Já está acontecendo um meme para a blogosfera ajudar Santa Catarina. E tive uma idéia de criar uma outra campanha para arrecadar fundos para a Defesa Civil de Santa Catarina, só que de uma forma difente.
A idéia é simples. Criar uma conta no Google adSense e disponibilizar o códido para que qualquer blogueiro possa colocaR banners do adSense em seus blogs e assim gerar receita que será TOTALMENTE doada para a Defesa Civil de Santa Catarina.
Dessa forma, blogueiros podem doar seus inventários de mídia (espaço publicitário de seus blogs) para arrecadar fundos para a campanha sem precisar desenvolbar dinheiro.
A idéia primeiramente era a própria Defesa Civil criar essa conta, mas eles devem estar muito ocupados por lá e o tempo urge. Temos que agir agora.
Então solucionei a questão da seguinte forma. Criei uma conta no adSense em meu nome (ainda está em aprovação) e vou compartilhar essa conta (login e senha) com 7 blogueiros conhecidos e renomados que considero serem de confiança. Assim a conta e a receita gerada por ela poderá ser auditada por esse grupo de blogueiros.
Tudo será documentado, as receitas semanais, os pagamentos feitos para a Defesa Civil, etc. Assim todo mundo pode confiar que será uma colaboração honesta (afinal queremos ajudar SC e não tirar vantagem de ninguém).
Então convido os seguintes blogueiros para serem os auditores e colaboradores que irão ajudar a espalhar esse novo meme.
Ariel Gajardo, Agência Espalhe, colaborador do Alles Blau e morador de Blumenau
No início dos anos 90, eu acabara de entrar para a faculdade e trabalhava como programador no CPD de uma empresa de marketing. Nessa época, eu me iniciei como admirador da Microsoft e seus produtos. Não existiam produtos mais acessíveis à época. Nesse período, os Macs eram sinônimo de computador para Desktop Publishing (DTP). O pessoal do CPD costumava tirar sarro do pessoal do DTP por casa dos seus computadores bonitinhos mais ordinários. Ordinários porque eram apenas bonitinhos mesmo, principalmente em relação a interface, mas eram tecnicamente muito ruins. Os Macs da época rodavam em multitarefa cooperativa enquanto o Windows NT, e depois o Windows 95, já arrojavam com sua multitarefa preemptiva.
Para um bando de nerds era o suficiente para deixar o pessoal do Macs com cara de tacho.
Todo dia eu pegava meu Uno Mille não quitado e seguia para a faculdade. O carango ostentava um adesivo original do Windows que ganhei numa conferência da Microsoft da qual participei. Era tudo. Literalmente "tirava onda" (pelo menos eu achava que tirava).
A verdade é que naquela época eu tinha orgulho de ser usuário do Windows.
De lá pra cá, muita coisa aconteceu na indústria da tecnologia. A chegada avassaladora da Internet, a guerra dos browsers, processos anti-trust, demissões involuntárias de conselho, etc. E no meio disso tudo, aconteceram duas coisas: a primeira que o sentimento de orgulho foi tomado por um sentimento de obrigação. Primeiro eu comecei a achar que a Microsoft estava fazendo o que era sua obrigação perante nós usuários. Evolua os produtos, crie coisas novas. Era o mínimo que eu esperava. Ela poderia mudar o mundo (como mudou com a guerra dos browsers) e eu continuaria achando que era o mínimo a ser feito. Segundo, foi a ascensão grandiosa da Apple, principalmente depois que o Steve Jobs retornou para a empresa como o todo poderoso de Cupertino. A Apple, mais uma vez, revolucionou o mercado com seus produtos fantásticos. Começamos a ver que era cool ter um Mac, bem diferente daquela época onde tirávamos sarros dos Mac maníacos.
Obviamente, essa nova fase da Apple me atingiu de alguma forma. Na última vez que troquei de computador fiquei seriamente tentado de comprar um Mac. Tenho quase certeza que só não troquei por questões técnicas. Eu precisava rodar um software de desenvolvimento da Microsoft que não roda no OS X da Apple. Acabei optando pela dupla PC+Windows.
Atualmente eu me encontrava uma encruzilhada. Eu sou PC, mas poderia ser Mac. Ser Mac é bacana, é cool. Um dia serei um Mac.
Eis que a Microsoft lança a sua campanha "I'm a PC".
Essa campanha me atingiu como uma bomba. Eu assisti e no mesmo instante eu pensei comigo mesmo: "Ei, eu sou um PC! Eu não sou um Mac... Eu sou um PC! Yeah!". Eu provavelmente sou o estereótipo que a Microsoft está buscando. Usuários do Windows a anos que estão sendo atacados pela Apple com seus produtos maravilhosos e seu inacreditável evangelismo popular.
Eu não desgosto da Apple. Eu adoro a Apple. Sou fã do iPhone, dos iPods e do iTunes. Eu também sou fã dos computadores e do sistema operacional da Apple. Eu sou fã do Steve Jobs com empresário, como criativo e como líder. Mas eu também sou fã do Bill Gates e das grandiosidades que eles fez pela indústria da tecnologia. Sou fã do Windows principalmente pelas coisas maravilhosas que esse produto e outros da Microsoft trouxeram para a minha carreira. E hoje descobri que sou mais fã do Gates do que do Jobs em certos aspectos.
Enfim, meu orgulho de ser um PC voltou. E foi preciso apenas um comercial. Apenas 1 minuto.
Ando compulsivo por comprar livros. O grande problema é que se leva menos tempo para comprá-los do que para lê-los.
Descobri que os melhores livros não são aqueles que já lemos e gostamos, mas sim aqueles que ainda não lemos. Meio estranho isso, mas é assim que sinto. Um livro não lido é melhor do que um livro lido porque ele tem algo a me ensinar diferente daquele que já me ensinou algo. Prefiro pensar que tenho livros não lidos na minha estampa com conhecimentos suficientes para suprir minhas necessidades assim que precisar deles. Por pensar assim, acabo comprando livros sem me preocupar se terei tempo para lê-los.
Mas tem outro "agravante". Quando eu gosto de um livro, eu o leio a prestação. Explico. Quando um livro é bom, um pequeno conjunto de páginas traz muitos ensinamentos e insights. E eu, para perpetuar o que aprendo, preciso de reflexão. Então, às vezes, leio 2 ou 3 páginas e paro de ler para ficar 10, 15 minutos assimilando profundamente aqueles ensinamentos. Não que eu precise de tempo para compreendê-los, mas sim de tempo para gravar mais profundamente na mente. Tem livros que li a 10 anos atrás que, até hoje, estão claramente na minha mente. É uma técnica que recomendo.
Por outro lado, quando não gosto de um livro, largo tendo lido quantas páginas forem. Não tenho tempo pra essa baboseira de que livro que começamos a ler tem que terminar. Se o livro é ruim, não merece minha atenção.
Livro tem que me convencer logo de cara. Esse negócio de ser bom do meio pro final não funciona pra mim. Tem que ser bom por inteiro.
O convite é aberto, a entrada é grauita e o coquetel é por conta da editora. Apareçam pois será uma ótima oportunidade de fazer networking, prestigiar a palestra do Bruno Rodrigues e ainda descolar um autógrafo.
Acreditem. O que vocês verão abaixo é uma escola estadual no Rio de Janeiro.
O NAVE, Núcleo Avançado em Educação, foi inaugurado ontem no Rio de Janeiro. O projeto nasceu de uma parceria entre a OI e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, através de sua Secretaria de Estado de Educação e de Cultura.
O NAVE nada mais é do que o Colégio Estadual José Leite Lopes que conta com uma grade de ensino em tempo integral. Na parte da manha, os 600 alunos (cerca de 200 no primeiro ano de funcionamento) terão as aulas do currículo normal do MEC e a tarde, poderão se deliciar com os ensinamentos do mundo digital. As matérias não serão poucas. Programação de games, Roteiros para mídias digitais, Geração multimídia, TV Digital, etc. Este seguimento do NAVE é chamado de Fábrica de Cultura Digital.
O NAVE conta ainda com a Usina de Expressão, um espaço de desconstrução onde haverá a integração com o mundo fora da escola. Serão eventos, debates, exposições. Já estamos planejando fazer o próximo BlogCampRJ no NAVE.
O projeto é simplesmente fantástico e deixa, arrisco dizer, todas as escolas particulares do Rio de Janeiro, quiçá do Brasil, a ver navios. A maneira como o projeto foi concebido permite que não só os alunos, mas também os professores, a sociedade e profissionais do ramo possam usufruí-lo. Um grande passo para o Rio e para o Brasil na direção da universalização da cultura digital.
Fica o exemplo, não só para as escolas particulares, como também para outros estados, de que uma parceria sólida com a iniciativa privada pode render bons frutos.
Para quem quiser saber mais sobre o NAVE, sugiro o post do Beto Largman, um dos responsáveis pela consultoria tecnológica do NAVE e curador dos eventos que acontecerão na Usina de Expressão.
Parabéns Beto, OI e Governo do Estado do Rio de Janeiro.
O Neto do Update or Die deu a dica e eu não poderia deixar de replicar aqui essa bela apresentação da Jill Bolte Taylor, uma cientista cerebral que, ela própria, sofreu um derrame cerebral e narra de maneira linda e angustiante a experiência que viveu e a lição que tirou disso. "Beautiful!"
Transcrição em inglês:
I grew up to study the brain because I have a brother who has been diagnosed with a brain disorder, schizophrenia. And as a sister and as a scientist, I wanted to understand, why is it that I can take my dreams, I can connect them to my reality, and I can make my dreams come true -- what is it about my brother's brain and his schizophrenia that he cannot connect his dreams to a common, shared reality, so they instead become delusions?
So I dedicated my career to research into the severe mental illnesses. And I moved from my home state of Indiana to Boston where I was working in the lab of Dr. Francine Benes, in the Harvard Department of Psychiatry. And in the lab, we were asking the question, What are the biological differences between the brains of individuals who would be diagnosed as normal control, as compared to the brains of individuals diagnosed with schizophrenia, schizoaffective, or bipolar disorder?
So we were essentially mapping the microcircuitry of the brain, which cells are communicating with which cells, with which chemicals, and then with what quantities of those chemicals. So there was a lot of meaning in my life because I was performing this kind of research during the day. But then in the evenings and on the weekends I traveled as an advocate for NAMI, the National Alliance on Mental Illness.
But on the morning of December 10 1996 I woke up to discover that I had a brain disorder of my own. A blood vessel exploded in the left half of my brain. And in the course of four hours I watched my brain completely deteriorate in its ability to process all information. On the morning of the hemorrhage I could not walk, talk, read, write or recall any of my life. I essentially became an infant in a woman's body.
If you've ever seen a human brain, it's obvious that the two hemispheres are completely separate from one another. And I have brought for you a real human brain. [Thanks.] So, this is a real human brain. This is the front of the brain, the back of the brain with a spinal cord hanging down, and this is how it would be positioned inside of my head. And when you look at the brain, it's obvious that the two cerebral cortices are completely separate from one another. For those of you who understand computers, our right hemisphere functions like a parallel processor. While our left hemisphere functions like a serial processor. The two hemispheres do communicate with one another through the corpus collosum, which is made up of some 300 million axonal fibers. But other than that, the two hemispheres are completely separate. Because they process information differently, each hemisphere thinks about different things, they care about different things, and dare I say, they have very different personalities. [Excuse me. Thank you. It's been a joy.]
Our right hemisphere is all about this present moment. It's all about right here right now. Our right hemisphere, it thinks in pictures and it learns kinesthetically through the movement of our bodies. Information in the form of energy streams in simultaneously through all of our sensory systems. And then it explodes into this enormous collage of what this present moment looks like. What this present moment smells like and tastes like, what it feels like and what it sounds like. I am an energy being connected to the energy all around me through the consciousness of my right hemisphere. We are energy beings connected to one another through the consciousness of our right hemispheres as one human family. And right here, right now, all we are brothers and sisters on this planet, here to make the world a better place. And in this moment we are perfect. We are whole. And we are beautiful.
My left hemisphere is a very different place. Our left hemisphere thinks linearly and methodically. Our left hemisphere is all about the past, and it's all about the future. Our left hemisphere is designed to take that enormous collage of the present moment. And start picking details and more details and more details about those details. It then categorizes and organizes all that information. Associates it with everything in the past we've ever learned and projects into the future all of our possibilities. And our left hemisphere thinks in language. It's that ongoing brain chatter that connects me and my internal world to my external world. It's that little voice that says to me, "Hey, you gotta remember to pick up bananas on your way home, and eat 'em in the morning." It's that calculating intelligence that reminds me when I have to do my laundry. But perhaps most important, it's that little voice that says to me, "I am. I am." And as soon as my left hemisphere says to me "I am," I become separate. I become a single solid individual separate from the energy flow around me and separate from you.
And this was the portion of my brain that I lost on the morning of my stroke.
On the morning of the stroke, I woke up to a pounding pain behind my left eye. And it was the kind of pain, caustic pain, that you get when you bite into ice cream. And it just gripped me and then it released me. Then it just gripped me and then released me. And it was very unusual for me to experience any kind of pain, so I thought OK, I'll just start my normal routine. So I got up and I jumped onto my cardio glider, which is a full-body exercise machine. And I'm jamming away on this thing, and I'm realizing that my hands looked like primitive claws grasping onto the bar. I thought "that's very peculiar" and I looked down at my body and I thought, "whoa, I'm a weird-looking thing." And it was as though my consciousness had shifted away from my normal perception of reality, where I'm the person on the machine having the experience, to some esoteric space where I'm witnessing myself having this experience.
And it was all every peculiar and my headache was just getting worse, so I get off the machine, and I'm walking across my living room floor, and I realize that everything inside of my body has slowed way down. And every step is very rigid and very deliberate. There's no fluidity to my pace, and there's this constriction in my area of perceptions so I'm just focused on internal systems. And I'm standing in my bathroom getting ready to step into the shower and I could actually hear the dialog inside of my body. I heard a little voice saying, "OK, you muscles, you gotta contract, you muscles you relax."
And I lost my balance and I'm propped up against the wall. And I look down at my arm and I realize that I can no longer define the boundaries of my body. I can't define where I begin and where I end. Because the atoms and the molecules of my arm blended with the atoms and molecules of the wall. And all I could detect was this energy. Energy. And I'm asking myself, "What is wrong with me, what is going on?" And in that moment, my brain chatter, my left hemisphere brain chatter went totally silent. Just like someone took a remote control and pushed the mute button and -- total silence.
And at first I was shocked to find myself inside of a silent mind. But then I was immediately captivated by the magnificence of energy around me. And because I could no longer identify the boundaries of my body, I felt enormous and expansive. I felt at one with all the energy that was, and it was beautiful there.
Then all of a sudden my left hemisphere comes back online and it says to me, "Hey! we got a problem, we got a problem, we gotta get some help." So it's like, OK, OK, I got a problem, but then I immediately drifted right back out into the consciousness, and I affectionately referred to this space as La La Land. But it was beautiful there. Imagine what it would be like to be totally disconnected from your brain chatter that connects you to the external world. So here I am in this space and any stress related to my, to my job, it was gone. And I felt lighter in my body. And imagine all of the relationships in the external world and the many stressors related to any of those, they were gone. I felt a sense of peacefulness. And imagine what it would feel like to lose 37 years of emotional baggage! I felt euphoria. Euphoria was beautiful -- and then my left hemisphere comes online and it says "Hey! you've got to pay attention, we've got to get help," and I'm thinking, "I got to get help, I gotta focus." So I get out of the shower and I mechanically dress and I'm walking around my apartment, and I'm thinking, "I gotta get to work, I gotta get to work, can I drive? can I drive?"
And in that moment my right arm went totally paralyzed by my side. And I realized, "Oh my gosh! I'm having a stroke! I'm having a stroke!" And the next thing my brain says to me is, "Wow! This is so cool. This is so cool. How many brain scientists have the opportunity to study their own brain from the inside out?"
And then it crosses my mind: "But I'm a very busy woman. I don't have time for a stroke!" So I'm like, "OK, I can't stop the stroke from happening so I'll do this for a week or two, and then I'll get back to my routine, OK."
So I gotta call help, I gotta call work. I couldn't remember the number at work, so I remembered, in my office I had a business card with my number on it. So I go in my business room, I pull out a 3-inch stack of business cards. And I'm looking at the card on top, and even though I could see clearly in my mind's eye what my business card looked like, I couldn't tell if this was my card or not, because all I could see were pixels. And the pixels of the words blended with the pixels of the background and the pixels of the symbols, and I just couldn't tell. And I would wait for what I call a wave of clarity. And in that moment, I would be able to reattach to normal reality and I could tell, that's not the card, that's not the card, that's not the card. It took me 45 minutes to get one inch down inside of that stack of cards.
In the meantime, for 45 minutes the hemorrhage is getting bigger in my left hemisphere. I do not understand numbers, I do not understand the telephone, but it's the only plan I have. So I take the phone pad and I put it right here, I'd take the business card, I'd put it right here, and I'm matching the shape of the squiggles on the card to the shape of the squiggles on the phone pad. But then I would drift back out into La La Land, and not remember when I come back if I'd already dialed those numbers.
So I had to wield my paralyzed arm like a stump, and cover the numbers as I went along and pushed them, so that as I would come back to normal reality I'd be able to tell, yes, I've already dialed that number. Eventually the whole number gets dialed, and I'm listening to the phone, and my colleague picks up the phone and he says to me, "Whoo woo wooo woo woo." [laughter] And I think to myself, "Oh my gosh, he sounds like a golden retriever!" And so I say to him, clear in my mind I say to him. "This is Jill! I need help!" And what comes out of my voice is, "Whoo woo wooo woo woo." I'm thinking, "Oh my gosh, I sound like a golden retriever." So I couldn't know, I didn't know that I couldn't speak or understand language until I tried.
So he recognizes that I need help, and he gets me help. And a little while later, I am riding in an ambulance from one hospital across Boston to Mass General Hospital. And I curl up into a little fetal ball. And just like a balloon with the last bit of air just, just right out of the balloon I felt my energy lift and I felt my spirit surrender. And in that moment I knew that I was no longer the choreographer of my life. And either the doctors rescue my body and give me a second chance at life or this was perhaps my moment of transition.
When I awoke later that afternoon I was shocked to discover that I was still alive. When I felt my spirit surrender, I said goodbye to my life, and my mind is now suspended between two very opposite planes of reality. Stimulation coming in through my sensory systems felt like pure pain. Light burned my brain like wildfire and sounds were so loud and chaotic that I could not pick a voice out from the background noise and I just wanted to escape. Because I could not identify the position of my body in space, I felt enormous and expensive, like a genie just liberated from her bottle. And my spirit soared free like a great whale gliding through the sea of silent euphoria. Harmonic. I remember thinking there's no way I would ever be able to squeeze the enormousness of myself back inside this tiny little body.
But I realized "But I'm still alive! I'm still alive and I have found Nirvana. And if I have found Nirvana and I'm still alive, then everyone who is alive can find Nirvana." I picture a world filled with beautiful, peaceful, compassionate, loving people who knew that they could come to this space at any time. And that they could purposely choose to step to the right of their left hemispheres and find this peace. And then I realized what a tremendous gift this experience could be, what a stroke of insight this could be to how we live our lives. And it motivated my to recover.
Two and a half weeks after the hemorrhage, the surgeons went in and they removed a blood clot the size of a golf ball that was pushing on my language centers. Here I am with my mama, who's a true angel in my life. It took me eight years to completely recover.
So who are we? We are the life force power of the universe, with manual dexterity and two cognitive minds. And we have the power to choose, moment by moment, who and how we want to be in the world. Right here right now, I can step into the consciousness of my right hemisphere where we are -- I am -- the life force power of the universe, and the life force power of the 50 trillion beautiful molecular geniuses that make up my form. At one with all that is. Or I can choose to step into the consciousness of my left hemisphere. where I become a single individual, a solid, separate from the flow, separate from you. I am Dr. Jill Bolte Taylor, intellectual, neuroanatomist. These are the "we" inside of me.
Which would you choose? Which do you choose? And when? I believe that the more time we spend choosing to run the deep inner peace circuitry of our right hemispheres, the more peace we will project into the world and the more peaceful our planet will be. And I thought that was an idea worth spreading.
A combinação de acelerometro, câmera digital, microfone e um futuro chip de GPS irão permitir uma enorme quantidade de aplicações desenvolvidas por terceiros e pela própria Apple.
O iPhone poderá se tornar um assistente pessoal de verdade, funcionando como um personal trainer na academia, como um auxiliador em dietas ou mesmo como um assistente de compras.
Esse blog aqui quem acompanha sabe que anda com uma freqüência de postagem meio baixa. Tudo se explica. De um tempo pra cá, comecei a querer postar só idéias que eram realmente boas. Bons artigos, completos, com fundamento e tudo mais. Mas, apesar da vontade em fazer acontecer, o tempo escasso não me permitiu concretizar essa meta. Tocar duas start-ups não é algo fácil.
Cheguei a fazer o rascunho de vários posts mas nunca achava que estavam bom o suficiente. Postei dois ou três artigos e nada mais.
Então, resolvi dar um passo pra trás. Vou voltar a postar mais despretensiosamente, com posts mais corriqueiros e salpicar, sempre que der, artigos mais completos e relevantes.
iPhone 1.1.4 março 1, 2008, 1:37 PM por Fabio Seixas
Atualizei o iPhone para o firmware 1.1.4.
Primeiro tentei fazer o upgrade normal e rodar o ZiPhone 2.5 para fazer o unlock. O upgrade e o unlock funcionaram perfeitamente, mas houve incompatibilidade com os aplicativos instalados anteriormente via Installer.
Então resolvi restaurar o firmware apagando todos os dados. Fiz o backup dos dados antes para poder restaurar depois.
Quem quiser tentar o upgrade, sugiro desinstalar todos os aplicativos instalados via installer e atualizar a versão do installer antes de fazer o upgrade.
O brPhone não funciona na versão 1.1.4. Então sugiro usar o AppSupport 1.1.4 enquando não sai o brPhone 1.1.4.
Sou um feliz proprietário de um iPhone. Só não sou mais feliz por causa da OI, minha atual operadora de telefonia celular.
O iPhone, mais do que um telefone, é um dispositivo de acesso a Internet. Sua interface soberba e demais funcionalidades são um convite para navegar pela web.
Apesar de possuir suporte à Wi-Fi, quando não há uma rede dessa disponível nas redondezas, é preciso usar a rede da operadora para acessar a Internet. É ai que a OI começa a pisar na bola e deixa de olhar para as tendências do mercado. Explico.
A OI me cobra em meu atual plano R$ 0,04 por Kbyte transferido. Com as opções de acesso à Internet do iPhone como ver uma página HTML como ela realmente é ou assistir vídeos do YouTube, fica claro que fica financeiramente inviável utilizar a rede desta operadora para acessar a Internet pelo iPhone.
Quando digo que a OI deveria olhar o mercado, ela deveria olhar não só as tendências e o que seus consumidores estão fazendo como também a concorrência.
A TIM possui um plano de dados no qual o usuário pode trafegar até 1 gigabyte de dados por R$ 69,00. Bem, seu eu fosse trafegar 1 gigabyte de dados no meu iPhone pelo meu plano atual, minha conta no final do mês iria custar exatos R$ 41.943,04.
Ora, como pode a OI ser tão cega assim? Cobrar quase 600 vezes mais que um dos seus principais concorrentes?
Tudo bem, vamos ser mais justos. A OI possui outro plano de dados onde eu posso trafegar 72 megabytes por R$ 149,00. Por esse preço, o mesmo gigabyte da TIM iria sair por R$ 2.119,11.
Cobrar “somente” 30 vezes a mais que o concorrente não faz a situação da OI ficar melhor.
OI, por favor, entenda que o consumidor não é bobo. Ele pesquisa e sabe o que compra. Mais do que isso, o consumidor de hoje tem o poder da palavra. Nunca foi tão simples colocar a boca no mundo. Seja num blog ou numa comunidade do Orkut. Mais do que contratar um serviço justo, esse consumidor quer ser respeitado acima de tudo. Estamos combinados?
A Internet vem introduzindo vários novos conceitos no mundo atual. Um dos que mais aprecio é a folksonomia, ou a capacidade de várias pessoas categorizarem conteúdo utilizando palavras-chaves ou tags.
Pegue uma unidade de conteúdo ou objeto, como, por exemplo, uma foto. Associe palavras-chaves à ela e deixe que outros façam o mesmo. Com o volume e várias pessoas associando as mesmas palavras a um mesmo objeto observamos o "peso" das palavras-chaves. Quanto mais pessoas fizerem a mesma associação, mais relevante é a palavra-chave.
Consigo imaginar que esse modelo seja apenas o começo do que pode se tornar a folksonomia.
Temos duas dimensões (objeto e palavra-chave) e um sujeito (pessoas). Com isso conseguimos um resultado (categorização) com uma variável (peso).
objeto + palavra-chave = categorização
(objeto + palavra-chave) x peso = categorização relevante
Consigo imaginar um modelo mais avançado para a folksonomia. Um modelo que considere três dimensões e não apenas as duas dimensões iniciais, objetos e palavras-chaves. Imagine acrescentar a essa formula a dimensão da conexão entre palavras-chaves. Imagine palavras-chaves com alguma relação em comum.
"arco-íris" e "colorido" estão, do ponto de vista do significado, eternamente associadas. Podemos dizer o mesmo de "formula1" associado a "carros". Já não poderíamos tirar a mesma conclusão de "carros" associado a "formula1" já que nem todo carro é um Formula 1.
O ponto que quero chegar é se podemos extrair significado da folksonomia como ela é hoje se simplesmente adicionarmos ao modelo a conexão de palavras-chaves.
Imagine uma foto de um arco-íris onde várias pessoas associaram as palavras "arco-íris" e "colorido".
A partir de várias associações bidimencionais como essa, podemos criar conexões entre as palavras-chaves.
Se muitas pessoas associam as palavras "arco-íris" e "colorido" para vários objetos (fotos) diferentes, podemos concluir que "arco-íris" e "colorido" estão de alguma forma conectados.
Uma vez que as palavras-chaves podem estar previamente categorizadas como verbos, adjetivos e substantivos, essas conexões acabam por gerar significado. "Arco-íris são coloridos".
objeto + palavra-chave + conexão = significado
Coloque isso em larga escala, compute o peso e teremos significado relevante.
(objeto + palavra-chave + conexão) x peso = significado relevante
Temos então um modelo tridimencional de folksonomia: objeto, palavra-chave, conexão.
Esse modelo poderia ser um dos pilares da web semântica, desde que houvesse associações suficientes. Isso não me parece utópico, já que muito conteúdo na web está sendo associado a palavras-chaves, tais como fotos, vídeos e artigos.
Colocando em prática, poderíamos associar fotos do Flickr com artigos do Wikipedia automaticamente tendo como base somente a folksonomia feita pelos usuários do Flickr, a nuvem de conexões entre palavras-chaves e o significado dos artigos do Wikipedia ("Arco-íris são coloridos")
Talvez eu tenha viajado bastante nesse artigo. Talvez eu devesse escrevê-lo em inglês e enviá-lo para Universidade de Stanford. :)
Já passei pela criação de 7 empresas start-ups, alguma como empresário, outras como colaborador. Aprendi um bocado com isso. Algumas coisas você só aprende na marra. Não existe faculdade ou MBA que vá te ensinar. Muitas coisas você aprende lendo os livros certos nos momentos certos. Além disso, vida de empreendedor serial é uma montanha russa emocional, cheia de altos e baixos e de alternâncias de momentos de total convicção e inacreditável insegurança.
Start-ups são o playground de pessoas inovadoras. Nesse ambiente é possível inovar sem ser *muito* recriminado, ao contrário do que acontece em empresas estabelecidas, onde o ambiente normalmente não favorece a inovação.
Em toda a minha carreira, que já chega aos 15 anos, só trabalhei em uma única empresa com mais de 150 funcionários. E olha que eu já passei por várias empresas.
Na época da minha faculdade, eu sempre dizia para os meus colegas que era melhor optar por um estágio em uma empresa pequena, se possível uma start-up, pois seria possível ter contato direto com todos os (poucos) níveis da empresa e ter a oportunidade de aprender de tudo um pouco, diferentemente de trabalhar em uma grande empresa onde geralmente o funcionário tem contato apenas com 1 ou 2 níveis dentro do seu próprio departamento.
Montar start-ups é uma atividade muito interessante, pois a cada nova empreitada, você percebe que ainda tem muito a aprender, que sempre haverá uma situação com a qual você ainda não lidou. Esse aprendizado conquistado com o próprio suor, não tem preço. E não estou falando de técnicas de gerenciamento, negociação ou vendas. Estou falando de emoções que aprendemos a lidar quando nos deparamos com situações críticas, com relacionamento com pessoas ou clientes ou quando nos deparamos com adversidades do mercado. Nenhuma faculdade ou MBA sequer pensa em trabalhar o desenvolvimento emocional de gerentes ou empreendedores. Focam apenas no aprendizado técnico, que, a meu ver, não responde por nem 30% das características necessárias para o obter sucesso empresarial. Isso me faz lembrar o Empretec.
Cada nova start-up é um passo no vazio, na incerteza. Pessoas que conseguem tirar convicção de situações como essas são verdadeiros empreendedores. Geralmente, esse tipo de vivência não se aprende trabalhando em grandes empresas.
Então ficam algumas sugestões para quem está começando sua carreira:
Você está na faculdade e não sabe o que fazer da vida
Procure trabalhar em uma empresa pequena. Você terá a oportunidade de conhecer vários tipos de trabalhos e poderá encaminhar melhor a sua carreira. Procure empresas que sejam pequenas mas que já tenham estabilidade no mercado. Uma empresa muito nova e muito pequena e mal estruturada é uma roleta russa que você não vai querer viver. Estando lá se interesse por várias áreas, mesmo que você não tenha sido contratado para algo específico. Extraia todo o conhecimento possível das pessoas, mas não seja chato. Todo mundo detesta o chato.
Você está querendo montar a sua própria empresa e não tem experiência
Procure trabalhar em uma start-up. Aproveite o fato de que outro empreendedor – seu chefe – está correndo todos os riscos na criação de uma empresa e cuide de absorver toda e qualquer experiência relacionada a criação da empresa. Procure olhar com olhos de empreendedor, mesmo sendo funcionário. Você estará não só exercitando seus dotes empresariais, como também poderá colaborar muito para a formação da própria empresa. Com isso você estará minimizando seus riscos quando for criar a sua empresa, já que todo aprendizado é uma forma de minimizar riscos.
Você quer fazer carreira em uma grande empresa e ninguém tira isso da sua cabeça
Procure trabalhar em uma pequena empresa. Aproveite que você está no começo da sua carreira e de uma oportunidade a si mesmo de aprender coisas que você nunca aprenderá em uma grande empresa. Tenho certeza que esse aprendizado irá criar uma vantagem competitiva enorme entre você e seus demais colegas da corporação. Hoje, mesmo em grandes empresas, é valorizado quem tem espírito empreendedor. Aprenda a empreender em uma pequena empresa e depois vá colher os frutos durante a sua carreira corporativa.
Essas dicas não me foram dadas quando eu estava na faculdade. Tive que aprende-las por contra própria. Dependendo do que você vai fazer com essas dicas, sua carreira pode ser muito diferente. Então reflita um pouco.
Tendo as últimas semanas sido muito corridas, o bloguinho aqui acabou sofrento uma crise de abstinência de posts. Então ao invés de escolher um assunto, resolvi fazer um apanhado de coisas interessantes que andaram acontecendo. É verdade, provavelmente você já viu isso em algum lugar, mas não custa registrar aqui também.
Colmeia Videopodcast
A Colmeia estreiou um Videocast da melhor qualidade. Os caras são antenados.
Não percam os próximos capítulos. Fui convidado por essa turma para participar de uma das próximas edições. Stay tuned.
Seminário Web 2.0 da InfoExame
Dia 17 de setembro acontece o Seminário de Web 2.0 da InfoExame. Estava programado para eu participar do painel "Os empreendedores da nova web", mas tive que cancelar minha participação devido a um outro evento (mais abaixo). Certamente será um grande evento e um excelente ponto de encontro para a turma que está vivendo a Internet no Brasil.
TechCrunch40
Também na semana que vem, acontece em São Francisco o TechCrunch40, um evento organizado pelo TechCrunch e Jason Calacanis. O Vale do Siclício estará em peso, como muitos dos seus empreendedores e investidores. Nomes como Chris Anderson, Marc Andreessen, Roelof Botha, Mark Cuban, Guy Kawasaki e muitos outros estarão presentes.
Eu vou participar do evento apresentando o WeShow para investidores experientes e outros 900 participantes. Por isso, não poderei participar do seminário da Info. E também por isso que o tempo tem sido escasso para novos posts.
Vou tentar trazer para esse blog e para o meu Twitter o máximo de informações sobre o evento, mas sei que a concorrência com live bloggindo do seminário da Info será grande. Bom para todo mundo. :)
Se algum outro brasileiro estiver a caminho do evento, me mande um email!
Semana que vem será mais uma semana de pouco blogging e muito twittering. A não ser que escalas demoradas e vôos atrasados me dêem tempo para escrever alguns posts.
Enfim, continuo ansioso pelas acontecimentos da semana que vem.
9 entre 10 pessoas têm a mesma reação quando vêem o Twitter pela primeira vez: Mas que coisa mais inútil!
Bem, convenhamos, a simplicidade da ferramente cria quase que imediatamente essa percepção. Eu mesmo não dei muita atenção no começo. Me cadastrei e deixei de lado por um tempo.
O Twitter é como aqueles estereogramas que fizeram sucesso na década de 90. É preciso olhar além da imagem inicial.
Se você abdicar do "What are you doing?" verá que o Twitter e suas mensagens de até 140 caracteres trazem grandes utiliadades e valores. Algumas que eu consigo enxergar:
Inclusão social digital
Se é uma rede social, então é possivel se incluir e participar, conhecer pessoas e montar a sua própria rede de contatos. Fazer parte pelo simples objetivo de participar.
Aprender Insights são excelentes fontes de aprendizado e inspiração. O Twitter permite não só absorver os insights dos outros como também compartilhar seus próprios. É a democratização dos insights.
Networking
Profissionalmente falando, quanto maior a sua rede de contatos, mais oportunidades surgem. Se o Twitter permite criar uma rede e conhecer novas pessoas, então o Twitter é um baú de oportunidades.
Valor agregado
Valor agregado também é o valor que as pessoas percebem e não necessariamente o valor que Twitter deliberadamente agrega. Ou seja, o valor está mais no que tiramos do que no que nos é oferecido. E ainda, qual o valor agregado oferecido pelo Orkut, Myspace e Second Life?
Botar a boca no mundo
As pessoas adoram bater papo e simplemente se comunicar. Simples assim.
Texto
O texto nunca vai morrer. E o Twitter permite o post mais simples, só texto, poucas palavras e nada mais.
Diversão
Apenas pelo prazer da diversão, porque não?
Behind the scenes
O Twitter é o behind the scenes de vários blogueiros. Muita coisa acontece no Twitter antes de acontecer nos blogs.
Coisas bacanas que o Twitter permite:
Conhecer pessoas novas pelo o que elas pensam e não pela suas fotos no Orkut. "Oi, gostei de você. Te add.";
Manter contato com várias pessoas sem precisar responder ou enviar um IM ou email;
Publicar idéias ou pensamentos despretenciosos sem esperar nada em troca, nem comentários;
Colocar pessoas em sua rede social sendo que o outro tenha que aprovar.
Coisas interessantes que já fiz pelo Twitter:
Contratei um desenvolvedor de Facebook Application (@sikora);
Criei possibilidades para um novo empreendimento online (@ematoma).
Com essa onde de ranking de blogs brasileiros (aqui também) que andam falando por ai, resolvi fazer um pequeno ranking dos Twitters brasileiros por quantidade de seguidores.
É claro que essa lista não possui todos os brasileiros, apenas os que eu consegui encontrar e que tinham pelo menos 10 seguidores. Quem tiver dicas comenta que eu incluo e faço uma nova compilação.
Update 3: Menção honrosa: antoun tem 71 followers. Só não coloquei no ranking ai de cima porque eu teria que atualizar os followers de todo mundo e meu tempo não me permite isso. O Cris tem um robô que faz isso sistematicamente.
O Businesspundit, um excelente blog sobre emrpeendedorismo, trouxe um texto interessante sobre como as vezes as situações que passamos engamam a nossa percepção.
During World War II, statistician Abraham Wald tried to determine where to add extra armor to airplanes. Based on the patterns of bullet holes in returning airplanes, he suggested that the parts not hit should be protected with extra armor. Why?
Demostrar estatísitcas em uma apresentação pode ser muito chato, mas se você encontrar uma forma interessante de apresenta-las as chances de você prender a atenção do seu público aumentarão significativamente. ;)
A cultura atual, principalmente a ocidental, venera o número 1, o melhor, "o mais". É assim na música, no cinema, na família, no transito, na fila do banco, na Internet, na blogosfera. É por isso que assistimos a copa do mundo e as olimpíadas. É acreditando nos melhores que votamos em candidatos políticos. É por causa dos melhores que preferimos um jornal, um canal de tv ou um site na web em detrimento de outro. Indústrias inteiras, como a de crédito e de games, são baseada em rankings. O Google tornou-se o caso de mais rápido crescimento da história dos negócios baseando toda a sua operação em um algoritmo de ranking.
Os melhores são venerados e aplaudidos pelos medíocres (medíocre no real sentido da palavra, mediano, modesto) que encontram neles os incentivos para também se tornarem os primeiros. É a motivação nossa de cada dia, de receber uma promoção no emprego a ter uma grama mais bonita que a do vizinho.
Alguns vão dizer que buscam reconhecimento, outros retorno financeiro. Não importa. Estar entre os primeiros é melhor do que estar no final da cauda longa, seja lá qual for a recompensa almejada. A recompensa para quem está no topo é sempre maior.
É baseando nos melhores que decidimos nossas compras, negociamos nossos contratos, escolhemos as empresas onde vamos trabalhar, com quem nos casaremos. É pensando em ser o melhor que educamos nossos filhos e escolhemos o presente do dia das mães.
É a natureza humana.
Mas podemos optar por rejeitar algum ranking específico. Alguns preferem o Oscar, outros o