A combinação de acelerometro, câmera digital, microfone e um futuro chip de GPS irão permitir uma enorme quantidade de aplicações desenvolvidas por terceiros e pela própria Apple.
O iPhone poderá se tornar um assistente pessoal de verdade, funcionando como um personal trainer na academia, como um auxiliador em dietas ou mesmo como um assistente de compras.
Ahhh, o doce sabor do reconhecimento. Trabalhar duro para satisfazer clientes e receber em troca um post de um cliente como o Diogo Azevedo que percebeu o quanto é importante atentarmos para os detalhes.
Um post como esse é melhor do que post pago não porque é de graça, mas porque é sincero e apaixonado, porque consegue mostrar a real experiência com os olhos de quem a vivenciou.
Excelente apresentação do Paul Isakson que abre nossos olhos para onde o marketing moderno está caminhando. Uma clara percepção de que os players do jogo do marketing e da propaganda estão com um novo colega, o consumidor. Incrivel pensar que o marketing antigo se preocupava de maneira errada com esta importante peça do quebra-cabeça.
Hoje ao ler o blog do Tiago Dória, me deparei com mais um post da série "Frase da semana" que me fez perceber o quanto estamos perto da situação vislumbrada no artigo de 2006. Talvez 30 ou 40 anos seja muito tempo. Poderiamos pensar em 15 ou 20 anos?
O iG está para lançar a sua nova homepage e colocaram um demo, provavelmente interno, disponível na web: http://www.ig.com.br/tour
Achei mais organizada. Gostei também de ver que aumentaram significativamente a parte de shopping. Isso só me mostra que o comércio eletrônico anda de vento em popa e já representa uma parcela importante das receitas dos portais.
A alguns meses atrás eu deu uma entrevista sobre inovação para a Época Negócios. Após alguns adiamentosa da pauta, esse mês saiu a matéria de capa sobre inovação.
ÚLTIMA FRONTEIRA
Embora exista um credo repetido no mundo corporativo de que o consumidor não sabe o que quer - e que, portanto, não se deve dar muito crédito às suas opiniões - nos últimos anos algumas empresas começaram a correr na contramão e a lucrar com isso. O que essas companhias fazem é não apenas ouvir o que os clientes têm a dizer, mas convidá-los a participar efetivamente do processo de criação de seus produtos e serviços. Esse fenômeno está sendo chamado de "co-criação", um termo popularizado pelos consultores C. K. Prahalad e Venkat Ramaswamy no livro O Futuro da Competição, lançado em 2004. "Co-criação é mais do que focar no consumidor ou proporcionar uma customização em grande escala", afirma Ramaswamy, também diretor do Centro de Inovação da Universidade de Michigan, em entrevista a Época NEGÓCIOS. "Se você quer realmente criar valor do ponto de vista do cliente, tem de engajá-lo no processo, deixando que ele defina o que tem valor para ele." Numa apresentação recente em São Paulo, Ramaswamy esmiuçou o conceito para uma platéia de 60 executivos de grandes companhias brasileiras, num evento organizado pela consultoria Symnetics.
Após sua fala, quem pegou o microfone foi um jovem paulista criado no Rio de Janeiro, Fabio Seixas, de 32 anos, um dos únicos homens presentes que não usavam terno e gravata. Fundador da Camiseteria, ele mostrou o que faz de seu negócio um dos exemplos mais radicais de co-criação no país. A Camiseteria é uma companhia de moda que não tem um estilista sequer entre os funcionários. Qualquer pessoa pode enviar um desenho para seu site e submetê-lo à avaliação da comunidade de freqüentadores. Os desenhos que recebem as melhores notas são impressos em camisetas, vendidas online. Os vencedores recebem R$ 1 mil de prêmio (que muitas vezes trocam, espontaneamente, por crédito em camisetas). "Nosso risco é próximo do zero", diz Seixas. "Em muitos casos, vendemos uma série inteira em dois dias." Desde que foi criada, há dois anos, a Camiseteria já recebeu mais de 13 mil desenhos - 160 deles foram estampados em camisetas. Nunca uma delas foi parar numa loja de ponta de estoque, algo comum no ramo. Seixas e seu sócio, o designer Rodrigo David, já produziram camisetas com desenhos de que não gostavam. Mas a idéia é essa. "Fazemos exatamente o que o mercado quer, não o que nós achamos que ele queira", afirma Seixas. Ele diz que o modelo de negócios - inspirado numa empresa americana chamada Threadless, que foi objeto de estudo no MIT - funciona bem graças à comunidade criada em torno do site. Os usuários, geralmente aficionados por camisetas, têm blogs pessoais, trocam mensagens entre si, viram amigos. A relação deles com a empresa é tão forte que a Camiseteria não precisa contratar modelos para mostrar fotos de sua coleção: os próprios clientes se oferecem para fazer a propaganda.
Depois a notícia de que o Yahoo! está adotando técnicas de Web Semântica em sua plataforma de busca, atitude digna de uma jovem empresa desbravando o incerto na tentativa de fazer seu caminho rumo ao topo. Bem, no topo o Yahoo! já está e ainda assim se mostra disposto a desbravar a Web Semântica. Esse movimento deve ainda criar oxigênio para que outras empresas passem a pensar na Web Semântica como algo mais promissor.
E por último a fresca novidade de que o Flickr, propriedade do Yahoo!, está mesmo para lançar o seu braço no mercado de vídeos online. Não que seja uma tarefa fácil. Alias, a maior barreira de entrada no Flickr Videos nem seriam os grandes sites de vídeo como YouTube e Dailymotion. Seriam os próprios usuários atuais do serviço. O Flickr, ao revolucionar a maneira como publicamos fotos na web, elevou seu sarrafo a um patamar perigoso. Fazer um serviço de vídeos online que revolucione este segmento não será trivial.
Parece que a entrada do co-fundador Jerry Yang como CEO em 2007 está dando resultado.
Os números realmente são estranhos. A quantidade de visualizações em relação às atividades sociais (ratings e comentários) muito enormemente desproporcionais. Mas o que o analista em questão talvez não perceba é que muitas dessas visualizações podem estar sendo geradas a partir do embed em blogs e site de música. Ou pelo menos esse teria sido o Tipping Point no crescimento da populariade do vídeo.
Parece-me que o site de música Qloud é um dos alavancadores dessa popularidade. Ele sozinho gerou quase 1 milhão de visualizações para 'Hot Hot Sex', vide os top links do vídeo na página do YouTube.
Não descarto que os fãs algum fã, ou outro agente qualquer, esteja manipulando alavancando artificialmente essa popularidade, mas também não descarto a possibilidade de ser um crescimento viral sustentado.
Esse blog aqui quem acompanha sabe que anda com uma freqüência de postagem meio baixa. Tudo se explica. De um tempo pra cá, comecei a querer postar só idéias que eram realmente boas. Bons artigos, completos, com fundamento e tudo mais. Mas, apesar da vontade em fazer acontecer, o tempo escasso não me permitiu concretizar essa meta. Tocar duas start-ups não é algo fácil.
Cheguei a fazer o rascunho de vários posts mas nunca achava que estavam bom o suficiente. Postei dois ou três artigos e nada mais.
Então, resolvi dar um passo pra trás. Vou voltar a postar mais despretensiosamente, com posts mais corriqueiros e salpicar, sempre que der, artigos mais completos e relevantes.
iPhone 1.1.4 março 1, 2008, 1:37 PM por Fabio Seixas
Atualizei o iPhone para o firmware 1.1.4.
Primeiro tentei fazer o upgrade normal e rodar o ZiPhone 2.5 para fazer o unlock. O upgrade e o unlock funcionaram perfeitamente, mas houve incompatibilidade com os aplicativos instalados anteriormente via Installer.
Então resolvi restaurar o firmware apagando todos os dados. Fiz o backup dos dados antes para poder restaurar depois.
Quem quiser tentar o upgrade, sugiro desinstalar todos os aplicativos instalados via installer e atualizar a versão do installer antes de fazer o upgrade.
O brPhone não funciona na versão 1.1.4. Então sugiro usar o AppSupport 1.1.4 enquando não sai o brPhone 1.1.4.