ficar quieto.

Mesmo depois do “incidente”, me peguei pensando na situação. É besteira, eu sei. O que há de mal na expressão? Nada. Mas eu sou descendente de portugueses e dizem que portugueses levam tudo ao pé da letra. “Meu iPod é Sony” é algo que não pode ser levado ao pé da letra.

Os dois neurônios marketeiros logo se puseram a pensar. Chego a conclusão que a Apple conseguiu algo que poucas marcas conseguem. “iPod” virou sinônimo de MP3 Player. O hall das marcas que conseguem esse feito é seleto. Bombril, Xerox, Gilete, Sucrilhos, Cotonete e mais outra dúzia de marcas. Também pudera. Essas marcas viraram sinônimo de produtos com nomes complicados ou longos: Palha de aço, fotocópia, lâmina de barbear, cereal de flocos de milho, hastes flexíveis com ponta de algodão(!). Não poderia ser diferente com MP3 Player. Repete comigo: “MP3 Player”. Mais uma vez: MP3 PLEIEAR. Quantos por cento da população brasileira conseguem pronunciar “Player” corretamente? A maioria deve ficar só no “plea” mesmo. Realmente, “iPod” é bem mais fácil. Só não pode pro pessoal escrever senão "aipodi".

Nessa história, coitada da Sony que nem pode anunciar que seu mais novo celular possui a funcionalidade de “iPod”. Vai ter que continuar usando “Tocador de MP3”.





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Primeira impressão, marketing, marcas e participantes
outubro 23, 2008, 4:35 PM por Fabio Seixas

Um dos melhores conjuntos de slides que vi ultimamente no Slide Share. É grande mas vale a pena.





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Social Media explicado
maio 30, 2008, 12:12 PM por Fabio Seixas

Precisando entender o que é Social Media? Então assista esse vídeo. Mas não espere definições avançadas.

Só falta alguém fazer a legenda em português.

Via É Isso.org





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TwitterMedia
maio 25, 2008, 11:22 PM por Fabio Seixas

Após a gravação Braincast durante o InterMinas 2008, recebemos uma crítica construtiva sobre como falamos do Twitter como ferramenta de mídia. Considerando que toda essa onda de Social Media é coisa nova para todos nós, cabe aqui um pouco de visão sobre o Twitter como mídia.

No fundo, não vejo o Twitter com uma ferramenta de mídia, mas como uma ferramenta de comunicação, na qual podemos fazer de tudo, inclusive publicidade.

Falemos de Social Media primeiro. Minha visão é de que Social Media é simplesmente alavancar uma marca, produto ou serviço utilizando as conexões interpessoais existentes em redes sociais, assim como criar meios para que novas conexões sejam criadas. Quando você envia um scrap para todos os seus amigos do Orkut convidando para o seu aniversário, você está usufruindo do poder da Social Media. O Facebook, de maneira muito inteligente, permite que sejam criados perfis de empresas onde usuários podem se conectar como fãs.

O Twitter, com seu formato de microblog, oferece uma plataforma de conexão fraca, aquele tipo de conexão que não há necessidade que ambas as partes concordem com a criação conexão. Você simplesmente "segue" alguém, mesmo que esse alguém nem saiba que você é. O modelo de páginas de empresas do Facebook funciona da mesma forma. A empresa não precisa te conhecer (aceitar a sua conexão) para que você crie a conexão.

No Twitter, você simplesmente cria um perfil no Twitter e fala para o mundo: "Estou aqui para quem quiser me seguir".

Ora, se a plataforma é exatamente um ambiente para criação de conexões e broadcast de pequenos textos, porque não utilizar esse meio como mais um canal de comunicação com seus clientes?

A natureza do Twitter é de informalidade, algo que pouco se vê no mundo corporativo. Por esse mesmo motivo, podemos utilizá-lo para criar uma conexão mais próxima com os clientes. Empresas inteligentes querem seus clientes por perto para que possam escutá-los. É aquela velha história de que atendimento deveria ser tratado como investimento e não como custo, mas isso é outra história.

Muito mais do que uma plataforma de broadcast de pequenos textos com promoções, novidades e lançamentos, o Twitter é um meio de comunicação. Um lugar onde empresas podem descobrir o que seus clientes pensam e onde podem melhorar.

Mais do que isso, o Twitter é uma ferramenta de boca-a-boca. Nele é possível fazer com que as pessoas falem da sua marca. Ao fazerem isso, essas pessoas estão espalhando para seus seguidores, que espalham para seus seguidores e assim por diante.

Empresas inteligentes questionam o statu quo e buscam conhecer novas mídias, entende-las e testá-las. Só assim iremos compreender todo o poder da Social Media que com certeza vai muito mais além de chamar seus amigos para o seu aniversário.





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Muito melhor que post pago
março 24, 2008, 10:53 AM por Fabio Seixas

Ahhh, o doce sabor do reconhecimento. Trabalhar duro para satisfazer clientes e receber em troca um post de um cliente como o Diogo Azevedo que percebeu o quanto é importante atentarmos para os detalhes.

Um post como esse é melhor do que post pago não porque é de graça, mas porque é sincero e apaixonado, porque consegue mostrar a real experiência com os olhos de quem a vivenciou.

Obrigado, Diogo.





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O que vem por ai no marketing e na propaganda?
março 24, 2008, 1:08 AM por Fabio Seixas

Excelente apresentação do Paul Isakson que abre nossos olhos para onde o marketing moderno está caminhando. Uma clara percepção de que os players do jogo do marketing e da propaganda estão com um novo colega, o consumidor. Incrivel pensar que o marketing antigo se preocupava de maneira errada com esta importante peça do quebra-cabeça.

Via Coletivo sem papas





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"Marketeando" Geeks
janeiro 22, 2008, 12:56 AM por Fabio Seixas

"Variable Flow Turbo. Instant response for the instant-messaging crowd" (Turbo de Fluxo Variável. Resposta instantânea para a multidão das mensagens instantâneas), assim dizia o anúncio de página inteira do carro Acura RDX na revista Wired de fevereiro deste ano.

Normalmente não sou pego por propagandas de revistas, mas essa me chamou a atenção. Não pelo seu visual medíocre, mas pela forma em que tentava atingir o público da revista. Nada de muito criativo, mas absolutamente pertinente.

Outras propagandas de carros na mesma edição não foram felizes neste sentido (a exceção fica com uma excelente peça institucional da BMW). Apenas cumpriram seu papel de ocupar frações de segundo do tempo do leitor entre uma página e outra.

A partir daí me peguei pensando nos desafios de fazer marketing para esse seleto grupo de pessoas, os geeks. Geeks são inteligentes e atualizados, possuem total intimidade com a Internet e, portanto, estão expostos a um sem número de marcas e produtos, mais expostos do que um cidadão comum. Além disso, a mesma Internet que favorece a cultura geek é também a melhor arma contra marcas incompetentes. Colocar a boca no mundo ficou fácil. Geeks digerem marcas incompetentes no café da manhã.

Atingir e fidelizar esse público não são tarefas fáceis. A boa notícia é que a mesma inteligência que permeia a mente destes indivíduos é também responsável por recompensar as marcas que merecem. Seja por um anúncio criativo, um produto fenomenal ou um atendimento competente.

Não sei se os geeks vão dominar o mundo, mas com certeza irão mostrar o caminho.





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Pesquisa: o uso da Internet para formação e lembrança de marca
dezembro 17, 2007, 12:14 AM por Fabio Seixas

No dia 5 de Dezembro o Google Brasil promoveu o evento "Inovações em Branding Online". Não tive a oportunidade de participar devido a outros compromissos, mas meu gerente de conta no Google compartilhou o documento abaixo que foi apresentado por lá.

Nem só de performance (CPC e CPA) vive a rede adSense.

Sobre o evento, o Diego Monteiro fez um artigo dando alguns detalhes.





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Marketing viral de elite
novembro 2, 2007, 6:25 PM por Fabio Seixas

Dizem por ai que a maior sacada de marketing do filme Tropa de Elite foi a pirataria. Discordo plenamente. Apesar de concordar que o bafafá em torno da pirataria do filme gerou muita mídia espontânea, foi outra sacada que fez do filme cair na boca do povo.

O fato de encontrarmos cópias do filme por R$ 10 não é uma forma viral de promoção. Claro, considere viral algo que se espalha organicamente.

A grande sacada dos criadores do filme foram as falas. "Seu fanfarrão", "Pede pra sair!", "Põe na conta do papa" é o marketing viral em sua plenitude.

Você escuta e repete sem parar, espalhando a idéia mesmo para quem ainda nem viu o filme atiçando a curiosidade.


Não que isso seja uma novidade trazida pelo Tropa de Elite. Pulp Fiction vez isso brilhantemente em 1994. Por meses a fio após a sua estréia, as falas do filmes fizeram com que ele permanecesse na cabeça das pessoas aumentando ainda mais seu poder de divulgação. É verdade que toda a polêmica e criatividade do filme também colaboraram, mas foram as falam que levaram o filme para as conversas de botequim.

Pulp Fiction in Typography pegou uma das falam mais interessantes do filme e ajudou a trazer o filme a tona uma década depois.

É bem verdade que em Pulp Fiction as falas eram bem mais elaboradas e longas, mas quem nunca repetiu por ai o diálogo:

-Who's motorcycle is this?
-It's a chopper, baby.
-Who's chopper is this?
-It's Zed's
-Who's Zed?
-Zed's dead baby, Zed's dead....

Cidade de Deus conseguiu muito boca-a-boca com uma única fala matadora: "Dadinho é o caralho! Meu nome agora é Zé Pequeno, porra."

Saquem as 100 falas de filmes mais bacanas:

Então ficamos assim: Precisa fazer uma campanha de marketing viral? Passa pra outro. "Essa pica agora é do aspira."





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Gatilhos no marketing
outubro 15, 2007, 11:30 PM por Fabio Seixas

Dan Heath e Chip Heath, autores do livro Made to Stick (no Brasil, Idéias que colam) são também autores da coluna homônima na revista Fast Company. O último artigo dessa dupla intitulado "Time to get trigger happy" trás um conceito muito interessante que eu não poderia deixar de explorar aqui no blog.

A idéia é de que criar gatilhos no ambiente (environment triggers) para nos ajudar a lembrar de certas coisas, como, por exemplo, deixar um envelope que você não pode deixar de levar para o trabalho perto da porta, são poderosos não só para uso pessoal mas também como ferramenta de marketing.

O artigo baseia-se em um estudo sobre gatilhos feito entre estudantes colegiais. A idéia era simples: fazer com que os estudantes comessem mais frutas e legumes. Eles ofereceram 20 dólares para que um grupo de estudantes. Em troca eles deveriam fornecer informações sobre seus hábitos alimentares. Até ai tudo bem. A sacada do estudo era expor 2 duas peças publicitárias diferentes para os estudantes. Uma dizia "Viva da maneira saudável, como cinco frutas e legumes por dia". A outra dizia "Toda e qualquer bandeja de refeitório precisa de cinco frutas e legumes por dia".

Os estudantes expostos ao segundo slogan comeram 25% mais frutas e legumes, enquanto no outro grupo não houve nenhum aumento, mesmo o slogan sendo mais simpático.

O fato de incluir a bandeja no slogan criou um gatilho no ambiente. Chegando ao refeitório e pegar sua bandeja, o gatilho era acionado fazendo lembrar o anúncio e conseqüentemente a idéia de que era preciso colocar frutas e legumes na refeição.

Mas isso não é novidade para os profissionais de marketing. As marcas de cerveja são craques em implantar gatilhos como esse. Associam praia, amigos e futebol com cerveja. Juntou um bando de amigos, só pode dar em cerveja. Gatilho acionado.

Nesse ponto deixo de replicar o que o artigo expõe para iniciar a exploração por outra área, a utilização de gatilhos no ambiente online.

Gatilhos são disparados por associações de idéias e conceitos. Uma determinada conjunção de fatores faz com que conexões cerebrais sejam criadas resgatando informações da memória.

A publicidade online como ela existe hoje não oferece boas ferramentas para criamos gatilhos. As peças online são expostas juntamente com conteúdos mais importantes para o usuário. Não monopolizam alguns poucos segundos do usuário como uma página de revista, um outdoor ou um comercial de TV.

Mas o ambiente online oferece outra forma de gatilho. Artigos são a ferramenta que mais monopoliza a atenção do usuário. Não é a toa que vemos iniciativas como PayPerPost e ReviewMe que tentam tirar proveito desse momento de atenção. Podemos usar esquemas de associações de idéias para "vender" o que estamos escrevendo. Afinal, o objetivo maior de nossos artigos não é o de influenciar pessoas? Não que isso seja fácil, mas cabe o exercício. Talvez a próxima vez que você veja um comercial de cerveja filmado na praia, lembre deste artigo aqui (eita!).

Imagine o que o slogan do seu blog pode criar em termos de gatilhos, ou mesmo parar para pensar que gatilhos, positivos ou negativos, seu slogan atual cria.


Tornar-se referência em algum assunto é o auge em termos de gatilhos de ambiente online. O Brainstorm#9 é referência em publicidade. É natural que ele seja lembrando quando estivermos lendo algo sobre publicidade em qualquer outro blog. O mesmo para o Meio Bit com tecnologia. Ou ainda Edney "Interney" Souza ou Carlos Cardoso como pro-blogger. Alias, o Carlos Cardoso foi muito feliz na sua estratégia com seu antigo slogan "O primeiro pro-blogger do Brasil". É claro que o caminho para se tornar referência não é simplesmente criar um slogan esperto. O trabalho é duro.

Quando falamos de empresas, caímos nas palavras-chaves. Pensou busca, pensou Google. Pensou mp3, iPod. Café expresso, Starbucks. E por ai vai. Tudo em torno de associações de idéias.

Associações de idéias são uma poderosa forma de marketing. Gatilhos de ambiente são uma excelente ferramenta para criá-las.





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O SAC como marketing
agosto 30, 2007, 12:22 AM por Fabio Seixas

A maioria das empresas enxerga o SAC como custo operacional. Não percebem o quanto esta ferramenta pode ser rica se tratada como investimento de marketing.

As empresas desenvolvem planos de marketing e investem muito dinheiro em publicidade para criar pontos de contato com seus clientes. A publicidade é apenas um desses pontos. Outro não menos importante ponto de contato é o ponto de venda. É a loja muito bem cuidada, o bom atendimento do vendedor na pré-venda.

Esses pontos de contato são muito importantes pois levam à efetivação da venda. Mas pensar que somente a venda é importante é miopia empresarial.

Obviamente, é preferrível termos clientes que trazem mais clientes do que ex-cliente que afugentam clientes em potencial.

O SAC é a principal ferramenta que temos para transformar clientes em evangelistas. E principalmente no Brasil, onde acredito haver uma crença geral de que SACs são péssimos, empreendedores atenciosos têm uma chance de se destacar da maioria. Para o cliente, encontrar uma empresa que o trate bem, considerando a escassez de empresas que possuem um SAC fenomenal, é motivo suficiente para iniciarem o boca-a-boca do bem. É mudar o mind-set do cliente de que SAC é um engodo. "Ai que droga! Tenho que ligar para o SAC da minha operadora de celular".

A postura do SAC não deve ser a de proteger o negócio contra clientes ruins, mas a de tornar possível muito outros novos pontos de contato, seja com o mesmo cliente, seja com clientes novos indicados. E quando falamos em clientes indicados, percebemos o poder exponencial existente nas indicações do cliente.

Mas, todos erramos. De vez em quando erramos. O problema em uma empresa não é errar. Clientes em geral possuem um nível inicial de aceite de erros bem tolerável. O ponto crucial é o que fazemos quando erramos. Saber o que fazer quando ocorre um erro é muito mais importante do que não errar. É transformar uma situação de erro em uma oportunidade para mostrar para o seu cliente o quanto a empresa se preocupa, o quanto queremos ver ele satisfeito.

Virgin, Apple, Southwest e Jetblue são exemplos de empresas que percebem no SAC uma oportunidade de marketing e não uma necessidade operacional.

Quando falamos de empresas com operações online, a postura da oportunidade é ainda mais importante pois o cliente está a um click de falar bem ou falar mal. Negócios online podem ser tudo menos impessoais. E a Internet de hoje já permite isso com muita facilidade. As redes sociais, próprioas ou não, estão ai para comprovar.

A Zappos, com sua política de satisfação completa acerta em cheio e demostra que é melhor manter clientes do que conquistar novos, por mais que isso já tenha sido falado tanto.

Algumas técnica para um atendimento excepcional (inspiradas no post do Joel sobre Customer Service)

  • Existem dois tipos de soluções, a imediatista e a preventiva. A imediatista resolve o problema pontual do cliente. Já a preventiva, além de resolver o problema, previne para que aquilo não ocorra novamente. Atendentes de SAC são treinados para serem imediatistas e "se livrarem" do cliente o mais rápido possível. Em estratégia de SAC preventivas, existem procedimentos para identificar e efetivamente resolver problemas futuros.

  • Nunca faça o cliente pensar que ele é idiota. Na verdade ele não é idiota mesmo. Se ele não entendeu algo foi porque a empresa não comunicou direito.

  • Assuma a culpa. Assumir a culpa ajuda a diminuir a raiva do cliente diante de um problema. Faça isso mesmo que a culpa seja evetivamente do cliente. Lembre-se que o importante é o ponto de contato. Um ponto de contato onde o cliente é acusado de culpa é uma experiência muito pior do que alguém tomar a culpa no lugar dele.

  • Surpreenda. Essa é a principal moeda da empresa. Receber um cliente furioso e transforma-lo em um cliente feliz é uma arte que precisa ser masterizada pelo empreendedor. E o fator surpresa é a ferramenta.

    Fica óbvio qual é a política de satisfação do Camiseteria.





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    Doando sangue
    julho 17, 2007, 2:07 PM por Fabio Seixas

    Uma peça muito boa da Banc de Sang i Teixis, empresa pública ligada ao Departamento de Saúde da Catalunha, na Espanha.





    Via Tiago Dória





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    "Word of mouth" by John Reuben
    julho 14, 2007, 1:10 PM por Fabio Seixas

    "Word of mouth" by John Reuben

    I can’t hear what you’re saying
    Just keep the music playing
    It all sounds the same to me

    Good God please have mercy
    Let’s kick the machine till it’s working
    Everybody’s got a great idea
    Do you own the one you’re encouraging
    There’s a first time for everything
    After that it starts to get confusing
    Hold onto your identities loosely
    At least the revolution will be amusing

    Word of mouth
    This is what everybody’s talking about
    So you can tell somebody to tell somebody
    That the next new thing is the same old thing

    We came and we quickly left
    We took what we could get
    I guess we weren’t impressed
    We bored ourselves instead
    What’s after what’s next
    What’s left to get off your chest
    Walking in circles retracing steps
    How many ways can we package the concept
    Mundane it’s all the same
    Remind me later when nothing’s changed
    Time will tell let the future explain
    Until then we’ve got history to make
    Trend-setters real go-getters
    Closed-minded free-thinking hipsters
    Instant classics adored by critics
    It’s just music for the kids

    Word of mouth
    This is what everybody’s talking about
    So you can tell somebody to tell somebody that
    What’s happening has already happened again

    Of course you’ve heard this before
    What are you trying to figure out
    Too much time on your hands
    To analyze what doesn’t count
    What’s wrong with everyday people
    They make the best crowd
    It was never that important
    And the future doesn’t care about your

    Word of mouth
    This is what everybody’s talking about
    So you can tell somebody to tell somebody
    That what’s happening has already happened again

    Word of mouth
    This is what everybody’s talking about
    So you can tell somebody to tell somebody
    That the next new thing is the same old thing

    Word of mouth
    This is what everybody’s talking about
    Familiarity breeds content
    Are you content like me?


    "Instant classics adored by critics"
    Adorei isso. Google, Digg, YouTube. "Dramatic Chipmunk", Sonia "iutubiu", Ruth Lemos. Clássicos "recentes" adorados pelos críticos.

    "Too much time on your hands
    To analyze what doesn’t count"

    Adorei isso também. IMHO, é assim que grande parte da blogosfera funciona.





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    The Brand Gap
    maio 18, 2007, 4:34 PM por Fabio Seixas

    Assisti essa apresentação 2 vezes seguidas. Muito boa. Nem precisa de interlocutor para se fazer entender.

    A Charismatic Brand is any product, service, or organization for which people believe there´s no substitute.




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    The Fundamental Templates of Quality Ads
    maio 7, 2007, 6:21 PM por Fabio Seixas

    Estou lendo o livro Idéias que Colam (Made to Stick: Why Some Ideas Survive and Others Die by Chip Heath and Dan Heath) e logo na introdução os autores citam um estudo entitulado "The Fundamental Templates of Quality Ads".

    Extraí dois trechos do livro:

    Em 1999, uma equipe de pesquisa israelense reuniu um grupo de 200 dos melhores anúncios - propagandas que foram finalistas e vencedoras nas maiores competições de propaganda. A equipe descobriu que 89% das propagandas vencedoras poderiam ser classificadas em seis categorias ou modelos básicos. Isso é incrível. Poderíamos esperar que conceitos muito criativos apresentassem um alto nível de idiossincrasia - como um capricho de tipos criativos natos.

    E ainda:

    Os pesquisadores também tentaram utilizar os seis modelos para classificar outros 200 anúncios (das mesmas publicações e para os mesmos tipos de produtos) que não receberam prêmios. Supreendentemente, quando os pesquisadores tentaram classificar esses anúncios "de menor sucesso", só conseguiram fazer de 2% deles.

    Fiquei impressionado com essa pesquisa. Poderiamos dizer que a eficiência de um anúncio poderia ser identificada através desses modelos básicos? Poderiamos ainda usar tais modelos como guias na criação de propagandas de sucesso?

    O estudo completo pode ser encontrado aqui, em formato PDF.

    Os 6 modelos são:

  • Modelo de analogia pictória: Apresenta analogias extremas de uma maneira visual;
  • Modelo de Situações Extremas: Onde um produto é mostrado em situações incomuns ou o atributo do produto é exagerado ao extremo;
  • Modelo de Conseqüências: Onde aponta conseqüências inesperadas de um atribuito do produto;
  • Modelo de Concorrência: Onde um produto é mostrado como vencedor de uma competição com outro produto, em geral em uma situação de uso incomum;
  • Modelo de Experiências Interativas: Onde os espectadores interagem diretamente com o produto;
  • Modelo de Alteração de Dimensionalidade: Onde as dimenções do produto são manipuladas em relação ao ambiente.

    Alguns exemplos levantados por mim: (e por isso sujeito a alguma classificação errada, já que não fui sou um expert nesta pesquisa) :

    Modelo de analogia pictória: Sony Bravia: A imagem da sua TV tão bonita quanto esse comercial.

    Modelo de Situações Extremas: Honda Accord: mostrando o funcionamento e confiabilidade de um carro de maneira muito incomum.

    Modelo de Conseqüências: Coca-cola GTA: Beba Coca-cola e torne-se uma pessoa boa. (talvez também aplicável dentro do modelo de analogia pictória)

    Modelo de Concorrência: Pepsi vs Coke

    Modelo de Experiências Interativas: "Bi-Nexon", a peça foi premiada com Leão de Bronze no Festival de Cannes 2003. Clareando toda a sala de cinema para mostrar o poder dos novos faróis da BMW.

    Via Brainstorm#9


    Modelo de Alteração de Dimensionalidade: Samsung Millimeters Matters: Não exatamente a manipulçao da dimencionalidade do produto em si, mas uma alteração de dimensionalidade que exagera um atributo do produto. Talvez um misto com o modelo de situações extremas.

    Vale ressaltar que o modelo não se aplica somente a propagandas em video, mas também a qualquer outra mídia.





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    O que fazer quando seu produto é amado.... e odiado?
    maio 6, 2007, 6:05 PM por Fabio Seixas

    Se você ainda não ouviu falar é porque em Terra Brasilis elas ainda não são muito populares. As sandálias Crocs são aquele tipo de produto que as pessoas amam ou odeiam.

    Lidar com produtos que as pessoas amam ou são indiferentes é muito simples. Só não é mais simples do que lidar com produtos que as pessoas só odeiam. Estes simplesmente deixam de existir.

    Mas como lidar com o poder popular quando falamos de um produto com emoções tão ambíguas?

    Talvez o senso comum diga que o certo é combater as pessoas que falam mal do seu produto. Mas outra estretégia, talvez mais inteligente, seja deixar que falem. Afinal combater o enorme poder do povo é perda de tempo. É aquele velho ditado: "Falem mal mas falem de mim".





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    Google Adsense via widgets: Gadget Ads
    maio 5, 2007, 11:18 PM por Fabio Seixas

    De acordo com o Online Media Daily, o Google pretente, ainda esse ano, oferecer anúncios em forma de widgets na sua extensa rede de parceiros.

    Os anunciantes poderão desenvolver os "gadgets" e publica-los na rede de publicidade do Google. Mais do que banners interativos, os widgets ads poderão revolucionar a forma como conhecemos a publicidade online já que as possibilidades de interação são muito maiores.

    Via Niall Kennedy





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    Qual técnica de viral é melhor?
    abril 27, 2007, 2:52 AM por Fabio Seixas

    A eMarketer fez uma pesquisa sobre marketing viral e descobriu quais as técnicas mais eficientes de marketing viral.

    tecnicas_marketing_viral.gif

    Os chamados "cool microsites" são os mais eficientes. Exemplos desse tipo de site seria o Subservient Chiken.

    Melhor ainda se o marketeiro conseguir conciliar 2 ou 3 estratégias eficientes em uma mesma campanha.





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    Seth Godin, Google
    abril 24, 2007, 12:12 PM por Fabio Seixas

    Para entender porque o Google tornou-se a marca mais valiosa do mundo, sugiro a leitura do artigo The Brand Formula do Seth Godin.





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    Heroes: Excelente marketing de guerrilha
    março 11, 2007, 10:09 PM por Fabio Seixas

    Quem é deste planeta e não passou as últimas semanas sem ver televisão sabe que o seriado do momento é o Heroes.

    Assim como Lost, esse seriado anda gerando um buzz muito grande na Internet. Só que diferente do Lost, eles estão ativamente desenvolvendo ações de guerrilha na web.

    No seriado, uma empresa de papel chamada Primatech Paper é na verdade uma fachada para uma organização que acompanha os "humanos-evoluído" (ou heroes) do seriado.

    Numa ação muito bacana, a NBC, criadora do seriado, colocou na internet o site da Primatech Paper que na verdade nada mais é do que uma "fachada" para identificar humanos-evoluídos.

    Se você se cadastrar no site na seção de empregos, você começará a receber emails com dicas e senhas para partes protegidas do site.

    Numa dessas mensagens, eles informam os secredos para acessar a parte secreta da empresa.

    From: Primatech Paper
    Date: 13-Feb-2007 08:01
    Subject: better hurry

    Last file 4 a while. Go 2 primatechpaper.com, find helix. Same place as b4. Usrnme: bennet pwrd: claire. Matt's code: MPggtn75x Rembr: Usrnme always bennet


    E a ação segue com o envio de novos emails com novas dicas como por exemplo o blog de uma personagem, Samantha, que, creio eu, ainda vai surgir no seriado.

    A ação é interessante porque cria uma dinâmica no envio dos emails aos fãs do seriado, já que eles esperam ansiosos pelas novas "dicas". Faz com que o buzz em torno do seriado seja ainda maior, atiçando a curiosidade de quem ainda não viu o seriado.

    Ou seja, um bom exemplo de como colocar em prática uma ação de guerrilha com todo o potencial de viralidade que a web oferece.





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    A nova comunicação em diagramas
    março 10, 2007, 1:28 AM por Fabio Seixas

    O Fábio Cipriani do Serendipidade colocou em forma de diagramas aquilo que expressei em palavras no post das baratas tontas.





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    Engajamento e diálogo
    março 9, 2007, 5:47 PM por Fabio Seixas

    Só para completar um dos conceitos expostos no post sobre as baratas tontas, queria expor esse pequeno trecho que peguei no blog do Seth Godin e que completa muito bem o que disse previamente:

    Some organizations are good at listening. Some are good at talking. A few are even good at both.

    But having a dialogue is different. It's about engaging in (sometimes) uncomfortable conversations that enable both sides to grow and change.





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    Que nem barata tonta
    março 9, 2007, 8:25 AM por Fabio Seixas

    As empresas estão que nem barata tonta em relação a como fazer comunicação em tempos de mídia 2.0.

    As concluções do Carlos Merigo em relação ao Proxxima 2007 mostram isso. As empresas estão entrando em todos os barcos ao mesmo tempo na esperança de que algum consiga transportar de maneira eficiente sua comunicação com o mercado. Tem o barco dos virais, tem o do UGC/UGM (User Generated Content/Media), o das redes sociais, do snack videos, etc.

    O bem da verdade é que ninguém sabe ao certo como adaptar a comunicação de marketing para os atuais movimentos comportamentais que a Internet vem proporcionando. Isso explica porque a barata anda tonta.

    Não adianta tentar controlar a informação que a essa altura é incontrolável (vide Cicarelli). Engajar se tornou mais importante que vender. Um cliente engajado vale mais do que 100 clientes que "só compram". Interromper é chato, envolver o consumidor é mais divertido (para ele e para a empresa).

    A comunicação daqui a 10 anos vai ser completamente da comunicação feita hoje. Ninguém há de negar isso. Estamos vivendo o tipping point da comunicação. E em pontos de desequilibrios é comum ninguém saber para onde a coisa vai.

    Surgem vários pequenos caminhos que podem ou não virar estradas nos próximos anos. Talvez comunicação até deixe de ter esse nome. Talvez passe a ser chamada de "experiência". Imagine como será o "planejamento anual de experiência de marketing" ou quais as "diretrizes de experiência de marketing definidas pela diretoria" ou ainda "qual o budget de experiência para o próximo ano?". Interessante pensar desta forma.

    Um exemplo de como estamos perdidos: A revista Super Interessante de março/2007 trouxe um anúncio da West Coast, uma marca de sapatos, que está lançando uma rede social ala Orkut chamada Bitnautas. Me pareceu uma ação meio sem sentido. Acho que as empresas se esquecem de fazer a pergunta básica em termos de redes sociais: Qual a motivação do usuário em participar? Sinceramente não sei qual seria a motivação de uma rede social como essa. "Se relacione com outras pessoas que tenham um sapato igual ao seu"?

    Do ponto de vista de redes sociais, as empresas precisam entender que elas devem SER a rede social e não somente TER uma rede social com a sua marca.

    Os próximos anos serão excitantes neste mercado. Muita coisa vai ser questionada e reavaliada. Como em qualquer mudança de paradigma, vão haver aqueles que acreditam que nada mudou e aqueles que vão exagerar nas mudanças. Como tudo na vida, o equilibrio deve prevalecer.





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    Fabio Seixas no Alternativa 2007
    março 3, 2007, 2:27 PM por Fabio Seixas

    15 e 16 de março vai acontecer em Fortaleza o Alternativa 2007, um seminário de Propaganda e Marketing voltado à arte do Marketing de Guerrilha.

    Vou apresentar a palestra "A Web propaganda e as novas tendências da Internet".

    O evento vai contar ainda com Carlos Merigo do Brainstorm #9, Gustavo Fortes da Agência Espalhe e Wagner Martins do Cocadaboa.





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    Como fazer marketing viral
    janeiro 19, 2007, 6:35 PM por Fabio Seixas

    Não. Não pense que vou escrever aqui uma receita de bolo necessária para criar uma campanha viral efetiva.

    Mas vou mostrar uma coletânea de ideias pescadas e traduzidas de outros autores blogosfera a fora. Pequenos insights que podem ajudam a deflagar uma boa ideia para um bom viral.

    De Seth Godin, "O que torna uma idéia viral?"

    Ninguém "envia" uma idéia ao menos que:

    a. que tenham compreendido-a

    b. que tenham vontade de espalha-la

    c. acreditem que espalhar a idéia irá aumentar seu poder (reputação, receita, amizades) ou sua paz de espírito

    d. o esforço necessário para enviar a idéia seja menor que os benefícios

    Ninguém "pega" uma idéia ao menos que:

    a. a primeira impressão demande uma pesquisa mais profunda

    b. já tenham compreendido as idéias fundamentais necessárias para endender a nova idéia

    c. o remetente seja de confiança ou respeitável o suficiente para investir o tempo necessário

    De Ralph Wilson, "Os seis princípios do marketing viral"

    1. Distribui gratuitamente produtos e serviços com algum valor

    2. Ofecer um meio sem eforço de envio para outros

    3. É facilmente escalável do pequeno para o muito grande

    4. Explorar motivações e comportamentos comuns

    5. Utiliza redes de comunicação já existentes

    6. Tira proveito de recursos de terceiros

    De Kevin Nalty, "Os sete pecados capitais da propaganda por video viral"

    1. Criar uma vaca preto e branca

    2. Fingir que não está fazendo propaganda

    3. Gastar uma fortuna na produção

    4. Apenas comunicar ao invés de engajar

    5. Fazer um concurso de video só porque todos estão fazendo

    6. Estabelecer metas irreais de conversão

    7. Jogar a toalha e decidir só anunciar usando video virais

    Desta últma lista, o item 4 me fez lembrar a ação de mal gosto da RedBull no metrô de São Paulo.





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    Seu blog é um cartão de visitas ou um empreendimento? (Ou "Você anunciaria seu blog?")
    janeiro 10, 2007, 5:17 PM por Fabio Seixas

    Percebo que a espectativa geral entre blogueiros é conseguir ganhar dinheiro com seus blogs através de publicidade. Pode ser um dinheirinho qualquer só para afagar o ego destes que escrevem apaixonadamente e ajudar na psicologia pessoal interna (?!) de que "esse meu blog serve para alguma coisa". Pode ser também a intenção pro-blogger de conseguir viver daqueles textos curtos publicados gratuitamente na Internet.

    Nada de mal nisso. Já disse aqui no blog que gostaria de ver mais pro-bloggers brazucas. Nada de mal também em não querer ganhar dinheiro com blogs. Por hora esse é o meu caso. Digo por hora porque planos futuros em andamento podem mudar um pouco esse posicionamento, não pela renda proveniente da publicidade, mas pelo apoio ao próprio plano. Mas isso é outro papo. Voltemos ao rumo.

    Ou seu blog é seu cartão de visita, aquele lugar onde alguem pode te conhecer melhor (profissionalmente ou não) ou seu blog é um empreendimento, um negócio, algo que tem como simples objetivo de ganhar dinheiro, dar lucro.

    Eu, particularmente, sou adepto do modelo cartão de visita. Não o defendo. Nem evangelizo o modelo blog as business. Ambos são extremamente válidos. Essa é uma questão pessoal.

    Ao analisar o modelo dos blogs que querem ganhar dinheiro como negócios, me deparei com a pergunta: Se você quer ganhar dinheiro com seu blog, você anunciaria ele? Investiria Reais em alguma mídia, seja online, offline, guerrilha, links patrocinados ou o que for para divulgar seu blog?

    Acho que a maioria não investiria. Mesmo muitos daqueles ditos candidados a pro-bloggers.

    Blogs novos, sem tráfego, sedentos por dólares do ad-sense são como empresas start-ups. Ninguém conhece. Ninguém visita. As start-ups "normais", empresas constituídas, reservam parte do seu capital inicial para a importante tarefa de divulgação. É isso que criará a primeira geração de usuários/consumidores. Geração essa que pode ser utilizada posteriormente para alavandar divulgações virais baratas e boca a boca. O investimento em divulgação é fator importante para manter o seu crescimento mês após mês.

    Start-ups, em sua grande maioria, reinvestem o lucro dos primeiros meses de vida, por menor que seja, na própria empresa, normalmente na divulgação, na tentativa válida de criar uma bola de neve de divulgação da marca.

    Se você é sério sobre ganhar dinheiro com seu blog (ai excluem-se aqueles citados acima que querem apenas afagar seus egos) você deveria investir em divulgação. Tire Reais do bolso e compre ad-words para o seu blog. Pegue aquele chequinho do Google e compre mais ad-words ao invés de pagar o ingresso do cinema.

    Muitos de você comentarão neste post: Porque investir em divulgação se posso divulgar meu blog comentando em outros blogs, usando o orkut, Technorati, BlogBlogs, Google e afins?

    Minha resposta curta seria: Porquê não?

    Minha resposta longa seria: Porque investir nesses meios é obrigatório para quem quer ganhar dinheiro com blogs. Porque você pode conseguir muitos outros visitantes diferentes, com perfis diferentes, gosto diferentes, bolsos diferentes, usando outros meios de divulgação pagos, além dos visitantes que você conseguiria usando os métodos gratuitos.

    Não creio que essa minha opnião irá mover montanhas. Tenho plena confiança de que a grande maioria não é séria sobre ganhar dinheiro com blogs. A grande maioria apenas oferece ad-sense com o pensamento "não custa nada. o que vier é lucro".

    Nesse ponto eu volto ao princípio deste texto. Se ganhar dinheiro no seu blog não é algo que você leva a sério, porque então colocar propaganda nele? Não seria melhor seu blog ser um cartão de visita muito mais amigável sem links patrocinados ou banners que no final das contas não rendem nem o ingresso do cinema?

    No aspecto da publicidade, a blogosfera é concorrente. Todos esses blogs com ad-sense estão disputanto os visitantes, seus eyeballs e seus clicks em anúncios. Aquele blog que é seu parceiro é também seu concorrente. Ele está disputando com você a atenção dos usuários de Internet.

    Defendo que "blogs empresas" anunciem por dois motivos:
    1- Iria alimentar o próprio mercado nacional de publicidade (o ad-sense, especialmente). Os Reais que você paga hoje são o lucro de amanhã, quem sabe vindo do anúncio de outro blog.

    2- Iria trazer novos leitores para a blogosfera. O tipo do leitor que não tem blog. Esse é importante, porque o leitor que também é blogueiro não clica tanto em anuncio (pelo menos eu acho).

    Para os que neste momento estão com a frase "eu sou sério sobre ganhar dinheiro com meu blog" pairando pela mente, pense em reinvestir todo o seu lucro de ad-sense na divulgação do seu blog.

    Ps.: O único anúncio de blog que vi por aqui, foi o do Blog da Tecnisa, que na verdade é um blog corporativo. Esse tipo de blog em geral não tem a pretenção de ganhar dinheiro com publicidade e sim com a venda de seus produtos e serviços.

    anuncio_blog.png





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    Evangelismo com conteúdo gerado pelo usuário
    janeiro 5, 2007, 4:04 PM por Fabio Seixas

    O marketing evangelista é o melhor de todos.

    Um cliente satisfeito resolver investir seu proprio tempo criando algo positivo em prol de uma marca.

    Veja aqui

    Via: Blog do Rodrigo Habib no BlogBox Camiseteria





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    Atenção para o Top de 8 segundos
    dezembro 13, 2006, 6:54 PM por Fabio Seixas

    Já pararam para pensar que o formato de mídia Top de 8 segundos, muito utilizado pelas emissoras de TV no passado, seria perfeito para a veiculação de anúncios nos vídeos online?

    Pois fica o convite: Se alguém usuário do VideoLog.tv que tenha um bom público cativo e vídeos sendo postados com boa periodicidade estiver interessado, podemos conversar num possível modelo de patrocínio por camisetas do Camiseteria.





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    7 dicas de margeting viral
    novembro 26, 2006, 11:04 PM por Fabio Seixas

    Um bom artigo com 7 dicas para fazer um bom marketing viral.

    Gostei especialmente da seguinte parte:

    Viral marketing is all about a good story. When BMW put out BMW Films, the main ingredient was not the cars, but the story. Replace the car with another one, and it would still be great. When Sony made their Bravia TV ads, the product was not even seen - yet everyone remembers it.




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    É tudo uma questão de marketing e experiência (ou "como entregar menos e ainda cobrar mais")
    novembro 21, 2006, 4:50 PM por Fabio Seixas

    Sabe o Suflair, o chocolate da Nestlé? Já pararam para pensar na sacada de marketing ao desenvolverem esse produto?

    Pegue uma barra de chocolate normal, coloque um monte de bolhas de ar dentro dele (uhh.. menos chocolate?), crie uma imagem de sofisticação e venda uma quantidade menor de chocolate por um preço maior. E você ainda come aquilo achando ótima a sensação de comer um chocolate aerado.

    Imaginem quanto aquela pequena ideia de colocar bolhas dentro do chocolate criando uma excelente sensação ao comer não trouxe de aumento de lucratividade para o produto?

    É tudo uma questão de marketing. É tudo uma questão de experiência do consumidor.





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    Não tente fazer propaganda
    outubro 21, 2006, 3:39 PM por Fabio Seixas

    A matéria sobre a venda do YouTube para o Google publicada na revista Veja de 18 de outrubro me deixou deveras incomodado.

    A matéria era bem normal, igual a qualquer outra que falou sobre a venda do YouTube para o Google, mas um box falava sobre "a nova cultura da internet" com "os mandamentos dessa 'nova' geração".

    Um desses mandamentos era:


    Não tente fazer propaganda
    São consumidores avessos à publicidade tradicional, por julgá-la intrusiva. Para atingi-los, as empresas apostam no marketing viral: as propagandas são calculadamente disfarçadas e se espalham na base do boca-a-boca.

    ISSO ESTÁ ERRADO!

    1- Se a nova geração da internet é avessa à publicidade, porque então eles compram iPods, Nikes e Coca-Colas? Será que essa "nova geração" ignora todos os produtos estampados em outdoors e comerciais de TV?

    2- A grande maioria das ações de marketing "calculadamente disfarçadas" não chegam nem a chamar a atenção. No máximo um burburinho inicial e nada mais. O grande volume de ações virais que dão certo são justamente aquelas que não tinham a pretensão de serem tão grandes.


    3- Marketing viral é mais uma ferramenta disponível par ao mix de marketing. Apostar somente em marketing viral é o mesmo que esperar ficar rico com a mega-sena. É possível, mas dá pra contar só com isso? Acho que não.

    4- Para cada empresa que se tornou enorme sem fazer propaganda existem outras dezenas que se tornaram gigantes na base da propaganda.

    5- O fato de algumas poucas empresas (dá pra contar nos dedos) terem se tornado gigantes sem fazer *muita* propaganda não significa que todas as empresas não devem fazer propaganda. Propaganda é uma ferramenta para fazer uma empresa crescer. Mesmo as que não precisaram dessa ferramenta poderiam te-la usado para criarem participações de marcado ainda maiores.

    Só para ilustrar: Todo o hype em torno do iPod só existe por causa das propagandas geniais que o sustentam. Alie essa ferramenta ao boca-a-boca eficiente (calculadamente disfarçados ou não) e ai você tem nitroglicerina pura.

    Update 1: Já que exemplifiquei o assunto com o iPod da Apple, deêm uma olhada nos TOP 10 comerciais da Apple. Via Sedentário Hiperativo

    Update 2: Vê se dá pra entender. Na Veja dessa semana (22/10/06), no meio de uma matéria sobre empreendedorismo entitulada "O jogo do empresário" está escrito: "Fazer progadanda é necessário." Vai entender.





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    Baratinho e eficiente
    setembro 8, 2006, 5:59 PM por Fabio Seixas

    A forma mais barata de você se engajar na discussão de seus clientes sobre seus produtos é.... adivinhe... ter um blog.

    Se ter um blog significa aproximação dos seus clientes com a sua marca e produtos e além disso ver de perto qual a percepção deles sobre seus produtos, então porque você ainda não tem um blog?

    Existe desvantagem em ter um blog que fale da sua marca e do seu produto? Acho que não.





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    Político 2.0
    agosto 31, 2006, 9:05 PM por Fabio Seixas

    Estou eu aqui com o meu computador ligado de um lado e a TV do outro com o horario político passando.

    Fiquei pensando... quando será que os políticos vão perceber o poder da Internet?

    Tirando os governadores, senadores e presidentes quase nenhum divulga um endereço de email ou de site sequer. Somos 30 milhões de usuários. Nada menos que 16% da população. Pessoas que em sua maioria utilizam a web para buscar informação. Classe média em sua maioria, formadores de opnião em seus grupos sociais.

    Quando esses candidatos a deputado federal e estadual vão perceber que podem fugir da tirania dos 10 segundos da TV aberta e se deliciar com o limite de 10 minutos do YouTube? 10 minutos é mais tempo do que o Lula tem no horário político gratuito.

    Porque esses caras que se esforçam para gritar seus números de candidato não estampam na tela da TV uma URL do tipo www.22233.com.br?

    Mesmo um sujeito cujo número era 2549 que falou em inclusão digital sequer divulgou um email ou endereço de site.

    Isso só prova que a grande maioria, principalmente os candidatos para cargos menores, não possuem a vanguarda necessária para mudar suas comunidades.

    Como sempre, existem as raras exceções. Esse tem até blog e vídeos no YouTube.

    Obs.: Só como observação, não tenho qualquer ligação ou intenção de divulgar os candidatos acima citados. O objetivo é apenas mostrar formas boas de utilizar a Internet como meio de divulgação política. Terei prazer em linkar aqui outros sites com bons exemplos.





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    yTrends
    agosto 30, 2006, 10:55 AM por Fabio Seixas

    O Michel Lent deu a dica.

    O Núcleo Jovem da Abril realizou esse incrível trabalho de pesquisa sobre o jovem brasileiro abordando questões como comportamento, consumo, design, etc. O trabalho chama-se yTrends.

    Um parte muito particular da pesquisa me chamou atenção. "Novos Consumidores: 10 tendências do consumo jovem". Colocando de forma simples uma série de tendências conhecidas, a turma conseguiu compilar os itens que os empresários focados em jovens devem se preocupar. São eles:

    1- Geração Seleção
    2- Consumo Viral
    3- Consumo de Expectativa
    4- Comportamento Indie
    5- Design Nation
    6- O Consumidor é o Conteúdo
    7- Psiconomadismo
    8- Mente Global, Alma Local
    9- A Revolução Natural
    10- Consumo do Vazio

    Eu mesmo fiquei impressionado como a minha empresa, o Camiseteria, está alinhando com essas tendências sem mesmo ter noção racional de algumas delas. Algumas tendência são claramente identificadas em nossa operação como "Geração Seleção", "Consumo Viral", "Design Nation" e "O Consumidor é o Conteúdo". Mas fiquei feliz em identificar também o "Consumo de Expectativa", "Comportamento Indie" e "Consumo do Vazio".

    Para quem quiser entender melhor as tendências, a visita é extremamente recomendada.





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    Sinceridade e transparência (ou "Como ganhar credibilidade com seus clientes mesmo depois de ter feito merda")
    agosto 3, 2006, 7:30 PM por Fabio Seixas

    Qualquer um, qualquer empresa, algum dia, em algum momento vai errar e fazer a maior besteira de todas. Aquela que você vai se arrepender por um bom tempo.

    Não foi diferente com a Dreamhost, umas das 30 maiores empresas de hosting dos EUA.

    Em um post impecável que transbordou transparência e sinceridade, eles expuseram ao mundo todos os problemas que tiveram nas últimas semanas que os levaram a ficar fora do ar por diversas ocasiões (sei bem o que foi, já que parte do Camiseteria fica hospedado lá). Alguns erros foram deles, outros de terceiros. Mas isso não importa. Erraram e erraram feio.

    O mais importante é saber aproveitar situações como essas para angariar mais alguns pontinhos com seus clientes e o mercado. E, ao meu ver, foi justamente o que eles conseguiram.

    Um pedido de desculpas sincero mostra o quanto você está comprometido com os que estão a sua volta. Afinal, merdas sempre acontecem.





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    Compre online e publique sua foto
    agosto 3, 2006, 10:48 AM por Fabio Seixas

    A Amazon está permitindo que seus usuários publiquem fotos deles utilizando os produtos comprados na Amazon.

    Bem, quem já é cliente do Camiseteria, já conhece isso a bastante tempo. :)





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    As pessoas querem ajudar
    julho 27, 2006, 12:41 PM por Fabio Seixas

    Um dos meus blogueiros preferidos, Mark Cuban, milionário, ex-dono do Broadcast.com, atual dono do NBA team Dallas Maverics, lançou uma iniciativa interessante.

    Além de dono dos Maverics, Cuban também é dono de uma rede de cinemas. Em seu blog, ele criou um desafio: Resolva o problema de como levar mais pessoas ao ciname gastanto menos com marketing que eu lhe darei um emprego para colocar a idéia em prática.

    Até o momento da autoria desse post, 745 comentários foram feitos no artigo original dando idéias de como resolver o problema. Eu mesmo deixei a minha sugestão.

    A questão é que, para a maioria das pessoas que escreveram, a motivação não foi o emprego em si. A grande maioria nem se quer trabalham no ramo de cinema. O que constatei é que as pessoas se sentem bem em ajudar. Se sentem melhor ainda se para ajudar tenham que colocar seu lado criativo para funcionar.

    Foi assim no meu caso. Mesmo que Mark Cuban me ofereça um emprego (improvável, já que minha idéia nem era tão fenomenal assim) eu provavelmente não aceitaria pois essa não era a minha motivação ao ajudar.

    Surgiram idéias fantásticas, muitas aplicaveis não só ao problema proposto. O que prova que as pessoas realmente se engajaram em resolver o problema.

    Uma iniciativa parecida, aqui no Brasil, foi lançada por Alex Castro e divulgada no Carreia Solo, do Mauro Amaral. A idéia é engajar a comunidade a ajuda-lo a resolver seus problemas, no caso do Alex Castro, criar a nova identidade visual das capas de seus novos Ebooks. Apesar de voltada apenas para designers, o conceito é bom: "Me ajude a resovler meu problema de design dos meus livros que vou te recompensar com 5% de comissão sobre as vendas"

    Ou seja, ajuda colaborativa e engajadamente criativa. Talvez nesse caso, por se tratar de um trabalho mais braçal, a motivação maior ainda seja a comissão, mas com certeza, junto disso vai a motivação de simplesmente querer ajudar.

    Então, mãos a obra.





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    Ovo = Marca
    julho 14, 2006, 6:55 PM por Fabio Seixas

    galinha.jpg

    Via Hidden Persuader





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    Capacidade de viralidade
    julho 7, 2006, 7:33 PM por Fabio Seixas

    Imagino que a capacidade de algo se tornar extremamente viral é diretamente proporcional ao tamanho do ambiente. Existem talvez centenas de casos de crescimento viral exponencial em sites de língua inglesa. MySpace, Digg, Technorati, Wikipedia, Google, YouTube, etc, etc, etc.

    No Brasil, acho que ficamos em apenas algumas dezenas de casos. Ruth Lemos, Havaina de Pau, Orkut. Se analizarmos somente empresas e sites e não memes populares como Ruth Lemos e Katilce, só consigo me lembrar do Orkut mesmo.

    O caso do crescimento do Orkut no Brasil é, ao meu ver, um dos pouquíssimos casos de crescimento extramamente viral de um site comercial no Brasil. Talvez possamos citar Fotolo.net e Flogão.com.br também.

    Chego a conclução que quanto maior o tamanho do ambiente, maior é a propabilidade de virus serem espalhados. Meio óbio, é verdade, mas bem sensato. É o que ocorre com sites da lingua inglesa. Com um ambiente maior a disposição do virus, fica muito mais propício que ele encontre um caminho de crescimento exponencial.

    O caso Orkut mostra que existe espaço para outros casos ocorram no Brasil com a mesma magnitude. A questão é: Porque são tão poucos os casos de sites com crescimento exponencial no Brasil? Porque mesmo nos casos em que isso aconteceu, ocorreram com sites estrangeiros e não com sites nacionais? Será que não somos nacionalista no quesito "serviços de Internet"?

    Acredito que temos uma tendência a dar mais crédito a sites estrangeiros. A não ser que aja um forte fator que favoreça o site nacional. A comparação neste momento fica entre a Amazon.com e o Submarino.com.br e sites de ecommerce de maneira geral. A questão da logística, proximidade física e moeda estrangeira é o fator que favorece os sites nacionais de em relação aos estrangeiros.

    Obviamente o fator que mais favorece os sites nacionais é a língua. Já se foi a época em que a maioria dos usuários de Internet falavam (ou pelo menos liam) em inglês. Com a Internet se popularizando, cada vez mais entram novos usuários que não possuem o domínio sobre o inglês.

    Podemos ser mais nacionalistas? Devemos dar mais crédito e fazer mais boca-a-boca de sites nacionais em detrimento a sites estrangeiros onde os fatores citados acima não são determinantes? Faltam projetos nacionais que mereçam o boca-a-boca?

    Na minha opnião as respostas são: sim, sim e sim.





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    Million dollar pixels, versão offline
    julho 6, 2006, 7:10 PM por Fabio Seixas

    bb.jpg

    Achei que nunca mais iria falar da mania de Million Dollar Homepages, mas essa aqui me chamou a atenção. Projeto da Sandberg Institute, em Amsterdam.

    Via The Cool Hunter





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    O que presta e o que não presta no Word-of-Mouth
    junho 28, 2006, 11:43 AM por Fabio Seixas

    Achei essa no Brand Autopsy e achei fantástico.

    Spike do Brains on Fire Blog, comenta o que presta e o que não presta nas técnicas de Word-of-Mouth.

    1. If you train your sales force in the ways of evangelism, they become better recruiters. SPIKE SAYS: WORTHY, but not exactly a “go home and implement” tool.

    2. Make it easy for people to find you and tell people about you.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    3. Create a market advisory council.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    4. Use interesting stories to bring your WOM topics to life.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – your identity should already do that.

    5. Encourage your brand champions to tell two friends about you, not just one.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – Give them something to talk about

    6. Do something unexpected and generous for your customers — send a free product (include an extra for them to pass along to a friend) just for being a valued customer.
    SPIKE SAYS: WORTHY, but you don’t have to bribe your customers, just surprise and delight

    7. Identify influentials using online social networking sites.
    SPIKE SAYS: WORTHY, depending on your views of “influentials”

    8. Reach the influencers that don’t raise their hand.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS

    9. Create experiences around your products and services.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    10. Be an evangelist for your evangelists (Send them framed versions of case studies you’ve
    done with them, blog about them, show them off in your newsletters.)

    SPIKE SAYS: WORTHY

    11. Use a memorable collectible as a dinner table centerpiece with the winner’s sticker on the bottom of their chair.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – this is just a sad gimmick, not a WOM tool

    12. Give your audience business card holders packed with ‘tell-someone’ referral cards.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – another bad giveaway gimmick

    13. It’s not just marketing: embed WOM into your sales culture.
    SPIKE SAYS: WORTHY, but not take home actionable.

    14. Use humor or “did you know” language to help consumers feel like they have something funny or unique to add to the conversation.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS

    15. Ask your customers to talk about you.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – this is WOM creationism!

    16. Hide it. Discovery is a trigger for WOM, so make your tool or marketing message hard to find and you’ll create something people will want to talk about and share.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    17. Leverage provocative content to make everyday product talk-worthy.
    SPIKE SAYS: Borderline WORTHY

    18. Ensure you get the best ideas by engaging your WOM agency early in a paid consulting role.
    SPIKE SAYS:WORTHLESS as a WOM tool, but great advice nonetheless!

    19. Make friends with some bloggers (they don’t even have to be famous).
    SPIKE SAYS: WORTHY – but I would add, “and don’t ask them for favors.“

    20. Give your evangelists something to talk about.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    21. Give out your marketing collateral in something noticeable that gets people talking.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – another gimmick

    22. Create a story and let consumers share their best stories of interactions with your product or service.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    23. Create a VIP customer pool and use it.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    24. Make it easy for people to easily spread the word about you (Create a button for their blog or web site, a card or CD they can pass along to a friend, or build a ‘tell a friend’ option.)
    SPIKE SAYS: WORTHY

    25. Release exclusive content (”insider information”) and let your avid customers react and interact with it.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    26. Create clever 30-second virals and post to your home page.
    SPIKE SAYS: Borderline WORTHY – in this day and age of viral saturation, it’s gonna have to be either really great or really relevant to be effective.

    27. Take a cue from gossip rags such as InFocus or US Weekly and use surveys to add interesting facts to your WOM stories.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – this is just a tiny add-on.

    28. Let your customers create — provide ways to make it easy for consumers to customize and show off their creativity.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    29. Use ‘free or low-charge’ release services to announce new products and services like Soflow, 24-7 PR, PR Leap, PR Free.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – this is cheep PR, not WOM.

    30. Let your evangelists know you’re listening. (Comment on their blogs, invite them to webinars or to your office for a VIP Tour and to meet the product or service teams, schedule meet-ups in cities and invite your customers to attend).
    SPIKE SAYS: WORTHY

    31. Measure results, not actions.
    SPIKE SAYS: WORTHY – a lot of WOMM is touchy-feely, which is important, but we’re also here to drive sales.

    32. Put the right tools in the hands of your most influential consumers to help them tell your story.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    33. Bring your most loyal customers on the inside by involving them in your product development or marketing initiatives.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    34. Poll your sales force for good closing stories, then edit and distribute to use as testimonials.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS as far as WOM goes, but a good idea.

    35. Create a customer community of your most loyal customers.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    36. If you’re going to give something away for free, focus on quality merchandise that influencers value and seed it in the places they naturally frequent.
    SPIKE SAYS: Barely WORTHY

    37. Set the table for WOM to occur by giving your customers tools to initiate it.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    38. Join in the conversation (and start one if needed).
    SPIKE SAYS: WORTHY

    39. Tap into people’s sociability to propel WOM.
    SPIKE SAYS: WORTHY, but how?

    40. Identify “portable conversations” to give your advocates something to talk about.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS

    41. Use the Buddy System and partner with your evangelists to work together on bigger projects.
    SPIKE SAYS: WORTHY, but I think this same idea is listed above?!?

    42. Partner with evangelists and create opportunities for them to sing your praises.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    43. Print referral cards which customers can give to their friends.
    SPIKE SAYS: Borderline WORTHLESS

    Via: Brand Autopsy: Word-of-Mouth Marketing Ideas. Some Worthy. Some Worthless.





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    O que presta e o que não presta no Word-of-Mouth
    junho 28, 2006, 11:43 AM por Fabio Seixas

    Achei essa no Brand Autopsy e achei fantástico.

    Spike do Brains on Fire Blog, comenta o que presta e o que não presta nas técnicas de Word-of-Mouth.

    1. If you train your sales force in the ways of evangelism, they become better recruiters. SPIKE SAYS: WORTHY, but not exactly a “go home and implement” tool.

    2. Make it easy for people to find you and tell people about you.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    3. Create a market advisory council.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    4. Use interesting stories to bring your WOM topics to life.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – your identity should already do that.

    5. Encourage your brand champions to tell two friends about you, not just one.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – Give them something to talk about

    6. Do something unexpected and generous for your customers — send a free product (include an extra for them to pass along to a friend) just for being a valued customer.
    SPIKE SAYS: WORTHY, but you don’t have to bribe your customers, just surprise and delight

    7. Identify influentials using online social networking sites.
    SPIKE SAYS: WORTHY, depending on your views of “influentials”

    8. Reach the influencers that don’t raise their hand.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS

    9. Create experiences around your products and services.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    10. Be an evangelist for your evangelists (Send them framed versions of case studies you’ve
    done with them, blog about them, show them off in your newsletters.)

    SPIKE SAYS: WORTHY

    11. Use a memorable collectible as a dinner table centerpiece with the winner’s sticker on the bottom of their chair.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – this is just a sad gimmick, not a WOM tool

    12. Give your audience business card holders packed with ‘tell-someone’ referral cards.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – another bad giveaway gimmick

    13. It’s not just marketing: embed WOM into your sales culture.
    SPIKE SAYS: WORTHY, but not take home actionable.

    14. Use humor or “did you know” language to help consumers feel like they have something funny or unique to add to the conversation.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS

    15. Ask your customers to talk about you.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – this is WOM creationism!

    16. Hide it. Discovery is a trigger for WOM, so make your tool or marketing message hard to find and you’ll create something people will want to talk about and share.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    17. Leverage provocative content to make everyday product talk-worthy.
    SPIKE SAYS: Borderline WORTHY

    18. Ensure you get the best ideas by engaging your WOM agency early in a paid consulting role.
    SPIKE SAYS:WORTHLESS as a WOM tool, but great advice nonetheless!

    19. Make friends with some bloggers (they don’t even have to be famous).
    SPIKE SAYS: WORTHY – but I would add, “and don’t ask them for favors.“

    20. Give your evangelists something to talk about.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    21. Give out your marketing collateral in something noticeable that gets people talking.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – another gimmick

    22. Create a story and let consumers share their best stories of interactions with your product or service.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    23. Create a VIP customer pool and use it.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    24. Make it easy for people to easily spread the word about you (Create a button for their blog or web site, a card or CD they can pass along to a friend, or build a ‘tell a friend’ option.)
    SPIKE SAYS: WORTHY

    25. Release exclusive content (”insider information”) and let your avid customers react and interact with it.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    26. Create clever 30-second virals and post to your home page.
    SPIKE SAYS: Borderline WORTHY – in this day and age of viral saturation, it’s gonna have to be either really great or really relevant to be effective.

    27. Take a cue from gossip rags such as InFocus or US Weekly and use surveys to add interesting facts to your WOM stories.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – this is just a tiny add-on.

    28. Let your customers create — provide ways to make it easy for consumers to customize and show off their creativity.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    29. Use ‘free or low-charge’ release services to announce new products and services like Soflow, 24-7 PR, PR Leap, PR Free.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS – this is cheep PR, not WOM.

    30. Let your evangelists know you’re listening. (Comment on their blogs, invite them to webinars or to your office for a VIP Tour and to meet the product or service teams, schedule meet-ups in cities and invite your customers to attend).
    SPIKE SAYS: WORTHY

    31. Measure results, not actions.
    SPIKE SAYS: WORTHY – a lot of WOMM is touchy-feely, which is important, but we’re also here to drive sales.

    32. Put the right tools in the hands of your most influential consumers to help them tell your story.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    33. Bring your most loyal customers on the inside by involving them in your product development or marketing initiatives.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    34. Poll your sales force for good closing stories, then edit and distribute to use as testimonials.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS as far as WOM goes, but a good idea.

    35. Create a customer community of your most loyal customers.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    36. If you’re going to give something away for free, focus on quality merchandise that influencers value and seed it in the places they naturally frequent.
    SPIKE SAYS: Barely WORTHY

    37. Set the table for WOM to occur by giving your customers tools to initiate it.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    38. Join in the conversation (and start one if needed).
    SPIKE SAYS: WORTHY

    39. Tap into people’s sociability to propel WOM.
    SPIKE SAYS: WORTHY, but how?

    40. Identify “portable conversations” to give your advocates something to talk about.
    SPIKE SAYS: WORTHLESS

    41. Use the Buddy System and partner with your evangelists to work together on bigger projects.
    SPIKE SAYS: WORTHY, but I think this same idea is listed above?!?

    42. Partner with evangelists and create opportunities for them to sing your praises.
    SPIKE SAYS: WORTHY

    43. Print referral cards which customers can give to their friends.
    SPIKE SAYS: Borderline WORTHLESS

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    Arrume uma outra vida
    junho 22, 2006, 12:17 PM por Fabio Seixas

    Tenho lido ultimamente sobre o Second Life, um game multi-player de realidade virtual que promove uma realidade paralela à nossa onde pessoas comuns da vida real podem criar seus alter-egos virtuais e participar de uma comunidade extremamente calaborativa, com economia ativa e tudo mais.

    Até a American Apparel, lider nos EUA na venda de camisetas básicas no atacado, abriu uma loja nesse mundo virtual. Isso mesmo. É possível fazer negócio dentro do Second Life. Os Linden Dollars, moeda oficial, pode ser convertido em dólares reais.

    O banco americano Wells Fargo, comprou uma ilha dentro do jogo e montou um centro de educação de finanças.

    É um grande exemplo de um negócio baseado em co-criação. O negócio em si é a própria colaboração feita pelos usuários do game. Sem essa co-criação, o modelo de negócio se desfaz. Simplesmente deixa de existir.

    Quem pensou que "Matrix" só poderia existir na telona do cinema, pode estar enganado.





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    WOM: Os grandes começaram a entender
    junho 21, 2006, 3:11 PM por Fabio Seixas

    Parece que os grandes começaram a entender o poder do Word of Mouth (WOM).

    Financial Times: Word of mouth is new ads message





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    BeeMarketing
    maio 21, 2006, 11:32 PM por Fabio Seixas

    Durante minhas pesquisas para o post anterior, achei um anúncio do Google sobre uma nova empresa de marketing viral brazuca.

    BeeMarketing

    Acho bacana a iniciativa de trazer o mesmo modelo de negócio da gringa BzzAgent. Só achei que a empresa, por se propor a criar boca-a-boca deveria iniciar suas atividades colocando em prática aquilo que vende. Ou seja, criando um buzz sobre o seu lançamento. Parece até a história das agência de publicidade que não anunciam.

    De qualquer forma, sejam bem-vindos. Talvez eu mesmo me torne um BeeAgent.

    Obs.: Pronto! Fechei meu final de semana temático sobre marketing viral. :)





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    Marketing viral evolucionista x criacionista
    maio 21, 2006, 11:10 PM por Fabio Seixas

    John Moore do Brand Autopsy trouxe à luz a definição perfeita do novo e do velho marketing pela visão do marketing viral, boca-a-boca.

    Ele apresenta uma visão evolucionista e uma visão criacionista do WOM (Word-of-Mouth/Boca-a-Boca).

    Basicamente ele define que existem 2 tipos de WOM.

    O WOM criacionista é aquela ação pontual criada por alguém. É a tentativa de criar um buzz a partir de alguma ação de marketing, uma peça publicitária criativa ou ação de guerrilha. Exemplos não faltam. Tem o Subservient Chicken da Burguer King, a Festa do Copo Vermelho, os anúncios da Sinaf, os vídeos virais da VW (1, 2, 3)

    Já o WOM evolucionista é aquele que naturalmente surge no ambiente e se desenvolve sem planejamento prévio ou capacidade de controle, fugindo dos limites da ação pontual e atuando a longo prazo. Exemplos empresariais: YouTube, Wikipedia, Google. Exemplos sociais: Katilce, Ruth Lemos. Nenhum desses fenômenos nasceu a partir de uma campanha de publicidade. Todos são caso em que o WOM foi iniciado e enormemente desenvolvido naturalmente.

    O vídeo/palestra abaixo criado por John ajuda a explicar esse conceito.

    O que me chama mais atenção é que na abordagem evolucionista, o conceito de marketing está muito mais entrelaçado com o produto/filosofia da empresa do que com estratégia de publicidade planejada. Eu nunca vi um anúncio do Google, mas a filosofia da empresa e do produto transmite a imagem de marketing necessária para que o produto seja divulgado livremente de maneira exponencial.

    O marketing está deixando de ser algo atribuído ao departamente de marketing e está passando a ser "a empresa" propriamente dita, sua natureza e razão de existir. O marketing de abordagem evolucionista é intrínseco à postura e visão do empreendedor de vanguarda. Se a empresa não tem a visão evolucionista em sua estrutura, dependerá sempre de campanhas de publicidade que a sustente.





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    Entendendo o marketing boca-a-boca
    maio 20, 2006, 7:21 PM por Fabio Seixas






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    RSS como ferramenta de marketing
    maio 18, 2006, 7:32 PM por Fabio Seixas

    A Associação Americana de Marketing sugere que Marketing é "uma função organizacional e um conjunto de processos para a criação, comunicação e agregação de valor para consumidores e para a gerência do relacionamento com o consumidor de maneira a beneficiar a empresa e seus sócios".

    Essa é uma frase deveras acadêmica, mas tem suas verdades. O que quero resaltar aqui é "comunicação", "agregação de valor" e "relacionamento como o consumidor". Marketing é, em sua essência, saber se comunicar e se relacionar com o consumidor agregando valor para ele. Ponto.

    Todo marketeiro que se preza deve estudar e avaliar todas as formas de comunicação com o consumidor. A atenção agora fica por conta do RSS (Realy Simple Syndication).

    RSS é uma forma de se comunicar através da Web, assim como o email e portando deve ser utilizado como ferramenta de comunicação de marketing.

    Ferramenta
    RSS pode e deve ser utilizado para disponibilização de informações pertinentes para o consumidor. Com o aumento do uso do RSS, este dente a ser uma ferramenta de disponibilização de informação muito mais eficiente que o email. O RSS é naturamente Opt-in. O usuário tem o poder total sobre se deseja assinar e ler aquele determinado conteúdo. Diferente do Opt-in do email em que você transfere esse poder para o marketeiro ao entregar seu endereço de email. Se o marketeiro for inescrupuloso ele pode ignorar seu Opt-Out e continuar te ennviando mensagens. No RSS não.

    Isso leva a outra questão. Se o usuário decide quando quiser se vai continuar assinando aquele conteúdo ou não, o marketeiro tem a obrigação de fornecer conteúdo de absoluta qualidade através desse canal. Por que se o conteúdo não agregar valor, o usuario fará o Opt-out. É a seleção natural, afinal ele não consegue acompanhar mais do que uma centena de RSS Feeds. Se você parar para analisar a maioria dos emails marketing, verá que são irelevantes, inapropriados e sem conteúdo que agregue valor.

    Não adianta empurar informação goela abaixo do consumidor. Ele só vai engolir se for de interesse dele.

    O RSS é inversamente proporcional ao email. Enquanto em um você envia informação, no outro o consumidor é que pede informação. Isso já é uma grande mudança de paradigma na relação empresa/consumidor. Segue a mesma tendência de que no mundo do consumo, o consumidor está tomando as rédeas.

    Meio/Disponibilidade
    Uma empresa deve entender que seja lá qual for a informação a ser entregue e/ou disponibilizada ao consumidor, esta deve estar disponível da maneira que o consumidor quer. Se ele quer receber o conteúdo no celular, então crie esse canal. Via RSS? Mais um canal. Outdoor, jornal, TV. Todos canais. RSS é mais um canal, bem barato por sinal, e não deve ser ignorado.

    Tempo otimizado
    Pela mudança de paradigma e inversão do poder, o canal RSS passa a ser um otimizador de tempo, seja do cliente, seja da empresa. Ele só pára pra ler se for do interesse dele. Nada de interrompe-lo no meio da novela ou com um outdoor enquando ele aprecia a paisagem de dentro do ônibus. Por outro lado, imagine a otimização de recursos de atendimento a cliente quando você fala só com aqueles que estão interessados.

    Case
    O Camiseteria.com disponibiliza via RSS todo o seu catalogo de produtos. E olha que só vendemos camisetas. Imagine o Submarino ou a Americanas.com disponibilizando sua seção de promoções via RSS. O consumidor que adora ofertas relâmpago irá adorar a novidade. Irá saber se tem algo que interessa ele sem precisar visitar o site. Sim, o site, aquele que o usuário entra vê uma porção de produtos que não lhe interessa, que tem uma porção de imagens, que é pesado, que o usuário tem que clicar em 4 links até chegar na seção de promoções.

    Conclusão
    RSS não vai te trazer novos espectadores/consumidores. Nesse ponto a mídia tradicional continua exercendo seu papel. Mas este novo canal está se tornando um meio importante de comunicação e tende a crescer muito nos próximos anos.

    Então, marketeiros, comecem a estudar como utilizar o RSS no seu marketing mix.





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    Bafafá do copo
    maio 11, 2006, 1:11 AM por Fabio Seixas

    A agência Espalhe está empenhada em mais uma ação de marketing de guerrilha. Dessa vez envolve o site O que tem no copo vermelho? e uma tentativa de mobilizar a blogosfera brasileira a participar e divulgar.

    Só sei que vai rolar a festa....





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    Sustentação de viral
    maio 10, 2006, 7:39 PM por Fabio Seixas

    Hoje em dia, em qualquer mesa de bar que o assunto em questão seja marketing, é improvável que não seja mencionado a questão do marketing viral.

    Todo marketeiro quer desenvolver a próxima campanha viral que irá criar milhões em vendas com um investimento ínfimo em publicidade. O lema é: crie algo muito criativo, disponibilize na web de forma que as pessoas possam facilmente espalhar, sente na cadeira, cruze os braços e espere o rápido retorno.

    Isso a cada dia me parece mais difícil. Mas não impossível, claro. Mas o que tenho visto é que a maioria das campanhas virais são casos que simplemente viraram virais mas que não foram concebidas para serem virais. Simplesmente aconteceu um glorioso acidente e o buzz foi criado. Difícil ver uma campanha efetiva de merketing viral que foi planejada como tal desde a sua criação.

    O que me parece mais efetivo mesmo são os casos onde um bom produto/idéia/site/serviço gera uma ação viral por si só. Sem planejamento, sem campanha, sem publicidade. Simplesmente aconteceu.

    Tendo isso em vista, parei para analisar o tráfego de alguns sites que sofreram algum efeito viral no seu lançamento. São sites que não fizeram campanha, não vizeram videozinho engraçado, nem desenvolveram alguma promoção.

    São sites que adquiriram um tráfego considerável logo no seu lançamento, propavelmente simplesmente por merecerem tal tráfego, já que a idéia era boa. (Não vou discutir se a idéia é boa mesmo ou não. Aqui não vem ao caso). Selecionei 4 sites:

    -Tribewanted.com: Uma nova forma de fazer turismo. Meio reality show.
    -Googleidol.com: Um concurso no estilo American Idol, só que todo feito via web, usando o Google Video.
    -Alexaholic.com: Meu vício mais recente. Uma ferramenta de comparação de tráfego utilizando os dados do Alexa.com.
    -Similicio.us: Mostra sites similares a partir de uma url informada utilizando dados do Del.icio.us

    Vejam o gráfico comparativo do tráfego destes sites. Observem que todos eles tiveram um crescimento considerável logo a partir do lançamento.


    Versão maior aqui.

    Reparem que não é impossível conseguir um efeito viral logo no lançamento desde que o produto/idéia/site/serviço seja no mínimo interessante ou que desperte curiosidade.

    Mais difícil do que criar um efeito viral orgânico (se é que é possivel forçar a criação de um efeito viral orgânico) é sustentar o efeito viral ao longo do tempo.

    O exemplo mostra que para garantir tráfego sustentado ao longo do tempo, o produto/idéia/site/serviço deve ser mais do que interessante. Ele deve ser realmente útil. Dos 3, apenas o Alexaholic conseguiu manter o crescimento (por enquanto pelo menos). O TribeWanted parece que está conseguindo manter o que conquitou, mas o GoogleIdol e o Similici.us mostram um caminho descentende após o efeito viral do lançamento.

    Só para ilustrar outros casos de crescimento viral orgânico sustentado, segue outro gráfico envolvendo os sites Flickr, YouTube, Digg e MySpace.


    Versão maior

    A questão é que para que o marketing viral seja efetivo, é preciso antes de mais nada um excelente produto/idéia/site/serviço. Sem isso, qualquer ação, seja planejada ou não, irá por agua abaixo.

    A idéia existente é de que basta uma boa campanha viral, aplica-la em um produto/idéia/site/serviço qualquer e desde que a campanha seja boa, o resultado virá.

    Acredito em justamente o contrário. Independente da campanha, se o produto/idéia/site/serviço for bom, o resultado virá organicamente. Claro que a campanha viral não deve ser deixada de lado, mas o enfoque na sua criação deve ser outro. A campanha deve ser encarada com um alavancador, um potencializador de um produto/idéia/site/serviço que por si só já é fantastico.

    O resto é consequencia.





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    Evangelismo de usuários é isso! (Caso você ainda não tenha entendido)
    abril 25, 2006, 7:35 PM por Fabio Seixas

    Se você quer entender o que é um evangelista, veja isso:


    O que é mais poderoso? Gastar "centos" milhões de dólares em uma campanha de marketing que faça um futuro consumidor acreditar na sua história, ou criar um produto fantástico, soberbo, que leva os seus usuários a simplesmente ovacionarem seu produto mundo a fora, via Internet?

    Via Danilo Medeiros social bookmark
    Post original do autor

    Obs.: não deixem de reparar o evangelismo nos comentários no post do autor do vídeo.





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    Pensando propaganda pelo ponto de vista do cliente
    abril 13, 2006, 11:38 PM por Fabio Seixas

    Mônica Sabino, a Dona Wasabi, sabe o que diz quando se trata de propaganda.

    Nesse post ela mostra porque algumas propagandas simplesmente morrem na praia.

    Muito fácil descobrir uma frase de impacto, bonita que o consumidor gosta de ler. Mas difícil mesmo é descobrir um bom link entre o que está escrito no anúncio e o produto que ele vende.

    Obs.: Pelos exemplos que ela usou, quase dá pra saber em que mês está o pimpolho que está vindo. Parabéns Mônica!





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    Anuncioando no concorrênte: guerrilha
    fevereiro 27, 2006, 9:28 PM por Fabio Seixas

    Hebbes.be é um site tipo eBay na Bélgica. Eles resolveram anunciar no próprio site da concorrência, ou seja, no eBay.

    É claro que o eBay já tirou a página do ar, mas só o bafafá em torno da ação já valeu a publicidade. Esse post não me deixa mentir.

    Screenshot da página do eBay:
    moto2ebay-thumb.jpg

    moto2ebay2-thumb.jpg

    Via Adverblog





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    Pensando fora do quadrado
    fevereiro 23, 2006, 8:09 AM por Fabio Seixas

    Uma das principais maneira de se obter sucesso no seu campo de atuação é tentar fazer algo diferente de tudo que o meio já está acostumado a fazer e ver, ou seja, pensar fora do quadrado.

    Um cara chamado Jeff Clark conseguiu isso. Recém formado em marketing, ele não queria simplesmente fazer seu currículo e mandar para 200 empresas na esperança de conseguir uma entrevista de emprego. Então o que ele fez? Virou a mesa. Agora quem busca ele, quem corre atrás de marcar uma entrevista são as empresas. Como? Veja o site dele: IHiredJeffClark.com.

    Via: Seth Godin.





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    Transferência de sensação
    fevereiro 17, 2006, 8:00 AM por Fabio Seixas

    Estou lendo "Blink" de Malcolm Gladwell. Livro brilhante sobre a capacidade inerente de cada ser humano de tomar decições importantes com muito pouca informação e num período de tempo muito pequeno. Ou seja, a decisão num piscar de olhos.

    O livro é basicamente uma séria de experimentos demonstrando essa capacidade. Um dos capitulos do livro fala de uma técnica chamada "Transferência de sensação" e mostra como pequenos fragmentos de informação influenciam de forma significativa a nossa tomada de decição.

    Um exemplo dessa técnica aconteceu nos EUA. Foi uma mudança feita pela Seven-up na embalagem do seu refrigerante de limão. Na época, a Seven-up adicionou 15% de amarelo ao verde das latas de refrigerante. Pesquisas com os consumidores apontaram que a parcepção de sabor era de que o refrigentante tinha mais gosto de lima ou de limão, mesmo que a formula da bebida não tivesse sido alterada.

    No caso da Seven-Up, isso foi um problema pois os comunidores estavam satisfeitos com o sabor do produto e não queriam uma nova formula.

    Ou seja, através de uma percepção visual houve uma transferência de sensação do gosto da bebida para um gosto mais de limão.

    Isso significa que a percepção visual (ou qualquer outro sentido) de pequenos fragmentos de informação são um grande aliado em nossas estratégias de marketing. E não estou me referindo somente a vende de produtos. Imagine a quantidade de fragmentos de informação percebidas de forma inconciênte por um entrevistador em uma entrevista de emprego? Ele pode interpretar de forma inconciênte que aquela gravata com elefantinhos voadores remete uma irreverência particular do candidado, que, dependendo da vaga em questão, pode ser um fator bom ou ruim.

    Isso traz uma questão polêmica. Seria isso uma forma de enganar o consumidor? Até que ponto o produtor que adiciona 15% de amarelo a uma embalagem está enganado um cliente? Ou será que quem está se deixando enganar é o nosso prórpio inconciênte?





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    Evangelistas
    fevereiro 9, 2006, 8:56 PM por Fabio Seixas

    e.van.ge.lis.ta
    s. m. 1. Autor de um dos quatro Evangelhos (S. Mateus, S. Marcos. S. Lucas e S. João). 2. Sacerdote que canta ou recita o Evangelho na missa. S. m. e f. Pessoa que preconiza uma doutrina.

    Existe hoje no mundo corporativo das empresas altamente conectadas a figura do evangelista corporativo ou evangelista de produto.

    Uma busca no site de empregos Monster.com mostra que existem 152 vagas para evangelistas só nos EUA.

    Que figura é essa e que papel representa na nova cultura mundial de marketing?

    Primeiro surgiram os "technology evangelist" que tinham a função de doutrinar empresas a utilizarem novas tecnologias. Creio que o primeiro evangelista tecnológico da história foi Guy Kawasaki enquanto trabalhava para a Apple em meados da década de 80. Apple evangelist, Mac evangelist foram termos cunhados na época.

    A coisa depois evoluiu mais para um conceito de marketing com os products evangelists e marketing evangelists, não vendendo somente uma tecnologia mas também qualquer tipo de produto ou cultura. Culturalmente podemos citar os diversos evangelistas anônimos e não remunerados do iPod da Apple (acredito que o iPod foi além de um simples produto tecnológico e se tornou um ícone cultural).

    Evangelista não é apenas um cargo. É quase um modo de vida. Tanto é que os evangelistas anônimos do iPod não são funcionários da Apple. Talvez o mais popular evangelista da atualidade seja Robert Scoble, da Microsoft. Esse cara ama a Microsoft. Ama tanto que muitas vezes critíca publicamente seu empregador. Faz isso porque sabe que isso será bom para a empresa. Evangelistas amam uma causa, não o seu emprego. Por isso são tão importantes para estas empresas.

    Robert Scoble, enquanto evangelista da Microsoft, tornou-se tão popular e influenciador de massas que arrisco dizer que a Microsoft não pode mais demiti-lo, seja lá por qual for o motivo. Seria péssimo pra imagem da empresa.

    Aqui no Brasil, nunca vi tal figura, formalmente concebida. Alguém conhece algum? Podemos dizer que os representantes da HerbaLife são evangelistas?





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    "Journey to Torino" e "Torino Conversations"
    fevereiro 9, 2006, 8:33 PM por Fabio Seixas

    Duas grandes empresas, Coca-cola e Visa, criaram ações de marketing peculiares para os XX Jogos Olímpicos de Inverno em Torino, Itália.

    O interessante destas duas iniciativas é que ambas são baseadas em blogs escritos por pessoas comuns, por assim dizer.

    Na iniciativa da Visa, Journey to Torino, foram convidados atletas, treinadores e alguns fãs a visitarem os jogos olímpicos e blogarem sobre o evento.

    Na iniciatia da Coca-cola, Torino Conversations, 6 estudantes de jornalismo de 6 países diferentes (China, Itália, EUA, Alemanha, Canadá e Austria) também comparecerão ao evento e contarão suas espexiências em seus blogs pessoais dentro do site do projeto.

    Interessante notar que estas duas empresas estão apostando num marketing baseado em uma conversa ao invés de um marketing baseado em uma mensagem.

    A tese máxima do Cluetrain Manifesto fala justamente isso: "Market are conversations". Estes experimentos monstram que as grandes empresas já estão percebendo que é muito mais eficiente conversar com desconhecidos/prospects/clientes do que simplesmente comunicar com estes mesmos desconhecidos/prospects/clientes.

    Até o nome do projeto da Coca-Cola tem a palavra "conversations". Creio que não foi atua.





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    Orkut como mídia online de marketing (de guerrilha)
    fevereiro 1, 2006, 8:32 PM por Fabio Seixas

    O Orkut no Brasil é um fenômeno. Arrisco dizer que 1/3 dos quase 30 milhões de usuários brasileiros de Internet estão no Orkut.

    Como sendo uma grande concentração de brasileiros online, podemos pensar em como utiliza-lo para fins de marketing.

    O números são surpreendentes. No Camiseteria, a quantidade de visitantes vindo do Orkut (referer) compete lado a lado com os visitantes vindos de buscas do Google.

    Mas como você pode tirar proveito dessa grande comunidade sem utilizar técnicas invasivas ou negativas de divulgação (email spam, scrapbook spam, perfis falsos, comunidades tendenciosas)?

    Elaborei 3 dicas básicas para que você também possa aproveitar essa "mídia" de marketing de guerrilha.

    -Crie presença
    Primeiro o básico. Crie uma comunidade para a sua marca/site. Se já existir uma, procure desenvolve-la colaborando ativamente. Participe de forma contínua de outras comunidades com assuntos relacionados ao tema da sua empresa/marca. Crie relacionamento com pessoas-chave da sua área de atuação. Isso tudo ajuda a criar um grau de confiança maior no seu perfil.

    -Crie relacionamento entre o seu site e o Orkut e vice-versa.
    Dilvulgue suas ações feitas pelo Orkut no seu site e divulgue seu site nas suas ações no Orkut.

    -Faça com que as pessoas falem por você.Esse é o ponto mais importante. O Orkut é uma comunidade de pessoas relacionadas. Uma mensagem, seja através de qualquer meio, é muito melhor recebida se ela vem de uma fonte confiável. Então, muito melhor que você mandar uma mensagem direta a um grupo de pessoas no Orkut, é fazer com que outras pessoas passem a mesma mensagem para os próprios amigos. Assim a mensagem chega com muito mais confiabilidade. No Camiseteria, por exemplo, incetivamos nossos usuários a divulgar suas estampas para seus amigos do Orkut. O incetivo que ele ganha para fazer isso é a divulgação do seu trabalho. Você precisa descobrir um incentivo para que seus usuários façam o mesmo.

    -Crie uma ação viral fora do Orkut e alimente-a dentro do Orkut
    Toda e qualquer ação viral deve ser alimentada nos seus primeiros estágios para que esta crie tamanho e dê o resultado esperado. O Orkut é um prato cheio para alimentar esse tipo de ação. Crie algo que dê incentivos para que as pessoas multipliquem sua mensagem nas diversas comunidades do Orkut e entre amigos. Pode ser algo engraçado, curioso ou até espantoso. Vale a criatividade. O importante é criar o boca-a-boca.






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    A arte de manter o cliente perto
    janeiro 19, 2006, 8:39 PM por Fabio Seixas

    Não. Esse post não é sobre técnicas revolucionárias de vendas. Não sou o melhor vendendor do mundo. Não sou se quer um bom vendedor. Longe disso. Esse post é sobre relacionamento. Relacionamento com clientes, com pessoas.

    Esse post também não trata de ações para manter nossos clientes e prospects sempre perto. Esse texto trata de uma filosofia de negócio, a filosofia da confiança. Afinal, é muito mais fácil vender algo para alguém que você conhece do que vender para alguém que você está olhando pela primeira vez.

    A grande dificuldade de fazer uma venda sem que as partes (marcas ou pessoas) se conheçam é que não existe confiança. Não existe nenhuma informação prévia, nada que demonstre que a outra parte é confiável. Por isso, quando você vai comprar um carro a prazo, o vendedor pede milhões de comprovantes, referências e declarações de renda. Ele simplesmente não te conhece e não sabe se você é confiável. O mesmo vale para o camelô que vende um produto de qualidade duvidosa. Você não tem nenhuma informação que comprove que seu dinheiro será bem gasto em um bom produto.

    Muito mais fácil é realizar uma venda quando existe confiança prévia e mútua. Qualquer negócio precisa vender para sobreviver e progradir. Só que a maioria das empresas preferem sempre atuar fazendo a venda pelo caminho mais difícil. Aborde um possível comprador (que normalmente ela não conhece) e use técnicas de venda para criar confiança (mesmo que ela não exista) e faça a venda (mesmo que o cliente não queira).

    Qual o problema desse modelo? Ele demanda muita energia. Energia do vendendor, da empresa, do mercado. É muito cansativo.

    Muito mais fácil é ir cativando seu futuro cliente, transformando ele em um amigo próximo, mostrando que você e seu produtos são confiáveis. Uma vez conquistado, este cliente comprará sempre e indicará sempre o seu produto para outras pessoas.

    E quando uma indicação de um produto chega através de um conhecido, já chega com uma carga de confiança. E isso facilita muito a nova venda.

    O que é mais fácil? Abrir uma porta com uma chave ou derruba-la na marra? Porque gastar milhões em campanhas de marketing tentando derrubar a porta para "adquirir" um cliente quando é muito mais barato conquista-lo aos poucos passando-lhe confiança para que em pouco tempo ele te empreste a chave desta porta?

    A maioria dos profissionai de marketing ainda não entenderam isso e continuam apostando em estratégias de marketing tradicionais. Aquelas que derrubam portas.

    Quer vender? Crie meios para que seus futuros clientes se aproximem e tenham a oportunidade de conhece-lo melhor. Seja pessoal. Atenda com carinho e boa vontade. E, claro, tenha um produto fenomenal. O retorno demora um pouco mais para vir, mas quando ele chega, chega em fator exponencial.

    Como fazer isso?

  • Invista em comunidades. Uma loja de vinho pode promover degustações onde as pessoas interagam entre si e entre o vendedor. Não empurre a venda. Ela virá quando você conquistar a confiança do cliente. E virá em dobro, repetida muito mais vezes.
  • Seja pessoal. Atenda você mesmo seus clientes. Ou pelo menos tenta faze-lo com frequência. Trate-o como se ele fosse seu amigo de longa data. Ele perceberá isso e retribuirá.
  • Enalteça a confiança depositada por outros membros da comunidade. Mostre que outras pessoas confiaram em você e não se arrependeram. Depoimentos sinceros e reais ajudam nessa tarefa.
  • Deixem que eles falem. O boca-a-boca é uma poderosa ferramenta de marketing porque agrega confiança na mensagem. Crie meios para que outros membros da comunidade possam falar e serem ouvidos. Certamente eles falaram coisas boas. E se falar coisas ruins, que sirva para você acertar o prumo do barco e acertar o caminho. Coisas ruins que foram ditas também podem gerar resultados positivos.
  • Retribua. Trata-se de uma relação. Toda relação só é saudável se existe contrapartida de ambos os lados. Retribua através do produto e da comunidade.
  • Não vise o lucro. Vise a experiência do cliente. O lucro vem como consequência.





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    Marketing viral: Fator curiosidade, fator incentivo
    janeiro 18, 2006, 5:40 PM por Fabio Seixas

    Essa história da melhor piada de loira de todos os tempo acendeu uma lampada dentro da cabeça deste que lhe escreve.

    Essa brincadeira, além de provar que a blogosfera é extremamente coesa e perfeitamente utilizável como meio de marketing, mostra como a natureza da curiosidade humana pode ser utilizada de forma criativa para alavancar uma campanha de marketing viral.

    O conceito principal desta ação é: porque alquém, com alguma reputação, dono de algum blog que você lê, sobre assuntos que nada tem a ver com piadas ou loiras, estaria divulgando uma piada de loira mesmo nunca tendo feito isso antes?

    Essa combinação de variáveis acende a chama da curiosidade no leitor e este sai desbravando a net em busca da resposta. Qual é a tal piada de loira que é tão boa assim que até o blogger que eu respeito está falando sobre?

    Quem postou isso (eu, por exemplo) tem um incentivo, que é receber visitas de desconhecidos na esperança de divulgar seu blog. O fator curiosidade atrelado a perspectiva de um incentivo futuro (visitas) gerou uma ação em milhares de pessoas mundo a fora.

    Esses dois fatores podem fazer a diferença em ações de marketing viral, como muitas que nunca deslancharam efetivamente. A maioria das ações de marketing viral apoiam-se somente no engraçado, no intrigante ou no viciante (ex.: videos engraçados, Subservient Chicken e mini jogos/brincadeiras online, respectivamente). A grande maioria não utiliza o fator curiosidade ou o fator incentivo. Não estou dizendo que uma campanha de marketing viral precisa destes dois fatores para dar certo. Subserviente chicken é um excelente exemplo de sucesso sem esses dois fatores. Mas com certeza ajuda muito no tão importante pontapé inicial de uma campanha de marketing viral.

    Então, amigo, quem sabe na sua próxima ação de marketing viral você não experimenta adicionar estes dois ingredientes na sua receita?





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    The best blonde joke ever
    janeiro 18, 2006, 1:02 PM por Fabio Seixas

    This is the best blonde joke ever!!

    O quão longe você está disposto a ir por uma boa piada? Estou rolando de rir até agora!!!





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    Evoluindo a discussão sobre Ego-Marketing
    outubro 22, 2005, 5:06 PM por Fabio Seixas

    Brian Barbutti fez uma observação muito interessante sobre o conceito de Ego-Marketing exposto no Versão txt a algum tempo atrás.

    Ele mostra que pessoas que consomem um produto para valorizar seu ego perante a sociedade estão na verdade fazendo isso apenas perante um grupo seleto e específico de pessoas que estejam em sintonia com essa mesma tendência. Ele alega que existem, por exemplo, pessoas que não estão nem aí se você tem um iPod pendurado no pescoço. Mas a mesma atitude de manter o MP3 Player bem à mostra é muito bem vista e percebida por pessoas que estão no mesmo grupo que aceitam, enxergam ou admiram aquela tendência.

    Muito bem observado. Com certeza a minha avó não está nem aí para aquele bichinho branco pendurado no meu pescoço.

    Mas isso lança outra questão interessante. O quão grande pode ser esse grupo específico de pessoas? Será que pode ser tão grande a ponto de se confundir com a própria sociedade de maneira geral? Não seria por exemplo o caso dos aparelhos de televisão ou dos automóveis que à decadas atrás foram os iPods de hoje e que atualmente são aceitas, enxergadas ou admiradas por um grupo tão grande de pessoas que simplesmente podemos dizer que esse grupo pode ser traduzido como "a sociedade"? Seria errado comparar uma classe de produtos como carros e tvs com um produto específico, no caso o iPod, um MP3 Player? Ou podemos exemplificar com um produto específico como os sapatos Hush Puppies, um produto criado nos EUA na década de 50 e que nos anos 90 transcenderam as barreiras de um grupo específico (os rapazes hypadinhos e descolados do East Village e Soho, NY) e se tornaram uma febre de magnitude nacional?

    Vale a discussão. :)






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    Epidemias
    setembro 22, 2005, 7:33 PM por Fabio Seixas

    Acabei de ler "O ponto de desequilíbrio" de Malcolm Gladwell. Excelente livro, complementar ao "Idéia Virus" de Seth Godin. O "Idéia virus" é um livro mais para o lado do marketing, mais espeficicamente do marketing online. Já o livro do Malcolm é sobre epídemias sociais, nem sempre relacionadas a ações de marketing.

    O conceito do livro é o estudo de como pequenas coisas podem criar grandes epidemias (boas ou ruins).

    Um exemplo de boa epidemia apresentada no livro foi o declínio da violencia no metrô de Nova York na década de 80. Segundo Malcolm, o declínio da violência no metrô não foi causada pela melhora nos índices de desemprego de NY na época, por exemplo. Mas sim pelo simples fato do novo responsável pelo metrô ter tido como principal objetivo limpar o metrô de NY, acabar com as pichações e o ambiente favorável à violência. Ele não atacou a violência em si. Atacou o ambiente e acabou resolvendo o problema da violência. É o que o autor chama de "Poder do Contexto". Aliais um conceito muito poderoso.

    O autor propõe 3 regras para a criação e controle de epidemias sociais:
    1- a regra do eleitos: Comunicadores, experts e vendedores são os agentes que fazem a epidemia nascer e crescer. Saiba quem são e aprenda a controla-los.

    2- fator de fixação: técnicas para aumentar a fixação do conceito da epidemia.

    3- poder do contexto: Mais importante do que quem e como é o onde. O ambiente deve ser favorável para que a epidemia corra livremente e "prospere".

    Enfim, é uma boa leitura para quem se interessa por marketing viral e coisas do gênero. Apesar de não ser um livro de marketing.





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    O novo marketing
    setembro 6, 2005, 4:45 PM por Fabio Seixas

    Lembro-me dos primórdios da Internet no Brasil, lá por 1993, quando ainda acessava pelo laboratório de informática da PUC-Rio. Nossa! Quanta coisa mudou.

    Hoje em dia continuo a me surpreender com as mudanças que a Internet nos trouxe. Mudanças técnológicas, sociais e culturais.

    No marketing não podia ser diferente. É fato que existe um novo marketing por ai. Um marketing que ainda não é ensinado na faculdade (quem dera se as faculdades conseguissem acompanhar as mudanças tão rápido). Um marketing talvez nem tão documentando como o "Marketing antigo", aquele dos 4 Ps.

    Hoje existe o novo marketing. Um marketing Cluetrain, um marketing open-source, um marketing de comunidade. Talvez a palavra certa nem seja mais marketing. Talvez seja atração ou comunicação ou interação. "Eu trabalho no departamento de interação!" soaria muito bem.

    A grande diferença entre o marketing tradicional e o novo marketing pode muito bem ser visto no quadro abaixo. (fonte: Creating Passionate Users - You ARE a marketer. Deal with it.)

    marketingchart.jpeg

    Fiquei deveras entusiasmado ao ver esse quadro. Porque consegui enxergar o Camiseteria.com fazendo tudo exatamente dentro do modelo do novo marketing.

    Vida longa ao novo marketing.





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    stormhoek update
    agosto 7, 2005, 2:55 PM por Fabio Seixas

    Em 23 de julho, escrevi sobre uma ação de marketing feita por Hugh Macleod para divulgação de um novo vinho.

    Uma busca feita hoje no Google mostra que existe 6.260 páginas falando sobre o tal vinho.

    Google Stormhoek

    Bem, depois desse post, 6.261. 





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    Mais uma de Marketing não tradicional
    julho 26, 2005, 7:59 PM por Fabio Seixas

    Hoje li um artigo no CNet News.com sobre uma campanha de um produto da Unilever chamado "I Can't Believe It's not Butter ®".

    Primeiro um comentário sobre o nome do produto. É simples, é fora do padrão de nomes de produtos em geral e passa a mensagem certa. Só para explicar, esse produto é um substituto para a manteiga tradicional. Tem o mesmo gosto da manteiga só que sem todas as coisas que fazem mal de uma manteiga normal. E ainda vem em um frasco com spray.

    Mas o comentário principal deste post é justamente a campanha em si. A Unilever tradicionalmente faz muita campanha na TV, mas para esse produto em específico, ela apostou numa campanha de marketing totalmente não tradicional. Apostou na Internet, com um formato criativo, instigante e viral.

    Acesse o site da campanha e você encontrará um hot site com 4 "Webisodes" (episódios via web!). No momento da autoria deste post, só existiam 2 episódios publicados.

    A campanha é na verdade uma paródia da novela de maior sucesso nos EUA, Day of our lives. No hot site você vai encontrar a novela "Sprays of her life".

    O ponto a salientar aqui é a atitude de um grande player mundial estar apostando fielmente em uma única campanha de marketing viral online para a divulgação de uma nova versão de seu produto.

    Marketing viral deixou de ser algo só para os pequenos negócios que tem pouca verba e muita criatividade. Os grandes estão percebendo que o marketing tradicional está falindo e estam buscando novas alternativas.

    Vale a visita. Eu fiquei curioso para ver o final da novela.

    Em tempo: A Burger King fez a mesma coisa a uns meses atrás para divulgar um novo sanduíche de frango. Vejam o site Subservient Chicken. Virou febre nos EUA. Existem até sites dedicados aos movimentos que a galinha faz sob seu comando.





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    Outro Ego Marketing?
    julho 26, 2005, 1:57 AM por Fabio Seixas

    Resolvi pesquisar se alguém alguma fez já escreveu sobre Ego Marketing. Descobri que na Alemanha essa expressão é muito usada para descrever o marketing usado para valorizar a sua pessoa. Um conceito um pouco diferente do que proponho.

    Mas também achei esse artigo que usa o mesmo termo, mas um conceito totalmente diferente. Como o próprio aritgo diz:

    "Ego Marketing is the trap of writing marketing copy to please or flatter yourself, rather than to persuade your target audience. Ego Marketing is a real danger, especially for entrepreneurs, who have to be able to talk about themselves (and usually have many good things to say). Good marketing consists of communicating your unique value to your target market. Ego marketing, on the other hand, makes you feel good at the expense of really communicating with your target.

     

    Ego marketing gets in the way of your sales efforts, reduces the effectiveness of your communication, and in many cases actually turns prospects off. In today's cluttered marketplace, it's hard enough to stand out from the crowd without giving yourself the handicap that comes from ego marketing.

     

    Some forms of ego marketing are fairly easy to spot. Ever been to a Web site or opened a brochure to be met with a "Word from our CEO?” Ever bother to read it? Me neither. Basically, any graphic design or copy (text) that makes you (the author) feel really good is in danger of failing the “ego test.” "

     





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    Ego Marketing
    julho 24, 2005, 2:43 AM por Fabio Seixas

    Outro dia estava pensando sobre marketing viral, marketing boca a boca e coisas afins e acabei formulando um conceito interessante de marketing.

    Esse conceito começou a tomar forma poucos dias após eu comprar meu iPod Shuffle. Estava pensando justamente no fenômeno que o conceito iPod criou e como as pessoas agiam em relação ao produto e ao hype todo.

    Todo mundo (ou quase) gostaria de ter um iPod. Ter um iPod significa estar na vanguarda, ser cool. Só que de nada adianta você ter um iPod e não mostrar para todo mundo dizendo para todos que você está na vanguarda, é descolado, etc. Então o que as pessoas fazem? Colam adesivos da Apple em seus carros, andam com seus iPod Shuffle pendurados no pescoço, não perdem a oportunidade de dizer que tem um.

    Que fenômeno é esse que leva as pessoas a falarem tanto e tão bem de um produto? Que leva as pessoas a ter orgulho de mostrar que possuem um produto?

    Acho que a resposta está no ego dos serem humanos. Todos querem ser bem aceitos pela sociedade. Faz bem para o ego saber que você é bem aceito na sociedade. Então os consumidores usam (e mostram que usam) estes produtos como uma forma de serem bem vistos.

    Isso é o que eu chamo de EGO MARKETING. Aproveitar o ego dos consumidores para divulgar a sua marca ou produto, seja de maneira subliminar, seja através do boca a boca.

    Faz bem para o ego destes consumidores mostrar seja-lá-qual-for-a-motivação de usar um produto.

    O iPod é só um caso. Pegue por exemplo as pulseiras Live Strong. O que são as pulseiras além de um artigo que serve para mostrar ao próximo o quanto você é socialmente engajado por uma causa, no caso, o combate ao câncer? Tudo bem, as pulseras acabaram virando um artigo mais fashion do que um apoio a uma causa, mas mesmo no conceito fashion a pulseira tem o propósito de alimentar o ego das pessoas que as usam. As pessoas usam as pulseiras porque a sociedade enxergará isso de uma boa forma, seja pela causa, seja por ser uma pessoa na moda.

    A moda de roupas é basicamente isso. Dizer para todo mundo que você está atualizado com as últimas tendências. Isso faz bem para o ego.

    Outros exemplo bem sucedidos de ego marketing:

    • VW New Beetle - Tenha um e fique charmoso. Faz bem para o ego
    • Orkut - Quem tem mais amigo? Ser popular faz bem para o ego
    • Harley-Davidson - "Eu posso ser um quarentão, mas tenho atitude e isso faz bem para o meu ego"
    • Google - Faça do Google seu companheiro na web e você será o nerd mais bacana do pedaço.
    • Ferrari - "Vejam vocês, eu posso gastar 300 mil dolares em um carro." Ego puro.

    Como podemos propor estratégias de ego marketing? Algo para pensar. :)


     





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    Marketing em uma garrafa de vinho
    julho 23, 2005, 5:40 PM por Fabio Seixas

    Que maneira incrível de fazer marketing. Através de uma garrafa de vinho!

    Hugh Macleod (gapingvoid.com) queria divulgar o seu novo vinho. Pensou em usar a blogosfera para isso.

    Em maio deste ano, ele convidou bloggers da Inglaterra a se conditatarem a receber uma garrafa gratuita de vinho branco. Mas haviam algumas regras:

    1. You have to live in the UK.

    2. You have to be a blogger, with a regularly updated blog at least 3 months old.

    3. You have to send me an e-mail with the words "Blogger's Wine Freebie" in the title. Please include your full name, your blog URL, your mailing address, and a written statement that you're 18 years old or over.

    Esta semana os vinhos comecaram a chegar nas casas dos blogueiros ingleses. Uma idéia simples. Colocar o nome e a url do blogueiro no rótulo da garrafa e enviar junto uma brochura super simpática.

    Todos os blogueiros ficaram animados pela ação de marketing e começaram a postar sobre o vinho em seus blogs. Ou seja, Hugh não só conseguiu encartar seus futuros clientes com um bom produto bem apresentado como também conseguiu um bocado de publicidade gratuita.

    Alguns exemplos:
    http://www.woffle.com/article/181/free-wine
    http://www.petercooper.co.uk/archives/000814.html
    http://www.betaroad.com/weblog/archives/000906.html

    Blog do vinho Stormhoek:
    http://www.stormhoek.com/





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