Fabio Seixas, versão txt
Ajudando o Organizze à crescer
maio 11, 2011, 12:10 PM por Fabio Seixas

pu.png

Recentemente me tornei sócio-advisor de uma promissora startup de Porto Alegre chamada Organizze.

O Organizze é um serviço online de organização e controle de finanças pessoais e, em breve, empresariais. É um serviço que ajuda a controlar suas finanças para que você saiba onde gasta sua dinheiro, ajudando a estabelecer metas e melhorar sua educação financeira.

Meu interesse pelo Organizze vai muito mais além do potencial e a grande oportunidade de negócio por trás da empresa. Acredito que o Brasil possui um enorme défict de educação financeira. Não aprendemos adequadamente a lidar com dinheiro durante o ensino fundamental, logo esse aspecto da vida que é tão importante e tão poderoso, responsável por criar condições de vida tanto boas quanto ruins.

A filosofia do Organizze é justamente ajudar às pessoas a descobrirem a importância de um bom planejamento financeiro em suas vidas.

Eu chego no Organizze não para colaborar no dia a dia da empresa, mas para agregar conhecimento, networking e experiência de gestão e marketing a um grupo formado por 3 jovens apaixonados pelo que fazem: Tiago Vicente, Luis Felipe Luz e Esdras Mayrink.

Como empreendedor, percebo que cada fase de um empreendimento tem suas desafios e prazeres. Voltar a participar de uma startup promissora será divertido e desafiador. O Camiseteria continua sendo meu negócio principal. Mas ajudarei o Organizze a crescer nos próximos anos.

Aproveitem que hoje e amanhã rola uma promoção no Peixe Urbano para a versão premium do serviço, o Organizze Mais.

Conheça o Organizze
www.organizze.com.br
@organizzeme
facebook.com/meuorganizze





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (15) | trackback (0)
Link para este post:



Empreendedor, Visão e Sorte
janeiro 7, 2011, 11:57 AM por Fabio Seixas

Meu último artigo explora as ideias de visão e sorte na vida do empreendedor, como essas duas características devem ser abordadas para quem está buscando o sucesso com sua empresa.

Para o sucesso do empreendedor, o que conta mais? Sua capacidade de visão do futuro e consequente capacidade de execução ou o simples fator sorte? Poderia a boa sorte ser opcional no sucesso do negócio, algo apenas bem vindo mas não necessário? Será que a boa sorte permeia todas as histórias de sucesso?

Veja o artigo completo no TechTudo.





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (4) | trackback (0)
Link para este post:



Delivering Happiness
abril 19, 2010, 9:28 PM por Fabio Seixas

delivering_happiness.jpg

Recebi um belo pacote surpresa do pessoal da Zappos hoje. Fui escolhido por Tony Hsieh e sua equipe para ser um dos blogueiros que irá fazer um early review de seu novo livro "Delivering Happiness", cujo lançamento será dia 7 de junho de 2010.

Ganhei dois exemplares "Advance Reading Copy" vistos ai na foto acima. Um é meu e ninguém tasca. O outro vou sortear entre meus seguidores no Twitter no dia 7 de junho de 2010, dia do lançamento.

Farei um review do livro aqui no blog. Aguardem.

Enquanto isso, saiba um pouco mais sobre o livro





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (5) | trackback (0)
Link para este post:



Peixe Urbano
abril 12, 2010, 9:52 PM por Fabio Seixas

Admiro quando boas iniciativas saem do papel. Semana passada tive a oportunidade de participar de uma dessas iniciativas. Fui, com o Camiseteria, um dos primeiros a anunciar no site Peixe Urbano.

Tive a oportunidade de conhecer o Julio Vasconcellos, co-fundador do Peixe Urbano, ano passado durante uma vinda dele ao Brasil, de férias do seu trabalho em uma start-up do Vale do Silício. Na época, já estava colocando em prática seu novo empreendimento.

Júlio, além sócio do Peixe Urbano, é também o country manager do Facebook no Brasil, fruto de seus contatos no Vale.

Desse papo nasceu a oportunidade de anunciar o Camiseteria no Peixe Urbano. O site traz diariamente descontos em produtos e serviços locais que são viabilizados através da compra coletiva. Ok, explico melhor. Todo dia o Peixe Urbano traz uma oferta para cada cidade em que atua. Hoje por exemplo, na versão do Rio de Janeiro, é possível comprar 2 diárias numa pousada em Búzios pela metade do preço. O grande desconto é viabilizado pela compra coletiva onde um mínimo de itens vendidos garante o desconto.

peixe_urbano.gif

Mas estou aqui mesmo é para contar como foi a experiência de anunciar o Camiseteria no Peixe Urbano. Foram disponibilizados 120 vale-compras de R$ 55,00 do Camiseteria com desconto de 51%, por apenas R$ 27,00.

Mas interessante mesmo foi o resultado. Em menos de 10 horas, TODOS os vales foram vendidos. Não conheço serviço de publicidade na Internet que consiga oferecer tal resultado tão rápido, ainda mais em se tratando de uma empresa recém lançada. Para o Camiseteria foi uma excelente oportunidade de aparecer para novos clientes e ainda assim vender em grande quantidade, num único dia.

O modelo de negócio do Peixe Urbano foi baseado no GroupOn, site que está virando febre nos EUA, com crescimento quase tão rápido quanto o FourSquare, outra febre. (Veja o comparativo)

A grande sacada na replicação de um modelo de negócio é quando existe algum gancho local. No caso do GroupOn, o fator local é parte integrante do modelo de negócio, o que traz sentido para a replicação deste modelo, diferente de negócios onde o fator local pode muito facilmente ser controlado pelo principal player, como exemplo o FourSquare que tem como oferecer check-ins em spots ao redor do mundo sem grande dificuldade.

Para os empresários brasileiros, fica uma oportunidade de bem interessante de divulgar seus negócios, para os usuários, bem, fica um bom desconto. :)





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (22) | trackback (0)
Link para este post:



NerdCast Expresso Empreendedor
março 29, 2010, 10:42 AM por Fabio Seixas

O Nerdcast da semana passada foi, acreditem, sobre empreendedorismo.

Eu, Marco Gomes (Boo-Box) e Rogério Bonfim (VirtualNet) fomos sabatinados por Azaghal e Alottoni.

Foi um dos podcasts mais divertidos que já participei. Também, a turma do JovemNerd não deixa o humor de lado nunca!

icon for podpress  ALTA QUALIDADE (96 Kbps) [84:48m]: Hide Player | Play in Popup | Download

icon for podpress  MÉDIA QUALIDADE (64 Kbps) [84:48m]: Hide Player | Play in Popup | Download

icon for podpress  BAIXA QUALIDADE (32 Kbps) [84:48m]: Hide Player | Play in Popup | Download
icon for podpress  ZIP - ALTA QUALIDADE (96 Kbps): Download




Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (1) | trackback (0)
Link para este post:



Falando de empreendedorismo na Alerj
março 28, 2010, 11:49 PM por Fabio Seixas

Tirando a poeira do blog e tentando retomar os trabalhos, vejam uma entrevista que fiz para o programa Lições de Empreendedor da TV Alerj.

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

Parte 4:





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (4) | trackback (0)
Link para este post:



Empreendedores são crianças grandes
maio 21, 2009, 1:29 PM por Fabio Seixas

Talvez você não seja um empreendedor e não sinta o que eu senti, mas sendo um, fiquei arrepiado o assistir esse singelo vídeo.

Empreendedores, estamos aqui para mudar o mundo.






Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (14) | trackback (0)
Link para este post:



Marco Gomes e Fabio Seixas - Empreendedorismo na Internet
dezembro 6, 2008, 10:52 AM por Fabio Seixas

Eu e Marco Gomes, fundador do Boo-Box, durante o Primeiro Descolagem organizado pelo nosso amigo Beto Largman, fizemos um bate bola sobre nossas experiências de empreender pela internet.

Veja o vídeo:






Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (2) | trackback (0)
Link para este post:



Semana Global de Empreendedorismo
novembro 4, 2008, 2:13 PM por Fabio Seixas

Daqui a duas semanas, acontecerá a Semana Global de Empreendedorismo, uma iniciativa da Endeavor.

"Classificada como o maior movimento mundial de empreendedorismo, a Semana faz parte da campanha nacional Bota pra Fazer, que acontece durante o ano todo e tem como objetivo despertar a atitude empreendedora que existe em cada pessoa."

Eu irei colaborar com minha experiência em duas oportunidades. Dia 17 de novembro farei uma palestra no Unigranrio de Caxias, RJ falando sobre modelos de negócios inovadores. No dia 18 irei participar do evento do Senac-Rio sobre empreendedorismo na era digital.

senac_semana_global.jpg
[clique para ver maior]

A participação é gratuita, portanto não percam. Em breve trarei mais detalhes sobre o evento da Unigranrio.





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (4) | trackback (0)
Link para este post:



Só para apimentar meu recado sobre a crise
outubro 22, 2008, 5:19 PM por Fabio Seixas





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (4) | trackback (0)
Link para este post:



Um recado sobre a crise mundial
outubro 12, 2008, 4:43 PM por Fabio Seixas

Replico aqui, na integra, texto publicado pela F/Nazca Saatchi & Saatchi em anúncio de página inteira nos principais jornais do país neste domingo.

Crise. Você prefere com o sem açúcar?

Nós já enfrentamos e sobrevivemos a muitas crises. Talvez já tenhamos perdido as contas sobre o número e a origem delas. Mas as malditas já nos surpreenderam diversas vezes enquanto assobiávamos distraídos virando algumas dessas esquinas da vida. Algumas, foram provocadas pelo petróleo, outras, pela Rússia ou pela China, a maioria, gerada internamente, já que em matéria de crise, o Brasil, sempre foi auto-suficiente. A tal ponto que, se não chegamos a ser fraternos amigos – nós e a crise- também não podemos negar que tenhamos nos tornado íntimos conhecidos.

Nenhuma crise é igual à outra. Essa que chegou com toda a força, agora, certamente é a mais diferente de todas. Porque o Brasil não tem um pingo de responsabilidade sobre o que está ocorrendo e porque o Brasil está no seu melhor momento economicamente falando. O Brasil nunca esteve tão em dia com as suas obrigações, o dever de casa feito, com um mercado interno tão forte, com empresas tão sólidas, modernas e competitivas e com as suas instituições tão garantidas, para encará-la.

Mas isso não nos exime das conseqüências da crise. Que, por sinal, é também uma das mais potentes e destruidoras das que se tem notícia em quase u século. Ela já está sendo dura e será ainda mais devastadora, não precisamos ser profetas para prevê-lo.
Então o que nos resta fazer?

O óbvio é termos medo, nos enclausurarmos, rezarmos para diferentes deuses, de diferentes religiões, ficarmos imóveis acreditando que qualquer mínimo movimento pode ser fatal para ela nos alcançar e, assim, esperarmos, até que ela passe.

Demitir, cortar investimentos, reduzir a produção, suspender novos projetos, reprimir os movimentos de inovação, não acreditar num retorno inesperado da demanda, também são boas e óbvias idéias. Talvez, algumas tenham mesmo que ser feitas, quem sabe!

Mas também há inóbvio, por mais que, obviamente, a palavra inóbvio não exista. E não existe por quê? Porque ninguém a disse antes, vai saber.

E é aí que reside o intuito deste nosso anúncio: apelar para os que acreditam que o inóbvio existe. Não só existe, como pode ser feito neste exato momento onde o óbvio é o que todos pensam, todos fazem, todos professam e todos aconselham.

O intuito deste anuncio é, humildemente, tentar criar uma minúscula fagulha de otimismo, de esperança – nossa velha, desgastada, mas essas sim, querida amiga em todos os nossos céleres momentos de crise – para que ela se dissemine, se instale na nossa cabeça, nas nossas empresas, na nossa sociedade, mesmo lutando contra este poderoso inimigo, que tão facilmente gosta de se instalar nesses mesmos lugares ao menor sinal de que o pior pode acontecer.

O intuito deste anúncio é despertar o empreendedorismo que sempre caracterizou o empresariado brasileiro,a coragem que sempre foi a marca registrada das nossas empresas, a capacidade inesgotável de reinvenção que sempre foi o norte dos vencedores neste nosso país.

E também é o intuito deste anúncio demonstra que um marketing original é a mais poderosa fonte de energia, capaz de gerar as transformações que uma empresas precisa num momento de crise.

Nós acreditamos piamente nisso.

Esse é o nosso óbvio.

Acreditamos que se esse não é o momento de inovar, que outro será? Acreditamos que se esse não é o momento de ser e parecer diferente dos seus concorrentes, que outro haverá de ser?

Acreditamos que se não for essa a hora de falar, enquanto muitos se calam de medo, que outra hora estará à nossa disposição para fazê-lo?

Uma grande idéia, única, diferente do óbvio, sempre foi e sempre será o detentor mais valioso – e menos oneroso – para se mudar a história, o humor, a fé, a determinação e o otimismo interno de uma empresa.

É isso que nós defendemos para os nossos clientes e que queremos externar para o Brasil inteiro de hoje. Porque tivemos a presunção de que se nós pensamos assim, talvez você, talvez mais gente por aí também pense do mesmo jeito. E nós adoraríamos poder contar com mais gente, mais empresários, mais cidadãos para ajudara contrariar o óbvio, a não aceitar passivamente em todas as suas piores conseqüências o medo, pelo medo.

Crise nós já enfrentamos e, queiramos ou não, ainda enfrentaremos essa um bom tempo e outras por muitas vezes.

O que deve nos mover é a visão de como nós queremos ser percebidos assim que mais uma vez nós sairmos dela.

De pé, ou de cócoras.

Na crise, já disseram muitos, é que se separam os homens dos meninos. Ou seja, crise, pode ser café pequeno para os homens.

Nós gostamos com açúcar.

Eu assino embaixo.

Sobre crise, Nizan Guanaes certa vez disse: "No mundo existem os que choram e os que vendem lenços; eu vendo lenços".

Qualquer crise significa momentos difíceis. Mas também significa oportunidade. Concordo muito com a F/Nazca e abraço esse apelo e sei, obviamente, que ela está fazendo marketing, está aproveitando a oportunidade. Está colhendo o que planta. Bravo.





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (13) | trackback (0)
Link para este post:



Jason Calacanis sobre a crise
outubro 8, 2008, 2:37 AM por Fabio Seixas

Um dos melhores textos que li sobre a crise, com foco no mercado de startups americano e ainda assim muito útil para qualquer empreendedor.

Vale a pena parar, ler e refletir sobre como se preparar ou que oportunidades aproveitar em momentos de crise.

The Startup Depression

Scott Kurnit of the Mining Company (aka About.com) told me there are three reasons why a business will fail: it’s a bad idea, bad execution or outside factors. If you examine your business with these three filters right now, you can baseline where you’re at: one, two or three strikes.




Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (2) | trackback (0)
Link para este post:



IPO: Nova janela?
agosto 8, 2008, 9:49 PM por Fabio Seixas

Hoje o TechCrunch levantou a bola do mercado americano de Internet estar entrando em uma nova janela de IPO com a estréia hoje na bolsa da RackSpace e do registro da A123 Systems para fazer o seu IPO.

O que me chamou a atenção é que, se o mercado lá estaria iniciando a sua janela, poderiamos pensar em um reflexo dessa janela aqui no Brasil daqui a 2 a 3 anos.

Ou seja, tempo suficiente para iniciar operações, torna-las viáveis, cresce-las e, quem sabe, fazer IPO aqui no Brasil também.

As oportunidades estão sempre a disposição de quem está disposto a pega-las.





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (3) | trackback (0)
Link para este post:



StartupSchool2008
abril 23, 2008, 1:44 PM por Fabio Seixas

O StartupSchool é um pequeno grande evento que acontece anualmente na Universidade de Stanford. Em 2008, aconteceu semana passada e contou com a presença de importantes empreendedores tais como Marc Andreessen (Ning, Netscape), Michael Arrington (Techcrunch), Jeff Bezos (Amazon), Paul Graham (Y combinator), David Heinemeier Hansson
(37Signals), Greg McAdoo (Sequoia Capital) entre outros.

Uma das palestras mais interessantes para quem está querendo entrar ou já vivenciando o mundo das startups é a do David do 37Signals. Aliás uma empesa que eu pessoalmente adimiro muito.

A palestra é um "reality check" de que é melhor tentar criar sua startup pelas suas próprias pernas do que depender de investidores e de uma venda bilionária.

O pessoal do blog onStartups fez um pequeno resumo do que cada palestrande trouxe para a platéia. Então, escolha o seu tema e assista as palestras na integra com vídeo e slides aqui. Ou então assista todas pois vale muito a pena.

Update: O vídeo do David Heinemeier Hansson está quebrado na parte final, mas tem outra versão com uma qualidade não tão boa disponível aqui.





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (4) | trackback (0)
Link para este post:



1º StartupCamp Brasil
novembro 6, 2007, 12:05 AM por Fabio Seixas

startupcamp.jpg

Quando falei aqui no blog sobre o TechCrunch40 fiquei imaginando como seria um evento aqui no Brasil que aproximassem empreendedores da web com empresas de capital de risco e investidores anjos. Pois bem, este evento vai acontecer no próximo sábado em São Paulo.

Não é um TechCrunch40, que diga-se de passagem a inscrição custava módicos $2.000, mas sim um evento num estilo meio desconferência meio palestras programadas que irá proporcionar esse tipo de networking aqui no Brasil.

O primeiro StartupCamp Brasil vai acontecer dia 10/11 no Espaço Gafanho em São Paulo.

A idéia é promover algumas palestras pela manhã, proporcionar um ambiente de networking para que empreendedores possam ter acesso a alguns investidores e criar uma desconferência na parte da tarde.

Programação

Manhã

9:00 - 9:30 Boas vindas
Organizadores 1o StartupCamp Brazil Web

9:30 - 10:00 Transformando uma idéia em um negócio
Empreendedor web - case do sucesso

10:00 - 10:30 Conversando com um VC
Sócio firma de VC

10:30 - 11:00 Preparando um pitch para investidores
Empreendedor startup web

11:00 - 11:30 Break

11:30 - 12:00 Desafios do dia-a-dia
Empreendedor startup web

12:00 - 12:30 Relação entre investidores e empreendedores
Sócio firma de VC

12:30 - 13:00 Os grandes players olham para start-ups no Brasil?
Representante empresa web internacional

13:00 - 13:30 Micro-empreendorismo na Internet
Empreendedor startup web

Tarde

14:30 - 18:00 Camp
Desconferência sobre empreendedorismo na Web Brasileira.
Contribua sugerindo temas para discussão no fórum da comunidade do StartupCamp Brazil.





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (8) | trackback (0)
Link para este post:



Start-ups e a sua carreira
outubro 1, 2007, 10:42 PM por Fabio Seixas

Já passei pela criação de 7 empresas start-ups, alguma como empresário, outras como colaborador. Aprendi um bocado com isso. Algumas coisas você só aprende na marra. Não existe faculdade ou MBA que vá te ensinar. Muitas coisas você aprende lendo os livros certos nos momentos certos. Além disso, vida de empreendedor serial é uma montanha russa emocional, cheia de altos e baixos e de alternâncias de momentos de total convicção e inacreditável insegurança.

Start-ups são o playground de pessoas inovadoras. Nesse ambiente é possível inovar sem ser *muito* recriminado, ao contrário do que acontece em empresas estabelecidas, onde o ambiente normalmente não favorece a inovação.

Em toda a minha carreira, que já chega aos 15 anos, só trabalhei em uma única empresa com mais de 150 funcionários. E olha que eu já passei por várias empresas.

Na época da minha faculdade, eu sempre dizia para os meus colegas que era melhor optar por um estágio em uma empresa pequena, se possível uma start-up, pois seria possível ter contato direto com todos os (poucos) níveis da empresa e ter a oportunidade de aprender de tudo um pouco, diferentemente de trabalhar em uma grande empresa onde geralmente o funcionário tem contato apenas com 1 ou 2 níveis dentro do seu próprio departamento.

Montar start-ups é uma atividade muito interessante, pois a cada nova empreitada, você percebe que ainda tem muito a aprender, que sempre haverá uma situação com a qual você ainda não lidou. Esse aprendizado conquistado com o próprio suor, não tem preço. E não estou falando de técnicas de gerenciamento, negociação ou vendas. Estou falando de emoções que aprendemos a lidar quando nos deparamos com situações críticas, com relacionamento com pessoas ou clientes ou quando nos deparamos com adversidades do mercado. Nenhuma faculdade ou MBA sequer pensa em trabalhar o desenvolvimento emocional de gerentes ou empreendedores. Focam apenas no aprendizado técnico, que, a meu ver, não responde por nem 30% das características necessárias para o obter sucesso empresarial. Isso me faz lembrar o Empretec.

Cada nova start-up é um passo no vazio, na incerteza. Pessoas que conseguem tirar convicção de situações como essas são verdadeiros empreendedores. Geralmente, esse tipo de vivência não se aprende trabalhando em grandes empresas.

Então ficam algumas sugestões para quem está começando sua carreira:

Você está na faculdade e não sabe o que fazer da vida
Procure trabalhar em uma empresa pequena. Você terá a oportunidade de conhecer vários tipos de trabalhos e poderá encaminhar melhor a sua carreira. Procure empresas que sejam pequenas mas que já tenham estabilidade no mercado. Uma empresa muito nova e muito pequena e mal estruturada é uma roleta russa que você não vai querer viver. Estando lá se interesse por várias áreas, mesmo que você não tenha sido contratado para algo específico. Extraia todo o conhecimento possível das pessoas, mas não seja chato. Todo mundo detesta o chato.

Você está querendo montar a sua própria empresa e não tem experiência
Procure trabalhar em uma start-up. Aproveite o fato de que outro empreendedor – seu chefe – está correndo todos os riscos na criação de uma empresa e cuide de absorver toda e qualquer experiência relacionada a criação da empresa. Procure olhar com olhos de empreendedor, mesmo sendo funcionário. Você estará não só exercitando seus dotes empresariais, como também poderá colaborar muito para a formação da própria empresa. Com isso você estará minimizando seus riscos quando for criar a sua empresa, já que todo aprendizado é uma forma de minimizar riscos.

Você quer fazer carreira em uma grande empresa e ninguém tira isso da sua cabeça
Procure trabalhar em uma pequena empresa. Aproveite que você está no começo da sua carreira e de uma oportunidade a si mesmo de aprender coisas que você nunca aprenderá em uma grande empresa. Tenho certeza que esse aprendizado irá criar uma vantagem competitiva enorme entre você e seus demais colegas da corporação. Hoje, mesmo em grandes empresas, é valorizado quem tem espírito empreendedor. Aprenda a empreender em uma pequena empresa e depois vá colher os frutos durante a sua carreira corporativa.

Essas dicas não me foram dadas quando eu estava na faculdade. Tive que aprende-las por contra própria. Dependendo do que você vai fazer com essas dicas, sua carreira pode ser muito diferente. Então reflita um pouco.





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (21) | trackback (1)
Link para este post:



Inovação
agosto 6, 2007, 10:46 AM por Fabio Seixas

50inovacao.jpg


A InfoExame selecionou os 50 brasileiros mais inovadores na tecnologia da informação e comunicação.

Na categoria Empreendedores, pude compartilhar tal mérito com pessoas fantásticas como Edson Mackeenze, do Videolog.tv, Rafael Sigueira do Apontador e Renato Shirakashi do Via6.

A categoria Universidades e pesquisa conta ainda com o blogueiro Silvio Meira (blog)

Parabéns a todos os esses 50 inovadores!





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (6) | trackback (0)
Link para este post:



Convicção: Como criar uma empresa e "quase" igual a conquistar uma mulher
agosto 4, 2007, 4:30 PM por Fabio Seixas

Lembro-me do comercial do desodorante AXE que mostrava que bastava convicção para qualquer homem conquistar uma mulher.

Assim como na conquista amorosa, a convicção é um grande aliado nos negócios. Não creio que basta convicção para conquistar alguma coisa, mas ajuda muito. Ter convicção de que uma empresa será bem sucedida já é um grande passo.

Convicção nos ajuda a tomar decisões, a arriscar mais. O ditado "quem não arrisca não petisca" é a mais pura verdade.

Convicção se conquista com experiência e pesquisa. São pedaços de informações e sentimentos que montam a percepção de que algo tem tudo para dar certo, criando o embasamento necessário. A convicção de base emocional, sem embasamento, age como uma cequeira empresarial que nos impede de perceber que estamos indo no caminho errado.

Como tudo na vida, convicção em excesso é ruim. Não adianta simplesmente acreditar que algo será bem sucedido. Não basta convicção para que algo que não funciona passe a funcionar. Não adianta pensar que vender gelo para esquimó é um bom negócio. Simplesmente não é, por mais que você acredite que seja.

Então, perceba se sua convicção empresarial é emocional ou devidamente embasada. Se é em excesso ou na medida certa. E coloque ela para trabalhar para você.





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (5) | trackback (0)
Link para este post:



Modelo de negócio "Freemium"
março 31, 2007, 10:36 PM por Fabio Seixas

Uma palavra para definir um dos modelos de negócio mais comuns no mundinho web 2.0: Freemium

Como funciona o modelo de negócio Freemium?

Give your service away for free, possibly ad supported but maybe not, acquire a lot of customers very efficiently through word of mouth, referral networks, organic search marketing, etc, then offer premium priced value added services or an enhanced version of your service to your customer base.

Via A VC





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (2) | trackback (0)
Link para este post:



Não vamos cometer os mesmos erros
março 26, 2007, 2:00 AM por Fabio Seixas

As palavrinhas estão no ar novamente. Ando escutando elas por ai. E não apenas nas mesas de bar. Ando escutando em negócios e projetos reais. IPO, Stock Option, Capital de Risco, etc. Tudo muito bom, um novo momento, novas oportunidades, etc, mas, por favor, não vamos cometer os mesmos erros novamente.

O ano de 2000 presenciou o desfecho de uma série de desventuras. Boo.com, Pets.com e tantas outras empresas que sumiram do mapa e que apostaram que poderiam aproveitar o momento e criar negócios sem bases sólidas contando com a possibilidade de serem compradas ou de fazerem IPOs milionários.

O momento está tornando a surgir. Isso é bom. O que vamos fazer com ele, quem vai se dar bem, quem vai se dar mal é o que devemos analisar.

Então, para não cairmos nos mesmos erros da bolha 1.0, sugiro algumas reflexões:

"Vamos criar uma empresa qualquerbuzzword.com e alguém vai querer investir na gente!"
No final dos anos 90, muitas empresas foram criadas com o esse pensamento. Qual o motivo para se criar uma empresa? Criar valor deve ser a resposta. Investimento financeiro deve ser o facilitador de um projeto e não seu objetivo final. Investimento serve para alavancar e viabilizar o crescimento, não para personifica-lo.

Qual é o seu modelo de negócio?
Muitas vezes essa pergunta foi simplesmente ignorada. Ou quando era feita, pouco importava a resposta.

Numa época de euforia é comum acreditarmos em modelos de receita mirabolantes que não se sustentam e não conseguem provar sua viabilidade. Empresas que apostam na publicidade como única forma de receita também foram, são e serão muito comuns. Mas e se o mercado de anunciantes não alavancar? Se a oferta de espaço publicitário for maior que a demanda? Como ficam todas essas empresas que contavam com a publicidade para pagar suas contas?

Uma sugestão pessoal minha: Arrume um jeito de colocar um pé no off-line e outro no on-line. Isso facilita muito as coisas. Não foi à toa que a taxa de mortalidade das empresas de e-commerce na bolha 1.0 foi menor que o resto do mercado. Elas agregavam valor de maneira factível.

Investimento para que?
Você buscaria um investimento financeiro para alavancar uma empresa viável ou para sustentar indeterminadamente algo inviável? A melhor forma de conseguir um investimento é não precisar dele. Se você está buscando investimento para pagar as contas, algo está muito errado.

"Ei! Eu tenho uma idéia fantástica! Vamos ficar milhionários!"
Ideias não impressionam mais. A execução sim. Idéias são baratas e fáceis de encontrar, já bons executores são difíceis de achar. Não se apoie somente na idéia. Idéias não importam tanto quanto antes. Pense na Starbucks. Uma cafeteria. Quer ideia mais sem graça que essa? No entando, foi a execução que a tornou uma das mais admiradas empresas do mundo.

Feitas para vender
Existem empresas que são contruídas para serem vendidas. Nada de mal nisso. Outras são feitas para durar. Vender uma empresa é apenas uma estratégia de saída do investidor/empreendedor. Não confunda estratégia de saída com modelo de negócio. Você pode até não ter uma estratégia de saída (talvez nem tenha pensando nisso), mas você não pode se dar ao luxo de não ter um modelo de negócio. "Vamos criar uma empresa e depois vende-la" não é um modelo de negócio, é uma estratégia de saída.

"Web 2.0 is the air for the next bubble" – Paul Witherow

Isso não significa que já temos uma bolha. O ar é apenas um elemento da bolha. A "película" que o envolve é o dinheiro sendo investido quase que indiscriminadamente. Isso ainda não está acontecendo no Brasil, mas talvez já esteja acontecendo lá fora. Mas os elementos que podem se tornar uma bolha já estão surgindo. Tudo depende do que iremos fazer com esses elementos.





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (5) | trackback (0)
Link para este post:



37signals: Getting Real de graça
dezembro 6, 2006, 12:10 AM por Fabio Seixas

A 37signals disponibilizou gratuitamente o seu consagrado e-book "Getting Real" sobre as diversas facetas da criação, lançamento e gerenciamento de um aplicativo web.

Para quem não tinha comprado o PDF, vale dar uma boooa conferida nessa versão online gratuita.

Getting Real

Via: Start-Up Guide





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (3) | trackback (0)
Link para este post:



"Clonagem" de modelos de negócio
dezembro 4, 2006, 6:20 PM por Fabio Seixas

Meu amigo In Hsieh, nos trouxe a luz de seus pensamentos a respeito de como a criatividade e o empreendedorismo são aplicados aqui no Brasil, principalmente no mercado online nacional.

In nos deixou uma pergunta que ele mesmo buscou a resposta:

Se nós brasileiros somos tão criativos quanto achamos (e os nossos publicitários estão aí para provar), por que temos tão poucos empreendimentos internacionais com diferenciais resultantes da inventividade brasileira?

Um dos pontos citados por In é a visível tendência de clonagem de modelos de negócios originalmente concebidos no exterior. Eles mesmo cita que temos 3 "clones" brasileiros do Digg.com. Outros exemplos não faltam: 8P x Flickr, Syxt x Linkedin, Wasabi x Netvibes, favorit0br x del.icio.us, VideoLog x YouTube e certamente Camiseteria x Threadless, entre muitos outros.

De fato, assim como resaltado pelo autor, o ambiente brasileiro não é favorável para o empreendedor brasileiro. Diga-se de passagem: economia em desenvolvimento, histórico de mercado fechado ao comércio exterior, limitação de crédito, capital de risco escasso, juros altos, impostos demais, corrupção, burocracia, etc.

Creio que o movimento vai muito além de uma simples inspiração em um serviço estrangeiro. Exatamente pela dificuldade do ambiente econômico nacional, o propenso empreendedor se poe a analisar idéias e oportunidades para o seu negócio. A grande maioria dos empreendedores ainda não deram "a grande tacada" no mundo dos negócios e por isso não possuem vastos recursos para investir em suas empreitadas.

Coloque-se no lugar desse propenso empreendedor posto a analisar suas opções. Ele pode ter a criatividade e coragem necessárias para implantar aquela idéia original que todo empreendedor sonha ter, ou pode apostar em uma oportunidade vislumbrada de trazer para o Brasil um modelo de negócio estrangeiro.

Para o pequeno empreendedor que pensa grande, o melhor caminho, aquele que elimina etapas no processo de seleção natural maximizando as chaces de sobrevivência, é o caminho de apostar em uma idéia que já deu certo pelo menos lá fora.

Esse posicionamento de fato facilita a vida do pequeno empreendedor. 1) Ajuda a disseminar o conceito do novo negócio ("EuCurti, um Digg brasileiro" ou "BlogBlogs, o Technorati nacional"); 2) Elimina, pelo menos em parte, a dúvida sobre a aceitação do produto/serviço ("se deu certo lá fora as chances de dar certo aqui também são boas"); 3) Ajuda na tomada de decisão durante a gestão do negócio já que os passos do serviço inspirador pode ajudar nos passos do "clone" nacional.

Todos esse posicionamento ao criar uma empresa nacional, muitas vezes não racional ou consciente, é basicamente uma minimização do risco do novo empreendimento. Empreender é antes de mais nada saber medir e controlar o risco.

Para os que viveram a criação da Internet nacional ou ao menos puderam acompanhar os últimos 8 anos desse mercado, peço façam uma análise pragmática de como esse mercado se desenvolveu aqui no Brasil. Um dos serviços nacionais mais bem sucedidos foi o Cadê, um "clone" do Yahoo. Outro exemplo que rendeu milhões de dólares (e uma marca de cachaça) para o criador foi o ZipMail, um "clone" do HotMail. UOL, Terra, IG, iBest, todos "clones" da AOL e da falecida CompuServ. O ParPerfeito, recentemente vendido por quase 22 milhões de Euros para o europeu MeetIC, um "clone" do Match.com. Mercado Livre e eBay. Submarino e Amazon. HPg e GeoCities. Catho e Monster.com. E por ai vai. Essa lista seria muito longa. Cite um exemplo, qualquer exemplo e encontraremos uma inspiração vinda de fora. Mesmo no mundo offline isso também é padrão dominante. Rede Globo? Mesbla? Bob´s? Shopping Centers? Salas de cinemas? Parques de diversão? Faça você mesmo a correlação.

Tirando as potências econômicas que lideram o desenvolvimento da web mundial (principalmente EUA, Inglatera e China), quase todo o resto do mundo segue o mesmo caminho (Vide a séria de artigos sobre os top aplicativos web do blog Read/WriteWeb feita com diversos países, Brasil inclusive).

Sinceramente não gosto do termo "clone". Clonagem é derivar uma coisa de outra a partir de suas informações fundamentais (DNA). Nenhum dos exemplo citados acima foram clonagens. Foram inspirações. Observa-se uma oportunidade de algo que está dando certo lá fora e traz-se o modelo para o Brasil minimizando os riscos e maximizando as chances de sucesso. Aprende-se e inspira-se com aqueles que já passaram pelo caminho das pedras e podem mostrar um caminho menos árduo.

Mas In está certo em apontar o caminho do sucesso. "na vida e nos negócios, execução é tudo". Idéas não são o fator de sucesso. Execução é o fator de sucesso. Quantos sites de buscas de capital nacional existem? Quantos são importantes no cenário nacional? Sites de namoros? Existem dezenas, mas só um deles
foi vendido por milhões de Euros. Execução é mais importante que a idéia. Não é à toa que nossa sociedade valoriza a experiência profissional.

O mais importante não é usarmos a criatividade latente do brasileiro na criação de negócios baseados em idéias absolutamenter originais. O mais importante é aplicarmos essa criatividade na execução dos negócios que criamos. Ai está o grande valor do Brasil, pelo menos por enquanto, até nos tornarmos uma verdadeira potência econômica mundial. Essa é, e deve continuar sendo, nossa principal força para desenvolver o nosso mercado web nacional. Esse é o caminho que os países em desenvolvimento encontraram para travar a desleal luta da seleção natural. Mesmo os países economicamente desenvolvidos são, na vedrdade, países em desenvolvimento em termos de web. Itália, Espanha, Austrália, Austria e Dinamarca são exemplos. Estes países não são potencias no mercado da web mundial e seguem o mesmo padrão.

É claro que se algum brasileiro tiver os recursos necessários (ideia original, capacidade de execução primorosa, capital, capacidade de absorver riscos e resiliência) para criar algo absolutamente original e que irá dominar o mundo, com certeza será muito bem-vindo. Mas as chances estão contra ele.





Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
permalink | comentários (11) | trackback (0)
Link para este post:



Oportunidades (ou "Millions saw the apple fall, but Newton was the one who asked why.")
novembro 4, 2006, 12:15 PM por Fabio Seixas

"Millions saw the apple fall, but Newton was the one who asked why." Bernard Baruch

Oportunidades estão à vista daqueles que se dispõe a velas. Empreendedores são caçadores de oportunidades por natureza. Estão sempre com olhos abertos para uma nova oportunidade. Seja profisisonal ou pessoal.

A maioria das pessoas fica cega ao pequenos insights que trazem à tona boas oportunidades. Mas é possível treinar para melhor perceber essas oportunidades.

O vilão da cegeira de oportunidades é a mesmice. Fazerer as mesmas coisas, ler os mesmos tipos de livros, sair sempre com os mesmos amigos, ver os mesmos programas de televisão ou somente se interessar por aquilo dentro do seu campo de trabalho não contribui para criar uma mente voltada para a percepção de oportunidades.

Algumas dicas para melhorar a sua percepção de oportunidades

  • Leia livros, revistas e artigos fora do seu campo de atuação. Se você é químico, leia uma revista feminina e talvez descobra uma demanda por um cosmético ainda não inventado.

  • Deslique a tv, o computador e saia de casa. Vá conhecer lugares que você nunca visitou, mesmo que seja o Jardim Botânico do lado da sua casa. Ver coisas, culturas ou paisagens diferentes permite que sua mente faça associações nunca feitas entre idéias guardadas em nossa memória longínqua. Associações mentais improváveis são ricas em insights de oportunidades.

  • Faça novos amigos de outras profissões. Uma das melhores fontes de oportunidades ocorre quando duas ou mais pessoas com profissões e conhecimento absolutamente distintos descobrem que a união de suas experiências cria novos caminhos inexplorados.

  • Fique de olho nas reclamações dos outros. Oportunidades surgem a partir de problemas das pessoas. Elas se sentem insatisfesitas com algum aspecto de suas vidas e um boa idéia surge para solucionar estas pequenas insatisfações.

  • Discussões acaloradas em geral são boas fontes de insights para quem as observa. Da próxima vez que o assunto da mesa de bar for futebol, política ou religião pare e preste atenção às pequenas oportunidades quando se lê as entrelinhas dessas discussões.

    O fato é que oportunidades são criadas. Muitos passam a vida esperando "aquela" oportunidade, aquela oferta de emprego, aquela idéia ou invenção que te trará notoriedade e muito dinheiro. Oportunidades favorecem aqueles que as buscam. Mantenha a mente aberta.

    Uma vez identificada uma oportunidade, estude a sua viabilidade. Mas isso é outra história.





    Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
    permalink | comentários (3) | trackback (0)
    Link para este post:



    O blog mais lido e acessado do Brasil
    setembro 13, 2006, 1:39 AM por Fabio Seixas

    A última edição da Business 2.0 trouxe uma matéria entitulada "Blogging for dollars".

    Após descobrir que Michael Arrington do TechCrunch, o provável blog sobre web 2.0 mais famoso do mundo, esta faturando 60 mil dólares por mês com venda de publicidade, parei para pensar na oferta e demanda em publicidade em blogs.

    Na lista de discussão Blogosfera já rolou muito papo sobre monetização de blogs e a minha conclusão foi de que é muito dificil ganhar dinheiro com blogs no Brasil.

    Michael criou um blog sobre um assunto que muitas pessoas (pelo menos as de lá. Ele tem 1, 5milhão de leitores regulares) tinha necessidade ou vontade de consumir. Havia a demanda reprimida. Ou seja, monetizar um blog sobre um assunto cuja oferta de conteúdo é excassa é muito mais fácil (ou menos difícil) do que um blog sobre um assunto que: a) existe pouca demanda por conteúdo b) dezenas (ou centenas, ou milhares) de outros blogs escrevem sobre a mesma coisa.

    No primeiro caso, porque blogs com conteúdo pessoal não conseguem se capitalizar? Porque não há demanda suficiente por conteúdo pessoal.

    No segundo caso, como pode um blogueiro que escreve sobre programação querer faturar um bom dinheiro se existem milhares de sites oferecendo conteúdo?

    Qualquer blog que se encaixe nessas situações e tente ganhar dinheiro vai apenas catar migalhas.

    Ter um blog para ganhar dinheiro é como qualquer outro negócio, virtual ou não. É preciso oferecer um produto que as pessoas queiram comprar. Não basta o produto ser bom. Não basta o produto ser barato (eye-balls e banner clicks). Tem que haver demanda! É o principio básico da economia que parece ser ignorado pela grande maioria de blogueiros que querem monetizar seus blogs.

    Os blogs nacionais que falarem de assuntos globalizados (ex.: tecnologia) irão sempre concorrer com os "grandes" blogs americanos. Ok, o portugues ajuda a manter uma "clientela" fiel, mas não é isso que vai mudar o rumo do jogo.

    Se você gostaria de ganhar dinheiro com blogs deveria olhar a blogosfera da mesma forma que um empresário olha o mercado. Quais as oportunidades que existem nesse mercado neste momento? Que demandas estão reprimidas e que eu tenho capacidade, conhecimento e vontade de suprir?

    No Brasil, não há quem consiga dizer com precisão qual o blog brazuca mais lido e mais acessado do momento. Porque? Porque não existe um blog que seja singular na criação de conteúdo para um assunto que haja uma enorme demanda.

    O que você quer ler?
    Se você fosse criar um blog que viria a ser disparado o blog mais acessado e lido pelos brasileiros, sobre o que esse blog falaria? O que, neste momento, uma grande massa de brasileiros gostaria de ler através de blogs e não consegue pois não existe conteúdo?

    Quem conseguir descobrir isso e tiver o conhecimento, a capacidade e a vontade de cria-lo tenho certeza que conseguirá capitaliza-lo sem catar migalhas. Quem descobrir isso irá criar o blog mais lido e acessado do Brasil.

    Quem está comprando publicidade?
    Outro ponto é a demanda por publicidade. De que adianta querer monetizar um blog sobre qualquer assunto se não existem compradores de publicidade interessados em leitores daquele assunto?

    Se houvesse um blog nacional, com conteúdo original e interessante sobre carros, talvez houvessem compradores de publicidade. A Fiat é uma que adora ações online.

    Quais são os mercado nacionais que possuem os maiores investimento em publicidade? Algum blogueiro se fez essa pergunta antes de se enveredar pela blogosfera? Quem aqui que deseja ganhar dinheiro através de um blog fez uma pesquisa de mercado ou até mesmo um plano de negócios? A verdade é dura, não é mesmo?

    Uma questão de economia
    As leis econômicas são fortes demais para serem ignoradas, seja na blogosfera ou seja na padaria da esquina.





    Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
    permalink | comentários (57) | trackback (0)
    Link para este post:



    Baratinho e eficiente
    setembro 8, 2006, 5:59 PM por Fabio Seixas

    A forma mais barata de você se engajar na discussão de seus clientes sobre seus produtos é.... adivinhe... ter um blog.

    Se ter um blog significa aproximação dos seus clientes com a sua marca e produtos e além disso ver de perto qual a percepção deles sobre seus produtos, então porque você ainda não tem um blog?

    Existe desvantagem em ter um blog que fale da sua marca e do seu produto? Acho que não.





    Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
    permalink | comentários (3) | trackback (0)
    Link para este post:



    yTrends
    agosto 30, 2006, 10:55 AM por Fabio Seixas

    O Michel Lent deu a dica.

    O Núcleo Jovem da Abril realizou esse incrível trabalho de pesquisa sobre o jovem brasileiro abordando questões como comportamento, consumo, design, etc. O trabalho chama-se yTrends.

    Um parte muito particular da pesquisa me chamou atenção. "Novos Consumidores: 10 tendências do consumo jovem". Colocando de forma simples uma série de tendências conhecidas, a turma conseguiu compilar os itens que os empresários focados em jovens devem se preocupar. São eles:

    1- Geração Seleção
    2- Consumo Viral
    3- Consumo de Expectativa
    4- Comportamento Indie
    5- Design Nation
    6- O Consumidor é o Conteúdo
    7- Psiconomadismo
    8- Mente Global, Alma Local
    9- A Revolução Natural
    10- Consumo do Vazio

    Eu mesmo fiquei impressionado como a minha empresa, o Camiseteria, está alinhando com essas tendências sem mesmo ter noção racional de algumas delas. Algumas tendência são claramente identificadas em nossa operação como "Geração Seleção", "Consumo Viral", "Design Nation" e "O Consumidor é o Conteúdo". Mas fiquei feliz em identificar também o "Consumo de Expectativa", "Comportamento Indie" e "Consumo do Vazio".

    Para quem quiser entender melhor as tendências, a visita é extremamente recomendada.





    Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
    permalink | comentários (4) | trackback (0)
    Link para este post:



    Quanto custa abrir uma empresa online? (ou "O que você está esperando?")
    agosto 30, 2006, 10:12 AM por Fabio Seixas

    Em tempos de web 2.0, hosting barato e software livre, abrir uma empresa custa apenas comida e aluguel, afinal você precisa comer e dormir.

    Nunca foi tão fácil montar uma empresa online. Milhares de idéias estão disponíveis esperando para serem executadas. Algumas horas por dia bastam para criar um serviço online.

    O que você está esperando?





    Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
    permalink | comentários (25) | trackback (0)
    Link para este post:



    Sites e modelo de negócio
    agosto 18, 2006, 6:17 PM por Fabio Seixas

    Vejo muito "negócio" online sendo lançado sem que o criador se preocupe com o modelo de negócio. Como o negócio/site vai gerar dinheiro? Pergunta simples, mas muito difícil de responder.

    O sonho de consumo geral é criar um site e mante-lo através de publicidade. Esse é o modelo de negócio mais básico, depois da venda direta. Dezenas de tipos de negócios apostam nesse modelo. Jornais, revistas, televisão, listas telefônicas, portais de internet. Ofereça um serviço gratuito e publique anúncios pagos junto com o serviço.

    Mesmo os sites que pretendem viver de publicidade, podem faze-lo de 2 formas. Ou montam a sua própria força de venda de publicidade ou apostam na força de venda de terceiros. No caso dos terceiros, existe ainda dois outros modelos. Aqueles que vendem a publicidade e pagam uma pequena comissão para quem veiculou o anúncio. E aqueles que vendem a publicidade e ELES ficam com a comissão da venda.

    O Google AdSense está classificado no modelo que vende publicidade e paga um pequeno percentual para o site que publicou o anúncio. Já a Federeted Media, que aposta na publicidade em blogs, está no grupo dos que compartilham mais adequadamente o lucro da venda de publicidade.

    Mas o problema é que a maioria simplesmente não quer se dar ao trabalho de cuidar da sua principal (não necessariamente mais adequada) fonte de renda, que é a publicidade em seu site. É muito mais fácil apostar em um parceiro de publicidade como o Google AdSense ou um portal de internet do que montar a sua própria estrutura de venda. Ou então não dedicam tempo suficiente para ao menos estudar qual o melhor parceiro para o serviço de venda de publicidade.

    Apostar na criação de uma estrutura de vendas própria faz o empresário pensar se o serviço ou conteúdo por ele oferecido é mesmo bom o suficiente para gerar visitação suficiente para bancar uma estrutura que consiga vender e gerar renda. A maioria que se perguntar isso chegará a conclusão de que não vale a pena. A causa? O serviço/conteúdo não é bom o suficiente.

    Outro modelo muitas vezes desconsiderado é o de patrocínio. Descubra um ou mais parceiros que tenha grande afinidade de público com o seu serviço e feche um patrocínio que irá gerar renda mensal fixa. Essa também requer algum esforço de venda. Mas pode valer a pena pois traz um certo grau de tranquilodade se for conquistada.

    Considere ainda o mais tradicional dos modelos de negócio. A venda direta. Nela é preciso pagar para consumir o serviço ou conteúdo. Pode ser mensal, por utilização, não importa. O que ocorre é que esse modelo também demanda um investimento de estrutura de cobrança e controle.

    A pergunta que deixo é: "Como você quer ganhar dinheiro (dinheiro de verdade, sem ser pequenas comissões) sem investir em algum tipo de estrutura, seja de força de venda ou de cobrança?"

    Ou ainda: "Você já se colocou na figura do anunciante e perguntou: 'Eu anunciaria nesse site?' "

    Definitivamente não existe almoço grátis. Para ganhar muito dinheiro com pequenas comissões é preciso ter um serviço ou conteúdo que atraia uma enorme visitação, gerando uma grande escala que por sua vez irá gerar muita comissão pequena.





    Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
    permalink | comentários (10) | trackback (0)
    Link para este post:



    Jovens empreendedores da web 2.0
    agosto 4, 2006, 12:46 PM por Fabio Seixas

    A Business Week colocou em sua capa dessa semana, Kevin Rose, fundador do Digg. O Digg atualmente é o 24° site com mais tráfego nos EUA segundo o Alexa. Considere que o site foi lançado somente no finalzinho de 2004.

    Isso mostra que estamos em uma época de novas revoluções, assim como ocorreu em 98/99. Estamos novamente entrando em um ciclo de inovação onde grandes oportunidades são criadas.

    A prova disso é o índice Nasdaq que hoje está no mesmo nível do início de 99 e ainda muito abaixo do topo na época do estouro da bolha de 2000 (gráfico aqui).

    E tem horas que é bom estar atrasado. É sabido que em países em desenvolvimento as coisas acontecem um pouco depois dos países desenvolvidos. Então se lá fora essa nova fase acabou de começar, significa que por aqui, se já começou, ainda está muito no comecinho. E isso significa oportunidades sobrando, mais capital disponível (disponível mas não de forma extravagente como no passado).

    O empreendedor que enxergar isso, pode mudar o próprio destino. As economias funcionam em ondas. Sempre foi assim, desde a época de Cristo. E uma nova onda, a da nova fase da Internet, está apenas começando aqui e no mundo.

    Prepare-se. Comece a pensar em como tirar proveito disso. Ache uma idéia. Monte um plano de negócio. Aja. Faça acontecer.

    Falo isso porque, eu mesmo me arrependo de não estar preparado o suficiente em 96/97 apesar de não ter ficado parado na época.





    Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
    permalink | comentários (7) | trackback (0)
    Link para este post:



    E depois de crescer?
    julho 28, 2006, 10:25 AM por Fabio Seixas

    Ok, sua empresa nasceu, sobreviveu, cresceu... e agora? O que eu faço?

    Resposta: Automatize.

    Quantos negócios existem por ai que iriam a falência caso o dono da empresa tenha um infarto?

    São negócios com administração centralizada em 1 ou 2 pessoas. Isso é ruim tanto para o negócio quanto para o próprio empresário.

    De que adianta ter uma empresa grande, faturando milhões se você não consegue tirar férias com a família, aprovitar um pouco a vida?

    Por outro lado, manter a empresa dependente dos seus sócios-fundadores é ruim para a própria empresa pois irá limita-la às ambições desses empresários. Colocar pessoas competêntes para gerenciar seu negócio e começar a apenas orquestras as coisas é o caminho para o nirvana empresarial. Imagine se Bill Gates não tivesse delegado a administração de sua empresa e passado a apenas orquestra-la? Certamente a Microsoft não teria o tamanho que tem.

    A tarefa do empreededor é criar a cultura, a estrutura e os meios para que um negócio seja auto-suficiente, seja em termos de mercado, ou seja em termos de gestão.

    O processo de criar uma empresa de sucesso é longo. Talvez não termine nunca.





    Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
    permalink | comentários (2) | trackback (0)
    Link para este post:



    Crescer ou crescer...
    julho 28, 2006, 8:16 AM por Fabio Seixas

    Ao ter uma idéia de negócio, o empreendedor primeiro pensa em como torna-la real. Depois de torna-la real, sua tarefa é sobreviver. Depois de criar a base de sobrevivência, sua tarefa é promover e gerenciar o crescimento.

    Criar é fácil. Sobreviver é difícil. Crescer é dificilíssimo.

    Das duas, uma. Ou você esbarra com uma dificuldade muito grande para encontrar o caminho do crescimento ou você encontra uma dificuldade enorme em gerenciar o já encontrado crescimento rápido.

    A maioria dos negócios que sobrevive, simplesmente empaca na fase de encontrar o caminho do crescimento. A maioria dos pequenos empresários querem apenas sobreviver. Pagar as contas e o leitinho das crianças é o que os deixa satisfeitos. Eles não possuem ambição e motivação suficiente para transformar useu negócio em algo muito maior. Outra parcela de empresários não sai dessa fase pela simples incapacidade de encontrar o caminho do crescimento. Atribua a isso falta de visão, experiência, treinamento e capital.

    Outro grupo menor de empreendimentos, encontram naturalmente o caminho do crescimento. Não porque tiveram sorte, mas porque montaram corretamente as bases para o crescimento lá na fase de nascimento. Para essas empresas, a dificuldade maior é gerenciar esse crescimento de forma a não desperdiçar dinheiro, oportunidades, esforços, tempo e mercado.

    As aptidões empreendedoras necessárias em cada fase são muito diferentes a medida que sua empresa evolui. O empreendedor inteligente, percebe isso e se aprimora ao longo do próprio crescimento da empresa, tornando-se apto a gerencia-la com maestria. É claro que isso não ocorre com a maioria. Certamente falta visão em muitos casos.

    Gerenciar uma empresa em crescimento rápido é difícil justamente pois a capacidade do empreendedor de se adaptar às novas necessidades fica restrita já que ele precisa dedicar seu tempo para gerenciar o crescimento. É uma bola de neve. O desafio é justamente conseguir equilibrar isso. Quanto mais rápido for o crescimento maior o desafio. Então, por vezes, é preferível optar pelo caminho de crescimento moderado do que partir para o caminho que proporciona o maior crescimento. Para escolher o caminho correto é preciso reconhecer as próprias limitações e trabalhar para elimina-las.





    Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
    permalink | comentários (2) | trackback (0)
    Link para este post:



    Guy Kawasaki
    julho 4, 2006, 7:25 PM por Fabio Seixas

    Guy Kawasaki, em uma excelente apresentação, falando sobre empreendedorismo.

    Slides disponíveis aqui.





    Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
    permalink | comentários (5) | trackback (0)
    Link para este post:



    Receita básica para se tornar empresário sem quebrar a cara (muitas vezes)
    junho 20, 2006, 8:26 AM por Fabio Seixas

    Empreender não é nada fácil. Se fosse fácil haveriam mais empresários do que empregados. Afinal, vontade de ser dono do seu próprio destino não falta.

    O que falta são alguns ingredientes que tornam a vida do propenso empresário muito mais fácil e menos sofrível. É isso mesmo. Sofrível. Empresário no Brasil sofre mesmo. Não estou falando daquele emrpesário que nasceu em berço de ouro que foi criado para cuidar dos negócios da família, fez MBA no exterior, etc, etc, etc. Estou falando daqueles empresários que, mesmo com as chances contra, foram lá e fizeram o que tinha que ser feito. Mudaram seu destino. E não se iludam, o caminhno para mudar o próprio destino além de nada fácil, é sofrível.

    Que ingredientes são esses? Que características são necessárias para ser um empreendedor de sucesso?
    Segue a minha receita básica:

    -3 colheres das de sopa de persistência
    -300g de resiliência
    -2 porções de comprometimento
    -50g de riscos calculados
    -1 xícara de planejamento
    -700 ml de informações
    -200g de independência
    -200g de autoconfiança
    -Um pitada de sagacidade
    -Inteligência a gosto

    Você irá precisar de:
    -Uma assadeira de oportunidade tamanho médio (melhor que seja grande)
    -Um punhado de metas para decorar o prato final

    Modo de preparar:
    Unte uma rede de contatos, polvilhe um pouco de persuasão, coloque todos os ingredientes sem deixar nada de fora. Mexe adicionando independência e autoconfiança aos poucos.

    Diferente das receitas convencionais, esse prato não basta colocar no forno e esperar. É preciso cuidar dele, ficar de olho. Sempre ajustando a posição para um melhor cozimento. Mas também não adianta mexer o tempo todo, senão desanda. É preciso aprender a perceber a hora de ajustar algo e a hora de deixar as coisas acontecerem.

    Ok, ok, a receita parece fácil. Difícil mesmo é conseguir os ingredientes. Se você for um cozinheiro esperto não tentará começar a receita sem antes ter os ingredientes necessário. Porque se faltar algum ingrediente, certamente o resultado não será dos melhores.





    Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
    permalink | comentários (62) | trackback (0)
    Link para este post:



    Se você for morrer, morra rápido
    março 17, 2006, 8:14 PM por Fabio Seixas

    As taxas de moratalidade de pequenas empresas é enorme. Segundo o Sebrae 60% das novas empresas não consegue passar dos 4 anos de vida. 45% não consegue nem passar do segundo ano.

    Normalmente as pessoas vêem isso como uma coisa ruim. Eu vejo como uma coisa boa. Por um simples motivo: Seleção natural.

    Na natureza, morrer cedo é o padrão. Ser extinto é padrão. A exceção é justamente evoluir. Atualmente, existem possivelmente 30 milhões de espécies vivas na terra. Estudos apontam que essa quantidade representa apenas 1% das espécies que já viveram na terra.

    Porque isso ocorre na natureza? Porque é a eliminação dos menos aptos que promove a evolução acelerada das espécies. Quanto mais espécies novas surgerem e forem extintas, mais rápido será a evolução da vida na terra.

    O mesmo vale para as empresas. Quanto mais empresas abrirem e quebrarem, maior será a concientização de como uma empresa de sucesso deve ser conduzida para se tornar bem sucedida. Com isso, maiores serão as chances de sucesso daqueles que conseguirem absorver esse conhecimento e transforma-lo em empreendimentos bem sucedidos no futuro.

    Em países em desenvolvimento, quanto mais rápido for esse ciclo, melhor será o desenvolvimento da economía e mais rápido ela poderá se tornar uma economina de primeiro mundo.

    O processo de abrir e conduzir uma empresa é único e extremamente educador (mesmo que pelo caminho mais duro). Logo, quanto mais tentativas de criar uma empresa houverem, maior será a quantidade de empreendedores concientizados dos requisitos básicos para montar uma empresa de sucesso.

    Não pense que basta abrir uma empresa e quebra-la em 2 anos que você estará automaticamente apto a abrir uma empresa de sucesso. Em média, um empreendedor quebra de 4 a 5 empresas antes de abrir uma empresa de sucesso.

    Por isso, quanto mais rápido você perceber que a sua empreitada não dará certo, corte o mal pela raiz, encerre a empresa, assimile a maior quantidade de conhecimento possível, sacuda a poeira e parta para outra. Encarre seus fracassos empresariais como aprendizado. Assim será muito mais fácil de lidar com as emoções envolvidas com o encerramento de um negócio.

    Se você for morrer, morra rápido. E ressuscite logo.





    Adicionar à: del.icio.us | Rec6 | My Yahoo 2.0
    permalink | comentários (4) | trackback (1)
    Link para este post:





  •     Powered by Movable Type