Tenho lido ultimamente sobre o Second Life, um game multi-player de realidade virtual que promove uma realidade paralela à nossa onde pessoas comuns da vida real podem criar seus alter-egos virtuais e participar de uma comunidade extremamente calaborativa, com economia ativa e tudo mais.
Até a American Apparel, lider nos EUA na venda de camisetas básicas no atacado, abriu uma loja nesse mundo virtual. Isso mesmo. É possível fazer negócio dentro do Second Life. Os Linden Dollars, moeda oficial, pode ser convertido em dólares reais.
O banco americano Wells Fargo, comprou uma ilha dentro do jogo e montou um centro de educação de finanças.
É um grande exemplo de um negócio baseado em co-criação. O negócio em si é a própria colaboração feita pelos usuários do game. Sem essa co-criação, o modelo de negócio se desfaz. Simplesmente deixa de existir.
Quem pensou que "Matrix" só poderia existir na telona do cinema, pode estar enganado.