Fabio Seixas, versão txt
Alexa (holic)
março 31, 2006, 9:05 PM por Fabio Seixas

Descobri esse site hoje e já perdi a conta de quantas consultas já fiz.

Alexaholic





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Adoro projetos colaborativos
março 29, 2006, 7:07 PM por Fabio Seixas

Estava já a alguns dias para escrever sobre o Projeto Overmundo. Mas preferi criar uma participação minha lá antes de comentar sobre ele aqui.

O Overmundo é um site de conteúdo colaborativo. Como um grande blog que todo mundo pode escrever. O mote do projeto é a divulgação da cultura nacional e, tendo isso em mente, os criadores do site conseguiram incentivo do governo federal através da Lei Federal de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet). Até onde eu sei, esse é o único projeto online com apoio da Lei Rouanet. Isso abre diversas perspectivas para outros projetos, mas isso é assunto para outro post.

O bacana do Overmundo é que qualquer um pode criar um post. Além disso são os próprios usuários que moderam e editam os artigos que vão pro ar ou não, através de filas de edição e de votação.

Colaborativismo na veia. Pra inaugurar a minha participação escolhi falar do Camiseteria que não deixa de ser uma forma de expressão cultural dos milhares de designers brasileiros que fazem parte do site.

Então entra lá e se gostar do artigo não deixe de votar. Os artigos mais votados aparecem na home do site!

Veja o artigo: Designer brasileiro: bata no peito e diga que é seu.





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Caos de tags
março 24, 2006, 7:01 PM por Fabio Seixas

Mauro Amaral fez o convite e eu aceitei: O assunto da hora é TAGs, mais precisamente TAGs como meio de comunicação.

Nem vou fazer uma introdução muito elaborada sobre tags. O Mauro já fez um excelente trabalho neste sentido.

A questão é: Como nós, profissionais de comunicação desse mundo online, podemos utilizar o poderoso conceito de categorização por palavras-chaves (ou tags) para alavancar negócios e a comunicação online?

Se tags são a representação textual mais simples que um assunto, meme, objeto ou qualquer outra coisa, e se essas mesmas tags são (e serão cada vez mais) os meios pelos quais as pessoas chegam a essas coisas, quem controlar as tags terá um enorme poder sobre essas mesmas coisas.

Existem 2 formas de controlar as tags. Ou você sabe quem tem maior autorizadade sobre uma tag (Technorati, del.icio.us), ou você é o que tem maior autoridade sobre uma tag. Um exemplo desse último é o Brainstorm#9 e a tag "Marketing". Uma busca no Technorati por "Marketing", na lingua portuguesa com filtro de autoridade máximo, retornou, só na primeira página, 9 links para o Brainstorm#9. Isso é controlar uma tag.

A dificuldade maior está justamente na diversidade proporcionada pela magnitude de possibilidades em relação as tags e o conteúdo disponível online no mundo. O controle de uma tag é temporal e volátil. O meio muda rápido demais. A sustentação de uma autoridade é imprevisível.

Não dá pra garantir que você vai conseguir que um cliente seu seja a maior autoridade sobre uma determinada tag. A Sony adoraria ter um blog que fosse a autoridade maior quando alguém fizesse uma busca sobre DVD.

Não dá pra garantir isso pelo mesmo motivo que você não pode, ao abrir uma empresa, garantir que ela será lider em seu segmento. Pois você não tem controle sobre a concorrência. E daqui pra frente a tendência é existir cada vez mais concorrência online por tags.

Essa é a verdadeira beleza econômica do caos.





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Diferenciação e malabarismo
março 24, 2006, 7:54 AM por Fabio Seixas

Já pararam pra pensar quantas produtoras web existem na sua cidade que trabalham exatamente da mesma forma, fazendo as mesmas coisas? Já repararam que, salvo algumas exceções, as bancas de jornal são exatamente iguais? Já repararam que a maioria dos novos negócios são baseados em modelos de negócios já saturados e caem na mesmisse?

As pessoas deveriam se preocupar mais com diferenciação. Fazer algo diferente do status quo permite criar uma vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes. De que adianta atuar no mesmo espaço geográfico, no mesmo espaço de tempo, fazendo as mesmas coisas? Ou você faz em outro lugar ou em outro tempo ou algo diferente.

Vejam o caso desse cara ai no vídeo abaixo. Jason Garfield é um comediante e faz malabarismo. Ele poderia fazer isso mais ou menos como a maioria das pessoas fazem. Mas ele não se contentou com isso. Usou a criatividade e suas habilidades para criar uma performance simplesmente incrível!

Tudo bem que no caso dele, para ser diferente ele teve que ter aptidão física e motora. Mas na maioria das vezes, para ser diferente, basta ser um pouco criativo. Olhar além e enxergar uma forma diferente de fazer a mesma coisa ou fazer algo que nunca foi feito.

Eu juro que se um daqueles moleques que fazem malabarismo com bolinhas de tennis nos sinais de trânsito do Rio de Janeiro fizesse isso eu daria 50 pratas pra ele!





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No one...
março 23, 2006, 10:05 AM por Fabio Seixas

Lembrete para mim mesmo:

"No one ever achieved greatness by playing it safe"
Harry Gray





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Em 2002....
março 22, 2006, 10:04 PM por Fabio Seixas

Em 2002 falei para o dono da minha locadora sobre um site americano chamado NetFlix. A NetFlix é uma locadora de vídeo onde ao invés de pagar por DVD alugado, você paga uma mensalidade fixa por mês e pode pegar quantos filmes quiser e fica com eles durante quanto tempo quiser, desde que não fique com mais do que 1 filme por vez na sua casa (ou mais de 1 dependendo do plano que você escolher).

Eu achei esse modelo fantástico!

Falei pra ele: "Cara, olha esse modelo de negócio. Você tem que fazer isso com o seu bussines. Isso é ruptura de mercado. Faça isso antes de todo mundo ou faça isso daqui a alguns anos quando todos estiverem desesperados querendo fazer o mesmo..."

Ele não me deu bola. Uma pena.

logonetmovies.jpg

Pois bem. Demorou mas esse modelo acabou de chegar ao Brasil. NetMovies

Vale uma conferida.





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Outro one million dollar home page criativo
março 22, 2006, 7:48 AM por Fabio Seixas

Mais uma aparição nacional de uma página no estilo one million dollar home page.

Sua Geladeira

Valeu pela criatividade do design, mas essa diferenciação não é suficiente. Cai no problema da falta de conteúdo de qualidade. Porque alguém entraria nesse tipo de página todo dia? Qual a motivação para fazer uma segunda, uma terceira visita?





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Se você for morrer, morra rápido
março 17, 2006, 8:14 PM por Fabio Seixas

As taxas de moratalidade de pequenas empresas é enorme. Segundo o Sebrae 60% das novas empresas não consegue passar dos 4 anos de vida. 45% não consegue nem passar do segundo ano.

Normalmente as pessoas vêem isso como uma coisa ruim. Eu vejo como uma coisa boa. Por um simples motivo: Seleção natural.

Na natureza, morrer cedo é o padrão. Ser extinto é padrão. A exceção é justamente evoluir. Atualmente, existem possivelmente 30 milhões de espécies vivas na terra. Estudos apontam que essa quantidade representa apenas 1% das espécies que já viveram na terra.

Porque isso ocorre na natureza? Porque é a eliminação dos menos aptos que promove a evolução acelerada das espécies. Quanto mais espécies novas surgerem e forem extintas, mais rápido será a evolução da vida na terra.

O mesmo vale para as empresas. Quanto mais empresas abrirem e quebrarem, maior será a concientização de como uma empresa de sucesso deve ser conduzida para se tornar bem sucedida. Com isso, maiores serão as chances de sucesso daqueles que conseguirem absorver esse conhecimento e transforma-lo em empreendimentos bem sucedidos no futuro.

Em países em desenvolvimento, quanto mais rápido for esse ciclo, melhor será o desenvolvimento da economía e mais rápido ela poderá se tornar uma economina de primeiro mundo.

O processo de abrir e conduzir uma empresa é único e extremamente educador (mesmo que pelo caminho mais duro). Logo, quanto mais tentativas de criar uma empresa houverem, maior será a quantidade de empreendedores concientizados dos requisitos básicos para montar uma empresa de sucesso.

Não pense que basta abrir uma empresa e quebra-la em 2 anos que você estará automaticamente apto a abrir uma empresa de sucesso. Em média, um empreendedor quebra de 4 a 5 empresas antes de abrir uma empresa de sucesso.

Por isso, quanto mais rápido você perceber que a sua empreitada não dará certo, corte o mal pela raiz, encerre a empresa, assimile a maior quantidade de conhecimento possível, sacuda a poeira e parta para outra. Encarre seus fracassos empresariais como aprendizado. Assim será muito mais fácil de lidar com as emoções envolvidas com o encerramento de um negócio.

Se você for morrer, morra rápido. E ressuscite logo.





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Bootstrapping
março 10, 2006, 7:09 PM por Fabio Seixas

Hoje descobri um termo para algo que sempre fiz. Engraçado nunca ter ouvido tal termo. Já que o assunto chamou minha atenção, resolvi escrever sobre o tema. Bootstrapping.

Esse termo esquisito é utilizado em várias áreas como direito, estatística, eletrônica e até mesmo biologia, mas vou me ater ao lado emrpesarial do conceito.

Empresarialmente falando, Boostrapping é o ato de abrir uma empresa com pouco ou nenhum capital externo.

Considerando o custo de capital e a carência de capital de risco no Brasil, a abordagem de criação de uma empresa utilizando o método Bootstrap mostra-se muito melhor e mais viável do que a abordagem "arrume alguém para de dar muito dinheiro e torre tudo tentando criar uma empresa de sucesso".

Mas mesmo não considerando essas variáveis ambientais brasileiras, esse método trás algumas consequências interessantes que podem fazer toda a diferença no sucesso de uma empresa.

Ao se propor a criar uma empresa do zero sem capital externo, você está criando um caminho para tomar decisões que irão tornar o seu negócio muito mais sucetível ao sucesso. Você por exemplo se força a colocar no mercado um produto ou serviço que seja efetivamente um gerador de fluxo de caixa, injetando capital na empresa, ao invés de simplesmente colocar no mercado um produto que é muito bom, mas que não necessáriamente gera faturamento. A era do boom das pontocom tem exemplos de sobra desse tipo.

Alguns benefícios do método boostrap:

1- Foco em produtos e serviços rentáveis. A partir do momento que você precisa impreterivelmente colocar dinheiro para dentro (fluxo de caixa), você elimina toda e qualquer ação, produto ou serviço que não irá gerar faturamento direto ou indireto para a empresa.

2- Foco em custo enxutos. Simples, com a grana curta, você pensa duas vezes antes de alugar aquela sala bacana, com espaço sobrando, vista para o mar e móveis top de linha.

3- Agilidade na obtenção de caixa. A partir do momento que não existe capital sobrando, todo seu esforço fica focado em tornar sua empresa lucrativa, na geração de fluxo de ciaxa saudável. Em contra partida, com capital sobrando você não corre tanto atrás de resultados. Afinal as contas do mês já estão pagas mesmo.

5- É o seu capital investido. Você não quer perde-lo e por isso faz de tudo e mais um pouco para viabilizar o seu negócio, enquanto que se você está operando com dinheiro de terceiros, o relacionamento emocional com o dinheiro torna-se completamente diferente. Você gasta com mais facilidade e com coisas desnecessárias. Se não der certo, não é o seu dinheiro que vai para o ralo.

6- Bootstrappers aprendem e assimilam os erros do negócio mais cedo. É fato. Todo mundo erra. Mas sem capital você precisa corrigir os erros muito mais ráipdo caso contrário você morre. Com capital sobrando, você pode errar mais e não se preocupar tanto com isso.

7- Agilidade e liberdade. Como não existe um agente externo (investidor) com o qual você precisa alinhar as suas decisões, você pode mudar o rumo e acertar a rota com muito mais facilidade.

8- Pessoas certas. Você não pode perder tempo e dinheiro na contratação das pessoas erradas, logo você cria meios para recrutar as pessoas certas. E são as pessoas certas, não as erradas, que delineiam o sucesso de uma empresa. Além disso, sua equipe fica mais enxuta, otimizada e, conseguentemente, altamente especializada, diminuindo a burocracia e atritos desnecessários.

9- No final, os meritos serão seus. Se você conseguir criar algo de sucesso no método bootstrap, você (e os demais fundadores) leva todo o mérito por ter criado algo somente pelo seu esforço (e dos demais fundadores). Essa é a grande satisfação de um empreendedor.

O método bootstrap é sem dúvida um caminho mais estressante. Nada pior do que ter que contar centavos para pagar as contas no começo. Mas por outro lado, é ele que te permite criar algo que seja realmente factível.

Bill Gates, Michael Dell, Steve Jobs, Alexandre Accioly são exemplos de empreendedores que conseguiram criar um império a partir de uma operação que começou no método bootstrap. Alexandre Accioly por exemplo, começou a QuatroA (atual Atento, empresa de call-center que foi vendida para a Telefônica por U$ 140 milhões) com meia dúzia de linhas telefônicas.

Eu mesmo já abri empresas no método bootstrap e já abri no método "show me the money". É enorme a diferença emocional e psicológica pela qual o empreendedor passa em ambos os casos. A grande diferença é que bootstrap te permite ser mais realista, mais focado em resultados, enquando com capital fácil, se você não tiver experiência, a coisa toda pode virar uma grande gastação desenfreada.

Obs.: Um blog interessante sobre o assunto: Bootstrap Network Blog






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Provérbios empresariais
março 10, 2006, 8:01 AM por Fabio Seixas

Esse post valeu o dia. Marc Hedlund, do O'Reilly Radar escreveu sobre alguns provérbios empresariais. Muito útil para quem tem ou quer ter uma empresa.

Uma dica pessoal minha: Acredite nestes provérbios. Se você não acreditar neles agora, vai acreditar depois que tiver quebrado a cara. ;)

Os meus prediletos:
-Building to flip is building to flop
-Jump when you are more excited than afraid
-Work only with people you like and believe in
-Great things are made by people who share a passion, not by those who have been talked into one
-Cool ideas are useless without great needs
-The best way to get investment is not to need it

Via Signal vs Noise.





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Para onde nós vamos?
março 6, 2006, 7:55 PM por Fabio Seixas

Enquando dava uma espiava, confesso que com olhares de inveja, as palestras que vão acontecer no MIX06 no próximo dia dia 20 em Las Vegas, descobri uma empreitada muito interessante da Amazon chamada MTurk (Ou Mechanical Turk).

O MTurk é um site onde pessoas podem realizar tarefas que humanos realizam muito melhor do que qualquer computador e ainda serem remunerados por isso.

É simples. Dentre as diversas tarefas publicadas no site, você escolhe uma, a realiza e pronto. Depois, o solicitante avalia seu trabalho e te paga.

O Google já faz algo semelhente com o Google Answers onde você publica uma pergunta disposto a pagar para que alguém a responda. É claro que existem perguntas que um ser humano responde com muito mais facilidade do que um computador. O odor desse vinho é amadeirado? Qual a sensação de ser pai?

A questão é até onde o meio online nos levará no desenvolvimento de uma humanidade mais culta e desenvolvida? Ações como essas propiciam e incentivam o desenvolvimento de nossas capacidades intelectuais e humanas. Imagine por exemplo, como os cidadãos de baixa renda, ex-presidiários, integrantes de classes minoritárias, ou seja, indivíduos excluídos socialmente mas ainda assim cultos e capazes poderão se desenvolver no longo prazo, eliminando a exclusão social de suas vidas. Simplesmente fantástico.

Definitivamente, a era ilustrada em "Tempos modernos" de Chaplin está fadada a ser extinta.





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Pesquisa de marketing viral
março 6, 2006, 7:30 PM por Fabio Seixas

Alunos de pós-graduação da USP estão realizando uma pesquisa sobre marketing viral baseada no vídeo viral do Ronaldinho Gaúcho.

Quem responder poderá receber os resultados no final.

Veja aqui.

Via blog de guerrilha





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