The 25 Basic Styles of Blogging ... And When To Use Each One
A maioria dos blogs são um apanhado de alguns estilos. Posso dizer que o Versão txt está mais para "Insight Blogging", mas volta e meia publico algo utilizando um outro estilo.
Parece que o Google pensa diferente. Foi anunciado o Google Gear, um conjunto de Javascript APIs e um plugin para Firefox e IE que permitirá funcionalidades offline nos aplicativos do Google.
O que devemos salientar é que o Google é um trend setter, ou seja, o Google tem poder de mudar o mercado e fazer com que pessoas exerguem as possibilidades das funcionalidades offline em aplicativos web. Mesmo que muitos achem que isso seja besteira.
É acompanhar o mercado para ver. É justamente nessas mudanças de mercado que surgem as melhores oportunidades para desenvolvedores e empreendedores.
O COB, Comitê Olímpico Brasileiro, resolveu que irá permitir que os atletas brasileiros possam atualizar seus blogs durante as competições.
É uma grande vitória para a nossa blogosfera, não só porque teremos blogs com inside informations durante o jogos mais porque acredito que o COB cedeu sobre a decição de proíbir que os atletas divulgassem informações pois a blogosfera fez a sua parte pressionando e criticando ativamente a decisão original de proibição.
A versão 3 do Firefox promete trazer novidades para o campo das aplicações web que podem mudar o rumo do jogo. Uma das novas funcionalidades é a possibilidade de usar aplicações web em modo offline. Essa novidade será um grande gerador de oportunidades para empreendedores e desenvolvedores web nos próximos anos.
Exemplificando, a navegação offline irá permitir que você acesse o seu webmail e posteriormente, enquanto estiver offline, possa entrar novamente nesse mesmo aplicativo e escrever um email que será salvo offline e enviado automaticamente quando se reconectar à Internet e sincronizar a aplicação offline sincronizar com a aplicação online.
Não pense que isso irá funcionar automaticamente para todas as aplicações web desenvolvidas até hoje. Será preciso adaptar as aplicações para que tirem proveito destas possibilidades tornando-as "offline ready".
Oportunidades serão criadas já que empreendedores e desenvolvedores poderão imaginar uma nova gama de produtos e serviços online com possibilidades de utilização offline. Imaginem um Google Maps que possa ser usado em seu laptop, dentro do carro em movimento durante uma viagem. Ou um palmtop ou celular com câmera e que vai automaticamente publicando suas fotos em seu "Flickr offline" e quando se reconectar simplesmente sincroniza automaticamente os dados publicando o conteúdo no "Flickr online". Imaginem um serviço de busca de preços que você pode "levar" para o shopping e saber se aquele produto que você está vendo na loja está com desconto em algum site. Imagine uma loja online que continua funcionando mesmo quando a conexão do usuário é desfeita (52% dos usuários brasileiros ainda acessam Internet por linha discada).
As possibilidades são muitas e as oportunidades também. Será uma grande mudança de paradigma em relação a como desenvolvemos aplicações web. É claro que sempre que surge uma nova onda de oportunidade, surgem também ameaças para os atuais players do mercado. Como sempre, quem for mais rápido terá vantagem competitiva.
Demostrar estatísitcas em uma apresentação pode ser muito chato, mas se você encontrar uma forma interessante de apresenta-las as chances de você prender a atenção do seu público aumentarão significativamente. ;)
A cultura atual, principalmente a ocidental, venera o número 1, o melhor, "o mais". É assim na música, no cinema, na família, no transito, na fila do banco, na Internet, na blogosfera. É por isso que assistimos a copa do mundo e as olimpíadas. É acreditando nos melhores que votamos em candidatos políticos. É por causa dos melhores que preferimos um jornal, um canal de tv ou um site na web em detrimento de outro. Indústrias inteiras, como a de crédito e de games, são baseada em rankings. O Google tornou-se o caso de mais rápido crescimento da história dos negócios baseando toda a sua operação em um algoritmo de ranking.
Os melhores são venerados e aplaudidos pelos medíocres (medíocre no real sentido da palavra, mediano, modesto) que encontram neles os incentivos para também se tornarem os primeiros. É a motivação nossa de cada dia, de receber uma promoção no emprego a ter uma grama mais bonita que a do vizinho.
Alguns vão dizer que buscam reconhecimento, outros retorno financeiro. Não importa. Estar entre os primeiros é melhor do que estar no final da cauda longa, seja lá qual for a recompensa almejada. A recompensa para quem está no topo é sempre maior.
É baseando nos melhores que decidimos nossas compras, negociamos nossos contratos, escolhemos as empresas onde vamos trabalhar, com quem nos casaremos. É pensando em ser o melhor que educamos nossos filhos e escolhemos o presente do dia das mães.
É a natureza humana.
Mas podemos optar por rejeitar algum ranking específico. Alguns preferem o Oscar, outros o Sundance ou até o MTV Movie Awards. Determinados nichos são carentes de rankings confiáveis. Ranking não confiáveis são comumente repudiados. Outros rankings são simplesmente mal elaborados ou mal compreendidos.
Existem rankings populares, especializados e técnicos. Billboard, Oscar e Technorati 100 são exemplos, respectivamente.
Rankings foram parte importante do desenvolvimento cultural e econômico dos últimos 50 anos (ou mais) e continuarão sendo. Rankings não precisam ser colocados em forma de listas para que sejam úteis ou consultáveis. Criamos rankings imaginários o tempo todo. Ranking para as comidas que mais gostamos, para os carros que gostariamos de comprar, para as meninas da escola candidatas a namoradas.
O Trendsspotting trás várias análises de tendências, comportamentais em sua maioria. Diferente de sites como o excelente Trendwatching que trás estudos mais voltados para consumo e modelos de negócios.
O Google tem um programa interno chamado Authors@Google que convida diversos autores e pensadores importantes para fazerem palestras para os funcionarios da empresa.
Em 1999, uma equipe de pesquisa israelense reuniu um grupo de 200 dos melhores anúncios - propagandas que foram finalistas e vencedoras nas maiores competições de propaganda. A equipe descobriu que 89% das propagandas vencedoras poderiam ser classificadas em seis categorias ou modelos básicos. Isso é incrível. Poderíamos esperar que conceitos muito criativos apresentassem um alto nível de idiossincrasia - como um capricho de tipos criativos natos.
E ainda:
Os pesquisadores também tentaram utilizar os seis modelos para classificar outros 200 anúncios (das mesmas publicações e para os mesmos tipos de produtos) que não receberam prêmios. Supreendentemente, quando os pesquisadores tentaram classificar esses anúncios "de menor sucesso", só conseguiram fazer de 2% deles.
Fiquei impressionado com essa pesquisa. Poderiamos dizer que a eficiência de um anúncio poderia ser identificada através desses modelos básicos? Poderiamos ainda usar tais modelos como guias na criação de propagandas de sucesso?
O estudo completo pode ser encontrado aqui, em formato PDF.
Os 6 modelos são:
Modelo de analogia pictória: Apresenta analogias extremas de uma maneira visual;
Modelo de Situações Extremas: Onde um produto é mostrado em situações incomuns ou o atributo do produto é exagerado ao extremo;
Modelo de Conseqüências: Onde aponta conseqüências inesperadas de um atribuito do produto;
Modelo de Concorrência: Onde um produto é mostrado como vencedor de uma competição com outro produto, em geral em uma situação de uso incomum;
Modelo de Experiências Interativas: Onde os espectadores interagem diretamente com o produto;
Modelo de Alteração de Dimensionalidade: Onde as dimenções do produto são manipuladas em relação ao ambiente.
Alguns exemplos levantados por mim: (e por isso sujeito a alguma classificação errada, já que não fui sou um expert nesta pesquisa) :
Modelo de analogia pictória: Sony Bravia: A imagem da sua TV tão bonita quanto esse comercial.
Modelo de Situações Extremas: Honda Accord: mostrando o funcionamento e confiabilidade de um carro de maneira muito incomum.
Modelo de Conseqüências: Coca-cola GTA: Beba Coca-cola e torne-se uma pessoa boa. (talvez também aplicável dentro do modelo de analogia pictória)
Modelo de Concorrência: Pepsi vs Coke
Modelo de Experiências Interativas: "Bi-Nexon", a peça foi premiada com Leão de Bronze no Festival de Cannes 2003. Clareando toda a sala de cinema para mostrar o poder dos novos faróis da BMW.
Modelo de Alteração de Dimensionalidade: Samsung Millimeters Matters: Não exatamente a manipulçao da dimencionalidade do produto em si, mas uma alteração de dimensionalidade que exagera um atributo do produto. Talvez um misto com o modelo de situações extremas.
Vale ressaltar que o modelo não se aplica somente a propagandas em video, mas também a qualquer outra mídia.
Outra rede de blogs, o Tipos, está fazendo a mesma coisa que o Interney.net Blogs em relação a colocar links não relacionados para outros posts de outros blogs da mesma rede nos feeds.
Sabemos (ou preferimos acreditar) que essas redes não fazem isso com a intenção de manipular ranking algum e que se trata apenas de uma legítima intenção de alavancar visitação para os demais blogs de sua rede. Mas fica ai mais um alerta de como isso pode influenciar erroneamente o ranking de blogs mais popular na nossa blogosfera.
A muito tempo atrás, quando este blog tinha poucos meses de vida, eu coloquei AdSense para ver a receita que gerava. O resultado, na época, foi pífio. O incomodo de ter publicidade no blog era maior do que o retorno, então resolvi tirar os anúncios.
Naquela época, o tráfego deste site não era como é hoje. Decidi experimentar novamente e voltei com o AdSense.
Seguindo meus princípios, coloquei um pequeno botão 125 x125 somente nas páginas indivíduais dos posts, ainda assim, de maneira que não comprometa a usabilidade da página e a leitura do texto, sem deixar de contextualizar o anúncio dentro do post. Me inspirei no Wisdump que faz justamente da mesma forma, no que se refere a AdSense.
Se você ainda não ouviu falar é porque em Terra Brasilis elas ainda não são muito populares. As sandálias Crocs são aquele tipo de produto que as pessoas amam ou odeiam.
Lidar com produtos que as pessoas amam ou são indiferentes é muito simples. Só não é mais simples do que lidar com produtos que as pessoas só odeiam. Estes simplesmente deixam de existir.
Mas como lidar com o poder popular quando falamos de um produto com emoções tão ambíguas?
Talvez o senso comum diga que o certo é combater as pessoas que falam mal do seu produto. Mas outra estretégia, talvez mais inteligente, seja deixar que falem. Afinal combater o enorme poder do povo é perda de tempo. É aquele velho ditado: "Falem mal mas falem de mim".
BNET: a CNET (Computer network) lançou o BNET (Business Network), um portal no estilo do CNET só que voltado para negócios. Artigos, dicas, podcasts e tudo mais.
Newsmap: Que interface maravilhosa! O News.com já faz algo nesse estilo a bastante tempo, mas não com esse nível de abrangência, categorização e filtragem.
Os anunciantes poderão desenvolver os "gadgets" e publica-los na rede de publicidade do Google. Mais do que banners interativos, os widgets ads poderão revolucionar a forma como conhecemos a publicidade online já que as possibilidades de interação são muito maiores.
Segundo Om Malik e o The Wall Street Journal a possível compra do Yahoo! pela Microsoft não passou de um flerte sem maiores conseguencias. O que não quer dizer que as duas empresas não possam cooperar para enfrentar o Google.
Quem saiu fortalecido foi o Yahoo! que mostrou para o mercado que continua firme na sua posição de mercado, mesmo depois de ter recebido críticas recentes sobre seus resultados após o lançamento do Panama, sua solução de Ad-Serving.
Daqui a 2 anos veremos mais uma tentativa de compra do Yahoo! pela Microsoft. :)
Os fatalistas já estão falando que será o fim do Yahoo! como ele é hoje caso a Microsoft seja bem sucedida na tentativa de compra. Já ouvi comentários de que migrariam seus bookmarks do del.icio.us para o Ma.gnolia ou então que o Yahoo! vai parar de funcionar.
Bem, convenhamos. Se a MS efetivar a compra veremos várias mudanças na operação do Y!. Talvez a MS incorpore o Panamá como sua solução de Ad Serving. Ou até mesmo junte tudo em um único portal (MSNhoo!) para fazer frente ao Google.
Estratégicamente, a MS faz bem em comprar o Y!, afinal ela estaria dobrando sua atuação na Internet simplesmente dando uma passada no supermercado. Não é sempre que uma possibilidade dessas aparece. Na verdade, a MS vem cortejando o Y! a tempos. A MS só tem capacidade de fazer isso porque sua divisão Windows e Office enche o caixa da empresa de dinheiro. Dizem que a compra do Yahoo! ficaria em torno de U$ 50 bilhões (um ágio de U$ 9 bilhões em relação ao Market Cap). Nada mal para uma empresa que tem uma Market Cap de U$ 290 bilhões.
A compra seria ótima para a MS poder deslanchar seu Live.com, aumentar sua rede de anúncios e sua audiência global. Não imagino que o fator tecnológico vá fazer alguma diferença nessa situação mas imagino que a MS poderia adquirir ainda mais força para o seu negócio de Office, principalmente quando falamos numa provável versão online do famigerado aplicativo de escritório.
Comprar o Y! seria trazer para dentro do guarda-chuva alguns sites de vanguarda como o Flickr e o Del.icio.us. Seria como mostrar para o mercado que a MS quer ser uma powerhouse na web 2.0 também. Ela já vem tentando fazer isso com o Live e Soapbox, mas não tem tido muita aderência do público.
A MS estaria colocando mais um bocado de gente inteligente para trabalhar para ela. Sim, os funcionários do Y! são bem inteligentes e teriam muito a agregar na cultura empresarial da MS. Pode-se dizer que sua cultura já não é tão bacana como as das empresas que nasceram na segunda metade da decada de 90.
Para o mercado, por um lado pode ser ruim, por outro pode ser muito bom. Podemos dizer que estaríamos perdendo mais um player de mercado e que haveria mais concetração. Por outro lado, o próprio mercado estaria combatendo uma concetração ainda maior, a do Google.
Vejo com bons olhos a tentativa de compra da MS. São duas empresas fantásticas. Vamos ver se sai mesmo ou não.
Afinal, a quem o blog é servil? Ao leitor, aquele para quem o conteúdo do blog é gerado ou ao editor (i.e. blogueiro, dono do blog), aquele que usufrui e explora os ganhos gerados, sejam financeiros ou não?
Pergunto isso porque tenho observado que cada vez mais os blogs estão entupindo suas páginas com blocos de links patrocinados e banners de programas de afiliados.
Se o enfoque do blog é o leitor, então a publicidade deveria ser usada com parcimônia. Se o enfoque for o editor (há quem defenda que "o blog é meu, eu faço o que eu quiser nele e que se dane vocês leitores e comentaristas") a publicidade também deveria ser usada com parcimônia, afinal explorar o blog até o talo com publicidade é como vender o almoço para pagar o jantar. Em pouco tempo você não terá leitores e conseguentemente não terá cliques nos links.
Eu, quando caio em um blog que tem mais links patrocinados do que conteúdo, já penso 2 vezes se vou começar a ler. Se ainda assim iniciar a leitura, vai ser com um pé atrás, senão dois.
Dizem por ai que "a primeira impressão é a que fica" e que boa parte do conceito que temos das pessoas é criado nos primeiros 30 segundos. Não acho que seja diferente com blogs.
Deveriamos pensar em nossas páginas com um lote de terreno e saber usar esse espaço em prol do objetivo desse blog e não simplesmente sair loteando com blocos de links AdSense.
Sim, use publicidade mas antes de mais nada, pense em quem é o seu público e como ele está reagindo a quantidade de publicidade na sua página. Às vezes, menos links patrocinados podem até gerar uma receita maior.
Interessante notar nesta análise é que os blogs colocam anúncios na parte central da página, justamente onde é mais relevante colocar conteúdo original. Já os portais não usam abusam dessa prática. Preferem colocar anúncios ao redor do conteúdo central.
A idéia é trazer para o BlogBlogs as mesmas funcionalidades oferecidas pelo MyBlogLog, esse widget ai da barra lateral que mostra os últimos leitores do site.
Ainda está em versão beta, mas ele já anda prometendo outras brincadeiras como comunidades de leitores dos blogs, por exemplo. Tudo ainda em beta.
Quem quiser testar utilize o código abaixo substituindo CODIGO_DO_BLOG pelo código do seu blog no BlogBlogs.