Fabio Seixas, versão txt
Ajudando o Organizze à crescer
maio 11, 2011, 12:10 PM por Fabio Seixas

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Recentemente me tornei sócio-advisor de uma promissora startup de Porto Alegre chamada Organizze.

O Organizze é um serviço online de organização e controle de finanças pessoais e, em breve, empresariais. É um serviço que ajuda a controlar suas finanças para que você saiba onde gasta sua dinheiro, ajudando a estabelecer metas e melhorar sua educação financeira.

Meu interesse pelo Organizze vai muito mais além do potencial e a grande oportunidade de negócio por trás da empresa. Acredito que o Brasil possui um enorme défict de educação financeira. Não aprendemos adequadamente a lidar com dinheiro durante o ensino fundamental, logo esse aspecto da vida que é tão importante e tão poderoso, responsável por criar condições de vida tanto boas quanto ruins.

A filosofia do Organizze é justamente ajudar às pessoas a descobrirem a importância de um bom planejamento financeiro em suas vidas.

Eu chego no Organizze não para colaborar no dia a dia da empresa, mas para agregar conhecimento, networking e experiência de gestão e marketing a um grupo formado por 3 jovens apaixonados pelo que fazem: Tiago Vicente, Luis Felipe Luz e Esdras Mayrink.

Como empreendedor, percebo que cada fase de um empreendimento tem suas desafios e prazeres. Voltar a participar de uma startup promissora será divertido e desafiador. O Camiseteria continua sendo meu negócio principal. Mas ajudarei o Organizze a crescer nos próximos anos.

Aproveitem que hoje e amanhã rola uma promoção no Peixe Urbano para a versão premium do serviço, o Organizze Mais.

Conheça o Organizze
www.organizze.com.br
@organizzeme
facebook.com/meuorganizze





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Tudo o que você sempre quis saber sobre o consumidor e tinha medo de perguntar
dezembro 15, 2010, 11:44 AM por Fabio Seixas

Em 1972, Wood Allen escreveu e dirigiu o filme “Tudo o que você sempre quis saber sobre sexo e tinha medo de perguntar“. O sucesso do filme inspirou vários artigos, com o clichê “Tudo o que você sempre quis saber sobre (__________) e tinha medo de perguntar”.

Deixando o clichê de lado, porque não responder perguntas que nunca realmente faríamos para um consumidor da sua marca? Vejamos algumas:

Empresa: Porque você não compra o meu produto?


Leia o artigo completo






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Ideia de como reciclar uma garrafa PET
abril 24, 2010, 3:20 AM por Fabio Seixas

Outro dia tive uma ideia de como reaproveitar uma garrafa PET. Não sei se é viável, pois não sou especialista no assunto mas resolvi publicar aqui. Talvez alguém diga que é inviável devido a alguma questão técnica ou talvez alguém da área possa testa-la. De um jeito ou de outro, vale a tentativa de espalhar a ideia (se é que alguém já não teve essa ideia).

Bem, as garrafas PET são feitas através de uma técnica de modelagem por sobro, ou blow molding. É um processo simples.

preforma.jpg

Coloca-se um tubo de plástico chamado pré-forma (foto) numa máquina que o esquenta. Em seguida, ele é colocado num molde no formato da garrafa e depois um sopro de ar gera pressão dentro do tupo o que faz com que ele tome a forma do molde da garrafa.

Os dois vídeos abaixo mostram o procedimento:


Eis a ideia:

Se o plástico pode ser moldado dessa forma, porque não criar um novo molde, dessa vez maior, no formato de uma bolsa de compras onde, ao invés de ser usado um tupo pré-forma, fosse utilizada a própria garrafa PET. Ou seja, bastaria "soprar" novamente a garrafa já moldada em um novo molde em formato de bolsa.

O resultado seria uma bolsa de plástico mais fino que de uma garrafa PET, mas ainda assim mas grossa que uma sacola normal de supermercado. Essa bolsa seria resistente o suficiente para carregar compras, seria reutilizável e os supermercados poderiam distribui-las gratuitamente ao invés das atuais sacolas plásticas que por sua vez também são um grande problema para o meio ambiente.

Como disse, não sei se é viável. Se for, ótimo. Que alguém pegue essa ideia a torne realidade. :)





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Beber e dirigir
dezembro 14, 2009, 12:48 PM por Fabio Seixas

As cenas são fortes, eu sei. Eram para ser mesmo.

Via Brainstorm #9





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Uma grande oportunidade
outubro 2, 2009, 11:08 PM por Fabio Seixas

Hoje a cidade do Rio de Janeiro foi eleita sede dos XXXI Jogos Olímpicos e XV Jogos Para-Olímpicos. Uma grande vitória para a cidade maravilhosa, sem dúvida.

Mas hoje foi um dia de vários sentimentos. Primeiro muita angústia, aquela angústia boa, muito bem ilustrada pela minha amiga Ana Pow como sentimento de disputa de pênalti em final de campeonato, enquanto esperava o resultado da eleição da cidade-sede. Segundo um sentimento de alegria ao saber da vitória do Rio. Mas também um terceiro sentimento, de indignação ao ler no Twitter tantas críticas sobre a realização dos jogos no Rio. Bem, pelo menos a torcida pela vitória me pareceu bem maior que a torcida contra.

O que penso? Penso que esta é uma grande oportunidade. Um grande oportunidade para trazer melhorias significativas para a cidade do Rio, para desenvolver o turismo brasileiro, para aumentar as divisas do Brasil no mundo globalizado, para ampliar a economia nacional e carioca, para empresários alavancarem seus negócios, para que novas empresas surjam, para que mais emprego seja gerado.

Infelizmente também é uma grande oportunidade para falharmos naquilo que nós, como nação, estamos acostumados a falhar. É uma grande oportunidade para políticos corruptos levarem vantagem pessoal, para empresários anti-éticos levarem vantagens em contratos super-faturados, para furarmos o cronograma de planejamento dos jogos, para extrapolarmos o orçamento como aconteceu com a Cidade da Música, para não implementarmos as mudanças necessárias na infra-estrutura da cidade conforme prometido.

Quanto a isso, como cidadãos, devemos fazer o nosso papel de investigar e apontar irregularidades, cobrar resultados e, mais importante, eleger bons candidatos nas eleições presidenciais e estaduais de 2010 e 2014, além das eleições municipais de 2012. É essa turma que vai viabilizar e organizar financeiramente os jogos.

Também não entendo o argumento de que é melhor investir em outras coisas como por exemplo saúde e educação. Esse não é um jogo de poucas fichas. O desenvolvimento econômico brasileiro está aumentando o cacife, colocando mais fichas na mesa. Devemos colocar fichas na saúde, na educação e em todo o resto necessário para um bom desenvolvimento de um país E TAMBÉM colocar as fichas nos jogos olímpicos. Não é um jogo de "OU". É um jogo de "E".

Mas o ponto principal deste artigo não são as possíveis falhas ou glórias na realização dos jogos. É mostrar a verdadeira grande oportunidade que a realização de um evento como esse pode proporcionar.

Nada de bom ou ruim do que listei acima é tão grande quanto a capacidade de um evento dessa magnitude de mudar a mentalidade das pessoas e de ajustar os aspectos negativos da cultura social.

Mentalidade e cultura são aspectos muito difíceis de serem mudados. Somente um grande movimento popular tem essa capacidade. E esses jogos, como também a Copa do Mundo de 2014, trazem essa oportunidade.

É a oportunidade que temos de mostrar para os governantes que temos capacidade de cobrar resultados e legalidade nos processos. É a oportunidade de mostrarmos aos visitantes que somos capazes de sermos mais civilizados e educados no trânsito, de que violência pode ser combatida e minimizada. É a oportunidade de nos unirmos como cariocas, como brasileiros e cobrarmos mudanças e de executarmos nós mesmos outras tantas, na nossa própria atitude, no lixo jogado na rua, na gentileza do trânsito, no ceder lugar ao idoso no metrô, no "bom dia" camarada e bem humorado para o ascensorista na segunda-feira de manhã.

É a oportunidade de mostrar ao mundo que somos capazes de sermos melhores. Desde já.

Fecho esse artigo com o vídeo que todo mundo já viu mas que não cansa de me fazer arripar.

Se você quiser ser voluntário nos Jogos Rio 2016, cadastre-se aqui.





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CitySourced, mais um passo para a democracia direta
setembro 20, 2009, 1:39 AM por Fabio Seixas

Em maio desse ano eu dei uma palestra onde eu apresentei algumas idéias de como o crowdsourcing poderia mudar a democracia e a participação dos cidadãos na gestão pública.

Uma das idéias é a de incorporar o cidadão comum como parceiro na gestão pública, mais notoriamente a detecção de problemas públicos.

Semana passada, aconteceu em São Francisco o TechCrunch50, um evento onde 50 startups são apresentadas a potenciais investidores. Uma das empresas, a CitySourced, que alias foi uma das finalistas, me chamou a atenção justamente pela proposta de permitir que cidadãos participem da gestão pública indicando problemas na sua cidade.

A seguir, o vídeo da apresentação da CitySourced no TechCrunch50:

Pra mim está claro o caminho que a humanidade irá tomar nos próximos 50 ou 100 anos: a tecnologia criando meios para que possamos cada vez mais depender menos de um grupo de representantes eleitos.

Update: Logo após publicar esse texto, estava lendo o artigo "O Brasil precisa cultivar programadores sociais" do WebCitizen e tomei conhecimento da campanha Apps for Democracy, iniciativa do Distrito de Columbia, EUA, que convoca desenvolvedores a criarem aplicações que usem dados do governo em prol da gestão pública e bem estar dos cidadão. Vejam o vídeo:


Update: Uma iniciativa brasileira que também atua na mesma área e não deixa a desejar para as iniciativas citadas acima é a Cidade Democrática. Vejam o vídeo de apresentação do projeto.





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Entrevista com Lula, importante para cada eleitor
setembro 17, 2009, 8:23 PM por Fabio Seixas

Essa é uma daquelas entrevistas que todos os brasileiros deveriam ler. Na íntegra. Independente qual seja seu candidato preferido para as próximas eleições presidenciais.

Do Valor

Lula propõe uma “Consolidação das Leis Sociais”
Claudia Safatle, Maria Cristina Fernandes, Cristiano Romero e Raymundo Costa, de Brasília
17/09/2009

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende mandar ao Congresso ainda este ano um projeto de lei para consolidar as políticas sociais de seu governo. A ideia é amarrar no texto da lei uma “Consolidação das Leis Sociais”, a exemplo do que, na década de 50, Getúlio Vargas fez com a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Diz que, para este projeto, não vai pedir urgência. “É bom mesmo que seja discutido no ano eleitoral”.

Faz parte dos planos do presidente também para este ano encaminhar ao Congresso um projeto de inclusão digital. “Será para integrar o país todinho com fibras óticas”, adiantou.

Na primeira entrevista concedida após a grande crise global, Lula criticou as empresas que, por medo ou incertezas, se precipitaram tomando medidas desnecessárias e defendeu a ação do Estado. “Quem sustentou essa crise foi o governo e o povo pobre, porque alguns setores empresariais brasileiros pisaram no breque de forma desnecessária”.

Ele explicou porque está insatisfeito especialmente com a Vale do Rio Doce, a quem tem pressionado a agregar valor à extração de minério, construir usinas siderúrgicas e fazer suas encomendas dentro do país, em vez de recorrer à importação, como tem feito. “A Vale não pode ficar se dando ao luxo de ficar exportando apenas minério de ferro”, diz ele. Hoje, disse, os chineses já produzem 535 milhões de toneladas de aço por ano, enquanto o Brasil, o maior produtor de minério do mundo, produz apenas 35 milhões de toneladas. “Isso não faz nenhum sentido.”

O presidente defendeu a expansão de gastos promovida por seu governo, alegando que o Estado forte ajudou o país a enfrentar a recente crise econômica. “A gente não deveria ficar preocupado em saber quanto o Estado gasta. Deveria ficar preocupado em saber se o Estado está cumprindo com suas funções de bem tratar a população.”

Rechaçou a eventualidade do “risco Serra”, aludido por algumas autoridades de seu governo face às veementes críticas do governador de São Paulo, José Serra (PSDB) à política monetária. “É uma cretinice política. É tão sério governar um país da magnitude do Brasil que ninguém que entre aqui vai se meter a fazer bobagem, vai ser bobo de mexer na estabilidade econômica e permitir que a inflação volte”.

A falta de carisma da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, provável candidata à sua sucessão em 2010 não é , para ele, um obstáculo eleitoral. “Se dependesse de carisma, Fernando Henrique Cardoso não teria sido eleito e Serra não seria nem candidato. Jânio Quadros tinha carisma e ficou só seis meses”. O principal ativo de Dilma, na opinião de Lula, é a “capacidade gerencial” da ministra. “E mulher tem que ser dura mesmo, para se impor entre os homens.”

Lula contou que já desaconselhou o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, a se candidatar ao governo de Goiás. “Eu já disse pro Meirelles. Eu sinceramente acho que o Meirelles não devia pensar em ser candidato a governador, coisa nenhuma. Mas esse negócio tem um comichão…”

O risco de os esqueletos deixados por planos de estabilização de governos passados se transformarem em pesado fardo para o Tesouro Nacional preocupa o presidente. Segundo ele, se o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitar as ações contra bancos baseadas em supostos prejuízos causados por planos econômicos, uma conta que supera os R$ 100 bilhões, os bancos vão acionar judicialmente a União para bancar que ela banque essa despesa.

Na entrevista ao Valor, concedida na manhã de ontem em seu gabinete no Centro Cultural do Banco do Brasil, o presidente falou por uma hora e meia. Fumou cigarrilha na última meia hora da entrevista e não se recusou a falar de seu futuro político quando deixar a Presidência. “Gostaria de usar o que aprendi na Presidência para ajudar tanto a América Latina quanto a África a implementar políticas sociais, mas primeiro preciso saber se eles querem, porque de palpiteiro todo mundo está cansado”. Sobre uma nova candidatura em 2014, o presidente foi direto: “Se Dilma for eleita, ela tem todo direito de chegar em 2014 e falar ‘eu quero a reeleição’. Se isso não acontecer, obviamente a história política pode ter outro rumo”.

Valor: Passado um ano da grande crise global, a economia brasileira começa a se recuperar. Além do pré-sal, qual a agenda do governo para o pós crise?

Luiz Inácio Lula da Silva: Ainda este ano vou apresentar uma proposta sobre inclusão digital. E, também, uma proposta consolidando todas as políticas sociais do governo.

Valor: Inclusive, o Bolsa Família, o salário mínimo?

Lula: Todas. Vai ter uma lei que vai legalizar tudo, como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Será uma consolidação das políticas públicas para sustentar os avanços conquistados. Tudo o que foi feito, até as conferências nacionais, porque nós só temos legalizada a da saúde.

Valor: Mas o governo ainda não conseguiu sequer aprovar a política de valorização do salário mínimo?

Lula: A culpa não é minha. Mandei (para o Congresso) já faz um ano e meio. Sou de um tempo de dirigente sindical que, quando a gente falava de salário mínimo, as pessoas já falavam logo de inflação. Nós demos, desde que cheguei aqui, 67% de aumento real para o salário mínimo e ninguém mais fala de inflação. O projeto que nós mandamos é uma coisa bonita. É a reposição da inflação mais o aumento do PIB de dois anos atrás. Quero consolidar isso porque acho que o Brasil tem que mudar de patamar.

Valor: O senhor vai pedir urgência?

Lula: Não. É ótimo que dê debate no ano eleitoral. Quando eu voltar de viagem, vou ter uma reunião com todos os ministros da área social e vamos começar a trabalhar nisso.

Valor: E a inclusão digital?

Lula: Esta eu quero mandar também este ano. Será para integrar o país com fibras óticas. O Brasil precisa disso. Eu dei 45 dias de prazo, ontem, para que me apresentem o projeto de integração de todo o sistema ótico do Brasil.

Valor: O que mais será feito?

Lula: Uma proposta de um novo PAC para 2011-2015, que anunciarei em janeiro ou fevereiro. Porque precisamos colocar, no Orçamento de 2011, dinheiro para a Copa do Mundo, sobretudo na questão de mobilização urbana. E, se a gente ganhar a sede das Olimpíadas, já tem que ter uma coisa mais poderosa nisso.

Valor: Só para a parte que lhe cabe no pré-sal, o BNDES diz que vai precisar de uma capitalização de R$ 100 bilhões do Tesouro Nacional. O senhor já autorizou a operação?

Lula: Acabamos de dar R$ 100 bilhões ao BNDES e nem utilizamos ainda todo esse dinheiro. Para nós, o pré-sal começa ontem. Na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, pedi aos empresários que constituíssem um grupo de trabalho para que possamos ter dimensão do que vamos precisar nos próximos 15 anos entre infraestrutura, equipamentos para construção de sondas, plataformas, toda a cadeia. Não podemos deixar tudo para a última hora e isso vai exigir muito dinheiro. Esse problema do BNDES ainda não chegou aqui, mas posso garantir que não faltará dinheiro para o pré-sal.

Valor: O governo pensa numa política industrial para o pré-sal, voltada para as grandes empresas nacionais. Fala-se em ter empresas “campeãs nacionais”. Isso vai renovar o parque industrial e as lideranças empresariais do país?

Lula: Certamente aumentará muito o setor empresarial brasileiro. Precisamos aproveitar o pré-sal e criar, também, um grande polo petroquímico. Não podemos ficar no sexto, sétimo lugar nesse setor. Pedi para o Luciano Coutinho (presidente do BNDES) coordenar um grupo de trabalho para que a gente possa anunciar em breve um plano de fomento à indústria petroquímica no Brasil. E pedi para os empresários brasileiros se prepararem para coisas maiores. Vamos precisar de mais estaleiros, diques secos, e isso tem que começar agora para estar pronto em três a quatro anos. Sobretudo, temos que convencer os empresários estrangeiros a investir no Brasil, construindo parcerias.

Valor: É por essa razão que o senhor está irritado com a Vale?

Lula: Não estou irritado com a Vale. Tenho cobrado sistematicamente da Vale a construção de usinas siderúrgicas no país. Todo mundo sabe o que a Vale representa para o Brasil. É uma empresa excepcional, mas não pode se dar ao luxo de exportar apenas minério de ferro. Os chineses já estão produzindo 535 milhões de toneladas de aço e nós continuamos com 35 milhões de toneladas. Daqui a pouco vamos ter que importar aço da China. Isso não faz nenhum sentido. Quando a gente vende minério de ferro, custa um tiquinho.

Valor: E não paga imposto porque o produto não é industrializado…

Lula: Não paga imposto. Tudo isso eu tenho discutido muito com a Vale porque eu a respeito. Quando ela contrata navios de 400 mil toneladas na China, é de se perguntar: ´e o esforço imenso que estou fazendo para recuperar a indústria naval brasileira?´

Valor: Mas a Vale não é uma empresa privada?

Lula: Pode ser privada ou pública. O interesse do país está em primeiro lugar. As empresas privadas têm tantas obrigações com o país como eu tenho. Não é porque sou presidente que só eu tenho responsabilidade. Se quisermos construir uma indústria competitiva no mundo, vamos ter que fortalecer o país.

Valor: Os custos não são importantes?

Lula: Os empresários têm tanta obrigação de ser brasileiros e nacionalistas quanto eu! Estou fazendo uma discussão com a Vale, já fiz com outras empresas, porque quando queremos importar aço da China, os empresários brasileiros não querem. Mas quando eles aumentam seus preços, eu sou obrigado a reduzir a alíquota (de importação) para poder equilibrar. Eu sei a importância das empresas brasileiras, ninguém mais do que eu brigou neste país para elas virarem multinacionais. Porque, cada vez que uma empresa se torna uma multinacional, ela é uma bandeira do país fincada em outro país.

Valor: As empresas não importam porque lá fora é mais barato e tecnologicamente mais avançado?

Lula: Não sei se tecnologicamente é mais avançado. Pode ser mais barato. Quando começamos a discutir com a Petrobras a construção de plataformas, ela falava ´nós economizamos não sei quantos milhões´. Eu falava ´tudo bem, e os desempregados brasileiros? E o avanço tecnológico do país? E a possibilidade de fazemos plataformas aqui e exportar?´ Em vez de apenas importar, vamos convencer as empresas de fora que nós temos demanda e que elas venham construir no Brasil. Não estamos pedindo favor. Talvez o Brasil seja, daqui para a frente, o país a consumir mais implementos para a construção de sondas e plataformas.

Valor: O governo pensa em reduzir os custos de produção no Brasil?

Lula: Temos, no momento, uma crise econômica em que o custo financeiro subiu no mundo inteiro. Desde que entrei, e considerando a extinção da CPMF, foram mais de R$ 100 bilhões em desonerações. Eu já mandei duas reformas tributárias ao Congresso. As duas tiveram a concordância dos 27 governadores e dos empresários. Mas as propostas chegam no Senado e, como diria o Jânio Quadros, tem o ´inimigo oculto´ que não deixa que sejam aprovadas.

Valor: Como o senhor vê o papel do Estado pós crise?

Lula: O Estado não pode ser o gerenciador, o administrador. O Estado tem que ter apenas o papel de indutor e fiscalizador. Então, (o Estado) leva uma refinaria para o Ceará, um estaleiro para Pernambuco. Se dependesse da Petrobras, ela não gostaria de fazer refinarias.

Valor: Por que há ociosidade?

Lula: Na lógica da Petrobras, as suas refinarias já atendem a demanda. Há 20 anos a empresa não fazia uma nova refinaria. Agora, o que significa uma nova refinaria num Estado? A primeira coisa que vai ter é um polo petroquímico para aquela região. Este é o papel do governo. O governo não pode se omitir. A fragilidade dos governantes, hoje, é que eles acreditaram nos últimos dez anos que os mercados resolviam os problemas. E agora, quando chegou a crise, todos perceberam que, se os Estados não fizessem o que fizeram, a crise seria mais profunda. Se o Bush (George, ex-presidente dos Estados Unidos) tivesse a dimensão da crise e tivesse colocado US$ 60 bilhões no Lehman Brothers antes de ele quebrar, possivelmente não teríamos a crise de crédito que tivemos. Então, a Vale entra nessa minha lógica.

Valor: Depois da conversa com o senhor, a Vale vai construir as siderúrgicas?

Lula: Ela precisa agregar valor às suas exportações. Se ela exportar uma tonelada de bauxita, vai receber entre US$ 30 e US$ 50. Se for um tonelada de alumínio pronto, vai vender por US$ 3 mil. Além disso, vai gerar emprego aqui, vai ter que construir hidrelétrica para ter energia. Não pode ter só o interesse imediato pelo lucro porque a matéria prima um dia acaba e, antes de acabar, temos que ganhar dinheiro com isso. A Vale entende isso.

Valor: Então ela se comprometeu?

Lula: Basta ver a propaganda dela nos jornais. Faz três anos que venho conversando com a Vale. O Estado do Pará reclama o tempo inteiro, Minas Gerais e o Espírito Santo também. A siderúrgica do Ceará não foi proposta por mim. Foi proposta em 1992. Há condições de fazer? Há. Há mercado? Há. Temos tecnologia? Temos. Então, vamos fazer.

Valor: Entre reduzir a carga tributária, desonerando a folha de pagamentos das empresas, e aumentar o salário do funcionalismo, o senhor ficou com a segunda opção. Por quê?

Lula: Primeiro porque a desoneração é baseada no nervosismo econômico, no aperto de determinado segmento. O Estado tem que ter força. No Brasil, durante os anos 80, se criou a ideia de Estado mínimo. O Estado mínimo não vale para nada. O Estado tem que ter força para fazer as políticas que fizemos agora, na crise, com a compreensão do Congresso. Não pense que foi fácil tomar a decisão de fazer o Banco do Brasil (BB) comprar a Nossa Caixa em São Paulo.

Valor: Por quê?

Lula: As pessoas diziam: ´Ah, o presidente vai dar dinheiro ao Serra e o Serra é candidato´. Mas não dei dinheiro para o Serra. Comprei um banco que tinha caixa e para permitir que o BB tivesse mais capacidade de alavancar o crédito. Quando fui comprar (via BB) 50% do Banco Votorantim, tive que me lixar para a especulação. Nós precisávamos financiar o mercado de carro usado e o Banco do Brasil não tinha ´expertise´. Então, compramos 50% do Votorantim, que tem uma carteira de carro usado de R$ 90 bilhões. Vocês têm dimensão do que foi ter uma Caixa Econômica Federal, um BNDES ou um BB na crise? Foi extremamente importante. A Petrobras apresentou estudo mostrando que deveria adiar o cronograma dos investimentos dela de 2013 para 2017.

Valor: Durante a crise?

Lula: É. Convoquei o Conselho da Petrobras para dizer: ´Olha, este é um momento em que não se pode recuar´. Até no futebol a gente aprende que, quando se está ganhando de 1 x 0 e recua, a gente se ferra.

Valor: E funcionou?

Lula: Quem sustentou essa crise foi o governo e o povo pobre, porque alguns setores empresariais brasileiros pisaram no breque de forma desnecessária. Aquele famoso cavalo de pau que o (Antonio) Palocci (ex-ministro da Fazenda) dizia que a gente não podia dar na economia, alguns setores empresariais deram por puro medo, incerteza. Essas coisas nós conversamos muito com os empresários, no comitê acompanhamento da crise. Agora não vai ter mais comitê de crise, mas sim de produção, investimento e inovação tecnológica. Estou otimista porque este é o momento do Brasil.

Valor: Por exemplo?

Lula: As pessoas estão compreendendo que fazer com que o pobre seja menos pobre é bom para a economia. Ele vira consumidor. Eles vão para o shopping e compram coisas que até pouco tempo só a classe média tinha acesso. Os empresários brasileiros precisam se modernizar.

Valor: A política de valorização do funcionalismo dificilmente poderá ser mantida por seu sucessor e nenhum dos candidatos tem ascendência sobre o movimento sindical que o senhor tem. Não é uma bomba relógio que o senhor deixa armada para o próximo governo?

Lula: Vocês acham que o Estado brasileiro paga bem?

Valor: O senhor acha que ainda ganha mal?

Lula: Você tem que medir o valor de determinadas funções no mercado e dentro do governo. Sempre achei que o pessoal da Petrobras ganhava muito. O Rodolfo Landim, quando era presidente da BR, há uns quatro anos, ganhava R$ 26 mil. Ele entrou na minha sala e disse: ´Presidente, tive convite de um empresário, estou de coração partido, mas não posso perder a oportunidade da minha vida´. Então, ele deixa de ganhar R$ 26 mil por mês e vai ganhar R$ 200 mil com dois anos de pagamento adiantado. Quanto vale um bom funcionário da Receita Federal, do Banco Central, no mercado? O que garante as pessoas ficarem no Estado é a estabilidade, não o salário.

Valor: Mas essa política de valorização salarial do funcionalismo é sustentável?

Lula: Como é que a gente vai deixar de contratar professores? Vou passar à história como o presidente que mais fez universidades neste país. Ontem, completamos a 11ª (das quais, duas foram iniciativa do governo anterior). Ganhamos do Juscelino Kubitschek, que fez dez. Teve governo que não fez nenhuma. E ainda há três no Congresso para serem aprovadas.

Valor: O senhor considera que o Estado hoje está arrumado?

Lula: A gente não deveria ficar preocupado em saber quanto o Estado gasta. Deveria ficar preocupado em saber se o Estado está cumprindo com suas funções de bem tratar a população. E ainda falta muito para chegar à perfeição.

Valor: O senhor foi vítima em 2002 do chamado “risco Lula”. Hoje, já há quem fale em “risco Serra”. Existe mais risco para o país com o Serra do que com a Dilma?

Lula: Nunca ouvi falar de ´risco Serra´ (risos). Posso falar de cátedra. Sofri com o ´risco Lula´ desde 1989. Em 1994, eu tinha 43% nas pesquisas em março e o que eles fizeram? Diminuíram o mandato para quatro anos e proibiram mostrar imagem externa no programa eleitoral. As pessoas pensam que esqueci isso. Quando chegaram as eleições para a prefeitura (em 1996), revogou-se a lei e todo mundo pôde mostrar imagens externas. Quando eles ganharam, aprovaram a reeleição. Então, essa coisa de ´risco Lula´ eu conheço bem.

Valor: É possível voltar a acorrer?

Lula: Espero que minha vitória e meu governo sirvam de lição para essas pessoas que ficam dizendo: ´o Lula era risco, agora o Serra é risco, a Dilma é risco, a Marina é risco, o Aécio é risco´. É uma cretinice política! Porque é tão sério governar um país da magnitude do Brasil que ninguém que entre aqui vai se meter a fazer bobagem. Quem fez bobagem não ficou. Todo mundo sabe da minha afinidade com os trabalhadores, da minha preferência pelos mais pobres. Entretanto, sou governante dos ricos também. E tenho certeza de que eles estão muito satisfeitos porque ganharam muito dinheiro no meu governo. Mais do que no governo ´deles´. Como pode um companheiro como a Dilma, o Serra, a Marina, todos que têm história, ficar sujeito a essa história de risco? E sabe por que não tem risco? Porque, se depois fizer bobagem, paga. Você pode ter visão diferente sobre as coisas, isso é normal. E agora mais ainda porque quem vier depois de mim.

Valor: Por quê?

Lula: Porque há um outro paradigma. Em cem anos a elite brasileira fez 140 escolas técnicas. Como é que esse torneiro mecânico faz 114? Estamos criando um paradigma. Fui ao Rio Maranguapinho (no Ceará) um dia desses. Estamos colocando lá R$ 390 milhões para fazer saneamento básico. Em Roraima são R$ 496 milhões para fazer saneamento e dragagem. Você sabe quanto o Brasil inteiro gastou em 2002 em saneamento?

Valor: Quanto?

Lula: R$ 262 milhões. Então, estamos colocando num bairro de Fortaleza o que foi colocado no Brasil inteiro naquele ano.

Valor: O senhor diria que pelo menos nos três fundamentos básicos da economia – superávit primário, câmbio flutuante e regime de metas – ninguém vai mexer porque foram testados na crise?

Lula: Para mim, inflação controlada é condição básica para o resto dar certo. Porque na hora que a inflação começar a crescer, os trabalhadores vão querer muito mais reajuste, os empresários também e a coisa desanda. Então, é manter a inflação controlada, a economia crescendo, permitir o crescimento do crédito. O Banco do Brasil sozinho hoje talvez tenha todo o crédito que o Brasil tinha em 2003.

Valor: Isso é bom ou ruim? Entre os anos 80 e 90, houve péssima gestão nos bancos estaduais, que acabaram quebrando…

Lula: Mas aí a culpa não é do banco. É irresponsabilidade da classe política. Os governantes transformaram os bancos públicos em caixa 2 de campanha. Emprestar dinheiro para amigo? Isso acabou. Não acho que ninguém que entre aqui vai ser bobo de mexer na estabilidade econômica e permitir que volte a inflação. Porque, se isso acontecer, o mandato é de apenas quatro anos.

Valor: A capacidade administrativa da ministra Dilma Rousseff, apesar do seu pouco carisma, e a confiança que o senhor tem em seu trabalho são suficientes para fazer dela uma candidata?

Lula: Quantos políticos têm carisma no Brasil? Se dependesse de carisma, Fernando Henrique Cardoso não teria sido presidente. Se dependesse de carisma, José Serra não poderia nem ser candidato. Carisma é uma coisa inata. Você pode aperfeiçoar ou não. Sempre é bom ter um pouco de carisma. O Jânio Quadros tinha carisma. Ficou só seis meses aqui. Estou dizendo que para governar este país é preciso um conjunto de qualidades. E a primeira qualidade é ganhar eleição. Tem que ter muita humildade, determinação do projeto que vai apresentar. Tem que provar que é capaz de gerenciar. Hoje, com sete anos de convivência, não conheço ninguém que tenha essa capacidade gerencial da Dilma. Às vezes as pessoas falam ´ela é dura´. Mas é que a mulher tem que ser mais dura mesmo.

Valor: Por quê?

Lula: Porque numa discussão política, para você se impor no meio de 30 ou 40 homens, é assim. A Dilma é muito competente. Feliz do país que vai ter uma disputa que pode ter Dilma, Serra, Marina, Heloísa Helena, Aécio. Houve no país um avanço qualitativo nas disputas eleitorais. O Fernando Henrique e eu já fomos um avanço extraordinário. Fico olhando e vejo que não tem um único candidato de direita. Isto é uma conquista extraordinária de um Brasil exuberante. É evidente que Serra tem discordância da Dilma e vice-versa, mas ninguém pode acusar um e outro de que não são democratas e não lutaram por este país.

Valor: Qual é a diferença entre eles?

Lula: Vai ter. Se for para fazer (um governo) igual não tem disputa. E, aí, o povo vai escolher por beleza… Não sei se serão só os dois. Mas são candidatos de qualidade.

Valor: Privatizar ou não privatizar pode ser a diferença?

Lula: Não.

Valor: Por que o senhor é contra a privatização?

Lula: Tudo aquilo que não é de interesse estratégico para o país pode ser privatizado. Agora, tudo o que é estratégico, o Estado pode fazer como fez com a Petrobras e o Banco do Brasil.

Valor: A Infraero é estratégica?

Lula: O Guido (Mantega, ministro da Fazenda) foi determinado a fazer um estudo sobre a Infraero, para ver se ela vira uma empresa de economia mista. O que nos interessa é que as coisas funcionem corretamente. Pedi ao Jobim (Nelson, ministro da Defesa) estudar o processo de concessão de um ou outro aeroporto para gente poder ter um termômetro, medir a qualidade de funcionamento. O que é estratégico no aeroporto é o controle do espaço aéreo e não ficar pegando passaporte de passageiros.

Valor: O senhor, então, não é contra a privatização por princípio?

Lula: Eu sou muito prático. Entre o meu princípio e o bom serviço prestado à população, fico com o bom serviço.

Valor: Quando o senhor falou dos candidatos, não mencionou Ciro Gomes.

Lula: O Ciro é um extraordinário candidato. De qualquer forma o PSB tem autonomia para lançar o Ciro candidato.

Valor: O senhor é o presidente mais popular da história do Brasil. No entanto, este Congresso é um dos mais desmoralizados. Por que o PT fracassou na condução do Congresso?

Lula: Você há de convir que a democracia no Brasil funciona com muito mais dinamismo que em qualquer outro lugar do mundo. O PT elegeu 81 deputados em 513 e 12 senadores em 81. A gente precisa dançar mais flamenco do que em qualquer país do mundo. Você vai ter que ter mais jogo de cintura. Exercitar a democracia é convencer as pessoas, é sempre mais difícil.

Valor: Por quê?

Lula: O Congresso é a única instituição julgada coletivamente. Se não teve sessão você fala: ´Deputado vagabundo que não trabalha´. Agora, nunca cita os que estiveram lá, de plantão, o tempo inteiro. Quando era constituinte, eu ficava doido porque ficava trabalhando até as duas, três horas da manhã. O Ulysses (Guimarães) ficava uma semana sem votar. Quando ele começava a votar, aquilo varava a noite. No dia seguinte, pegava o jornal, que dizia ´sessão não deu quórum porque os deputados não foram trabalhar´. Mas havia lá 200 em pé. Toda vez que vou a debates com estudantes, em inauguração de escolas, eu falo isso: ´Se vocês não gostam de política, acham que todo político é ladrão, que não presta, não renunciem à política. Entrem vocês na política porque, quem sabe, o perfeito que vocês querem está dentro de vocês´.

Valor: O senhor disse que o Brasil deve comemorar o fato de não ter candidatos de direita na eleição presidencial. Por que depois de tantas tentativas de aproximar PT e PSDB, isso não deu certo?

Lula: Porque na verdade nós somos os principais adversários.

Valor: Em São Paulo?

Lula: Em São Paulo e em outros lugares. Há uma disputa.

Valor: A aliança PT-PSDB é impossível?

Lula: Acho que agora é impossível.

Valor: Como o senhor avalia sua relação com a oposição, sobretudo no momento em que se discute o marco regulatório do pré-sal?

Lula: Essa oposição teve menos canal com o governo. Certamente o DEM e o PSDB pouco tiveram o que construir com o governo. Possivelmente quando eles eram governo, o PT também construiu poucas possibilidades. O projeto do pré-sal tal, como ele foi mandado, não é uma coisa minha. O trabalho que fizemos foi, sem falsa modéstia, digno de respeito, tanto é que o Serra concorda com o modelo. O Congresso tem liberdade para mudar.

Valor: A oposição diz que o governo pediu urgência para usar o projeto de forma eleitoreira. A urgência era exatamente por quê?

Lula: Porque precisamos aprovar o mais rápido possível para dizer ao mundo o que está aprovado e começar a trabalhar. Acho engraçado a oposição dizer isso. A oposição votou em seis meses cinco emendas constitucionais no governo Fernando Henrique Cardoso.

Valor: O senhor volta com o pedido de urgência, se for o caso?

Lula: Depende. Atendi ao pedido do presidente da Câmara, Michel Temer. Vamos votar no dia 10 de novembro. Isso me garante. Termino o mandato daqui a um ano. Serei ex-presidente, nem vento bate nas costas. Não é para mim que estou fazendo o pré-sal. O pré-sal é para o país.

Valor: O que o senhor pretende fazer depois que deixar o governo?

Lula: Não sei. A única coisa que tenho convicção é que não vou importunar quem for eleito.

Valor: Todo mundo tem medo que o senhor volte em 2014…

Lula: Medo? Acho que deveria ter alegria, se eu voltasse. Na política a gente tem de ter sempre o bom senso. Vamos supor que a Dilma seja eleita presidente da República…

Valor: E se ela perder a eleição? O senhor vai se sentir pressionado pelo PT a disputar em 2014?

Lula: Vou trabalhar para o povo votar favoravelmente, mas, se votar contra, vou ter o mesmo respeito que tenho pelo povo. Se ela for eleita, tem todo o direito de chegar a 2014 e falar ´eu quero a reeleição´.

Valor: E se ela não for eleita?

Lula: Não trabalho com essa hipótese, mas obviamente que, se não acontecer o que eu penso que deve acontecer, a história política pode ter outro rumo.

Valor: Parece que está consolidada a percepção de que o país terá câmbio apreciado por um bom tempo. O senhor teme uma desindustrialização?

Lula: O nosso objetivo é industrializar o máximo possível. O Palocci disse uma frase que é simples e antológica: ´o problema do câmbio flutuante é que ele flutua´. Obviamente que nós já estamos discutindo isso. Trabalhamos com a hipótese de que vai entrar muito dólar no Brasil. Precisamos trabalhar isso com carinho. Em contrapartida, também estamos avançando na questão de fazer trocas comerciais nas moedas dos países. Não preciso do dólar para fazer comércio com a China, a Índia, a Rússia. Podemos fazer comércio com nossas moedas e com as garantias dos bancos centrais. Esta é uma coisa nova que já começamos a discutir. Na última reunião dos Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia e China), foi constituído um grupo de trabalho para pensar sobre isso. Não é possível você tratar da economia com teoricismo, de que você acha que hoje pode tomar uma decisão para evitar que alguma coisa aconteça daqui a dez anos. Esta crise econômica mundial mostrou isso. Hoje é unanimidade mundial que o Brasil é o país mais preparado para enfrentar isso. Nunca tivemos nenhum plano econômico. Cada vez que tinha uma crise vinha um e apresentava um plano. Quebrava. Os bancos hoje estão sendo processados no Supremo Tribunal Federal (STF) por uma dívida de mais de R$ 150 bilhões, por causa dos planos Bresser e Verão.

Valor: Os bancos pediram ajuda ao governo?

Lula: Não é que o governo vai ajudar. O governo é o responsável. O governo fez a lei. Eles cumpriram a lei. Se eles perderem no STF, sabe o que vai acontecer?

Valor: A conta vai para o Tesouro.

Lula: Eles vão acionar a União. Obviamente que é isso. E quem fez os planos está dando palpites nas economias. Este é o dado. Também peço a Deus que eu não deixe nenhum esqueleto para meus sucessores. Por isso, estou mais tranquilo para tomar as decisões, mais meticuloso, para fazer as coisas. Eu fico imaginado, quando eu não estiver mais aqui dentro, o que é que um ex-presidente pode esperar do país. Que um venha e faça mais do que ele. Porque isso é o que vai fazer o país ir para a frente. Somente uma figura medíocre é capaz de torcer para o cara não dar certo. Porque, quando não dá certo, eu não vi nenhum político ter prejuízo. Ele pode perder a eleição, mas não tem prejuízo. Agora, o povo pobre é que paga a conta, se a política não der certo.

Valor: Qual vai ser o discurso da sua candidata?

Lula: Vamos deixar a candidata construir. Mas eu acho o seguinte: o que eram as campanhas passadas? Quem vai controlar a inflação, o salário mínimo de US$ 100, não era isso? Isso acabou. Não se fala mais em FMI, não se fala mais em salário mínimo de US$ 100, não se fala mais em inflação.

Valor: Mas no FMI o senhor vai falar?

Lula: Vou falar porque agora somos credores do FMI.

Valor: A França se tornou nosso parceiro prioritário em detrimento dos EUA?

Lula: Não sei porque não pensaram nisso antes. A França é o único país europeu que faz fronteira com o Brasil. São 700 quilômetros de fronteira. Isso é uma vantagem comparativa da relação com a França. Nós sempre teremos uma excelente relação com o EUA. Sempre teremos uma belíssima relação com a Europa. Mas isso não atrapalha que nós tenhamos relações bilaterais estratégicas com outros países. Acho que os Estados Unidos precisam ter um olhar para a América Latina mais produtivo, mais desenvolvimentista.

Valor: O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, vai sair para se candidatar ao governo de Goiás?

Lula: Sinceramente, o Meirelles não devia pensar em ser candidato a governador, coisa nenhuma. É que esse negócio (fazer política) tem um comichão…





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Na Veja: Computação sem fronteiras
agosto 8, 2009, 5:05 PM por Fabio Seixas


Crédito Ernani d’Almeida.

"Você está na nuvem", matéria por Carlos Rydlewski do especial Vida Digital da revista Veja dessa semana, trás um pouquinho do Camiseteria.

... A nuvem é um fator de democratização das oportunidades de negócio. Ela significa que qualquer empreendedor pode ter um supercomputador – ainda que virtual – à sua disposição. Iniciativas inovadoras como o Facebook, criado por um grupo de estudantes de Harvard em 2004, jamais teriam prosperado sem o grande poder computacional, associado a custos módicos, oferecido pela nuvem. A Camiseteria, sediada no Rio, é um exemplo caseiro desse fenômeno. Criada em 2005, a empresa vende camisetas. Fecha 99% dos negócios pela internet e usa a rede como ferramenta de marketing. Sem a nuvem, não teria saído do papel. Para garantir o acesso de 15 000 pessoas por dia ao site, a empresa gasta 1 500 reais por mês. "Esse é um décimo do custo que teríamos com uma rede própria de computadores", diz Fabio Seixas, 34 anos, um dos sócios da companhia. ...




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Convicção
abril 27, 2009, 12:25 AM por Fabio Seixas

Já falei aqui no blog o quanto a convicção é importante para o sucesso e outro dia me deparei com esse video que o Rodrigo David me mostrou.

A convicção desse sujeito chega a ser hilária, além de exagerada. :)





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EPICENTRO, o TED brasileiro
março 7, 2009, 12:39 PM por Fabio Seixas

Ricardo Jordão, o cara por trás do BizRevolution, é um sujeito inquieto. Tão inquieto que não consegue conviver com a idéia de que algo bacana acontecendo em algum lugar do mundo não possa ser replicado aqui no Brasil.

E uma das coisas mais legais que acontece na Califórnia desde 1984 é o TED, a conferência Technology, Entertainment and Design que tem como slogan "Ideas Worth Spreading".

Quando conheci o TED a cerca de 2 anos atrás, a primeira coisa que me veio a mente foi "podia ter um evento desses aqui no Brasil." Acho que todo mundo que curte o TED em algum momento já pensou nisso.

E é ai que entra o Jordão com sua perspicácia e capacidade de realização. Jordão botou na cabeça que o Brasil deveria ter um evento nos moldes do TED e criou o evento EPICENTRO que, sem a menor vergonha em se espelhar no benchmark americano, tem como slogan "Idéias que valem a pena espalhar".

A proposta do EPICENTRO é fazer o que o TED fez a 25 anos atrás, ou seja, iniciar algo que seja fantástico, que reúna pessoas fantásticas, com idéias fantásticas.

Mas sendo o TED um evento de gabarito altíssimo, natural que haja alguma dúvida:

A Bruna Calheiros outro dia postou no Twitter:


twitter_epicentro.gif

Não acho que o EPICENTRO será o que o TED é atualmente. Afinal o TED ultimamente tem contado com nomes de peso em sua programação. Quem sabe no EPICENTRO 2012 possamos contar com nomes como Chico Buarque ou Maurício de Sousa, mas, agora, o que importa é iniciar algo. Além disso, uma das maiores belezas do TED é trazer a tona pessoas fantásticas com idéias fantásticas que não são necessariamente famosas ou populares. Uma das melhores palestras que assisti no TED foi da Jill Bolte Taylor, uma pesquisadora do cérebro humano da qual eu nunca tinha ouvido falar.

Jordão conseguiu reunir um time de palestrantes interessantíssimo, dos quais a maioria eu nem conhecia. E foi justamente isso que me deixou mais animado, ter a oportunidade de escutar essas pessoas com idéias totalmente novas. Fiquei muito feliz quando o Jordão me convidou para palestrar. Falarei sobre como o crowdsourcing está mudando o nosso mundo.

O EPICENTRO acontece dia 19 de março de 2009 e tem a seguinte programação:

14:30 Recepção
15:20 Abertura, Jordão, Co-fundador e Editor do Epicentro
15:30 Luciano Pires, Anarquista Corporativo
15:50 Fabio Seixas, Camiseteiro
16:10 Alexandre Oliva, Evangelizador do Software Livre
16:30 Christian Barbosa, Gerenciador de Tempo
16:50 Vicente Lassandro, Geólogo
17:10 Pedro Mello, Empreendedor Serial
17:30 Eric Acher, Venture Capitalist
17:50 Aleksandar Mandic, A Internet em Pessoa
18:10 Claudia Riecken, Psicóloga 2.0
18:30 Indio da Costa, Político 2.0
18:50 Rawlinson, Empreendedor e Filósofo
19:10 Marco Gomes, Interneteiro Profissional
19:30 Gabriel Peixoto, Educador
19:50 Miguel Cavalcanti, Pecuarista Digital
20:10 Marco Antonio Gonçalves, Marketeiro Jurídico
20:30 Adelson de Sousa, Chateaubriand da Informática
21:00 Encerramento, Jordão, Co-fundador e Editor do Epicentro

O EPICENTRO será transmitido ao vivo pela Aulavox. Todas as palestras serão gravadas em vídeo e disponibilizadas no site do EPICENTRO.

Evento: Epicentro
Onde: IT Midia - Praça Prof. José Lannes 40 - Edifício Berrini 500 - 17º andar - SP
Quando: 19 de março
Horário: 14h30
Inscrições aqui


epicentro.gif





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Startup brasileira é processada pelo Facebook
janeiro 3, 2009, 2:52 AM por Fabio Seixas

Notícias não muito boas atingem uma startup brasileira.

A poucas horas atrás, o New York Times publicou a notícia de que o Facebook está processando a Power.com, uma startup brasileira baseada no Rio de Janeiro, por infringência de direito autoral e marca, concorrência desleal, violação do Computer Fraud and Abuse Act, entre outras acusações.

A Power.com é uma empresa que se propõe a ser um gateway para várias redes sociais e para isso, coleta informações de logins dos usuários e suga coleta informações das redes sociais.

Segundo NYT, as empresas vinham conversando para tentar acertar uma forma de trabalharem juntas, até o momento, sem sucesso.

A Power.com, após tomar conhecimento do processo, suspendeu a parte do serviço que se conecta ao Facebook.

O jornal americano disponibilizou na integra o processo iniciado pelo Facebook (PDF).

Veja aqui a integra do artigo publicado no NYT.

Em 2007 tive a oportunidade de conhecer Steve Vachani, co-fundador da Power.com, após ter conhecido Eric Santos, também co-fundador. Não tenho dúvida de que os fundadores são empresário éticos, apesar de não apoiar algumas das práticas adotadas pela empresa. Durante uma conversa, cheguei a questionar Eric sobre a infrigência dos termos de uso das redes sociais. Pude perceber que estavam cientes dos riscos envolvidos. É claro que existe a interpretação dos termos de uso mas será isso julgado no processo.

Veremos como isso desenrola. Espero que a Power.com possa achar um caminho "correto" para trabalhar com as diversas redes sociais





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Homenagem para começar 2009
janeiro 2, 2009, 10:17 PM por Fabio Seixas

O Rodisley, designer aprovado recentemente no concurso do Camiseteria, me fez uma pequena homenagem e eu não poderia deixar de postar aqui.

caricatura_seixas.jpg

Rodisley, valeu!

Uma das minhas resoluções de ano novo é blogar mais. Em 2008, o trabalho combinado com o Twitter, me roubaram muito do meu blogging mojo. Em 2009 pretendo recuperar esse mojo e trazer mais conteúdo para vocês. Começando agora.





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Zeitgeist
dezembro 29, 2008, 1:43 AM por Fabio Seixas

Tenha uma visão holística do mundo atual. E porque não uma visão das possibilidades do futuro. É saudável questionarmos o que nos é apresentado e sorrateiramente imposto em nosso dia-a-dia.

Zeitgeist, the movie

Zeitgeist: Addendum

Não se preocupe com o fato de que cada filme tem 2 horas. Você nem perceberá.





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Resultado parcial da campanha adSense Santa Catarina
dezembro 16, 2008, 12:16 PM por Fabio Seixas

Hoje estou contabilizando os primeiros resultados da Campanha adSense Santa Catarina.

Os 12 primeiros dias renderam $51,00, cerca de R$ 121,00 pela cotação de hoje. Apesar de considerar já um bom resultado, acredito que poucos blogs adotaram a companha e estão publicando os anúncios.

Então, se você tm um site e ainda não está participando, acesse essa página, copie os códigos do adSense e colabore também.

UPDATE 07/02/2009: A campanha está encerrada. Estou aguardando o chegue do Google chegar para doar o dinheiro. Como a Defesa Civil de Santa Catarina não está mais recebendo doações nesta data, irei doar para uma instituição de caridade.





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Campanha adSense para ajudar Santa Catarina
dezembro 2, 2008, 12:42 AM por Fabio Seixas

Já está acontecendo um meme para a blogosfera ajudar Santa Catarina. E tive uma idéia de criar uma outra campanha para arrecadar fundos para a Defesa Civil de Santa Catarina, só que de uma forma difente.

A idéia é simples. Criar uma conta no Google adSense e disponibilizar o códido para que qualquer blogueiro possa colocaR banners do adSense em seus blogs e assim gerar receita que será TOTALMENTE doada para a Defesa Civil de Santa Catarina.

Dessa forma, blogueiros podem doar seus inventários de mídia (espaço publicitário de seus blogs) para arrecadar fundos para a campanha sem precisar desenvolbar dinheiro.

A idéia primeiramente era a própria Defesa Civil criar essa conta, mas eles devem estar muito ocupados por lá e o tempo urge. Temos que agir agora.

Então solucionei a questão da seguinte forma. Criei uma conta no adSense em meu nome (ainda está em aprovação) e vou compartilhar essa conta (login e senha) com 7 blogueiros conhecidos e renomados que considero serem de confiança. Assim a conta e a receita gerada por ela poderá ser auditada por esse grupo de blogueiros.

Tudo será documentado, as receitas semanais, os pagamentos feitos para a Defesa Civil, etc. Assim todo mundo pode confiar que será uma colaboração honesta (afinal queremos ajudar SC e não tirar vantagem de ninguém).

Então convido os seguintes blogueiros para serem os auditores e colaboradores que irão ajudar a espalhar esse novo meme.

  • Ariel Gajardo, Agência Espalhe, colaborador do Alles Blau e morador de Blumenau
  • Cris Dias, Vilago
  • Nick Ellis, Digital Drops
  • Alexandre Inagaki, Pensar Enlouquece
  • Carlos Cardoso, Contraditorium
  • Guilherme Valdares, Papo de Homem
  • Fábio Ricotta, MestreSEO

    Amigos, vocês topam?

    VAMOS AJUDAR!!

    Abaixo os códigos AdSense padrão para os anúncios da campanha Ajude Santa Catarina. Basta copiar o código e cola-lo no template do seu blog.

    IMPORTANTE: NÃO INCENTIVE SEUS LEITORES A CLICAREM NOS BANNERS nem tão pouco clique você mesmo. Isso vai contra os termos de uso do AdSense e caso isso ocorra, a conta poderá ser encerrada pelo Google.

    Irei expor aqui neste post os ganhos semanais da conta. Enviei o login e senha da conta adSense para os blogueiros que até o momento toparam auditar a conta: Nick Ellis, Alexandre Inagaki, Fábio Ricotta e Ariel Gajardo.


    UPDATE 07/02/2009: A campanha está encerrada. Estou aguardando o chegue do Google chegar para doar o dinheiro. Como a Defesa Civil de Santa Catarina não está mais recebendo doações nesta data, irei doar para uma instituição de caridade.





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    Eu sou o que sou
    setembro 19, 2008, 3:40 PM por Fabio Seixas

    No início dos anos 90, eu acabara de entrar para a faculdade e trabalhava como programador no CPD de uma empresa de marketing. Nessa época, eu me iniciei como admirador da Microsoft e seus produtos. Não existiam produtos mais acessíveis à época. Nesse período, os Macs eram sinônimo de computador para Desktop Publishing (DTP). O pessoal do CPD costumava tirar sarro do pessoal do DTP por casa dos seus computadores bonitinhos mais ordinários. Ordinários porque eram apenas bonitinhos mesmo, principalmente em relação a interface, mas eram tecnicamente muito ruins. Os Macs da época rodavam em multitarefa cooperativa enquanto o Windows NT, e depois o Windows 95, já arrojavam com sua multitarefa preemptiva.

    Para um bando de nerds era o suficiente para deixar o pessoal do Macs com cara de tacho.

    Todo dia eu pegava meu Uno Mille não quitado e seguia para a faculdade. O carango ostentava um adesivo original do Windows que ganhei numa conferência da Microsoft da qual participei. Era tudo. Literalmente "tirava onda" (pelo menos eu achava que tirava).

    A verdade é que naquela época eu tinha orgulho de ser usuário do Windows.

    De lá pra cá, muita coisa aconteceu na indústria da tecnologia. A chegada avassaladora da Internet, a guerra dos browsers, processos anti-trust, demissões involuntárias de conselho, etc. E no meio disso tudo, aconteceram duas coisas: a primeira que o sentimento de orgulho foi tomado por um sentimento de obrigação. Primeiro eu comecei a achar que a Microsoft estava fazendo o que era sua obrigação perante nós usuários. Evolua os produtos, crie coisas novas. Era o mínimo que eu esperava. Ela poderia mudar o mundo (como mudou com a guerra dos browsers) e eu continuaria achando que era o mínimo a ser feito. Segundo, foi a ascensão grandiosa da Apple, principalmente depois que o Steve Jobs retornou para a empresa como o todo poderoso de Cupertino. A Apple, mais uma vez, revolucionou o mercado com seus produtos fantásticos. Começamos a ver que era cool ter um Mac, bem diferente daquela época onde tirávamos sarros dos Mac maníacos.

    Obviamente, essa nova fase da Apple me atingiu de alguma forma. Na última vez que troquei de computador fiquei seriamente tentado de comprar um Mac. Tenho quase certeza que só não troquei por questões técnicas. Eu precisava rodar um software de desenvolvimento da Microsoft que não roda no OS X da Apple. Acabei optando pela dupla PC+Windows.

    Atualmente eu me encontrava uma encruzilhada. Eu sou PC, mas poderia ser Mac. Ser Mac é bacana, é cool. Um dia serei um Mac.

    Eis que a Microsoft lança a sua campanha "I'm a PC".

    Essa campanha me atingiu como uma bomba. Eu assisti e no mesmo instante eu pensei comigo mesmo: "Ei, eu sou um PC! Eu não sou um Mac... Eu sou um PC! Yeah!". Eu provavelmente sou o estereótipo que a Microsoft está buscando. Usuários do Windows a anos que estão sendo atacados pela Apple com seus produtos maravilhosos e seu inacreditável evangelismo popular.

    Eu não desgosto da Apple. Eu adoro a Apple. Sou fã do iPhone, dos iPods e do iTunes. Eu também sou fã dos computadores e do sistema operacional da Apple. Eu sou fã do Steve Jobs com empresário, como criativo e como líder. Mas eu também sou fã do Bill Gates e das grandiosidades que eles fez pela indústria da tecnologia. Sou fã do Windows principalmente pelas coisas maravilhosas que esse produto e outros da Microsoft trouxeram para a minha carreira. E hoje descobri que sou mais fã do Gates do que do Jobs em certos aspectos.

    Enfim, meu orgulho de ser um PC voltou. E foi preciso apenas um comercial. Apenas 1 minuto.

    I'm what I'm. I'm a PC.





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    Como leio livros
    agosto 21, 2008, 1:38 AM por Fabio Seixas

    Ando compulsivo por comprar livros. O grande problema é que se leva menos tempo para comprá-los do que para lê-los.

    Descobri que os melhores livros não são aqueles que já lemos e gostamos, mas sim aqueles que ainda não lemos. Meio estranho isso, mas é assim que sinto. Um livro não lido é melhor do que um livro lido porque ele tem algo a me ensinar diferente daquele que já me ensinou algo. Prefiro pensar que tenho livros não lidos na minha estampa com conhecimentos suficientes para suprir minhas necessidades assim que precisar deles. Por pensar assim, acabo comprando livros sem me preocupar se terei tempo para lê-los.

    Mas tem outro "agravante". Quando eu gosto de um livro, eu o leio a prestação. Explico. Quando um livro é bom, um pequeno conjunto de páginas traz muitos ensinamentos e insights. E eu, para perpetuar o que aprendo, preciso de reflexão. Então, às vezes, leio 2 ou 3 páginas e paro de ler para ficar 10, 15 minutos assimilando profundamente aqueles ensinamentos. Não que eu precise de tempo para compreendê-los, mas sim de tempo para gravar mais profundamente na mente. Tem livros que li a 10 anos atrás que, até hoje, estão claramente na minha mente. É uma técnica que recomendo.

    Por outro lado, quando não gosto de um livro, largo tendo lido quantas páginas forem. Não tenho tempo pra essa baboseira de que livro que começamos a ler tem que terminar. Se o livro é ruim, não merece minha atenção.

    Livro tem que me convencer logo de cara. Esse negócio de ser bom do meio pro final não funciona pra mim. Tem que ser bom por inteiro.

    E ai? Tem algum livro para recomendar?





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    Coquetel carioca de lançamento do livro "Internet - O Encontro de 2 Mundos"
    junho 20, 2008, 5:10 PM por Fabio Seixas

    Segunda-feira, dia 23/06, acontece o lançamento do livro inspirado no InterCon, evento organizado anualmente pela iMasters. Em "Internet - O Encontro de 2 Mundos" eu e mais 43 colaboradores apresentamos 56 crônicas sobre a nova Internet.

    livro_intercon_rj.gif

    O convite é aberto, a entrada é grauita e o coquetel é por conta da editora. Apareçam pois será uma ótima oportunidade de fazer networking, prestigiar a palestra do Bruno Rodrigues e ainda descolar um autógrafo.





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    NAVE - Núcleo Avançado em Educação
    maio 28, 2008, 1:05 PM por Fabio Seixas

    Acreditem. O que vocês verão abaixo é uma escola estadual no Rio de Janeiro.

    nave.jpg

    O NAVE, Núcleo Avançado em Educação, foi inaugurado ontem no Rio de Janeiro. O projeto nasceu de uma parceria entre a OI e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, através de sua Secretaria de Estado de Educação e de Cultura.

    nave1.jpg

    O NAVE nada mais é do que o Colégio Estadual José Leite Lopes que conta com uma grade de ensino em tempo integral. Na parte da manha, os 600 alunos (cerca de 200 no primeiro ano de funcionamento) terão as aulas do currículo normal do MEC e a tarde, poderão se deliciar com os ensinamentos do mundo digital. As matérias não serão poucas. Programação de games, Roteiros para mídias digitais, Geração multimídia, TV Digital, etc. Este seguimento do NAVE é chamado de Fábrica de Cultura Digital.

    O NAVE conta ainda com a Usina de Expressão, um espaço de desconstrução onde haverá a integração com o mundo fora da escola. Serão eventos, debates, exposições. Já estamos planejando fazer o próximo BlogCampRJ no NAVE.

    O projeto é simplesmente fantástico e deixa, arrisco dizer, todas as escolas particulares do Rio de Janeiro, quiçá do Brasil, a ver navios. A maneira como o projeto foi concebido permite que não só os alunos, mas também os professores, a sociedade e profissionais do ramo possam usufruí-lo. Um grande passo para o Rio e para o Brasil na direção da universalização da cultura digital.

    Fica o exemplo, não só para as escolas particulares, como também para outros estados, de que uma parceria sólida com a iniciativa privada pode render bons frutos.

    nave3.jpg

    nave4.jpg

    Para quem quiser saber mais sobre o NAVE, sugiro o post do Beto Largman, um dos responsáveis pela consultoria tecnológica do NAVE e curador dos eventos que acontecerão na Usina de Expressão.

    Parabéns Beto, OI e Governo do Estado do Rio de Janeiro.

    ATENÇÃO! PARA SE MATRICULAR NESSA ESCOLA, PROCURE A SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO OU ACESSE O PROGRAMA MATRÍCULA FÁCIL





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    TED Talks: My stroke of insight
    abril 6, 2008, 7:18 PM por Fabio Seixas

    O Neto do Update or Die deu a dica e eu não poderia deixar de replicar aqui essa bela apresentação da Jill Bolte Taylor, uma cientista cerebral que, ela própria, sofreu um derrame cerebral e narra de maneira linda e angustiante a experiência que viveu e a lição que tirou disso. "Beautiful!"

    Transcrição em inglês:

    I grew up to study the brain because I have a brother who has been diagnosed with a brain disorder, schizophrenia. And as a sister and as a scientist, I wanted to understand, why is it that I can take my dreams, I can connect them to my reality, and I can make my dreams come true -- what is it about my brother's brain and his schizophrenia that he cannot connect his dreams to a common, shared reality, so they instead become delusions?

    So I dedicated my career to research into the severe mental illnesses. And I moved from my home state of Indiana to Boston where I was working in the lab of Dr. Francine Benes, in the Harvard Department of Psychiatry. And in the lab, we were asking the question, What are the biological differences between the brains of individuals who would be diagnosed as normal control, as compared to the brains of individuals diagnosed with schizophrenia, schizoaffective, or bipolar disorder?

    So we were essentially mapping the microcircuitry of the brain, which cells are communicating with which cells, with which chemicals, and then with what quantities of those chemicals. So there was a lot of meaning in my life because I was performing this kind of research during the day. But then in the evenings and on the weekends I traveled as an advocate for NAMI, the National Alliance on Mental Illness.

    But on the morning of December 10 1996 I woke up to discover that I had a brain disorder of my own. A blood vessel exploded in the left half of my brain. And in the course of four hours I watched my brain completely deteriorate in its ability to process all information. On the morning of the hemorrhage I could not walk, talk, read, write or recall any of my life. I essentially became an infant in a woman's body.

    If you've ever seen a human brain, it's obvious that the two hemispheres are completely separate from one another. And I have brought for you a real human brain. [Thanks.] So, this is a real human brain. This is the front of the brain, the back of the brain with a spinal cord hanging down, and this is how it would be positioned inside of my head. And when you look at the brain, it's obvious that the two cerebral cortices are completely separate from one another. For those of you who understand computers, our right hemisphere functions like a parallel processor. While our left hemisphere functions like a serial processor. The two hemispheres do communicate with one another through the corpus collosum, which is made up of some 300 million axonal fibers. But other than that, the two hemispheres are completely separate. Because they process information differently, each hemisphere thinks about different things, they care about different things, and dare I say, they have very different personalities. [Excuse me. Thank you. It's been a joy.]

    Our right hemisphere is all about this present moment. It's all about right here right now. Our right hemisphere, it thinks in pictures and it learns kinesthetically through the movement of our bodies. Information in the form of energy streams in simultaneously through all of our sensory systems. And then it explodes into this enormous collage of what this present moment looks like. What this present moment smells like and tastes like, what it feels like and what it sounds like. I am an energy being connected to the energy all around me through the consciousness of my right hemisphere. We are energy beings connected to one another through the consciousness of our right hemispheres as one human family. And right here, right now, all we are brothers and sisters on this planet, here to make the world a better place. And in this moment we are perfect. We are whole. And we are beautiful.

    My left hemisphere is a very different place. Our left hemisphere thinks linearly and methodically. Our left hemisphere is all about the past, and it's all about the future. Our left hemisphere is designed to take that enormous collage of the present moment. And start picking details and more details and more details about those details. It then categorizes and organizes all that information. Associates it with everything in the past we've ever learned and projects into the future all of our possibilities. And our left hemisphere thinks in language. It's that ongoing brain chatter that connects me and my internal world to my external world. It's that little voice that says to me, "Hey, you gotta remember to pick up bananas on your way home, and eat 'em in the morning." It's that calculating intelligence that reminds me when I have to do my laundry. But perhaps most important, it's that little voice that says to me, "I am. I am." And as soon as my left hemisphere says to me "I am," I become separate. I become a single solid individual separate from the energy flow around me and separate from you.

    And this was the portion of my brain that I lost on the morning of my stroke.

    On the morning of the stroke, I woke up to a pounding pain behind my left eye. And it was the kind of pain, caustic pain, that you get when you bite into ice cream. And it just gripped me and then it released me. Then it just gripped me and then released me. And it was very unusual for me to experience any kind of pain, so I thought OK, I'll just start my normal routine. So I got up and I jumped onto my cardio glider, which is a full-body exercise machine. And I'm jamming away on this thing, and I'm realizing that my hands looked like primitive claws grasping onto the bar. I thought "that's very peculiar" and I looked down at my body and I thought, "whoa, I'm a weird-looking thing." And it was as though my consciousness had shifted away from my normal perception of reality, where I'm the person on the machine having the experience, to some esoteric space where I'm witnessing myself having this experience.

    And it was all every peculiar and my headache was just getting worse, so I get off the machine, and I'm walking across my living room floor, and I realize that everything inside of my body has slowed way down. And every step is very rigid and very deliberate. There's no fluidity to my pace, and there's this constriction in my area of perceptions so I'm just focused on internal systems. And I'm standing in my bathroom getting ready to step into the shower and I could actually hear the dialog inside of my body. I heard a little voice saying, "OK, you muscles, you gotta contract, you muscles you relax."

    And I lost my balance and I'm propped up against the wall. And I look down at my arm and I realize that I can no longer define the boundaries of my body. I can't define where I begin and where I end. Because the atoms and the molecules of my arm blended with the atoms and molecules of the wall. And all I could detect was this energy. Energy. And I'm asking myself, "What is wrong with me, what is going on?" And in that moment, my brain chatter, my left hemisphere brain chatter went totally silent. Just like someone took a remote control and pushed the mute button and -- total silence.

    And at first I was shocked to find myself inside of a silent mind. But then I was immediately captivated by the magnificence of energy around me. And because I could no longer identify the boundaries of my body, I felt enormous and expansive. I felt at one with all the energy that was, and it was beautiful there.

    Then all of a sudden my left hemisphere comes back online and it says to me, "Hey! we got a problem, we got a problem, we gotta get some help." So it's like, OK, OK, I got a problem, but then I immediately drifted right back out into the consciousness, and I affectionately referred to this space as La La Land. But it was beautiful there. Imagine what it would be like to be totally disconnected from your brain chatter that connects you to the external world. So here I am in this space and any stress related to my, to my job, it was gone. And I felt lighter in my body. And imagine all of the relationships in the external world and the many stressors related to any of those, they were gone. I felt a sense of peacefulness. And imagine what it would feel like to lose 37 years of emotional baggage! I felt euphoria. Euphoria was beautiful -- and then my left hemisphere comes online and it says "Hey! you've got to pay attention, we've got to get help," and I'm thinking, "I got to get help, I gotta focus." So I get out of the shower and I mechanically dress and I'm walking around my apartment, and I'm thinking, "I gotta get to work, I gotta get to work, can I drive? can I drive?"

    And in that moment my right arm went totally paralyzed by my side. And I realized, "Oh my gosh! I'm having a stroke! I'm having a stroke!" And the next thing my brain says to me is, "Wow! This is so cool. This is so cool. How many brain scientists have the opportunity to study their own brain from the inside out?"

    And then it crosses my mind: "But I'm a very busy woman. I don't have time for a stroke!" So I'm like, "OK, I can't stop the stroke from happening so I'll do this for a week or two, and then I'll get back to my routine, OK."

    So I gotta call help, I gotta call work. I couldn't remember the number at work, so I remembered, in my office I had a business card with my number on it. So I go in my business room, I pull out a 3-inch stack of business cards. And I'm looking at the card on top, and even though I could see clearly in my mind's eye what my business card looked like, I couldn't tell if this was my card or not, because all I could see were pixels. And the pixels of the words blended with the pixels of the background and the pixels of the symbols, and I just couldn't tell. And I would wait for what I call a wave of clarity. And in that moment, I would be able to reattach to normal reality and I could tell, that's not the card, that's not the card, that's not the card. It took me 45 minutes to get one inch down inside of that stack of cards.

    In the meantime, for 45 minutes the hemorrhage is getting bigger in my left hemisphere. I do not understand numbers, I do not understand the telephone, but it's the only plan I have. So I take the phone pad and I put it right here, I'd take the business card, I'd put it right here, and I'm matching the shape of the squiggles on the card to the shape of the squiggles on the phone pad. But then I would drift back out into La La Land, and not remember when I come back if I'd already dialed those numbers.

    So I had to wield my paralyzed arm like a stump, and cover the numbers as I went along and pushed them, so that as I would come back to normal reality I'd be able to tell, yes, I've already dialed that number. Eventually the whole number gets dialed, and I'm listening to the phone, and my colleague picks up the phone and he says to me, "Whoo woo wooo woo woo." [laughter] And I think to myself, "Oh my gosh, he sounds like a golden retriever!" And so I say to him, clear in my mind I say to him. "This is Jill! I need help!" And what comes out of my voice is, "Whoo woo wooo woo woo." I'm thinking, "Oh my gosh, I sound like a golden retriever." So I couldn't know, I didn't know that I couldn't speak or understand language until I tried.

    So he recognizes that I need help, and he gets me help. And a little while later, I am riding in an ambulance from one hospital across Boston to Mass General Hospital. And I curl up into a little fetal ball. And just like a balloon with the last bit of air just, just right out of the balloon I felt my energy lift and I felt my spirit surrender. And in that moment I knew that I was no longer the choreographer of my life. And either the doctors rescue my body and give me a second chance at life or this was perhaps my moment of transition.

    When I awoke later that afternoon I was shocked to discover that I was still alive. When I felt my spirit surrender, I said goodbye to my life, and my mind is now suspended between two very opposite planes of reality. Stimulation coming in through my sensory systems felt like pure pain. Light burned my brain like wildfire and sounds were so loud and chaotic that I could not pick a voice out from the background noise and I just wanted to escape. Because I could not identify the position of my body in space, I felt enormous and expensive, like a genie just liberated from her bottle. And my spirit soared free like a great whale gliding through the sea of silent euphoria. Harmonic. I remember thinking there's no way I would ever be able to squeeze the enormousness of myself back inside this tiny little body.

    But I realized "But I'm still alive! I'm still alive and I have found Nirvana. And if I have found Nirvana and I'm still alive, then everyone who is alive can find Nirvana." I picture a world filled with beautiful, peaceful, compassionate, loving people who knew that they could come to this space at any time. And that they could purposely choose to step to the right of their left hemispheres and find this peace. And then I realized what a tremendous gift this experience could be, what a stroke of insight this could be to how we live our lives. And it motivated my to recover.

    Two and a half weeks after the hemorrhage, the surgeons went in and they removed a blood clot the size of a golf ball that was pushing on my language centers. Here I am with my mama, who's a true angel in my life. It took me eight years to completely recover.

    So who are we? We are the life force power of the universe, with manual dexterity and two cognitive minds. And we have the power to choose, moment by moment, who and how we want to be in the world. Right here right now, I can step into the consciousness of my right hemisphere where we are -- I am -- the life force power of the universe, and the life force power of the 50 trillion beautiful molecular geniuses that make up my form. At one with all that is. Or I can choose to step into the consciousness of my left hemisphere. where I become a single individual, a solid, separate from the flow, separate from you. I am Dr. Jill Bolte Taylor, intellectual, neuroanatomist. These are the "we" inside of me.

    Which would you choose? Which do you choose? And when? I believe that the more time we spend choosing to run the deep inner peace circuitry of our right hemispheres, the more peace we will project into the world and the more peaceful our planet will be. And I thought that was an idea worth spreading.

    Página oficial do vídeo com bio da Jill Bolte Taylor






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    iPhone Lifestyle Companion
    março 28, 2008, 12:58 AM por Fabio Seixas

    Parece que a Apple tem grandes ambições para o iPhone. O blog Unwired View andou pesquisando solicitações de registro de patentes da Apple e descobriu algumas das tranquinagens que a Apple planeja para o aparelinho (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).

    A combinação de acelerometro, câmera digital, microfone e um futuro chip de GPS irão permitir uma enorme quantidade de aplicações desenvolvidas por terceiros e pela própria Apple.

    O iPhone poderá se tornar um assistente pessoal de verdade, funcionando como um personal trainer na academia, como um auxiliador em dietas ou mesmo como um assistente de compras.

    Alguns rascunhos:

    iphone-lifestyle-companion.jpg

    iphone-fitness-trainer.jpg

    iphone-lifestyle-fitness-trainer-report.jpg

    Vale uma conferida no post para entender melhor o que vem por ai.





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    Freqüência, relevância, bons artigos e o tempo
    março 2, 2008, 11:07 PM por Fabio Seixas

    Esse blog aqui quem acompanha sabe que anda com uma freqüência de postagem meio baixa. Tudo se explica. De um tempo pra cá, comecei a querer postar só idéias que eram realmente boas. Bons artigos, completos, com fundamento e tudo mais. Mas, apesar da vontade em fazer acontecer, o tempo escasso não me permitiu concretizar essa meta. Tocar duas start-ups não é algo fácil.

    Cheguei a fazer o rascunho de vários posts mas nunca achava que estavam bom o suficiente. Postei dois ou três artigos e nada mais.

    Então, resolvi dar um passo pra trás. Vou voltar a postar mais despretensiosamente, com posts mais corriqueiros e salpicar, sempre que der, artigos mais completos e relevantes.

    Dica de rodapé: Dêem uma olhada na matéria de capa da Wired desse mês: "Free! Why $0.00 Is the Future of Business" Aproveita\em que está de graça!





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    iPhone 1.1.4
    março 1, 2008, 1:37 PM por Fabio Seixas

    Atualizei o iPhone para o firmware 1.1.4.

    Primeiro tentei fazer o upgrade normal e rodar o ZiPhone 2.5 para fazer o unlock. O upgrade e o unlock funcionaram perfeitamente, mas houve incompatibilidade com os aplicativos instalados anteriormente via Installer.

    Então resolvi restaurar o firmware apagando todos os dados. Fiz o backup dos dados antes para poder restaurar depois.

    Quem quiser tentar o upgrade, sugiro desinstalar todos os aplicativos instalados via installer e atualizar a versão do installer antes de fazer o upgrade.

    O brPhone não funciona na versão 1.1.4. Então sugiro usar o AppSupport 1.1.4 enquando não sai o brPhone 1.1.4.





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    A OI e o meu iPhone
    novembro 28, 2007, 12:40 AM por Fabio Seixas

    Sou um feliz proprietário de um iPhone. Só não sou mais feliz por causa da OI, minha atual operadora de telefonia celular.

    O iPhone, mais do que um telefone, é um dispositivo de acesso a Internet. Sua interface soberba e demais funcionalidades são um convite para navegar pela web.

    Apesar de possuir suporte à Wi-Fi, quando não há uma rede dessa disponível nas redondezas, é preciso usar a rede da operadora para acessar a Internet. É ai que a OI começa a pisar na bola e deixa de olhar para as tendências do mercado. Explico.

    A OI me cobra em meu atual plano R$ 0,04 por Kbyte transferido. Com as opções de acesso à Internet do iPhone como ver uma página HTML como ela realmente é ou assistir vídeos do YouTube, fica claro que fica financeiramente inviável utilizar a rede desta operadora para acessar a Internet pelo iPhone.

    Quando digo que a OI deveria olhar o mercado, ela deveria olhar não só as tendências e o que seus consumidores estão fazendo como também a concorrência.
    A TIM possui um plano de dados no qual o usuário pode trafegar até 1 gigabyte de dados por R$ 69,00. Bem, seu eu fosse trafegar 1 gigabyte de dados no meu iPhone pelo meu plano atual, minha conta no final do mês iria custar exatos R$ 41.943,04.

    Ora, como pode a OI ser tão cega assim? Cobrar quase 600 vezes mais que um dos seus principais concorrentes?

    Tudo bem, vamos ser mais justos. A OI possui outro plano de dados onde eu posso trafegar 72 megabytes por R$ 149,00. Por esse preço, o mesmo gigabyte da TIM iria sair por R$ 2.119,11.

    Cobrar “somente” 30 vezes a mais que o concorrente não faz a situação da OI ficar melhor.

    OI, por favor, entenda que o consumidor não é bobo. Ele pesquisa e sabe o que compra. Mais do que isso, o consumidor de hoje tem o poder da palavra. Nunca foi tão simples colocar a boca no mundo. Seja num blog ou numa comunidade do Orkut. Mais do que contratar um serviço justo, esse consumidor quer ser respeitado acima de tudo. Estamos combinados?





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    Evolução da folksonomia
    novembro 18, 2007, 4:15 AM por Fabio Seixas

    A Internet vem introduzindo vários novos conceitos no mundo atual. Um dos que mais aprecio é a folksonomia, ou a capacidade de várias pessoas categorizarem conteúdo utilizando palavras-chaves ou tags.

    Pegue uma unidade de conteúdo ou objeto, como, por exemplo, uma foto. Associe palavras-chaves à ela e deixe que outros façam o mesmo. Com o volume e várias pessoas associando as mesmas palavras a um mesmo objeto observamos o "peso" das palavras-chaves. Quanto mais pessoas fizerem a mesma associação, mais relevante é a palavra-chave.

    Consigo imaginar que esse modelo seja apenas o começo do que pode se tornar a folksonomia.

    Temos duas dimensões (objeto e palavra-chave) e um sujeito (pessoas). Com isso conseguimos um resultado (categorização) com uma variável (peso).

    objeto + palavra-chave = categorização

    (objeto + palavra-chave) x peso = categorização relevante

    Consigo imaginar um modelo mais avançado para a folksonomia. Um modelo que considere três dimensões e não apenas as duas dimensões iniciais, objetos e palavras-chaves. Imagine acrescentar a essa formula a dimensão da conexão entre palavras-chaves. Imagine palavras-chaves com alguma relação em comum.

    "arco-íris" e "colorido" estão, do ponto de vista do significado, eternamente associadas. Podemos dizer o mesmo de "formula1" associado a "carros". Já não poderíamos tirar a mesma conclusão de "carros" associado a "formula1" já que nem todo carro é um Formula 1.

    O ponto que quero chegar é se podemos extrair significado da folksonomia como ela é hoje se simplesmente adicionarmos ao modelo a conexão de palavras-chaves.

    Imagine uma foto de um arco-íris onde várias pessoas associaram as palavras "arco-íris" e "colorido".

    A partir de várias associações bidimencionais como essa, podemos criar conexões entre as palavras-chaves.

    Se muitas pessoas associam as palavras "arco-íris" e "colorido" para vários objetos (fotos) diferentes, podemos concluir que "arco-íris" e "colorido" estão de alguma forma conectados.

    Uma vez que as palavras-chaves podem estar previamente categorizadas como verbos, adjetivos e substantivos, essas conexões acabam por gerar significado. "Arco-íris são coloridos".

    objeto + palavra-chave + conexão = significado

    Coloque isso em larga escala, compute o peso e teremos significado relevante.

    (objeto + palavra-chave + conexão) x peso = significado relevante

    Temos então um modelo tridimencional de folksonomia: objeto, palavra-chave, conexão.

    Esse modelo poderia ser um dos pilares da web semântica, desde que houvesse associações suficientes. Isso não me parece utópico, já que muito conteúdo na web está sendo associado a palavras-chaves, tais como fotos, vídeos e artigos.

    Colocando em prática, poderíamos associar fotos do Flickr com artigos do Wikipedia automaticamente tendo como base somente a folksonomia feita pelos usuários do Flickr, a nuvem de conexões entre palavras-chaves e o significado dos artigos do Wikipedia ("Arco-íris são coloridos")


    Talvez eu tenha viajado bastante nesse artigo. Talvez eu devesse escrevê-lo em inglês e enviá-lo para Universidade de Stanford. :)





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    Para pensar
    outubro 22, 2007, 10:45 PM por Fabio Seixas





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    Start-ups e a sua carreira
    outubro 1, 2007, 10:42 PM por Fabio Seixas

    Já passei pela criação de 7 empresas start-ups, alguma como empresário, outras como colaborador. Aprendi um bocado com isso. Algumas coisas você só aprende na marra. Não existe faculdade ou MBA que vá te ensinar. Muitas coisas você aprende lendo os livros certos nos momentos certos. Além disso, vida de empreendedor serial é uma montanha russa emocional, cheia de altos e baixos e de alternâncias de momentos de total convicção e inacreditável insegurança.

    Start-ups são o playground de pessoas inovadoras. Nesse ambiente é possível inovar sem ser *muito* recriminado, ao contrário do que acontece em empresas estabelecidas, onde o ambiente normalmente não favorece a inovação.

    Em toda a minha carreira, que já chega aos 15 anos, só trabalhei em uma única empresa com mais de 150 funcionários. E olha que eu já passei por várias empresas.

    Na época da minha faculdade, eu sempre dizia para os meus colegas que era melhor optar por um estágio em uma empresa pequena, se possível uma start-up, pois seria possível ter contato direto com todos os (poucos) níveis da empresa e ter a oportunidade de aprender de tudo um pouco, diferentemente de trabalhar em uma grande empresa onde geralmente o funcionário tem contato apenas com 1 ou 2 níveis dentro do seu próprio departamento.

    Montar start-ups é uma atividade muito interessante, pois a cada nova empreitada, você percebe que ainda tem muito a aprender, que sempre haverá uma situação com a qual você ainda não lidou. Esse aprendizado conquistado com o próprio suor, não tem preço. E não estou falando de técnicas de gerenciamento, negociação ou vendas. Estou falando de emoções que aprendemos a lidar quando nos deparamos com situações críticas, com relacionamento com pessoas ou clientes ou quando nos deparamos com adversidades do mercado. Nenhuma faculdade ou MBA sequer pensa em trabalhar o desenvolvimento emocional de gerentes ou empreendedores. Focam apenas no aprendizado técnico, que, a meu ver, não responde por nem 30% das características necessárias para o obter sucesso empresarial. Isso me faz lembrar o Empretec.

    Cada nova start-up é um passo no vazio, na incerteza. Pessoas que conseguem tirar convicção de situações como essas são verdadeiros empreendedores. Geralmente, esse tipo de vivência não se aprende trabalhando em grandes empresas.

    Então ficam algumas sugestões para quem está começando sua carreira:

    Você está na faculdade e não sabe o que fazer da vida
    Procure trabalhar em uma empresa pequena. Você terá a oportunidade de conhecer vários tipos de trabalhos e poderá encaminhar melhor a sua carreira. Procure empresas que sejam pequenas mas que já tenham estabilidade no mercado. Uma empresa muito nova e muito pequena e mal estruturada é uma roleta russa que você não vai querer viver. Estando lá se interesse por várias áreas, mesmo que você não tenha sido contratado para algo específico. Extraia todo o conhecimento possível das pessoas, mas não seja chato. Todo mundo detesta o chato.

    Você está querendo montar a sua própria empresa e não tem experiência
    Procure trabalhar em uma start-up. Aproveite o fato de que outro empreendedor – seu chefe – está correndo todos os riscos na criação de uma empresa e cuide de absorver toda e qualquer experiência relacionada a criação da empresa. Procure olhar com olhos de empreendedor, mesmo sendo funcionário. Você estará não só exercitando seus dotes empresariais, como também poderá colaborar muito para a formação da própria empresa. Com isso você estará minimizando seus riscos quando for criar a sua empresa, já que todo aprendizado é uma forma de minimizar riscos.

    Você quer fazer carreira em uma grande empresa e ninguém tira isso da sua cabeça
    Procure trabalhar em uma pequena empresa. Aproveite que você está no começo da sua carreira e de uma oportunidade a si mesmo de aprender coisas que você nunca aprenderá em uma grande empresa. Tenho certeza que esse aprendizado irá criar uma vantagem competitiva enorme entre você e seus demais colegas da corporação. Hoje, mesmo em grandes empresas, é valorizado quem tem espírito empreendedor. Aprenda a empreender em uma pequena empresa e depois vá colher os frutos durante a sua carreira corporativa.

    Essas dicas não me foram dadas quando eu estava na faculdade. Tive que aprende-las por contra própria. Dependendo do que você vai fazer com essas dicas, sua carreira pode ser muito diferente. Então reflita um pouco.





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    Um punhado de muitas coisas
    setembro 14, 2007, 2:35 AM por Fabio Seixas

    Tendo as últimas semanas sido muito corridas, o bloguinho aqui acabou sofrento uma crise de abstinência de posts. Então ao invés de escolher um assunto, resolvi fazer um apanhado de coisas interessantes que andaram acontecendo. É verdade, provavelmente você já viu isso em algum lugar, mas não custa registrar aqui também.

    Colmeia Videopodcast
    A Colmeia estreiou um Videocast da melhor qualidade. Os caras são antenados.

    Não percam os próximos capítulos. Fui convidado por essa turma para participar de uma das próximas edições. Stay tuned.

    Seminário Web 2.0 da InfoExame
    Dia 17 de setembro acontece o Seminário de Web 2.0 da InfoExame. Estava programado para eu participar do painel "Os empreendedores da nova web", mas tive que cancelar minha participação devido a um outro evento (mais abaixo). Certamente será um grande evento e um excelente ponto de encontro para a turma que está vivendo a Internet no Brasil.

    TechCrunch40
    Também na semana que vem, acontece em São Francisco o TechCrunch40, um evento organizado pelo TechCrunch e Jason Calacanis. O Vale do Siclício estará em peso, como muitos dos seus empreendedores e investidores. Nomes como Chris Anderson, Marc Andreessen, Roelof Botha, Mark Cuban, Guy Kawasaki e muitos outros estarão presentes.

    Eu vou participar do evento apresentando o WeShow para investidores experientes e outros 900 participantes. Por isso, não poderei participar do seminário da Info. E também por isso que o tempo tem sido escasso para novos posts.

    Vou tentar trazer para esse blog e para o meu Twitter o máximo de informações sobre o evento, mas sei que a concorrência com live bloggindo do seminário da Info será grande. Bom para todo mundo. :)

    Se algum outro brasileiro estiver a caminho do evento, me mande um email!

    Semana que vem será mais uma semana de pouco blogging e muito twittering. A não ser que escalas demoradas e vôos atrasados me dêem tempo para escrever alguns posts.

    Enfim, continuo ansioso pelas acontecimentos da semana que vem.





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    O Twitter não é tão inútil assim
    setembro 1, 2007, 11:02 PM por Fabio Seixas

    9 entre 10 pessoas têm a mesma reação quando vêem o Twitter pela primeira vez: Mas que coisa mais inútil!

    Bem, convenhamos, a simplicidade da ferramente cria quase que imediatamente essa percepção. Eu mesmo não dei muita atenção no começo. Me cadastrei e deixei de lado por um tempo.

    O Twitter é como aqueles estereogramas que fizeram sucesso na década de 90. É preciso olhar além da imagem inicial.

    Se você abdicar do "What are you doing?" verá que o Twitter e suas mensagens de até 140 caracteres trazem grandes utiliadades e valores. Algumas que eu consigo enxergar:

    Inclusão social digital
    Se é uma rede social, então é possivel se incluir e participar, conhecer pessoas e montar a sua própria rede de contatos. Fazer parte pelo simples objetivo de participar.

    Aprender
    Insights são excelentes fontes de aprendizado e inspiração. O Twitter permite não só absorver os insights dos outros como também compartilhar seus próprios. É a democratização dos insights.

    Networking
    Profissionalmente falando, quanto maior a sua rede de contatos, mais oportunidades surgem. Se o Twitter permite criar uma rede e conhecer novas pessoas, então o Twitter é um baú de oportunidades.

    Valor agregado
    Valor agregado também é o valor que as pessoas percebem e não necessariamente o valor que Twitter deliberadamente agrega. Ou seja, o valor está mais no que tiramos do que no que nos é oferecido. E ainda, qual o valor agregado oferecido pelo Orkut, Myspace e Second Life?

    Botar a boca no mundo
    As pessoas adoram bater papo e simplemente se comunicar. Simples assim.

    Texto
    O texto nunca vai morrer. E o Twitter permite o post mais simples, só texto, poucas palavras e nada mais.

    Diversão
    Apenas pelo prazer da diversão, porque não?

    Behind the scenes
    O Twitter é o behind the scenes de vários blogueiros. Muita coisa acontece no Twitter antes de acontecer nos blogs.

    Coisas bacanas que o Twitter permite:

  • Conhecer pessoas novas pelo o que elas pensam e não pela suas fotos no Orkut. "Oi, gostei de você. Te add.";
  • Manter contato com várias pessoas sem precisar responder ou enviar um IM ou email;
  • Publicar idéias ou pensamentos despretenciosos sem esperar nada em troca, nem comentários;
  • Colocar pessoas em sua rede social sendo que o outro tenha que aprovar.

    Coisas interessantes que já fiz pelo Twitter:

  • Contratei um desenvolvedor de Facebook Application (@sikora);
  • Criei possibilidades para um novo empreendimento online (@ematoma).

    Enfim, se você ainda não pescou qual a do Twitter, tente mais uma vez. Aproveite que a rede brasileira no Twitter está com força total.

    Update.: Cuidado! Pode ser viciante.





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    Ranking de Twitters brasileiros
    agosto 12, 2007, 6:53 PM por Fabio Seixas

    Com essa onde de ranking de blogs brasileiros (aqui também) que andam falando por ai, resolvi fazer um pequeno ranking dos Twitters brasileiros por quantidade de seguidores.

    É claro que essa lista não possui todos os brasileiros, apenas os que eu consegui encontrar e que tinham pelo menos 10 seguidores. Quem tiver dicas comenta que eu incluo e faço uma nova compilação.

      Nome Twitter Followers
    1. Tiago Doria http://twitter.com/tdoria 99
    2. Kleverson Neves http://twitter.com/kleverson 71
    3. Michel Lent http://twitter.com/mlent68 60
    4. Fabio Seixas http://twitter.com/fseixas 58
    5. Bia Kunze http://twitter.com/garotasemfio 57
    6. Carlos Merigo http://twitter.com/cmerigo 47
      Bruna Calheiros http://twitter.com/baunilha 47
    7. Cris Dias http://twitter.com/crisdias 46
    8. Luma http://twitter.com/luzdeluma 45
    9. Gui Leite http://twitter.com/guileite 42
      Wagner Tamanaha http://twitter.com/wtamanaha 42
    10. Gilberto Pavoni Juni http://twitter.com/gpavoni 31
      Inagaki http://twitter.com/inagaki 31
    11. Karla Lopes http://twitter.com/karlalopez 29
    12. Interney http://twitter.com/interney 28
    13. Bianca Bueno http://twitter.com/bibi_org 27
    14. Mauro Amaral http://twitter.com/mauroamaral 24
    15. Maria Laura de Icaza http://twitter.com/marialaura 22
    16. Capitu http://twitter.com/capitu 21
      André Avorio http://twitter.com/avorio 21
      Ana Maria Brambilla http://twitter.com/ambrambilla 21
      Lu Monte http://twitter.com/lumonte 21
      Cazé Pecini http://twitter.com/Gafanhoto 21
    17. Leonardo Faoro http://twitter.com/leofaoro 20
    18. Carlos Cardoso http://twitter.com/cardoso 19
    19. Via6 http://twitter.com/via6 17
      Jornal de Debates http://twitter.com/jornaldedebates 17
    20. Pedro Markun http://twitter.com/averon 16
      Daniel http://twitter.com/monovolume 16
      Thiane Loureiro http://twitter.com/thiane 16
    21. Ligia Helene http://twitter.com/ligelena 14
    22. Rafael Ziggy http://twitter.com/simviral 13
    23. Camiseteria http://twitter.com/camiseteria 12
      Alexandre Fugita http://twitter.com/fugita 12
    24. Jorge Rocha http://twitter.com/exucaveiracover 11
      Lucia Freitas http://twitter.com/lufreitas 11
      HelenaN http://twitter.com/helenan 11
    25. Alexandre Sena http://twitter.com/alexandresena 10
      Dolemes http://twitter.com/gamereporter 10

    Update: o Cris Dia disse que está fazendo um robo para montar automaticamente esse ranking. Avisa quando ficar pronto! Certamente vai ser mais fiel que esse aqui. :)

    Update 2: O Cris Dias publicou um ranking bem mais confiável que o meu, já que é automatizado.

    Update 3: Menção honrosa: antoun tem 71 followers. Só não coloquei no ranking ai de cima porque eu teria que atualizar os followers de todo mundo e meu tempo não me permite isso. O Cris tem um robô que faz isso sistematicamente.





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    Fabio Seixas ator, editor e produtor
    julho 12, 2007, 9:26 PM por Fabio Seixas

    Não, não sou eu. É outro Fabio Seixas. Mas fiquei curioso, com o autor e com o final do filme.





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    Buracos de bala em aviões e como a percepção às vezes nos engana
    julho 6, 2007, 4:41 PM por Fabio Seixas

    O Businesspundit, um excelente blog sobre emrpeendedorismo, trouxe um texto interessante sobre como as vezes as situações que passamos engamam a nossa percepção.

    What Bullet Holes in Airplanes Can Teach You About Making Better Business Decisions

    During World War II, statistician Abraham Wald tried to determine where to add extra armor to airplanes. Based on the patterns of bullet holes in returning airplanes, he suggested that the parts not hit should be protected with extra armor. Why?




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    Fake
    julho 4, 2007, 10:07 PM por Fabio Seixas

    Nem é tão novidade, mas já viram o blog do Fake Steve Jobs? Quanto tempo para aparecer o primeiro Fake "algum brasileiro"?

    Por favor, só não inventem o Fake Carlos Cardoso porque já basta um. :)





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    Estatísticas sobre pornografia na Internet
    maio 19, 2007, 11:39 PM por Fabio Seixas

    Demostrar estatísitcas em uma apresentação pode ser muito chato, mas se você encontrar uma forma interessante de apresenta-las as chances de você prender a atenção do seu público aumentarão significativamente. ;)





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    Quem se importa com rankings?
    maio 15, 2007, 9:23 PM por Fabio Seixas

    Todo mundo.

    A cultura atual, principalmente a ocidental, venera o número 1, o melhor, "o mais". É assim na música, no cinema, na família, no transito, na fila do banco, na Internet, na blogosfera. É por isso que assistimos a copa do mundo e as olimpíadas. É acreditando nos melhores que votamos em candidatos políticos. É por causa dos melhores que preferimos um jornal, um canal de tv ou um site na web em detrimento de outro. Indústrias inteiras, como a de crédito e de games, são baseada em rankings. O Google tornou-se o caso de mais rápido crescimento da história dos negócios baseando toda a sua operação em um algoritmo de ranking.

    Os melhores são venerados e aplaudidos pelos medíocres (medíocre no real sentido da palavra, mediano, modesto) que encontram neles os incentivos para também se tornarem os primeiros. É a motivação nossa de cada dia, de receber uma promoção no emprego a ter uma grama mais bonita que a do vizinho.

    Alguns vão dizer que buscam reconhecimento, outros retorno financeiro. Não importa. Estar entre os primeiros é melhor do que estar no final da cauda longa, seja lá qual for a recompensa almejada. A recompensa para quem está no topo é sempre maior.

    É baseando nos melhores que decidimos nossas compras, negociamos nossos contratos, escolhemos as empresas onde vamos trabalhar, com quem nos casaremos. É pensando em ser o melhor que educamos nossos filhos e escolhemos o presente do dia das mães.

    É a natureza humana.

    Mas podemos optar por rejeitar algum ranking específico. Alguns preferem o Oscar, outros o Sundance ou até o MTV Movie Awards. Determinados nichos são carentes de rankings confiáveis. Ranking não confiáveis são comumente repudiados. Outros rankings são simplesmente mal elaborados ou mal compreendidos.

    Existem rankings populares, especializados e técnicos. Billboard, Oscar e Technorati 100 são exemplos, respectivamente.

    Rankings foram parte importante do desenvolvimento cultural e econômico dos últimos 50 anos (ou mais) e continuarão sendo. Rankings não precisam ser colocados em forma de listas para que sejam úteis ou consultáveis. Criamos rankings imaginários o tempo todo. Ranking para as comidas que mais gostamos, para os carros que gostariamos de comprar, para as meninas da escola candidatas a namoradas.

    Enfim, rankings fazem parte do nosso dia a dia.

    P.S.: O artigo "Esses maravilhosos rankings" do Cardoso inspirou este texto.





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    Videoteca Authors@Google
    maio 8, 2007, 10:38 AM por Fabio Seixas

    O Google tem um programa interno chamado Authors@Google que convida diversos autores e pensadores importantes para fazerem palestras para os funcionarios da empresa.

    Os vídeos dessas apresentações estão disponíveis no Youtube.

    Destaques para Chris Anderson, George Soros e Steve Wozniak:

    Via Official Google Blog





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    xato?!
    abril 22, 2007, 8:42 PM por Fabio Seixas

    Como será a língua portuguesa no futuro? Será que todos teremos que nos render ao miguxês já que os adolescentes de hoje serão a sociedade adulta de amanhã? Eu só sei que receber mensagens em miguxês é muito chato (xato?!).





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    O que não fazer em uma apresentação usando PowerPoint
    abril 17, 2007, 6:51 PM por Fabio Seixas


    O restante você encontra aqui





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    WeShow contratando
    abril 17, 2007, 10:20 AM por Fabio Seixas

    WeShow

    Bruno Parodi e Fritz von Runte, ambos grandes amigos meus, estão em uma nova empreitada online. Não dá para falar muito do que se trata, mas posso dizer que eles estão contratando apresentadores para um novo canal de vídeo online.

    Você famoso na Internet?

    Uma empresa americana com penetração mundial procura por jovens de ambos os sexos, com ótima aparência, entre 18 e 28 anos, com fluência em inglês britânico OU americano para atuarem como apresentadores em um novo canal de vídeo na internet, que será lançado em junho. Se você é antenado, tem desenvoltura, charme e carisma, esta pode ser sua chance de começar uma carreira em mídia, internet ou jornalismo televisivo.

    Necessita-se de pouco tempo, os contratados terão gravações somente uma vez por semana, em uma tarde ou manhã.

    Os interessados devem preencher o formulário online em www.weshow.com/jobs para entrevista e teste no Rio de Janeiro possivelmente até o dia 20 de abril.

    Então corre lá que a empreitada é de peso.





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    Google e Maxthon
    abril 10, 2007, 10:06 AM por Fabio Seixas

    Sou fã do Maxthon. Uso desde as primeiras versões. Fiquei contente em saber que o Google anda investindo nele (pelo menos é o que dizem).

    É o tipo de coisa que a Microsoft já deveria ter feito. Os cara criam um browser fenomenal que usa o engine do IE e que extende o browser da Microsoft de uma maneira super completa. Mas parece que eles preferem ver o Maxthon como concorrente e não como aliado. O Maxthon é o browser que está mantendo o IE na briga dos browsers dentro do segmento de usuários avançados.





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    Revista iMasters
    março 29, 2007, 10:44 AM por Fabio Seixas

    O iMasters, em parceria com a Zupi, lançará no próximo dia 11/abril a Revista iMasters.

    A revista terá um formato alternativo, trimestral, muito parecida com a revista Zupi e trará conteúdo voltado para o mercado de TI e Internet.

    Eu sou o entrevistado da Edição 01 e falo um pouco sobre e-commerce no Brasil, além de falar um pouco sobre o Camiseteria.

    A Edição 01 ainda trás na capa uma matéria sobre o poder dos blogs. O editor da revista é Felipe Souza, um cara sagaz que com certeza trará conteúdo de altíssimo nível para as próximas edições.

    A festa de lançamento vai acontecer na Fnac da Av. Paulista, possui entrada gratuita e contará com uma palestra do Carlos Merigo.





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    Será que você manja?
    março 22, 2007, 1:19 AM por Fabio Seixas

    Uma dica de blog enviada por Conrado Navarro, alias um blog escrito por ele mesmo sobre um assunto que, além de muito importante, é muito mal compreendido pela população em geral.

    Se a maioria dos brasileiros tivesse só um pouquinho mais de noções de finanças, nosso país já teria um economia muito mais forte e próspera.

    Então fica a dica: Será que você manja?





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    Os roteiros e as mulheres: meme e homenagem
    março 8, 2007, 8:31 AM por Fabio Seixas

    O Mauro do Carreira Solo criou esse meme bem bacana: Cinco roteiros que você simplesmente não consegue mais aturar na propaganda

    Vou responde-lo fazendo uma homenagem ao dia internacional da mulher.

    Cincos roteiros de propaganda que eu não aguento mais:

  • Comercial de shampoo cheio de mulheres lindas com cabelos que não existem na vida real, balançando suas cabeças de um lado para outro. Como devem ficar essas mulheres ao final de um dia de gravações? Elas deveriam receber um cachê extra por insalubridade.

  • Comercial de sabonete com a atriz "da hora" tomando banho de banheira. Meu Deus! 0,001% da população tem uma banheira em casa. Esses publicitários não devem ter esposas. Não sabem que elas ficam horas no banho pensando na roupa que vão vestir e não ficam se ensaboando rodeada de velas aromáticas. (Mulheres, isso é um elogio. Vocês sempre escolhem a melhor roupa e ficam lindas!)

  • Propaganda de inseticida onde as mulheres aparecem todas sorridentes apontando o aerosol para as baratas. Convenhamos, estão querendo enganar quem? Vocês publicitários acham que vão conseguir convencer as mulheres de que elas conseguem ficar calma na frente de uma barata? Por favor, mais respeito com as mulheres!

  • Reclame de apartamento de 2 quartos no Recreio (RJ) que fica a 10 kilometros da praia e que o comercial faz parecer que fica a 100 metros do mar. Sabemos que são as mulheres que decidem a compra do apartamento. E elas não são burras!

  • Propaganda de absorvente íntimo com alguém derramando um líquido azul em 2 absorventes, um da espessura de uma folha de papel e outro da espessura de um biscoito goiabinha. E ainda querem que a gente acredite que o absorvente goiabinha absorve menos liquido e que a mulher mestrua azul.

    Parabéns, mulheres!

    Repasso o meme para a Mônica Sabino e quem quiser participar porque os publicitários blogueiros que eu conheço já foram todos convidados. O Mauro não deixou nenhum para eu convidar. :)





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    Um Joost por uma camiseta
    março 5, 2007, 11:59 AM por Fabio Seixas

    Gostaria muito de testar o Joost. Tem gente fazendo sorteio para distribuir convites (aqui e aqui). Vou fazer o contrário. Darei uma camiseta do Camiseteria.com para o primeiro que me enviar um convite do Joost.

    ps1.: Mande um email antes avisando que você irá enviar o convite pois se mais de uma pessoa mandar o convite direto, só irei dar a camiseta para o primeiro e os demais vão perder seus convites. Quem mandar o email primeiro e em seguida confirmar o convite, leva a camiseta.

    ps2.: O prêmio é um vale-compras no Camiseteria.com no valor de R$ 55,00.

    Update: Promoção encerrada. O Alexandre Fugita do Techbits levou a camiseta.





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    Firefox vs IE: Não pense por mim
    março 4, 2007, 2:05 PM por Fabio Seixas

    Quando o evangelismo excessivo atrapalha usabilidade e o marketing pessoal, acontecem atrocidades como essa:

    nao_pense_por_mim.png

    Qual o sentido de atrapalhar a principal usabilidade de um site (a porta de entrada, a primeira impressão) com uma mensagem como essa? Ainda mais com a prepotência do autor de achar que pensa melhor do que o visitante. Porque colocar um outdoor persuasivo na frente de seu site/curriculo/portifólio pessoal em prol de um produto que não lhe dá nada em troca além de um browser gratuito? (convenhamos, browser gratuito é o que mais tem por ai. Ou seja, nem é um grande benefício tão grande assim.)

    Mas não há como negar que a capacidade de evangelização do Firefox é enorme. Eles só tem que tomar cuidado para não virarem web-chatos.

    ps.: Evangelistas, poupem seus argumentos para me convencer a usar Firefox. Estou muito satisfeito com meu Maxthon 2.0.





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    Oportunidade de Links Patrocinados
    março 2, 2007, 6:05 PM por Fabio Seixas

    Um grande player da internet brasileira está contratando 2 profissionais que entendam muito de links patrocinados como "produto".

    Alquém que saiba a fundo como funcionam os links patrocinados, tanto para quem vende como para quem compra.

    As vagas são para São Paulo.

    Se estiver interessado, me mande um email (fseixas@gmail.com) com CV que eu encaminho para os responsáveis. Por hora, a informação de quem é o contratante é confidencial.





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    Esferas dentro da blogosfera e ecoconsciência
    fevereiro 23, 2007, 12:02 PM por Fabio Seixas

    Normalmente procuramos acompanhar um número determinado de blogs. Eu particularmente leio blogs que falam de internet, blogs, marketing, negócios. E essa preferências de leituras tendem a formar grupos de blogs com temas em comum que se linkam e se referenciam. Estes grupos por sua vez tendem a ter alguns poucos pontos de integração.

    Hoje, fazendo uma busca no Google pesquisando para um novo post sobre o impacto da blogosfera no aquecimento global, acabei caindo em um blog sobre meio-ambiente, assunto que não costumo acompanhar.

    Fiquei feliz ao saber que um meme onde os blogueiros indicam 3 atitudes ecoconscientes obteve uma repercusão bem grande. Mais de 50 blogs participaram (acredito que até mais que isso tenham participado). Não conhecia nenhum deles. Eu, que acompanho a blogosfera de perto, percebi que falta muita integração entre esses grupos.

    Então, já que é para criar mais integração, vamos ao meme:
    "Poste as 3 atitudes ecoconscientes que você praticou/pratica/pretende praticar na sua vida (ou na sua casa, no seu trabalho, no boteco, etc.) para melhorar a situação ambiental do planeta Terra."

  • Passar a abastecer o carro com álcool ao invés de gasolina já que a combustão do álcool emite muito menos CO2.
  • Aprender a escovar os dentes com a torneira fechada e economizar água.
  • Usar a impressora o mínimo possível e economizar papel.


    Blogs que já participaram do meme:
    Flávia, Alline, Afonso, Denise, Andréa N., AnaBetta, Edu, Dr. Cláudio, Anita, Guilherme Mattoso, Nora Borges, Aleksandra, Leila Couceiro, Denise Arcoverde, Lucia Malla, Maria Guimarães, Fernanda, Fernanda Balieiro, Laurinha, Aninha Pontes, Francy & Carlos, Marco Antonio, Camu, Renata, Cláudia Chow, Yvonne, Allan, Bela, Cristine Martin, Madureiras, Ricardo Safra, Karina, Juliano, Georgia, Liliana, Regina, Cris, Alexandra, Tom, Dafne, Italo, Paulo de Tarso, Menina Eva, Happy Batatinha, Anna Flavia, Marcos Pontes, Renata Oliveira, Vica , Elefoney, Patricia & Djem, 100 nocao do perigo, Vivizilla, C@tuli, Camila

    Obs.: Depois desse post vou tirar férias de memes por um bom tempo. : )





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    Braincast #9 | Epsódio 6: Consumer Generated Media
    fevereiro 13, 2007, 11:42 AM por Fabio Seixas

    Acabamos de publicar o último episódio do Braincast #9, o podcast do Brainstorm #9

    Eu, Carlos Merigo, Mauro Amaral, Cris Dias e Azaghâl do Jovem Nerd batemos um papo bacana sobre Consumer Generated Media (ou Mídia Gerada pelo Usuário)

    Então joga no iPod e escuta no busão.


    powered by ODEO





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    Lost 2.0
    fevereiro 3, 2007, 11:40 PM por Fabio Seixas

    Uau! Fiquei fascinado com essa notícia via TechCrunch: Help Find Jim Gray With Web 2.0

    Um famoso cientista computacional americano chamado Jim Gray, foi dado como desaparecido após sair para um passeio em alto mar. A guarda costeira americana lançou uma força tarefa em busca do cientista mas nada encotrou. Então a Amazon entra na jogada de maneira brilhante (diferente do que fez a RedBull no buraco de São Paulo).

    A Amazon iniciou uma nova força tarefa na busca em alto mar. Só que ela não lançou seus funcionários em barcos atrás do cientista. Simplesmente usou 2 de seus brilhantes serviços, o S3 storage service e o Mechanical Turk, juntou com uma porção de fotos de satélite da região onde estaria à deriva o cientista. Assim milhaers de pessoas podem ajudar a encontrar um pequeno ponto de 6 pixel na vastidão de imagens e achar Jim Gray.

    Duas interpretações: Colaborativismo e Marketing

    Colaborativismo
    Fastástico ver como as novas ferramentas da web permitem coisas maravilhosas. Envolver milhares de pessoas na busca de uma pessoa desaparecida, mesmo que estas pessoas estejam na Ásia.

    São essas ferramentas, desenvolvidas com o foco no usuário, na co-criação e no colaborativismo online que permite que forças tarefas enormes possam surgir em questão de dias ou horas. Nada disso seria possível se ainda tivessemos a visão da web 1.0.

    Marketing
    A Amazon foi brilhante em ajudar de forma efetiva uma causa nobre e ainda assim expor 2 de seus produtos que são partes importantes de sua estratégia de plataforma WebOS, sem parecer oportunista.

    Conclusão
    Essa interpretação nos traz as seguintes conclusões:

  • Ao fazer uma ação de marketing social, faça-o pelo social e não pela oportunidade/retorno.
  • A web 2.0 está ai e é uma realizade cada vez mais importante. Novos paradigmas. Novas possibilidades.





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    Algo que o YouTube deveria ter feito e não fez...
    janeiro 4, 2007, 9:13 PM por Fabio Seixas

    Em época de vídeos virais, nada mais natural que essa idéia. Só que não foi do YouTube.

    AdBrite InVideo Ads





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    Na PEGN
    dezembro 9, 2006, 1:01 AM por Fabio Seixas

    "2ª Geração cria novo boom na Internet". Esse foi o título da matéria que saiu na edição de dezembro da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN) na qual eu participei falando do Camiseteria.com.

    Vale a pena comprar a revista.





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    Promoção no Camiseteria.com: Até 30%!
    novembro 20, 2006, 5:34 PM por Fabio Seixas

    O Natal tá chegando e resolvemos fazer uma mega promoção no Camiseteria. A nova coleção de camisetas está com 15% de desconto e as demais camisetas com 30%, até do dia 30 de novembro. Aproveite para antecipar as compras de natal!

    Ps.: Ok, ok, eu sei que ando devendos posts aqui. A chegada do natal rouba horas de trabalho de quem trabalha com comércio. :P





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    Sabe programar? Ganhe 1 milhão de dólares
    novembro 5, 2006, 11:22 PM por Fabio Seixas

    A Netflix está promovendo um concurso que irá dar 1 milhão de dólares para aquele que conseguir elaborar um algorítimo de recomendação de filmes que seja ainda mais eficiente que o Cinematch, o atual algorítimo da Netflix que analisa e cruza as avaliações dadas pelos usuários do site.

    www.netflixprize.com

    Esse tipo de solução técnica é o que torna possível a exploração da Cauda Longa.





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    Dica: Gmail for mobile
    novembro 2, 2006, 2:20 PM por Fabio Seixas

    O Google lançou hoje um aplicativo java para acessar o Gmail a partir de celulares. Já era possível acessa-lo via celular, mas somente via o browser do próprio aparelho. Mas com esse novo aplicativo, fica muuuito mais rápido.

    Se seu aparelho suporta Java, simplesmente acesse o endereço http://mobile.google.com a partir do seu celular e ir seguindo as opções.





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    Hoje o dia é de outro Fábio Seixas
    outubro 22, 2006, 11:00 PM por Fabio Seixas

    Fábio Seixas, jornalista de Fórmula 1 da Folha de São Paulo, escreve com suas palavras o que foi a vitória de Felipe Massa no GP do Brasil de Fórmula 1 deste domingo.

    Conheci Fábio Seixas a uns 2 anos atrás, numa dessas buscas na web. Fiz questão de entrar em contato. Assim como o outro Fábio Seixas, adoro Fórmula 1. Assim como o outro, nasci em São Paulo. Assim como ele, nasci em 1974.

    Certas coincidências chegam a ser surreais.

    Fábio Seixas, um abraço e muito obrigado. Você faz um excelente trabalho dentro do circo da Fórmula 1.

    Schumacher, obrigado pela genialidade.

    Felipe Massa, obrigado pela enorme alegria de hoje. Você já é um campeão.





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    Free Hugs Campaign. Inspiring Story!
    outubro 14, 2006, 7:37 PM por Fabio Seixas

    Dúvido que você não abra um sorriso ao ver isso.





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    hã? voltei?
    outubro 8, 2006, 9:46 PM por Fabio Seixas

    É, eu voltei. Consegui a façanha de ficar 2 semanas sem se quer usar um computador. Nem era para isso. Estava em lua de mel. Engraçado que senti falta pelo hábito de usar o computador, mas consegui me desligar totalmente do que acontecia no mundo virtual sem traumas. Tanta distância e fiquei sem saber o que rolou por aqui.

    Ante de sair, gravei um novo podcast para o Brainstorm #9 sobre marketing político junto com o Cris Dias e o Mauro Amaral.

    Vou retomando os post a medida que a mente volta a funcionar em plena forma. Enquanto isso, algumas fotos.





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    Quer milhões de dólares?
    setembro 1, 2006, 4:10 PM por Fabio Seixas

    Então veja nessa matéria da Business 2.0 como alguns investidores gostariam de investir seus 100 milhões de dólares. Escolha a sua idéia.

    The $100 million giveaway





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    yTrends
    agosto 30, 2006, 10:55 AM por Fabio Seixas

    O Michel Lent deu a dica.

    O Núcleo Jovem da Abril realizou esse incrível trabalho de pesquisa sobre o jovem brasileiro abordando questões como comportamento, consumo, design, etc. O trabalho chama-se yTrends.

    Um parte muito particular da pesquisa me chamou atenção. "Novos Consumidores: 10 tendências do consumo jovem". Colocando de forma simples uma série de tendências conhecidas, a turma conseguiu compilar os itens que os empresários focados em jovens devem se preocupar. São eles:

    1- Geração Seleção
    2- Consumo Viral
    3- Consumo de Expectativa
    4- Comportamento Indie
    5- Design Nation
    6- O Consumidor é o Conteúdo
    7- Psiconomadismo
    8- Mente Global, Alma Local
    9- A Revolução Natural
    10- Consumo do Vazio

    Eu mesmo fiquei impressionado como a minha empresa, o Camiseteria, está alinhando com essas tendências sem mesmo ter noção racional de algumas delas. Algumas tendência são claramente identificadas em nossa operação como "Geração Seleção", "Consumo Viral", "Design Nation" e "O Consumidor é o Conteúdo". Mas fiquei feliz em identificar também o "Consumo de Expectativa", "Comportamento Indie" e "Consumo do Vazio".

    Para quem quiser entender melhor as tendências, a visita é extremamente recomendada.





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    Esse pessoal de marketing....
    agosto 7, 2006, 12:49 PM por Fabio Seixas

    dilbert2006020939728_5.gif

    Via 5 Blogs Before Lunch





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    Cheiro de mentira mal contada
    agosto 7, 2006, 10:52 AM por Fabio Seixas

    A colega Cris Zimermann postou sobre um novo site do tipo million dollar home page.

    O tal 1 milhão de votos tem cheiro de mentira mal contada. A autora (veja o nome do rodapé da página) alega que o site, que vende pixels para candidatos nas próximas eleições, foi lançado em 7 de julho, já vendeu 8 mil pixels por R$ 1,00 cada e recebe 200 emails por dia de interessados.

    Porque acho que isso tudo é uma grande mentira na tentativa de promover esse site:

  • O site não tem tráfego. Veja o Alexa. Um site que recebe 200 emails por dia de interessados deveria ter muito tráfego. Os sites que eu administro possuem muito mais tráfego que esse, e não recebem essa quantidade de email por dia.

  • Porque os políticos que compraram os pixels compraram eles tão arrumadinhos? É obvio que os pixels do canto superior esquerdo são os mais procurados (tá aqui o crescimento do site original que prova isso). Porque alguém compraria um pixel lá no canto aposto podendo pegar outro pixel muito melhor posicionado pelo mesmo preço?

  • Desde quando nossos políticos são tão de vanguarda a ponto de participarem de uma ação de marketing absolutamente nova, desconhecida (no mundo político) e revolucionária? Que publicitário político aprovaria isso?

  • Se você fosse presidente do Brasil, liderando as pesquisas de opnião, você anunciaria em um site como esse?

  • Se tantas pessoas compraram tão prontamente os pixels, porque nenhuma pessoa deixou um depoimento da seção de depoimentos?

  • Segundo o cache do Google a lista de anunciantes é a mesma desde o dia 23 de julho. Se tanta gente comprou pixels até o dia 23, porque não comprou mais depois do dia 23? Cadê os 200 interessados por dia?

    Tudo bem, a intenção do site foi boa. Tem o mote de "Esse site foi criado para combater o voto nulo" e tal. Mas o problema foi o marketing totalmente baseado em fatos armados e sem sustentação. Esse é o pior tipo de marketing que pode ser feito.

    Marketing de verdade se faz justamente ao contrário, criando confiança.

    Mesmo que isso tudo seja verdade, o marketing seria péssimo. 200 emails por dia (6.000 por mês) e apenas 49 anúncios vendidos? Alguma coisa está errada.

    Talvez a autora tivesse ganho mais dinheiro criando um site com um diretório público de candidatos e colocado Google AdWords.





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    ieeei!!
    julho 21, 2006, 2:11 PM por Fabio Seixas

    Este blog aqui está completando um ano hoje!

    Muitas coisas ditas... muitas ainda a serem ditas....

    "No bird soars too high if he soars with his own wings." William Blake

    ou ainda....

    "Shoot for the moon. Even if you miss, you'll land among the stars." Les Brown





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    M-Cash: Pagando compras pelo celular
    julho 14, 2006, 9:44 PM por Fabio Seixas

    home_mcash_logo.gif

    O HSBC lançou recente o M-Cash, um produto que permite fazer pagamentos através do celular.

    Funciona assim: Ao efetuar uma compra, online por exemplo, você fornece apenas o número do seu telefone. Em seguida o banco entra em contato com o usuário via celular para confirmar a compra, seja via SMS ou via voz mesmo. Confirmando a compra, o débito é feito em sua conta corrente.

    Simples, seguro e prático. Por enquanto somente clientes do HSBC podem usufruir do serviços, independente da empresa de telefônia do usuário. Mais uma iniciativa para melhorar a confiança do internauta brasileiro com as compras online.

    Maiores informações aqui e aqui.





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    Blogueiros e criadores de sites e software, leiam isso.
    julho 7, 2006, 8:30 PM por Fabio Seixas

    Um daqueles textos que valem cada minuto de leitura.

    Making Something Meaningful





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    Google Video compartilhando receita com criadores
    junho 24, 2006, 10:51 AM por Fabio Seixas

    Falei aqui outro dia sobre o Revver.com um site que compartilha a receita de publicidade com os criadores dos vídeos publicados no site.

    Parece que o Google Video pretente fazer o mesmo, segundo o NY Times.

    Será que o YouTube vai se mexer também?

    Via Scobleizer





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    Mais iSummit 2006
    junho 24, 2006, 10:38 AM por Fabio Seixas

    Creative Commons é sinônimo de remix, ou seja, criar algo, disponilibilizar publicamente dentro das licenças CC e deixar que outro reutilizem o seu conteúdo de forma criativa.

    É ai que entra o EyeSpot, um site que permite encontrar, montar, remontar, remixar vídeos de diversos usuários e fazer os seus próprios.

    Muito interessante todo esse poder de User Generated Content e co-criação que a "nova internet" (só pra não falar em web2) vem proporcionando.

    PS.: Além de ter encontrado o amigo Mauro Amaral durante o evento, tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o até então amigo virtual Cris Dias.





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    Ao vivo do iSummit 2006
    junho 23, 2006, 10:49 AM por Fabio Seixas

    Estou blogando direto do iSummit 2006 que está acontecendo hoje, amanhã e domingo aqui no Rio.

    Já estou mais encantado do que já era com o Creative Commons. A palestra de abertura do Larry Lessig, Chairman do Creative Commons, foi bastante inspiradora. Grandes iniciativas foram citadas como o já comentado aqui no blog Revver.com e o toSub dotSub.

    Outro discursos, não menos inspirador, foi o do nosso ministro Gilberto Gil. Sem palavras.

    Mais sobre o evento em breve.





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    Arrume uma outra vida
    junho 22, 2006, 12:17 PM por Fabio Seixas

    Tenho lido ultimamente sobre o Second Life, um game multi-player de realidade virtual que promove uma realidade paralela à nossa onde pessoas comuns da vida real podem criar seus alter-egos virtuais e participar de uma comunidade extremamente calaborativa, com economia ativa e tudo mais.

    Até a American Apparel, lider nos EUA na venda de camisetas básicas no atacado, abriu uma loja nesse mundo virtual. Isso mesmo. É possível fazer negócio dentro do Second Life. Os Linden Dollars, moeda oficial, pode ser convertido em dólares reais.

    O banco americano Wells Fargo, comprou uma ilha dentro do jogo e montou um centro de educação de finanças.

    É um grande exemplo de um negócio baseado em co-criação. O negócio em si é a própria colaboração feita pelos usuários do game. Sem essa co-criação, o modelo de negócio se desfaz. Simplesmente deixa de existir.

    Quem pensou que "Matrix" só poderia existir na telona do cinema, pode estar enganado.





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    iSummit 2006 começa amanha no Rio
    junho 22, 2006, 10:33 AM por Fabio Seixas

    Recebi a programação oficial do iSummit 2006 (posts anteriores aqui e aqui) que começa amanhã aqui no Rio.

    Porgramação do evento em PDF.

    Não vou conseguir assistir a todas as palestras, mas tem algumas que parecem ser bem interessantes, principalmente a do Ministro Gilberto Gil e do fundador do Wikipedia.





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    Revver.com vs YouTube vs Google Vídeo
    junho 22, 2006, 12:18 AM por Fabio Seixas

    Revver.com é um site como o YouTube onde você pode compartilhar vídeos. A diferença é que o Revver te paga uma grana para fazer isso.

    Abordagem interessante para um modelo de negócio que até agora não me parecia economicamente viável Estima-se que o YouTube gasta mais de 1,7 milhão de dólares em tráfego por mês.

    O Revver, ao colocar um anuncio no início do seu vídeo, cria um modelo de negócio e compartilha com o autor a receita vinda desse anuncio.

    Segundo o site PaidContent.org, um único vídeo (The Extreme Diet Coke + Mentos Experiment) que virou febre na Internet e foi visto nada menos que 2,5 milhões de vezes, rendeu US$ 15.000,00 ao Revver e outros US$ 15.000,00 aos criadores do vídeo, que por sinal, teve um custo de produção de US$ 300,00.

    Modelo de negócio bom é aquele em que todo mundo ganha. ; )





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    Orkut vs MySpace
    junho 21, 2006, 7:12 PM por Fabio Seixas

    Para quem não conhece, o MySpace é um site "social" como o Orkut só que algumas vezes maior. Veja o gráfico abaixo:


    Versão maior

    O TechCrunch noticiou hoje que o MySpace vai lançar versões em outras línguas. É notoriamente sabido que o Orkut é dominado por brasileiros. Só que o MySpace tem 5 ou 6 vezes mais usuários que o Orkut. Dou como certo uma versão em portugues do MySpace. A questão é: Será que os brasileiros vão migrar para o MySpace?

    E tendo a achar que sim.





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    Quando a copa atrapalha....
    junho 14, 2006, 7:10 PM por Fabio Seixas

    Em tempos de copa do mundo, a euforia e a empolgação parece suplantar toda a minha criatividade para escrever no blog. Então resolvi perguntar para os meus 17 leitores que tema vocês gostariam que eu abordasse por aqui.

    Claro, desde que sejam temas que eu tema algum mérito para abordarr. Eu, por exemplo, sou péssimo para comentar a atuação do Ronaldo no jogo contra a Croácia.





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    iSummit 2006: Tô confirmado!
    junho 14, 2006, 7:03 PM por Fabio Seixas

    Falei aqui no blog a um tempo atrás sobre o iSummit 2006 que o iCommons irá promover esse mês, aqui no Rio.

    Hoje recebi o email de que minha inscrição foi confirmada. Uhu!!

    Segue trecho do email:

    O iCommons representa a maior rede internacional de pensadores e ativistas atuantes na área de propriedade intelectual e tecnologia da informação.

    O iCommons busca promover as condições para um futuro no qual todos possuam a capacidade de participar de forma ativa e critica dos campos da cultura, da tecnologia e do conhecimento, considerados como os combustíveis universais e essenciais para a inovação e a criatividade. Por tudo isso, a principal missão do iCommons é promover ferramentas, modelos e políticas que facilitem esse acesso, participação e integração.

    A conferência deste ano - chamada iSummit 2006 - terá como principal tema:

    "Compartilhando: ferramentas, práticas e políticas" e reunirá vozes de várias partes do mundo, como Jimmy Wales, criador da Wikipedia, Lawrence Lessig, do Creative Commons, Gilberto Gil e muitos outros, buscando estabelecer estratégias de consolidação e ampliação de práticas de "compartilhamento" nos campos do conhecimento, tecnologia e cultura.

    Vai ser bacana ver e ouvir Jimmy Wales, criador do Wikipedia além de nosso ministro Gilberto Gil.

    Obs.: As inscrições foram encerradas a algum tempo. Não faltou aviso. :)





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    Copa do Mundo: Como torcer
    maio 25, 2006, 8:00 PM por Fabio Seixas

    Copa chegando, aquela ansiedade batendo. Os preparativos já vão sendo feitos. Rua começando a ser enfeitada.

    O uniforme já está pronto. Nada daquelas camisetas sem graça só escrito Brasil. Não. Torcedor que se presa é hypado até na hora de torcer. Então confere aí as novas camisetas da copa do Camiseteria.com













    Pede logo que vai acabar, hein?





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    Contrata-se
    maio 17, 2006, 1:42 PM por Fabio Seixas

    Preciso contratar um programador freelancer para um trabalho temporário de aproximadamente 1 mês, com grande possíbilidade de trabalho contínuo após o projeto.

    O sujeito...
    ...poderá trabalhar de casa (ou de onde for)
    ...irá trabalhar em um projeto de automação corporativa já em andamento

    O sujeito tem que...
    ...conhecer ASP.Net framework 2.0
    ...conhecer Visual Studio 2005
    ...conhecer SQL
    ...ter disponibilidade de presença física em horário comercial para reuniões
    ...ter acesso banda larga à Internet
    ...ser do Rio de Janeiro
    ...ser safo

    Contratação imediata e urgente. Enviem currículos para fseixas@gmail.com





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    Palestra
    maio 7, 2006, 9:08 PM por Fabio Seixas

    Ontem participei como palestrante do 11. Encontro de Webdesign.

    Tive a oportunidade de conhecer grandes pessoas, entre elas Luli Radfahrer, Marcela Catunda e Felipe Memória que foram palestrantes comigo durante o evento.

    Falei sobre os desafios de ser empreendedor do Brasil, falei de estratégias para criar um negócio, e também de como o design agrega valor na criação de negócios.

    A palestra na integra pode ser baixada aqui.

    Durante o evento falei do Empretec, que é um programa da ONU para o desenvolvimento mundial do empreendedorismo. Quem quiser mais informações, seguem alguns links:

    Empretec - site oficial, em inglês
    Empretec no site do Sebrae SP
    Informações complementares





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    iCommons Summit 2006 (Creative Commons) no Rio de Janeiro em junho.
    maio 7, 2006, 8:16 PM por Fabio Seixas

    isummit.gif

    Batendo um papo com o Luli Radfahrer durante o 11. Encontro de Webdesign no Rio neste último sábado, descobri que em junho vai rolar aqui no Rio de Janeiro o iCommons Summit 2006 que é a conferência mundial sobre conteúdo colaborativo da Creative Commons

    Vejam aqui.





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    Projeto de final de semana: Desligar a TV!
    abril 28, 2006, 9:19 PM por Fabio Seixas

    Inspirado no post da Kathy Sierra entitulado It's TV Turn Off Week--can you do it?, resolvi embarcar nesse pequeno projeto de final de semana.

    Até segunda-feira não assistirei TV. Quem sabe o que acontecerá? Quem sabe não extendo pelo resto da semana?





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    Palestra no 11º Encontro de Web Design
    abril 7, 2006, 3:37 PM por Fabio Seixas

    Eu e Tiago Teixeira, meu sócio no Camiseteria, vamos apresentar uma palestra no 11º Encontro de Web Design, dia 6/5/2006 no Hotel Guanabara Palace.

    Web Business Brazucas: estratégias para a criação de negócios online no Brasil
    Nesta palestra, Fabio Seixas e Tiago Teixeira, sócios do Camiseteria.com, irão expor estratégias para a criação de negócios online adequadas às dificuldades empresariais encontradas no Brasil, abordando aspectos como empreendedorismo, capitalização e criatividade.

    Inscrições aqui.





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    Outro one million dollar home page criativo
    março 22, 2006, 7:48 AM por Fabio Seixas

    Mais uma aparição nacional de uma página no estilo one million dollar home page.

    Sua Geladeira

    Valeu pela criatividade do design, mas essa diferenciação não é suficiente. Cai no problema da falta de conteúdo de qualidade. Porque alguém entraria nesse tipo de página todo dia? Qual a motivação para fazer uma segunda, uma terceira visita?





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    Novidades no Camiseteria
    fevereiro 24, 2006, 8:45 AM por Fabio Seixas

    leva4.jpg

    Tem novidade no Camiseteria.com!

    Confira as novas camisetas aqui.





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    Novo Geocities?
    fevereiro 23, 2006, 8:02 AM por Fabio Seixas

    Era rumor e agora foi confirmado. O Google lançou um serviço de criação de páginas pessoais chamado Google Page Creator.

    Um teste rápido mostra que a ferramenta proporciona a criação de páginas de maneira muito fácil, o que permitirá que o leigo possa criar seu próprio site.

    Vejo isso como uma coisa boa para o mercado de web. Imagine a farmácia da esquina que resolve criar um mini site para divulgar seus serviços utilizando o Google Page Creator. Provavelmente será um site muito ruim, afinal o criador não entende nada de design, usabilidade e arquitetura da informação. Mas pelo menos ele já colocou o pé no mundo online. Provavelmente no futuro ele irá se tornar cliente de alguma produtora (se não passar antes pelo sobrinho do primo que entende tudo de Internet) e fazer um site mais profissional.

    O importante é ele sentir o gostinho dos benefícios da presença online.





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    Mini million dollar pixel ads
    fevereiro 15, 2006, 1:36 AM por Fabio Seixas

    Resolvi vender anúncios no meu site. Será que vou ficar milionário? Meio sátira, meio "vamos ver no que dá", coloquei esses pixels ads a venda por aqui.

    Já vi de tudo nesses sites do tipo "Million Dollar Home Page". Site gringo tem umas duas centenas. Brazucas tem pelo menos uns 10. Pelo menos aqui nesse espaço, você não verá só uma porção de micro anúncios. Verá somente alguns e ainda assim acompanhado de algum conteúdo interessante. Bem, pelo menos eu acho que é interessante. :)

    Compradores já estão fazendo fila na porta da minha casa querendo um pedacinho desse blog. Tô cobrando barato, hein?





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    Enfim, RSS no O Globo
    fevereiro 14, 2006, 6:04 PM por Fabio Seixas

    Finalmente, o jornal O Globo está oferencendo RSS no seu site.

    http://oglobo.globo.com/rss/

    Obrigado pelo link, Danilo





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    Amor através de pixels
    fevereiro 9, 2006, 7:34 PM por Fabio Seixas

    A versão amorosa do The Million Dollar Homepage.

    Traduzindo: "Espalhem o amor e me dêem alguns trocados"





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    Videos
    fevereiro 4, 2006, 7:49 PM por Fabio Seixas

    Dois vídeos que assisti hoje que são fantásticos.

    Comercial da Pro x Fade


    Quadro no Saturday Night Live entrevistando "Steve Jobs"






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    Novo visual
    fevereiro 4, 2006, 1:10 AM por Fabio Seixas

    Mudei o layout do blog. Espero que gostem.

    Nota para mim mesmo: Foi você mesmo que fez esse layout? Cool, man!





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    Blogs do O Globo. Cadê o RSS?
    fevereiro 3, 2006, 7:30 PM por Fabio Seixas

    O Jornal O Globo anunciou recentemente um novo layout para os blogs dos redatores e também uma nova coleção de blogs onde pessoas comuns (não jornalistas) escrevem blogs sobre as suas resoluções para 2006.

    Tudo muito bom, tudo muito bem, mas quando será que o Jornal O Globo vai entender que eles precisam implementar RSS no site deles? Eles já entenderam o poder dos blogs. Agora só falta implementar tudo com RSS.

    A Folha já fez. O Valor online já fez.

    Na verdade, a maioria dos jornais nacionais não possuem RSS: Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Estadão.

    É uma pena.





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    Mestrado sobre Freelancers
    fevereiro 2, 2006, 7:11 PM por Fabio Seixas

    Mauro Amaral postou algo interessante sobre o mercado de freelancers.





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    Google Robots
    janeiro 19, 2006, 9:55 PM por Fabio Seixas

    No mínimo curioso.

    Google Robots





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    RSS mais simples e mais poderoso
    dezembro 19, 2005, 6:42 PM por Fabio Seixas

    Scobleizer fez um post excelente tentando imaginar como seriam os RSS Readers do futuro. Seriam eles mais simples de utilizar ao assinar um feed? Seriam eles mais completos no gerenciamento de centenas de feeds?

    Leia aqui.





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    Microsoft Podcasting
    outubro 3, 2005, 6:42 PM por Fabio Seixas

    Aqui!





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    WriteBoard
    outubro 3, 2005, 11:45 AM por Fabio Seixas

    O rapazes da 37Signals acabaram de lançar o WriteBoard.

    É uma espécie de Editor de Texto Colaborativo online.

    No Camiseteria já usavamos o Basecamp para controle de projetos e tarefas. Parece que muito em breve o WriteBoard vai ser integrado aos outros produtos da 37Signals.





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    Fatores do SEO
    outubro 1, 2005, 7:38 PM por Fabio Seixas

    Search Engine Ranking Factors

    Excelente artigo que explica e classifica os fatores que influenciam o ranking das páginas web nos diversos mecanismos de busca.





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    Tudo de novo, mais uma vez
    outubro 1, 2005, 6:33 PM por Fabio Seixas

    Será que estamos começando tudo de novo? (fonte: Business 2.0)

    90's: PointCast push technology
    Hoje: RSS
    Ambos são: Conteúdo online entregue no seu desktop

    90's: Net2Phone
    Hoje: Skype
    Ambos são: Telefonia pela internet

    90's: GeoCities
    Hoje: MySpace, Orkut
    Ambos são: Páginas pessoais gratuitas

    Pare para pensar. Porque as versões atuais destes serviços são tão melhores do que as versões da decada passada? Resposta: Comunidade altamente integrada e viralidade.

    O Skype é melhor que o Net2Phone dos anos 90 porque você é baseado em listas de contatos, como um Instante Menssager.

    O RSS é melhor que o PointCast porque RSS hoje é quase sinônimo de blog e blog é sobre conteúdo de uma comunidade altamente conectada através de blogrolls, trackbacks e comentários.

    MySpace e Orkut é melhor que o Geocities porque ambos integraram o conceito de listas de amigos ao conceito de páginas pessoais.

    E todos os 3 são altamente virais do ponto de vista de disseminação. Ok, ok. O Geocities também foi um grande exemplo de serviço viral.

    Quem sabe no seu próximo projeto web você pare para pensar no poder do Social Networking.





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    Banner em Ecommerce?
    setembro 7, 2005, 10:07 PM por Fabio Seixas

    Ontem troquei um longo papo com Ricardo Soares, amigo de longa data, sobre banners e publicidade em sites de ecommerce.

    Estava conversando com ele sobre o Camiseteria.com e como o site já está com um excelente volume de tráfego mesmo estando no ar a menos de 1 mês.

    Papo vai, papo vem, eis que surge a questão de aproveitar esse tráfego para vender publicidade. Banners, google ads, o que fosse.

    Acho que site de ecommerce é pra ganhar dinheiro com ecommerce, com venda de produtos ou serviços. Site de conteúco, ou ganha com publicidade (argh!) ou ganha com assinatura.

    Vender banner em site de ecommerce é o mesmo que dizer que seu produto não é bom o suficiente ou não vende o suficiente e portanto "vamos tentar ganhar um troco com publicidade". É dar um tiro no próprio pé.

    O Camiseteria não precisa vender banners. As venda vão bem, obrigado. Nosso modelo de negócio é bacana demais para ser sujado com venda de publicidade.

    Quem vende publicidade ou é muito grande e tem muito conteúdo (UOL, Yahoo, Google) ou é um empreendedor desesperado que não soube fazer o dever de casa e montar um modelo de negócio viável e achau um jeitinho de ganhar um troco e tentar salvar seu negócio. (Excluo desse comentários blogeiros que podem até ganhar algum com Google Ads, mas certamente essa não é a forma que a maioria paga as contas de casa.)

    É só olhar os grandes. A Amazon não vende publicidade. Ela não precisa. No máximo coloca banners de fornecedores parceiros para divulgar produtos vendidos na própria Amazon. Submarino, idem. Americanas.com, idem.

    Quem souber, me diga um site de ecommerce descente (diga-se, importante) que venda publicidade para terceiros.

    Modelos de negócios sustentáveis são o que importa. Poucos conseguem fazer da publicidade online um modelo de negócio sustentável.





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    E agora?
    julho 21, 2005, 7:40 PM por Fabio Seixas

    Um excelente post de Steve Rubel sobre dez tendências web que podem revolucionar a maneira como as empresas e pessoas se comunicam e se informam.

    O Cluetrain já é velho conhecido. Está no ar desde 1999 colocando na web idéias e conceitos maravilhosos.

    O The Long Tail (The Long Tail Blog) é fantástico. Um artigo escrito na Wired no ano passado que fez muita gente pensar um pouco diferente sobre diversas indústrias.

    Na minha opnião, a Categorização Colaborativa, ou o uso Tags na categorização de conteúdo online é a próxima grande sacada. O Flickr, o del.icio.us e o 43 Things fazem isso com grande maestria.

    Outra grande sacada é a utilização de RSS Syndication para a distribuição de conteúdo que não seja o formatinho padrão Blog/Notícias. A Microsoft já entendeu isso e promete uma revolução RSS no novo IE 7 e no Longhorn. Um exemplo dessa distribuição de conteúdo via RSS que foge ao padrão é o mecanismo de busca IceRocket. Cada resultado de busca pode ser visto via RSS.

    Ai eu pergunto. O que você está fazendo para fazer parte da próxima revolução?

    Eu to fazendo a minha parte. Mais novidades em breve. Stay tuned!





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    Usando esse espaço na tarefa de pensar
    julho 21, 2005, 2:25 AM por Fabio Seixas

    Decidi criar um blog. Em geral sou aberto a novidades, principalmente no que diz respeito a Internet. Criei um blog no Blogger em 2002 só para "ver qual é" e entender a novidade da época. Confesso que não saquei a grandiosidade da ferramenta. Na época fiz uns posts de teste e nada mais.

    Segundo um paper sobre porque as pessoas blogam (PDF), existem 5 motivadores que levam uma pessoa a criar um blog:

    · Documentar a vida do autor. Esse é o que melhor define o diário pessoal;

    · Promover comentários e opniões onde o autor coloca seu ponto de vista em assuntos ao seu alcance;

    · Expressar emoções pessoais de qualquer natureza;

    · Formar e fomentar comunidades de pessoas ao redor de um assunto;

    · Ajudar a pensar. E conseguentemente, compartilhar isso com o mundo.

    Esse último é justamente a minha motivação. Passam milhares de coisas na minha cabeça. Muitas coisas simplesmente caem no esquecimento. Então nada melhor do que documentar isso num blog e ainda compartilhar isso com outras pessoas. Dessa forma me forço a manter a cabeça em funcionamento.

    Farei um blog que seja útil, que agregue valor. Que você tenha vontade de ler sempre que for atualizado.

    Não pretendo falar aqui da minha vida pessoal (um offtopic eventual talvez). Quero escrever sobre os assuntos que gosto de estudar, de ler e de conversar. Sobre as minhas percepções destes assuntos que tenho no dia-a-dia. Gosto de negócios, empreendimentos, business, marketing, tecnologia, Internet, gerenciamento. Gosto de pessoas que fazem diferença, de competências extraordinárias, de legados maravilhosos, de sonhos aparentemente impossíveis que se tornaram realidade, de projetos maravilhosos.

    Esse blog é a versão texto do que penso todo dia. Fabio Seixas, versão txt.





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