Fabio Seixas, versão txt
mmmzr: uma "million dollar homepage" que funcionará?
outubro 27, 2006, 11:14 AM por Fabio Seixas

Seth nos mostrou esse site aqui: mmmzr.com

Tem um "Q" de pirâmide nele, mas mesmo que o ciclo pare caso os anúncios fiquem muito caros, pelo menos o último a comprar não perde o dinheiro pois ganha a publicidade.

Bem sacado. Ficamos na espera pelos outros 2343 sites que faram a mesma coisa e não conseguirão tráfego suficiente para atingir o mesmo resultado. Afinal só que ganha todo o hype é quem lança primeiro.

Update: Os anúncios já estão custando entre 4.096 e 8.192 dólares. Um dos sites que comprou anúncios mais do que triplicou o tráfego (via Alexa)





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The end of the album as we know it (o fim do álbum como o conhecemos)
outubro 26, 2006, 3:13 PM por Fabio Seixas

A Internet muda tudo. Mudou o mundo dos negócios. Mudou os meios de comunicação. Mudou até a maneira de fazer terrorismo.

Não podia ser diferente com o mundo da música.

Imagine a indústria da música efetivamente surgindo nos anos 30. Músicos de talento precisando ser remunerados para continuarem produzindo boas canções. Abrie-se uma oportunidade de que as pessoas comprem música e não só às escutem pelo rádio ou em apresentações ao vivo. Só que para que as pessoas comprassem música era preciso existir uma mídia, um veículo para que a música pudesse ser transportada para a casa do cliente. Inventaram a mídia, o vinil. Mas na época não fazia sentido economicamente criar uma bolacha de plástico que era cara de produzir para transportar somente uma música. Essa inviabilidade econômica forçou a indústria da música a criar o conceito do álbum.

Ora, se o conceito de álbum foi criado porque o meio de transporte assim o fez existir, então porque hoje, com meios de transporte com custos tendendo à zero ou muito baratos, ainda existe o conceito de álbum? Simples, porque assim é economicamente interessante para a atual indústria da música que ainda pensa como nos anos 50/60.

Mas é o tipo de situação que a indústria da música não conseguirá segurar por muito tempo, mesmo tendo milhões de dólares para brigar com o novo meio de transporte, a Internet. O bilhão de pessoas online no mundo hoje é infinitamente mais poderoso que os milhões de dólares da indústria da música.

A Internet está determinando o novo conceito de como a música será produzida e distribuída. O conceito de álbum como o conhecemos está deixando de ser economicamente necessário. As bandas e músicos não precisarão mais produzir músicas sem qualidade (poética, harmônica, ou o que for) só para compor o mínimo de 10 ou 12 faixas por álbum. Em breve os álbuns serão apenas coletâneas de vários hits de uma banda, já que a banda pode se dar ao luxo de produzir só hits e não ser economicamente forçada a produzir canções para compor um álbum.

A Internet permite que bandas criem "protótipos" de músicas e as testem antes de efetivamente as produzirem diminuindo a quantidade de músicas produzidas e lançadas que nunca virarão hits. A cauda longa da indústria da música tende a ser repleta de milhões de hits.

A Internet permite que músicas sejam compradas no varejo e não no atacado (atacado = álbum). Os MP3 Players permitem que as músicas sejam consumidas ao gosto do cliente e não presas às compilações e ordenações saídas de CD Players e estações de rádio. Sistemas sofisticados de recomendação online de músicas permitem que boas músicas sejam descobertas ao sabor de tendências em tempo real.

It´s is the end of the album as we know it (é o fim do álbum como o conhecemos).





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Hoje o dia é de outro Fábio Seixas
outubro 22, 2006, 11:00 PM por Fabio Seixas

Fábio Seixas, jornalista de Fórmula 1 da Folha de São Paulo, escreve com suas palavras o que foi a vitória de Felipe Massa no GP do Brasil de Fórmula 1 deste domingo.

Conheci Fábio Seixas a uns 2 anos atrás, numa dessas buscas na web. Fiz questão de entrar em contato. Assim como o outro Fábio Seixas, adoro Fórmula 1. Assim como o outro, nasci em São Paulo. Assim como ele, nasci em 1974.

Certas coincidências chegam a ser surreais.

Fábio Seixas, um abraço e muito obrigado. Você faz um excelente trabalho dentro do circo da Fórmula 1.

Schumacher, obrigado pela genialidade.

Felipe Massa, obrigado pela enorme alegria de hoje. Você já é um campeão.





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Quando um site puxa o outro
outubro 21, 2006, 10:16 PM por Fabio Seixas

Alguns leitores devem saber que eu adoro o Alexa e seus gráficos de tráfego e reach.

Pois bem, olha essa descoberta.
delicious_x_digg.png

O gráfico acima mostra claramente a relação entre o Digg e o Del.icio.us. E isso faz todo o sentido. Basta o Digg divulgar mais materias (através de mais tráfego) que os usuários utilizam mais o Del.icio.us fazendo o bookmark desses links.

O pessoal do Del.icio.us deve adorar o pessoal do Digg. :)





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Não tente fazer propaganda
outubro 21, 2006, 3:39 PM por Fabio Seixas

A matéria sobre a venda do YouTube para o Google publicada na revista Veja de 18 de outrubro me deixou deveras incomodado.

A matéria era bem normal, igual a qualquer outra que falou sobre a venda do YouTube para o Google, mas um box falava sobre "a nova cultura da internet" com "os mandamentos dessa 'nova' geração".

Um desses mandamentos era:


Não tente fazer propaganda
São consumidores avessos à publicidade tradicional, por julgá-la intrusiva. Para atingi-los, as empresas apostam no marketing viral: as propagandas são calculadamente disfarçadas e se espalham na base do boca-a-boca.

ISSO ESTÁ ERRADO!

1- Se a nova geração da internet é avessa à publicidade, porque então eles compram iPods, Nikes e Coca-Colas? Será que essa "nova geração" ignora todos os produtos estampados em outdoors e comerciais de TV?

2- A grande maioria das ações de marketing "calculadamente disfarçadas" não chegam nem a chamar a atenção. No máximo um burburinho inicial e nada mais. O grande volume de ações virais que dão certo são justamente aquelas que não tinham a pretensão de serem tão grandes.


3- Marketing viral é mais uma ferramenta disponível par ao mix de marketing. Apostar somente em marketing viral é o mesmo que esperar ficar rico com a mega-sena. É possível, mas dá pra contar só com isso? Acho que não.

4- Para cada empresa que se tornou enorme sem fazer propaganda existem outras dezenas que se tornaram gigantes na base da propaganda.

5- O fato de algumas poucas empresas (dá pra contar nos dedos) terem se tornado gigantes sem fazer *muita* propaganda não significa que todas as empresas não devem fazer propaganda. Propaganda é uma ferramenta para fazer uma empresa crescer. Mesmo as que não precisaram dessa ferramenta poderiam te-la usado para criarem participações de marcado ainda maiores.

Só para ilustrar: Todo o hype em torno do iPod só existe por causa das propagandas geniais que o sustentam. Alie essa ferramenta ao boca-a-boca eficiente (calculadamente disfarçados ou não) e ai você tem nitroglicerina pura.

Update 1: Já que exemplifiquei o assunto com o iPod da Apple, deêm uma olhada nos TOP 10 comerciais da Apple. Via Sedentário Hiperativo

Update 2: Vê se dá pra entender. Na Veja dessa semana (22/10/06), no meio de uma matéria sobre empreendedorismo entitulada "O jogo do empresário" está escrito: "Fazer progadanda é necessário." Vai entender.





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Para que servem os blogs?
outubro 20, 2006, 10:36 AM por Fabio Seixas

camiseteria_examepme.jpg
Foto por Eduardo Monteiro

A edição de novembro da revista Exame PME trás uma reportagem na qual eu e Rodrigo David, meu sócio no Camiseteria.com, colaboramos com a nossa experiência em manter o blog corporativo do Camiseteria.

Materia completa em: Para que servem os blogs? (Conteúdo gratuíto para não assinantes cadastrados).

O mais bacana foi ver a foto acima estampada em página inteira ilustrando a matéria. :)

UPDATE: Veja o post no blog do Camiseteria com o scan da materia.





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Free Hugs Campaign. Inspiring Story!
outubro 14, 2006, 7:37 PM por Fabio Seixas

Dúvido que você não abra um sorriso ao ver isso.





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YouTube: O que realmente o Google comprou?
outubro 11, 2006, 2:47 PM por Fabio Seixas

Carlos Merigo me mandou esse artigo aqui: Para presidente da Time Warner, preço do YouTube é chocante.

"O pessoal da AOL adoraria ter o YouTube. Nós analisamos e decidimos que não só a AOL tem uma tecnologia melhor, como está dentro de casa", disse Dick Parsons, presidente-executivo da Time Warner, grupo que controla a AOL.

"Aqui vai uma série de motivos para não termos ido para o nível atingido pelo Google (com relação a preço). O YouTube não tem lucro. Como você convence o mercado de que pode fazer dinheiro com ele? O Google pode fazer isso melhor que qualquer um e eu não tinha o dinheiro do Google", disse o executivo a repórteres em entrevista à imprensa.

Realmente existem executivos que ainda não entenderam a Web.

A tecnologia não importa. Dizer "nossa tecnologia é melhor" é nada. O que importa são posicionamento de mercado e poder alavancagem. O resto é consequência.

O Google não comprou uma empresa pela existência de lucro ou não. O Google não comprou o YouTube por causa dos usuários cadastrados. O Google já tem, "virtualmente", todos os usuários do mundo.

O Google comprou Top-of-Mind. Hoje, pensou "video na web", pensou YouTube. O Google comprou a palavra-chave "video" na cabeça das pessoas.





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Mais Orkut e MySpace: E o YouTube?
outubro 11, 2006, 12:09 PM por Fabio Seixas

A seção de vídeos do MySpace representa hoje 24% do mercado de vídeo em termos de page views contra 42% do YouTube (fonte - maio/2006). O MySpace é o segundo colocado no ranking, seguido por Yahoo! Video, MSN Video e só depois, Google Video.

Com a compra do YouTube, o Google agora domina o mercado de videos com mais de 50% do mercado. Se o Google quiser ampliar ainda mais seu market share, ele deveria integrar o YouTube dentro do Orkut. Ai a brincadeira vai ficar séria.





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Orkut vs MySpace
outubro 11, 2006, 11:05 AM por Fabio Seixas

Segundo o Alexa, o Orkut está caminhando fortementa para ultrapassar o MySpace em termos de tráfego.

orkut_myspace.png

Segundo o próprio Okut, o percentual de brasileiros cadastrados no site vem caindo ao longo dos últimos meses, o que sifinifca que estão entrando muitos outros não brasileiros no site.

O Orkut está longe se oferecer tudo que o MySpace oferece, mas pelo menos no Orkut as coisas são mais organizadas. Eu particularmente detesto essa coisa de poder mudar a própria página e colocar musiquinhas, fundos horríveis e CSS medonhos.

E, pelo menos por enquanto, o Orkut tem mais brasileiros que o MySpace.





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hã? voltei?
outubro 8, 2006, 9:46 PM por Fabio Seixas

É, eu voltei. Consegui a façanha de ficar 2 semanas sem se quer usar um computador. Nem era para isso. Estava em lua de mel. Engraçado que senti falta pelo hábito de usar o computador, mas consegui me desligar totalmente do que acontecia no mundo virtual sem traumas. Tanta distância e fiquei sem saber o que rolou por aqui.

Ante de sair, gravei um novo podcast para o Brainstorm #9 sobre marketing político junto com o Cris Dias e o Mauro Amaral.

Vou retomando os post a medida que a mente volta a funcionar em plena forma. Enquanto isso, algumas fotos.





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