Fabio Seixas, versão txt
Minhas conclusões sobre o Intercon 2008: Quem não arrisca não petisca
outubro 28, 2008, 3:23 PM por Fabio Seixas

Sábado aconteceu o InterCon 2008, evento que está se tornando referência para profissionais de Internet.

Foi perfeito? Não. Foi difícil? Sim. Foi bacana? Muito! Valeu a pena? Demais da conta, sô.

Disse lá no palco e repito aqui. Precisamos inovar e inovar é arriscado. Às vezes algumas coisas não saem exatamente como planejado. É ruim? Muito. É importante? Muito.

Falhamos na parte técnica das palestras simutâneas na parte da manhã, o que levou ao um atraso no cronograma e consequetemente, ao tempo curto para o Fat5 fazer sua apresentação como deveria, no final do dia.

A palestra do Gil que eu estava intermediando foi a que deu problema. Tive que quase rebolar no palco. Fui eu que, infelizmente, tive que encerrar a palestra do Fat5 antes do ideal. Mais uma rebolada pública. Me senti muito mal por ter que fazer aquilo. Mas eu não sou o dono do evento e não cabia a mim tomar a decisão de encerrar ou não. Mas cabe a mim gerenciar a situação no palco.

Não vou me estender tanto quanto o Luli em sua série de posts (parte I, parte II, parte III). Vou apenas deixar aqui o proveito que eu tirei do evento e do qual acredito todos deveriam aproveitar, mesmo os armados de críticas.

"Inove ou morra. Melhor um inovador ferido do que um acomodado morto."

Agradeço ao Luli pela liderança inovadora, ao Tiago Baeta pelo convite e pela confiança em mim, ao Rafael Ribeiro pelo apoio técnico, ao Mack pelas piadas no meio da confusão e por ter acertado os microfones, ao Fat5 pela forma bacana como compraram a idéia de participar do evento, a todos os demais palestrantes pelas sábias palavras e ao público que, como disse no fechamento, foi muito generoso com sua cumplicidade e participação.

Até o ano que vem.





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Primeira impressão, marketing, marcas e participantes
outubro 23, 2008, 4:35 PM por Fabio Seixas

Um dos melhores conjuntos de slides que vi ultimamente no Slide Share. É grande mas vale a pena.





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Só para apimentar meu recado sobre a crise
outubro 22, 2008, 5:19 PM por Fabio Seixas





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Patrocínio de Blogs
outubro 15, 2008, 9:50 PM por Fabio Seixas

Durante o BlogCamp RJ eu dei 2 pitacos na seara de monetização de blogs. Falei que os blogueiros tinham que pensar em soluções alternativas de monetização além do tradicional adSense/Programas de afiliados.

Sugeri 2 modelos. Um deles era baseado em performance. Buscar um anunciante ou agência e ao invés de tentar fechar um pacote do tipo "pague-me agora e te darei x impressões de banner" tentar uma alternativa. "Eu te dou x impressões e se você atingir bons resultados você me paga". Modelo bom para o médio blogueiro que não tem força comercial mas sabe que tem um bom produto e não tem nada a perder.

O outro modelo era o de patrocínio onde o blogueiro procura associar seu blog a um único cliente com muita afinidade com o assunto do seu blog e que pagará um valor mensal. O exemplo que dei era a possibilidade da Skol patrocinar o Papo de Bêbado (provavelmente o Dulcetti teria que escolher outro nome). Simples assim. A Skol paga um X por mês para o blog expor constantemente a marca Skol.

Pois bem, hoje Jason Kottke publicou uma idéia interessante que é similar a esse modelo de patrocínio, mas com uma boa flexibilidade. Vender patrocínios semanais para os feeds do blog. É flexível porque é baseado em semanas e trata com poucos anunciantes, no caso 4 por mês.

Muito bem sacado. Ele já vendeu 2 das próximas semanas ao valor de US$ 1.200. Nada mal.





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Um recado sobre a crise mundial
outubro 12, 2008, 4:43 PM por Fabio Seixas

Replico aqui, na integra, texto publicado pela F/Nazca Saatchi & Saatchi em anúncio de página inteira nos principais jornais do país neste domingo.

Crise. Você prefere com o sem açúcar?

Nós já enfrentamos e sobrevivemos a muitas crises. Talvez já tenhamos perdido as contas sobre o número e a origem delas. Mas as malditas já nos surpreenderam diversas vezes enquanto assobiávamos distraídos virando algumas dessas esquinas da vida. Algumas, foram provocadas pelo petróleo, outras, pela Rússia ou pela China, a maioria, gerada internamente, já que em matéria de crise, o Brasil, sempre foi auto-suficiente. A tal ponto que, se não chegamos a ser fraternos amigos – nós e a crise- também não podemos negar que tenhamos nos tornado íntimos conhecidos.

Nenhuma crise é igual à outra. Essa que chegou com toda a força, agora, certamente é a mais diferente de todas. Porque o Brasil não tem um pingo de responsabilidade sobre o que está ocorrendo e porque o Brasil está no seu melhor momento economicamente falando. O Brasil nunca esteve tão em dia com as suas obrigações, o dever de casa feito, com um mercado interno tão forte, com empresas tão sólidas, modernas e competitivas e com as suas instituições tão garantidas, para encará-la.

Mas isso não nos exime das conseqüências da crise. Que, por sinal, é também uma das mais potentes e destruidoras das que se tem notícia em quase u século. Ela já está sendo dura e será ainda mais devastadora, não precisamos ser profetas para prevê-lo.
Então o que nos resta fazer?

O óbvio é termos medo, nos enclausurarmos, rezarmos para diferentes deuses, de diferentes religiões, ficarmos imóveis acreditando que qualquer mínimo movimento pode ser fatal para ela nos alcançar e, assim, esperarmos, até que ela passe.

Demitir, cortar investimentos, reduzir a produção, suspender novos projetos, reprimir os movimentos de inovação, não acreditar num retorno inesperado da demanda, também são boas e óbvias idéias. Talvez, algumas tenham mesmo que ser feitas, quem sabe!

Mas também há inóbvio, por mais que, obviamente, a palavra inóbvio não exista. E não existe por quê? Porque ninguém a disse antes, vai saber.

E é aí que reside o intuito deste nosso anúncio: apelar para os que acreditam que o inóbvio existe. Não só existe, como pode ser feito neste exato momento onde o óbvio é o que todos pensam, todos fazem, todos professam e todos aconselham.

O intuito deste anuncio é, humildemente, tentar criar uma minúscula fagulha de otimismo, de esperança – nossa velha, desgastada, mas essas sim, querida amiga em todos os nossos céleres momentos de crise – para que ela se dissemine, se instale na nossa cabeça, nas nossas empresas, na nossa sociedade, mesmo lutando contra este poderoso inimigo, que tão facilmente gosta de se instalar nesses mesmos lugares ao menor sinal de que o pior pode acontecer.

O intuito deste anúncio é despertar o empreendedorismo que sempre caracterizou o empresariado brasileiro,a coragem que sempre foi a marca registrada das nossas empresas, a capacidade inesgotável de reinvenção que sempre foi o norte dos vencedores neste nosso país.

E também é o intuito deste anúncio demonstra que um marketing original é a mais poderosa fonte de energia, capaz de gerar as transformações que uma empresas precisa num momento de crise.

Nós acreditamos piamente nisso.

Esse é o nosso óbvio.

Acreditamos que se esse não é o momento de inovar, que outro será? Acreditamos que se esse não é o momento de ser e parecer diferente dos seus concorrentes, que outro haverá de ser?

Acreditamos que se não for essa a hora de falar, enquanto muitos se calam de medo, que outra hora estará à nossa disposição para fazê-lo?

Uma grande idéia, única, diferente do óbvio, sempre foi e sempre será o detentor mais valioso – e menos oneroso – para se mudar a história, o humor, a fé, a determinação e o otimismo interno de uma empresa.

É isso que nós defendemos para os nossos clientes e que queremos externar para o Brasil inteiro de hoje. Porque tivemos a presunção de que se nós pensamos assim, talvez você, talvez mais gente por aí também pense do mesmo jeito. E nós adoraríamos poder contar com mais gente, mais empresários, mais cidadãos para ajudara contrariar o óbvio, a não aceitar passivamente em todas as suas piores conseqüências o medo, pelo medo.

Crise nós já enfrentamos e, queiramos ou não, ainda enfrentaremos essa um bom tempo e outras por muitas vezes.

O que deve nos mover é a visão de como nós queremos ser percebidos assim que mais uma vez nós sairmos dela.

De pé, ou de cócoras.

Na crise, já disseram muitos, é que se separam os homens dos meninos. Ou seja, crise, pode ser café pequeno para os homens.

Nós gostamos com açúcar.

Eu assino embaixo.

Sobre crise, Nizan Guanaes certa vez disse: "No mundo existem os que choram e os que vendem lenços; eu vendo lenços".

Qualquer crise significa momentos difíceis. Mas também significa oportunidade. Concordo muito com a F/Nazca e abraço esse apelo e sei, obviamente, que ela está fazendo marketing, está aproveitando a oportunidade. Está colhendo o que planta. Bravo.





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Jason Calacanis sobre a crise
outubro 8, 2008, 2:37 AM por Fabio Seixas

Um dos melhores textos que li sobre a crise, com foco no mercado de startups americano e ainda assim muito útil para qualquer empreendedor.

Vale a pena parar, ler e refletir sobre como se preparar ou que oportunidades aproveitar em momentos de crise.

The Startup Depression

Scott Kurnit of the Mining Company (aka About.com) told me there are three reasons why a business will fail: it’s a bad idea, bad execution or outside factors. If you examine your business with these three filters right now, you can baseline where you’re at: one, two or three strikes.




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Concurso Oi São Paulo de Shapes e Camisetas
outubro 2, 2008, 10:06 AM por Fabio Seixas

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A Oi São Paulo, em parceria com o Camiseteria, criou um concurso de Shapes e Camisetas para promover a chegada a Oi à São Paulo. Haverá um show copm CPM 22 e Strike, além da presença de Edgard “Vovô” e Fabíola Silva.

skate.jpg

Fica o convite para criarem design de shapes e estampas. O ganhadores receberão os produtos ganhadores produzidos e serão homenageados no evento.





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